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Flat Hermitian forms for reflection arrangements

3. From Dunkl to Levi-Civita

3.3 Flat Hermitian forms for reflection arrangements

Como última métrica de medida da usabilidade adotada para esse trabalho foram investigadas opiniões dos participantes, que foram cedidas através de um questionário com perguntas abertas pós teste de usabilidade. O questionário contou com 6 perguntas abertas nas quais o usuário podia dar sua opinião sobre cada interface testada, falar sobre as melhorias e pioras que eles perceberam e por fim uma sugestão de melhoria que será tratada no próximo tópico.

O questionário também contou com 10 perguntas de múltipla escolha, onde o usuário poderia mostrar se houve dificuldade de enxergar e medir a satisfação dos tamanhos de objetos da interface, como textos, botões e espaçamento.

O quadro a seguir vai mostrar a análise das opiniões dos participantes com o uso de um padrão, onde os quadros vermelhos apresentam opiniões negativas, as verdes mostram opiniões positivas e os amarelos representam dados que não são positivos ou negativos.

Quadro 2 – Opiniões dos usuários Qual é sua opinião sobre o

aplicativo na primeira fase de teste?

Na sua opinião, houveram melhorias entre a primeira fase e segunda fase de testes?

Qual é sua opinião sobre o aplicativo na segunda fase de teste?

O que melhorou entre a primeira e segunda fase de teste?

O que piorou entre a primeira e a segunda fase de testes?

80% das pessoas deram opiniões negativas [difícil /complicada/confusa]

90% achou que houveram melhorias [menos informações, facilidade, melhorou, atalhos]

20% Ressaltaram que deveria ser um pouco melhor

20% achou que houveram melhorias na rapidez do processo de compra

90% não achou que houve pioras

20% das pessoas deram opiniões positivas [bom, ótimo]

10% achou que não [a mesma coisa]

80 % das pessoas deram opiniões positivas

40% acharam mais fácil a segunda fase

10% achou a mesma coisa as duas interfaces

20% achou que houve melhoras em quesitos de navegação

10% achou que não melhorou muito 10% não citou melhoria

Fonte: Elaborada pelo autor, 2019.

4.2.3.1. Opiniões sobre as interfaces

Aqui iremos analisar as opiniões dos entrevistados quanto as interfaces dos aplicativos. Foram inclusas ao questionário algumas perguntas abertas feitas aos participantes dessa pesquisa, foi possível observar algumas opiniões únicas e padrões de opiniões comuns que serão demonstrados a seguir.

A primeira questão aberta foi dirigida a analise das opiniões dos usuários sobre interface não adaptada para a Geração X, onde foi possível constatar que 80% das pessoas deram opiniões negativas acerca dela, elas acharam difícil e complicada no todo ou em alguma parte, as outras 20% gostaram da interface.

A causa dessa rejeição na maioria dos participantes se deu em grande parte a dois passos que deveriam ser executados no teste de usabilidade, 90% dos usuários não conseguiram completar essas atividades na primeira interface. Nessa atividade foram requisitadas as retiradas de um produto especifico e de todos os produtos do carrinho de compras.

O Participante A tentou explicar a dificuldade dele com a falta de experiência no uso quando diz “Estava difícil, pois eu nunca tinha usado. Com certeza precisaria de ajuda para

efetuar as primeiras compras”, já os Participantes “B”, “F”, “E” e “G” disseram ter problemas

para remover um produto do carrinho como foi explicado anteriormente, eles dizem respectivamente “Não gostei devido a dificuldade de cancelar um produto na compra” “Mais

opção”, o restante dos participantes que deram opiniões negativas foram menos específicos,

mas deixaram claro que acharam difícil ou complexo.

O problema de usabilidade é atribuído à falta do uso de técnica de design de interface, a primeira é a de mostrar o processo de compra na tela, que foi proposta por Nelson (2013). Nela devemos mostrar como o usuário está em relação ao processo de compras que fariam os usuários terem acesso ao carrinho de compras com só um clique, diminuindo a ansiedade do mesmo, essa foi retirada dessa versão já que era uma técnica de melhoramento proposta no capítulo 3, que foi aplicada somente a segunda interface, já que a intenção era mostrar a diferença entre o uso e não uso dessas técnicas.

A segunda técnica era não fazer suposições sobre o conhecimento do usuários em aplicações para pessoas mais velhas, como no exemplo que o carrinho pertence a parte de pagamento/checkout, que foi uma dica de usabilidade dada por Campbell (2015) onde ele explica que a experiência do usuário que não cresceu usando uma determinada tecnologia pode não ter o conhecimento de elementos de interface que estariam garantidos para usuários mais experientes na tecnologia. Com isso é possível chegar à conclusão que a combinação dessa falta de técnicas de design afetou muito a usabilidade e satisfação dos usuários.

As opiniões sobre a segunda interface, que era devidamente projetada com o uso das técnicas de design pesquisadas para esse trabalho, foram totalmente inversas, dessa vez 80% deram opiniões positivas ou não negativas.

Como os participantes já haviam cumprido todo o roteiro do teste de usabilidade anteriormente em outra interface, o segundo teste pode ter deixado ele mais a vontade e/ou dado mais segurança, logo sendo comparado com o primeiro teste de usabilidade, ele pode ter ajudado o usuário a ser mais rápido no segundo teste.

O discurso de opinião sobre a interface adaptada para a Geração X teve algumas opiniões importantes, houve quem achou melhor e explicou o porquê, como o participante “E” que disse “Gostei, achei menos complicado de responder” e assim também concordou o participante “J” quando falou “É bem mais prático e facilita para quem não tem tanta

habilidade como é o meu caso”.

Algumas opiniões foram contrárias a isso, como a registrada pelo participante “B” quando falou que “Deveria melhorar um pouco mais”, mesmo não dizendo claramente que melhorou ou piorou é possível interpretar que para ele houve alguma melhora, porém não o suficiente para satisfazê-lo. Como também foi o caso da participante “A” que disse “Continuei

com dificuldades por falta de experiência. Mas a segunda fase certamente facilita as compras.”, que significa que melhorou, porém não o suficiente ainda.

4.2.3.2. Opiniões sobre a comparação das interfaces

Após as opiniões sobre cada interface separadamente o participante foi convidado a opinar sobre o que ele achou relacionando uma interface com a outra, para isso foram respondidas três perguntas.

A primeira foi para indagar se houve melhorias na opinião do participante, a segunda foi para interrogar sobre o que melhorou entre a primeira e a segunda interface e por fim a terceira pergunta serviu para questionar onde piorou entre as interfaces.

As perguntas de comparação de interfaces foram um pouco mais especificas. A ideia era fazer o usuário dizer onde exatamente foi melhorado e onde foi piorado na segunda interface em relação a primeira. Na primeira pergunta foi perguntado o que melhorou entre a primeira e segunda fase:

• 40% dos participantes mencionou que a interface ficou com mais facilidade para conseguir realizar os passos do teste de usabilidade, podemos perceber isso pelas respostas do participante “D” “A segunda estava mais fácil para realizar a compra”, “G” “O segundo site facilitou mais a compra” e o “H” “A facilidade da compra”; • 20% dos usuários listaram que houveram melhorias no tocante a rapidez, podemos

perceber isso na resposta do participante “A” que fala “A compra seria feita com maior

rapidez, já que temos que informar menos ao cadastrar”;

• 20% disseram ter melhorado na navegação, podemos tirar essa conclusão a partir dos comentários dos participantes “F” e “J”, que disseram respectivamente “A Navegação

ficou mais pratica” e “Além de atalhos que apareceram a segunda fase é bem melhor de se realizar as compras”;

• 10% acha que não melhorou muita coisa, o participante “B” respondeu “Quase nada” para a pergunta;

• 10% não citou melhorias ou pioras.

A facilidade se dá a partir de diversos fatores que compões as técnicas de design de interfaces adaptadas à Geração X, esses apresentados no capítulo da construção da interface.

A rapidez citada pelos entrevistados ficou provada na medida de desempenho que é mensurada pelo tempo, foi melhorado em média 224,1s (3,73 minutos), isso pode ser consequência de técnicas para a simplificação dos formulários de cadastro, que deixam os

preenchimentos mais rápidos. Por fim, as melhoras de navegação se atribuem a técnica de acompanhamento dos processos que estão descritas no capitulo 3.