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i) Base cartográfica digital na escala 1:2.000, restituída a partir do vôo fotogramétrico na escala 1: 8.000 do município de São José-SC, realizado em julho de 1995;

ii) Plantas, mapas, manuais de normas e especificações obtidos nas concessionárias;

iii) Plantas, mapas, manuais de normas e especificações obtidos na prefeitura; iv) Plantas do cadastro de serviço e operações da área-piloto obtido nas

concessionárias;

v) Plantas e bibliotecas digitais dos cadastros das concessionárias que utilizam

software CAD/CAM;

vi) Relação dos níveis de interesse da prefeitura e concessionárias de serviços públicos, integrantes do mapeamento em meio digital da base cartográfica comum;

vii) Questionário elaborado para levantamento de informações na prefeitura e concessionárias de serviços públicos;

viii) Estudo Preliminar de projeto de implantação de geoprocessamento na CASAN S/A (Proposta técnica das Empresas LYSA-ETEP);

ix) Estudo Preliminar de projeto de implantação de geoprocessamento na CELESC S/A (Projeto Genesis)',

x) Projeto de implantação de geoprocessamento na TELESC S/A (Projeto

SAGRE);

xi) CD-ROM do MUBDG (mapa urbano básico digital de Goiânia-GO).

6.1.2 Hardware

i) microcomputadores Pentium™ (marca registrada da Intel Co.), 166MHz, 32Mb RAM; monitores coloridos 17”, discos rígidos de 1,28Gb;

ii) impressoras HP™ (marca registrada da Hewlett-Packard), Laserjet ‘A4’ e jato de tinta ‘A4’ colorida;

iii) plotter colorida jato de tinta ‘AO’ HP™ (marca registrada da Hewlett- Packard);

iv) outros (CD-ROM, Zip-drive, disquetes flexíveis, etc.).

6.1.3 Software

i) sistemas de mapeamento auxiliado por computador (AutoCAD® R I 3, marca registrada da Autodesk Inc.; ARC/INFO®, marca registrada da ESRI Inc.); ii) sistemas gerenciadores de banco de dados, planilhas, editores de texto

(MICROSOFT OFFICE®, marca registrada da Microsoft Corp.);

6.2 METODOLOGIA

Apresenta-se nesse capítulo a metodologia aplicada na confecção dos mapas temáticos e planos de informação da prefeitura municipal e concessionárias de serviços públicos, participantes da proposta de unificação da base cartográfica digital, visando a implantação de um Cadastro Técnico Multifinalitário como base de apoio à Sistemas de Informações Geográficas.

A fim de que as etapas de trabalho tivessem uma seqüência lógica com maior produtividade, adotou-se o seguinte organograma:

Quadro 6.1 - Organograma das etapas de trabalho.

Com a definição do tema e da área de estudo, planejou-se três grupos de informações:

■ a revisão de literatura, efetuada em trabalhos práticos e teóricos;

■ o levantamento de materias e informações na Prefeitura Municipal de São José; e,

■ o levantamento de materias e informações nas concessionárias de serviços públicos (CASAN, CELESC, TELESC), onde buscou-se

coletar o ‘tipo de informação gráfica’, que efetivamente é indispensável à confecção de seus mapas temáticos e planos de informação.

Na seqüência, já com as informações obtidas nas respectivas instituições participantes da proposta de uma Base Cartográfica Digital Comum, definiu-se a metodologia a ser utilizada na edição da mesma e na confecção e edição dos mapas temáticos e planos de informação da área-piloto.

Para melhor compreensão da profundidade e abrangência da pesquisa, fêz-se necessário na revisão de literatura estudos de Fotogrametria, Cartografia,

Geoprocessamento, Sistemas de Informações Geográficas, Cadastro Técnico

Multifinalitário e Planejamento Urbano.

Posteriormente à análise das ferramentas técnicas a serem utilizadas, realizou-se alguns experimentos de fotointerpretação utilizando-se fotografias aéreas na escala de 1:8.000 realizadas em 1995, avaliando-se a problemática urbana do município de São José - SC.

Como a Prefeitura Municipal contratou o vôo aerofotogramétrico, mapeamento em meio digital e o levantamento cadastral imobiliário de 150 km2 da área de interesse, foi de fundamental importância avaliar o quê o município apresenta em termos de qualidade de informações para o seu planejamento urbano.

Com estas informações disponíveis para a efetivação do trabalho, partiu- se então para as necessidades da Prefeitura Municipal e das concessionárias de serviços públicos.

O rigoroso levantamento de informações nas instituições foi com o objetivo de poder representar de maneira exata qualquer informação espacial desejada. Deste modo, respondeu-se às exigências dos participantes da proposta de unificação da base cartográfica digital, relativas à composição dos diversos níveis de informação

(layers) e suas respectivas escalas no Sistema de Informações Geográficas.

Uma vez dominando-se o que se dispunha do mapeamento em meio digital e as necessidades das concessionárias, trabalhou-se as informações para mostrar a viabilidade de uma base única de dados que sirva a todos. Esta unificação da base de dados permite uma parceria entre a Prefeitura Municipal e suas secretarias e também com as diferentes concessionárias de serviços públicos.

A possibilidade de cruzamentos de dados de diferentes setores da administração pública com as diferentes concessionárias de serviços públicos,-é possível

através de softwares conhecidos como SIG (Sistemas de Informações Geográficas) apoiado em banco de dados, bem como seus aplicativos específicos para a prefeitura e concessionárias, permitindo que as necessidades temáticas de cada participante sejam consideradas como “planos de informação” estabelecendo-se cruzamentos ou superposições julgadas necessárias. Com isto, toma-se possível uma integração eficiente entre os participantes.

As possibilidades de cruzamentos de dados de diferentes setores da administração pública e concessionárias de serviços, permitem uma harmoniosa integração entre os mesmos.

As etapas de trabalho relativas à escolha da área de estudo e demais atividades envolvidas são descritas a seguir:

a) Avaliação das fotografias aéreas; b) Interpretação das fotografias aéreas; c) Definição da área-piloto;

d) Avaliação e edição da Base Cartográfica restituída em meio digital; e) Necessidades da prefeitura e concessionárias;

f) Adaptação para base cartográfica digital comum; g) Uso dos softwares de CAD / SIG;

h) Integração entre prefeitura, concessionárias e usuários comuns.