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Genèse de la croyance dans le rapport du sujet aux institutions

La formation de l’imaginaire national aux Etats-Unis

CHAPITRE 3 : Céder aux bénéfices matériels et symboliques dus aux institutions

1/ Genèse de la croyance dans le rapport du sujet aux institutions

Adeodato Barreto é também mencionado no capítulo sobre a historiografia por causa do livro Civilização Hindu,153 o qual é ilustrado na sua estrutura e, concisamente, nos seus conteúdos. Sobre a

152 Sobre a influência dos orientalistas franceses em Adeodato Barreto e na geração de jovens goeses da década de 20, no

que diz respeito ao despertar de uma consciência indiana, veja-se o trabalho de Sandra Lobo «O reencontro da indianidade: o nacionalismo goês nos anos 20» (2013) e de Everton V. Machado «Romain Rolland et le Goa portugais: entre nationalisme et orientalisme» (2016).

153 Sobre Civilização Hindu, Dias escreve: «A obra dividida em duas partes compreende os principais aspectos da

História da India tais como as religiões que se formaram, as diferentes correntes filosóficas, todas caracterizadas por um grande espírito de reflexão e crítica, a arte que procura antes materializar a Ideia do que imitar a natureza, a literatura

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historiografia indo-portuguesa, Filinto Cristo Dias parece aderir ao discurso de Vicente de Bragança Cunha sobre a falta de um corpus textual historiográfico concernente a Índia Portuguesa:

Os escritores que neste período se sentem atraidos pelo passado da nossa terra são numerosos. Uns se aplicam a investigações acerca da História da Igreja desde a implantação do domínio português; outros se limitam a estudar acontecimentos políticos de determinada época. Não se encontra todavia quem se tenha aventurado a realizar uma história completa e imparcial feita à luz de uma crítica sobre documentos autênticos embora haja resumos de história de cunho didáctico. (DIAS, 1963: 68).

Entendemos que Filinto não limitou o seu levantamento somente àqueles historiadores, ou autores de trabalhos historiográficos, que se ocuparam exclusivamente da história de Goa, porém, mais em geral, empenhou-se em inventariar qualquer autor que tivesse conseguido dar à imprensa o seu trabalho de pesquisa historiográfica, tendo como requisito de referência o facto de serem goeses, católicos e de se terem expressado em língua portuguesa. Da mesma maneira que na obra Literatura indo-portuguesa: figuras e factos de Bragança Cunha, há dois aspectos que são especialmente postos em evidência: a tendenciosidade das perspetivas dos historiadores e a importância de recorrer às fontes religiosas, uma vez que a história da Igreja católica na Índia não podia ser discernida da história de Goa. Por exemplo, ao referenciar o historiador eclesiástico Casimiro Cristovam Nazaret e a sua obra Mitras lusitanas no Oriente, Filinto Cristo Dias aponta:

Desde que a India se integrou no domínio português, a história da Igreja se acha ligada ao passado político e social do país e por conseguinte torna-se patente que o estudioso que meter ombros a escrever a história completa de Goa, terá de compulsar a cada passo as “Mitras Lusitanas”; tal é a amplitude de dados que a obra oferece. (DIAS, 1963: 69)

De facto, na lista de autores de pesquisas historiográficas que Dias prepara, encontramos muitos nomes ligados a instituições católicas, como Filipe Neri Tomé Caetano do Rosário e Souza, Caetano Francisco de Sousa, Francisco Xavier Expectação Barreto, o mais conhecido padre Manuel José Gabriel Saldanha, Manuel José Feliciano Gustavo Couto, António Pedro Ciríaco Fernandes e

que, em geral, assenta na concretização dum ideal social, as ciências, fruto de especulação e pesquisa em todos os domínios de saber humano, as obras de Instrução e assistência social. A segunda parte de obra que concerne ao que o Autor denomina Humanismo Hindu, põe em relevo a feição universalista e compreensiva da civilização indu pouco compatível com as ideias de domínio e imperialismo e demonstra-a pelos testemunhos de tolerância religiosa e política exibidos pelos soberanos da Índia como Axoca, Harsha, Kaniskha» (DIAS, 1963: 76).

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Valério Aleixo Cordeiro.154 Na lista lemos nomes de religiosos nativos de Goa, cuja produção escrita não se restringia ao interesse pela história da colonização da sua terra, mas se alargava também aos assuntos de história das instituições religiosas católicas mais variadas, como a obra Missionários jesuítas no Brasil, no tempo de Pombal de António Pedro Ciríaco Fernandes ou as obras elencadas de Valério Aleixo Cordeiro.

No que diz respeito à produção historiográfica dos autores laicos, Dias elenca, igualmente, os nomes e as obras mais diferentes entre si, chamando a atenção para os casos em que o ponto de vista manifestado sobre algum assunto poderia ser objeto de tendenciosidade. Por exemplo, no caso de Frederico Diniz d’Ayala,155 ele escreve:

Nasceu em Pangim, mas viveu quase toda a vida na metrópole.

Deixou “Goa Antiga e Moderna” em que não transparece a preocupação de transmitir à posteridade a verdade integral do nosso passado e chega mesmo a ser faccioso em alguns juizos que formula. Não podemos, no entanto, deixar de reconhecer que a obra foi escrita com arte e a língua que emprega, é português sem jaça. (DIAS, 1963: 71)

Comparativamente com a seleção dos autores religiosos, notamos que, no caso dos autores laicos, Dias menciona apenas as obras concernentes a história de Goa, cujos conteúdos, com poucas exceções, são ilustrados apenas em linhas gerais.156 A lista dos autores laicos que publicaram textos historiográficos compreende António Anastásio Bruto da Costa, José António Ismael Gracias, Cristovam Aires, Frederico Diniz D’Ayala, Cristovam Pinto, Roque Correia Afonso, António Maria da Cunha, Aleixo Clemente Messias Gomes, Luís Menezes Bragança, José Benedito Gomes, António Bragança Pereira e Adeodato Barreto.157 É de notar, também, que no género historiográfico

154 Desses autores, Dias referencia as seguintes obras: Notícia histórica e legislação da instrução primária, secundária e

superior na India Portuguesa de Filipe Neri Tomé Caetano do Rosário e Souza, Instituições portuguesas de educação e instrução no Oriente de Caetano Francisco de Sousa, Quadros biográficos dos Padres ilustres de Goa de Francisco

Xavier Expectação Barreto, História de Goa do padre Saldanha, O cosmógrafo Fernão Vaz Dourado fronteiro da India e

a sua obra, O plano colonial de Afonso de Albuquerque, A obra dos capitães e missionários portugueses nas terras do Ultramar, A história da antiga Casa da India de Manuel José Feliciano Gustavo Couto, Missionários jesuítas no Brasil, no tempo de Pombal de António Pedro Ciríaco Fernandes, Vida do Beato Nuno Alvares Pereira, D.Marcos de Noronha (Vagos), D. Manuela Jardim de Castro, A venerável Madre Paula Frassinetti, fundadora do Instituto de S. Doroteia de

Valério Aleixo Cordeiro.

155 Na opinião de Devi e Seabra, em Goa antiga e moderna, Frederico Diniz d’Ayala mostra-se partidário contra a casta

brâmane, «a quem culpa de todos os desaires dos descendentes» (DEVI & SEABRA, 1971: 239).

156 Umas exceções a essa observação são constituídas pelas partes dedicadas a Frederico Diniz d’Ayala e Adeodato

Barreto, as quais podem contar com comentários críticos do padre.

157 As obras resenhadas de tais autores são: As revoluções políticas da India Portuguesa do século XIX, Goa sob a

dominação portuguesa de Bruto da Costa, A imprensa em Goa nos séculos XVI, XVII e XVIII, Vasco da Gama e o descobrimento da India, O Bispo de Halicarnasso, Uma dona Portuguesa na corte do Grão Mogol, India em 1623 e 1624 – Exceptos das memórias do viajante Pietro della Valle, Bocage na India de Ismael Gracias, História, orgânica e

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são incluídos também trabalhos antropológicos, etnográficos e de investigação cultural e filosófica – como Civilização Hindu de Adeodato Barreto, por exemplo –, sendo isso, sintoma de uma interpretação muito abrangente da noção de historiografia.

Relativamente ao jornalismo, como foi já anunciado no início do presente capítulo, é o único género literário cuja inclusão no Esboço é questionada pelo próprio Filinto Cristo Dias. Foi reiterado, ao longo deste trabalho, que o Esboço apresenta, tal como o livro de Vicente de Bragança Cunha, uma aceção inclusiva da literatura indo-portuguesa, que vai além da mera escrita criativa ou que merece o reconhecimento de um valor estético.

O excerto que introduz o capítulo sobre jornalismo cita:

Há quem se recuse a admitir o jornalismo como actividade literária que mereça registo em obras que se ocupam da história da literatura dum país. Tal atitude, porém, afigura-se nos que se filia num equívoco.

Se fôssemos a considerar como jornalismo tudo quanto vem a lume em gazetas que circulam por aí, e como jornalistas indivíduos que, sem embargo de não possuirem suficiente bagagem de cultura geral nem terem conhecimento exacto da língua em que escrevem, ousam contudo enegrecer peròdicamente o papel sòmente porque o acaso os meteu na posse do invento de Gutenberg, não hesitamos em convir plenamente com aquela opinião. Do mesmo modo que nem toda a prosa que apareça em letra de forma, pode ser denominada literária, assim também nem todos os que escrevem para os periódicos têm direito a intitular-se jornalistas.

Mas individualidades dotadas de inteligência lúcida e enriquecida de largo e profundo saber, conhecedoras dos homens e do meio em que viveram e manejando a língua portuguesa como se a tivessem bebido com o leite materno, houve-as nesta terra e lidaram com galhardia na imprensa periódica.

Não só tanto. Pode-se ainda verificar que vários destes escritores, depois de criarem Imprensa diária, fizeram dela uma como cátedra donde difundiram quer em artigos doutrinários quer em crónicas de acontecimentos ocorrentes, mas sempre redigidos em forma apurada, ensinamentos variados que contribuiram largamente, sobretudo durante o primeiro quartel deste século, para o progresso das letras neste país. (DIAS, 1963: 78)

política do Exército Português, História da Cavalaria Portuguesa, Para a história da Academia das Ciências de

Cristovam Aires, Goa antiga e moderna de Frederico Diniz d’Ayala, As gauncarias de Goa, India pré-histórica, Estudos

da política portuguesa, Indigenas da India Portuguesa de Cristovam Pinto, A evolução do municipalismo na India Portuguesa de Roque Correia Afonso, A evolução do jornalismo na India Portuguesa, Subsídio para a história do Congresso Provincial e A India antiga e moderna de António Maria da Cunha, O reino de Chandrapur – Uma investigação arqueológica, Civilização dos sumeres na India de Aleixo Clemente Messias Gomes, A educação e o ensino na India Portuguesa de Luís de Menezes Bragança, Índia Portuguesa – Resenha histórica, sumária cultural política e social em volta do Instituto Vasco da Gama, Afonso Albuquerque de Messias Gomes, O sistema das castas, História religiosa de Goa, Etnografia da India Portuguesa de Bragança Pereira, Civilização Hindu de Adeodato Barreto.

Além desses nomes, encontramos uma menção, em forma de lista, de ulteriores nomes. «Aplicaram-se à investigação histórica e deixaram neste campo valiosos trabalhos os seguintes escritores que merecem ser citados» (DIAS, 1963: 76): Caetano Gonçalves, Júlio Gonçalves – a não ser confundido com o fundador da Ilustração Goana –, J.P. Santos Pereira, Roberto Bruto da Costa, António de Noronha, J.P. Peregrino da Costa, Maria Ermelinda dos Stuart Gomes, Raimundo Torres Dias, Ernesto Fernandes e, por último, Ricardo Micael Teles.

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À luz destes comentários, compreendemos que, na perspetiva de Dias, o jornalismo é importante tanto na sua essência de género literário, sofisticado e independente, quanto na sua função de divulgação de ideias modernas. É importante também notar que Dias deixa claro que essa inclusão não pode indistintamente interessar todas as pessoas que escrevem nos jornais – os quais, na sua opinião, nem todos seriam dignos de ser chamados de jornalistas –, mas apenas aqueles que conseguiram desenvolver um estilo de escrita honesta e gramaticalmente correta. Por isso, o género jornalístico é entendido como um tipo de escrita literária, passível de crítica e de ser incluído em obras de história literária como o Esboço.158

De facto, apesar do grande número de jornalistas com que a imprensa periódica goesa podia contar, a resenha de Dias não inclui uma quantidade excessiva de nomes, mas seriam «dignos de especial referência» os seguintes jornalistas, ou escritores que se dedicaram à escrita jornalística: Tomás de Aquino Mourão Garcez Palha – o Barão de Combarjua já citado enquanto poeta –, o Mons. Francisco Xavier de Loiola, Leopoldo Cipriano da Gama, Martinho de Meneses, António Maria da Cunha, Messias Gomes, José Maria da Costa Álvares – conhecido com o pseudónimo de A. Castro Alves –, Mons. João Francisco Excelso da Assunta Almeida, João Joaquim Roque Correia Afonso, Miguel de Loyola Furtado, Luís de Menezes Bragança, Sales da Veiga Coutinho, o deputado Constâncio Roque da Costa, A. A. Bruto da Costa, Brás Bruto da Costa, Roberto Bruto da Costa, Avertano de Loyola, Adolfo Costa, Albano Francisco Dias, Joaquim da Rosa, A. X. Gomes Pereira, Raimundo Torres Dias. Cita ainda as revistas Oriente Português, Revista Moderna e Revista da India, enquanto outras publicações periódicas são citadas contextualmente com as referências dos nomes que escreveram nelas, como Jornal de notícias, A Imprensa, O Crente, A Convicção, Vida Nova, A Discussão, O Heraldo, Heraldo, O Ultramar, A India Portugueza, O Nacionalista, O Debate, Pracasha, A Vida, Diário da noite, A Pátria e O Ariano. Dada a evidente incompletude dessa lista de jornalistas, autores de textos jornalísticos e publicações periódicas, é provável que Dias tenha compilado a sua lista conforme o seu parecer sobre a literariedade da escrita produzida por esses nomes; bem como é evidente a presença, na lista, de religiosos e de nomes de revistas associadas a instituições religiosas ou de cunho religioso, como O Crente, Vida Nova e A Vida. Aos autores a que dedica parágrafos mais extensos, Filinto oferece comentários positivos, elogiando o

158 Filinto Cristo Dias dá força à sua posição, relativamente ao jornalismo, por meio de uma citação de Alberto Marques

Pereira, extraída de um artigo publicado em O Heraldo no dia 10 de outubro de 1909, em que era atribuído ao jornalismo o mérito de ter incidido profundamente no progresso das letras em Goa, sobretudo se comparado com outros tipos de escrita literária.

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compromisso moral, a imparcialidade e o rigor linguístico, sendo que a Luís de Menezes Bragança são tecidos os comentários mais extensos.159

O ensaio é o último género literário que Filinto Cristo Dias explora, uma vez que o último capítulo do Esboço é dedicado à figura do Mons. Sebastião Rodolfo Salgado e ao romance Jacob & Dulce de Francisco João da Costa. Na definição que Dias proporciona para o género em questão, ele defende:

Entre diferentes acepções que cabem ao vocábulo ensaio importa-nos reter neste lugar a que significa trabalho literário, ordinàriamente em prosa, no qual o autor discorre, com maior ou menor fôlego, sobre um tema, sem todavia pretender esgotá-lo. É um género em que pertence o primado à inteligência embora não se dispense o exercício doutras faculdades do temperamento artístico. O que porém, caracteriza o ensaio, pròpriamente dito, é registo de conceitos pessoais do autor sobre a matèria que é objecto de estudo. (DIAS, 1963: 85)

Fazendo uma conexão entre essa definição e a seleção dos autores e as obras referidas, pode- se afirmar que há coerência entre a aceção dada pelo padre e os elementos dos textos realçados por este. Com efeito, Dias dá muita importância – além do uso correto do português – à defensividade das opiniões dos autores e à obstinação e harmonia com que estes argumentam os seus pontos de vista. Também no caso de um autor que ostenta posições anticlericais, como António Floriano de Noronha, autor dos ensaios Os hindus de Goa e a República portuguesa e Em boa paz, Filinto admite a coesão e a beleza do tipo de escrita exibidas nos seus textos, «o estilo límpido e frequentemente sugestivo e à linguagem espevitada com que soube escrever» (DIAS, 1963: 90).160 Além de Noronha, os ensaístas que Dias cita são: António Xavier Heráclito Gomes, Guilherme Moniz Barreto – ao qual dedica quase três página –, Francisco António Wolfango da Silva, João Francisco Caetano José Lobo, João Baptista Amâncio Gracias, Propércia Correia Afonso e Figuereido – a única mulher a aparecer no Esboço –, Francisco Correia Afonso, António de Miranda,

159 A esse importantíssimo intelectual goês, Filinto Cristo Dias dedicará também o artigo «Meneses Bragança, jornalista

de mão-cheia», publicado no nº 116 do Boletim do Instituto Menezes Bragança, numa edição comemorativa (DIAS, 1977: XCIII-C).

160 Sobre António Floriano de Noronha, Dias escreve: «Deixou-se morder pelo bicho do anticlericalismo, largamente

difundido na época em que viveu e as obras, que publicou, tornam patente umas veladamente, outras sem rebuço, esse espirito. Fortemente encerrado no reduto do seu sectarismo anti-religioso fechou sempre os olhos com obstinação à luz da Fé suplicando insistentemente e mesmo veementemente aos seus familiares que não deixassem abeirar da sua cama de moribundo nenhum sacerdote. Escreveu, além das obras de carácter jurídico, “Os Indus de Goa e a República

Portuguesa” em que pretende demonstrar que a política de tolerância adoptada por Albuquerque foi desprezada neste

país durante séculos tendo cabido ao regime republicano fazê-la reviver e seguir; “Os Nossos Interiores” em que se consignam sensatas observações concernentes ao asseio, mobilação e adorno dos nossos lares. Mas a obra que atraiu ao autor triste celebridade foi “Em Boa Paz” em que combate e mesmo achinchalha o cristianismo, religião professada por uma grande maioria dos seus conterrâneos» (DIAS, 1963: 89).

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Froilano de Melo, Padre Manuel de Albuquerque, Soares Rebelo, Vicente de Bragança Cunha e Jaime Rangel. Dada a presença de Moniz Barreto, no capítulo sobre ensaísmo são também incluídos dois parágrafos sobre a crítica literária que reproduzem os conteúdos de um artigo publicado na «Secção literária» do Diário de Goa.

5.3.3 O capítulo XIV: Mons. Sebastião Rodolfo Dalgado e o romance Jacob & Dulce de