Les fonctions de hachage cryptographiques
Définition 1. Un algorithme est dit polynomial s’il s’exécute en temps polyno-
1.3.2 Fonction de compression
Vista como habilidade de assumir a responsabilidade do próprio aprendizado, determinando objetivos, monitorando o processo de aquisição e avaliando os progressos (HOLEC, 1981), a autonomia no aprendizado é um desejável talento que professores podem encorajar em seus alunos, uma vez que ela é exaltada por muitos teóricos (vide BORG & AL- BUSAIDI, 2012) por sua capacidade de melhorar a qualidade da aprendizagem, promover sociedades democráticas, preparar os indivíduos para a aprendizagem ao longo da vida, etc. Tal destreza no aprendizado é indispensável quando se defende a produção discente de textos multissemióticos para fomentar a ALE, pois sugere que o aluno estará envolvido em atividades que demandam seu engajamento em processos criativos ou adaptativos de manipulação textual e instrumental.
Para promover atitudes mais autônomas por parte dos alunos faz-se necessário o conhecimento e a indicação de toda uma gama de recursos que possam instruí-los em tarefas ou satisfazê-los em sua busca pessoal por exploração linguístico-comunicativa. Atualmente, há todo um universo digital com ferramentas que se propõem tanto a competir com o ensino instrucional quanto a apoiá-lo e cabe aos interessados o exame de quais podem ser úteis e quais apresentam pouca efetividade. O que importa para os cursos de idiomas é que tanto professores como alunos podem usufruir desse ambiente digital para executar seus projetos de forma mais dinâmica e interagir com diversos outros profissionais e tecnologias.
Em sites de exposição audiovisual livre, como “Youtube”, “Vimeo”, “Yahoo! Screen”, “DailyMotion”, “Hulu” e “Vube”, ou em sites de videoaulas, como os nacionais “e- Unicamp”, “e-Aulas USP”, “Unesp Aberta”, “Portal de Videoaulas da UFF”, “FGV - Ensino Médio Digital”, “Veduca”, “Me Salva”, “Você aprende agora”, entre outros, e os internacionais “edXCousera”, “Khan Academy”, “MIT Video”, “Stanford Online”, “Harvard
Extension School”, por exemplo, há inúmeras aulas e palestras sobre os mais variados temas e
a cada dia surgem novas aulas e sites dedicados a abordar questões de sala de aula. Neles os alunos podem encontrar informações sobre praticamente tudo que esteja relacionado aos objetivos escolares. O corpo docente também pode fazer uso dessas videoaulas de forma a complementar suas instruções, desenvolver suas reflexões ou instruir-se, pois a disposição
para absorver uma ferramenta nova em suas estratégias didáticas deve estar acompanhada de atitudes autônomas também por parte dos professores.
“Professores genuinamente exitosos têm sempre sido autônomos no sentido de terem um forte senso de responsabilidade pessoal com seu ensino, exercitando pela reflexão contínua e pela análise os graus mais altos de controle afetivo e cognitivo do processo de ensino e explorando a liberdade que isso confere.” (LITTLE, 1995, p.179)
Como a produção audiovisual requer o desenvolvimento de algumas habilidades básicas – em alguns casos até uma expertise no uso de editores gráficos e textuais – é fundamental que o professor também tenha essa ousadia autônoma tanto para conhecer ferramentas novas como para absorver suas funcionalidades. Esta é uma forma de atualização profissional que abre espaço para o aperfeiçoamento e a modernização de seus cursos. Também, é algo substancial para responder às emergentes aspirações dos alunos, já que estar atualizado em relação ao universo cultural das novas gerações permite que ele desenvolva aulas mais atrativas e motivacionais, podendo recorrer a temas e símbolos relevantes às áreas de interesse dos alunos.
Uma tendência moderna é o uso cada vez maior de programas e sites destinados ao ensino de idiomas. Sites de consulta vocabular e tradução são comuns e estão entre os mais acessados no meio acadêmico, dispensando citação. Sites que buscam ensinar fórmulas e itens linguísticos por meio de interfaces interativas ou jogos, como “Livemocha”, “Duolingo” e Menrise (links a seguir junto a algumas outras opções), também possuem notoriedade ao buscarem corresponder a algumas necessidades comunicacionais individuais através do meio digital.
Alguns sites também têm suas versões em aplicativos para tablets e smartphones e há outros para adultos e crianças que prometem a mesma eficácia: “LinguaLeo”, “Babbel”, “duolingo”, “Rosetta Stone”, “Voxy”, “How to Say”, “Speak English”, “Na Ponta da Língua”, “Mindsnacks”, “EF My Words”, “Acella Study”, “Human Japanese”, “Allods Online” etc. E não se deve esquecer dos inúmeros vocabulary builders (programas para expandir o vocabulário): “Vocab Builder”, “Words, words, words”, “Dictionary.com Flashcards”, “Vocab Word Game” etc.
Quadro 11 – Sites para aprender idiomas https://www.duolingo.com/ https://www.memrise.com https://www.busuu.com/pt/ http://www.bbc.co.uk/languages/ https://www.italki.com/home https://pt.babbel.com/ http://www.mangolanguages.com/ http://www.voxopop.com/ http://www.rosettastone.com/lp/sbsr/ livemocha/?prid=livemocha_com http://lingualeo.com/pt
(coletados por esta pesquisa)
Em meio a tantas possibilidades, os ambientes virtuais multiusuários (multi-user
virtual environments - MUVE) estão se multiplicando e uma ferramenta que provê um MUVE
bem atrativo e com ardente potencial para oportunizar aos alunos uma prática comunicativa autêntica e significativa tem chamado a atenção acadêmica: Second Life. Entre outros semelhantes, como OpenSimulator, Project Wonderland, etc., este aplicativo permite uma interação textual, visual e oral por meio da escolha identidades virtuais (“avatares”) entre pessoas do mundo inteiro e o engajamento em atividades tanto individuais como grupais – além de figurar como uma tendência da vida moderna, visto que as interações pelos meios virtuais estão substituindo grande parte das interações presenciais.
Por suas propriedades fascinantes ao meio educacional, incontáveis universidades e escolas a estão adotando como ferramenta pedagógica (SALT, ATKINS & BLACKALL, 2008) e entre muitos benefícios para o ELE que têm sido observados no meio acadêmico vale citar alguns principais (baseados em WARBURTON, 2009):
Oferece oportunidades para interação social entre um grupo de pessoas e suas comunidades;
Provê aos usuários conteúdos lúdicos e criativos, às vezes inacessíveis na vida real por serem onerosos, distantes, elaborados ou de difícil acesso;
Oferece oportunidade para o reconhecimento e o aprendizado de outras culturas; Torna a imersão em ambiente tridimensional simples e cria uma forte impressão de
“estar presente”;
Fornece contextos simulados considerados vantajosos para os propósitos educacionais;
Reduz a ansiedade de performance, pois reduz a exposição dos alunos (HUNDSBERGER, 2009);
Cria uma nova possibilidade de interação entre aluno e a escola, reduzindo a necessidade de encontros no espaço físico da instituição (Sanchez, 2007);
Maximiza as experiências de aprendizagem ao passo que usuários promovem habilidades, provam novas ideias e aprendem com os erros;
Bennett & Peachey (2007) observam mais um ponto relevante:
“O uso do Second Life no ensino de línguas permite aos estudantes maior controle sobre sua aprendizagem, empoderando-os (...). Facilitam atividades colaborativas e pró-ativas dentro de uma flexibilidade de tempo que ajuda os estudantes a investigarem os problemas em ambiente interativo.” (BENNETT & PEACHEY, 2007)
Outros benefícios desses ambientes de interação virtual para a aprendizagem valem ser citados, como a criação de contextos realísticos e autênticos, as frequentes negociações sociais e a percepção do processo de construção de conhecimento. Kay & Fitzgerald (2008) ainda sugerem algumas atividades interessantes que podem ser executadas por esses meios: exibições e apresentações, simulações e encenações teatrais, recriações e reinterpretações de fatos históricos, filmes de animação (machinima), buscas de tesouros e pesquisas diversas, imersões culturais e linguísticas, escrita criativa, etc.
Outros possíveis usos para o ensino em geral tem sido investigados, como em Conklin (2007), por exemplo. Como o uso dessas ferramentas de simulação virtual é ainda oneroso, pois elas exigem computadores de última geração e internet de altíssima velocidade, é possível que muitos professores ainda não consigam usá-las de forma completa, mas é imperioso que comecemos a olhar para elas como uma tendência natural das interações futuras, formais e informais. É provável que as instituições físicas em breve tenham também seus avatares virtuais para atender melhor seu público, modernizando suas comunicações e inovando seus projetos.