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Opportunities and Threats

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2 CHAPTER TWO: KENYA NCDs SITUATION ANALYSIS

2.6 Human Resource for NCD

2.7.2 Opportunities and Threats

Em todo o prólogo Joanino, o substantivo lo>gov aparece quatro vezes, e

em todas elas referindo-se à Segunda Pessoa da Santíssima Trindade.

O lo>gov, era a forma que o Filho de Deus tinha, antes de se tornar Deus

encarnado, detentor de duas naturezas.

Quando Jesus falava com a mulher samaritana a respeito da verdadeira

adoração, Ele identificou Deus Pai como sendo Espírito “pneu~ma oJ qe>ov...”

(Jo 4.24a) — “Deus é Espírito…” (Jo 4.24a) quando Jesus falava a seus discí-

pulos da vinda do Consolador, Ele identificou-o como o Espírito da Ver-

dade “to< pneu~ma th~v ajlhqei>av...” (Jo 14.17a) — “O Espírito da verdade…”

(Jo 14.17a). A Terceira Pessoa da Santíssima Trindade é Espírito. Quando o

autor de Hebreus falava das entidades angelicais, caracterizou-as como

sendo espíritos “oujci<

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pa>ntev eijsi<n leitourgika<

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pneu>mata...” (Hb

1.14a) — “Não são todos eles, espíritos desempenhadores de funções… (ministra-

dores)” (Hb 1.14a). Evidentemente, tal como as outras entidades divinas, o

lo>gov, antes de assumir a forma humana, era Espírito detentor apenas da

na tureza divina, fazendo um só Deus em simultaneidade com as outras

duas entidades.

O substantivo lo>gov

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, contém em si mesmo, um variado número de

expressões, entre as quais destacaremos “Palavra”

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e “Verbo”. Enquanto

575Cf. RIENECKER, Op. cit., p. 166. «aujxa>nw, crescer, aumentar.» cf. VINE, índex, 2002,

p. 519. «auxanõ (aujxa>nw), “crescer” ou “aumentar”, acerca do crescimento daquilo que tem vida, natural ou espiritual, é usado: (a) no transitivo, significando fazer aumentar, dito acerca de dar o aumento (1Co 3.6,7; 2 Co 9.10), o efeito da obra de Deus, conforme a analogia das Suas operações na natureza; “crescer, ficar maior” …» A forma verbal encontra-se no presente modo infinitivo voz activa.

576Cf. RIENECKER, Op. cit., p. 166. «ejlatto>w, fazer menos, inferior, diminuir.» A forma verbal

ejlattou~sqai encontra-se no presente modo infinitivo voz passiva: “ser inferiorizado, ser diminuído”.

577Cf. VINE, Op. cit., p. 813. «oujci>, [advérbio de negação], “não”, forma fortalecida [usada

para fortalecer o advérbio de negação na oração]…»

578Cf. PEREIRA, Op. cit., p. 344. «Leitourgiko>v, on, ministros, desempenhadores de funções…

leitourge>w… servir o senhor, desempenhar funções sagradas.» A ideia é pertencer a alguém… com as funções de.

579Cf. Idem, ibidem, p. 350. «lo>gov, ou, substantivo masculino (le>gw), palavra, dito, revelação

divina, razão, inteligência, verbo…»

580Cf. RIENECKER, Op. cit., p. 161. «lo>gov, palavra. Uma descrição de Jesus basicamente das

Escrituras do AT que O designavam como o divino Revelador da sabedoria e do poder de Deus (v. NDITNT).» Cf. COENEN, Op. cit., vl. II pp. 1510-1522. «lo>gov (logos), “palavra”, “expressão vocal” … lo>gov significa, entre outras coisas, “declaração”, “mandamento” (Lc 4.36), “relato”, “informação” e “rumor” (Act 11.22; Mt 28.15; Mc 1.45; Lc 5.15), “discurso” (Mt 15.12), “texto”, “conteúdo em palavras” (1 Co 15.2), “palavra falada” (Act 15.27; 2 Co 10.10) em contraste com a “palavra escrita” (Act 1.1), “meras palavras”, em contraste com poder e acção (1Ts 1.5; 1 Co 4.19)

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… “palavras das Escrituras” (1 Co 15.54), “palavras de advertências” (Hb 5.11) … “proclamação”, “ensino”, “instrução” (Lc 4.32; 10.39; Jo 4.41; 17.20), a “palavra de Deus”, a “palavra do Senhor”, a “palavra da promessa, da verdade, da vida”, a “palavra de Jesus”, a “palavra acerca de Jesus Cristo”, Jesus como a Palavra (“Verbo”) (Jo 1.1, 14)…»

581Cf. BORREGANA, Op. cit., p.171. «O Imperativo exprime uma acção…como uma ordem,

…exortação,…pedido…»

582Cf. BORREGANA, Op. cit., p. 168. «…por exemplo: Fujam! Haja!...se o verbo não está

expresso na oração, obrigatoriamente está subentendido.»

583Cf. Idem, ibidem, p. 168.

Palavra de Deus, o lo>gov é usado para designar o conteúdo total da revela-

ção e da criação (Jo 1.3,18; 1 Co 8.6; Cl 1.17; Hb 1.1-2; ). É a multiforme sabe-

doria de Deus em acção por toda a eternidade (1 Co 1.30; Ef 3.8-11; Cl 2.2-3).

É a Palavra seminal, através da qual foram criadas todas as coisas e ainda

hoje subsistem (Jo 1.3; Cl 1.17; Hb 1.1-2). É a Palavra reveladora do coração,

dos propósitos e dos planos do Pai (Jo 1.18; 4.34; 5.30; 6.38). É o Verbo divino

sem o qual nada teria sentido (1 Co 8.6; Cl 1.17).

No acto da criação, encontramos por quatro vezes o verbo haver; três

vezes o verbo produzir; uma vez o verbo ajuntar-se e aparecer, todos no

modo Imperativo. Por fim, encontramos por uma vez o verbo fazer no

modo conjuntivo, demonstrando que a existência de todas as coisas depen-

deu directamente da acção do Verbo de Deus.

Quanto à utilização dos modos verbais é interessante realçar que nos pri-

meiros cinco dias, é usada a forma verbal no modo Imperativo

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, expri-

mindo uma acção apresentada como uma ordem, no sexto dia é usada a

forma verbal no modo conjuntivo, exprimindo uma acção concebida como

desejável. Ao criar os céus e a terra e tudo quanto neles há, Deus usou

o Verbo como um Imperativo — (ordem), mas ao criar o homem, Deus usou

o Verbo como um conjuntivo, revelando a vontade e o profundo desejo da

Trindade. António Afonso Borregana, autor da Gramática Universal de

Língua Portuguesa, faz a seguinte afirmação gramatical e linguística: “Não

há frase sem verbo…mas pode haver frase apenas com o Verbo…”

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, esta afirma-

ção transporta-nos para uma profunda verdade teológica, não existe nada

no Universo que tivesse vindo à existência sem a acção directa e interven-

tiva do lo>gov, a Palavra, o Verbo de Deus.

O Verbo existe desde sempre, eterno, e independente de tudo quanto

veio à existência. Assim como o verbo, em termos gramaticais, é o elemento

fundamental, para a vida e compreensão de uma oração, o Verbo divino, é o

elemento indispensável e insuprível por meio do qual tudo o que há se fez e

continua a existir. “A palavra verbo proveio do vocábulo latino verbum, que signi-

fica palavra. Esta é uma boa razão (etimológica) para considerarmos o verbo como a

palavra por excelência, o centro da expressividade frásica.”

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O Verbo divino é a Palavra por excelência e o centro da expressividade

de tudo quanto existe, por isso mesmo o salmista dizia: “Louvai ao Senhor!

Louvai ao Senhor desde os céus, louvai nas alturas. Louvai-o, todos os seus anjos;

louvai-o, todos os seus exércitos…sol e lua…todas as estrelas luzentes…céus dos

céus, e as águas…pois mandou, e logo foram criados.” (Sl 148.1-5) Tudo quanto

existe deve louvar ao Senhor, porque tudo quanto existe foi criado pelo

Verbo Eterno.

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