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Facteurs influents sur la corrosion des armatures du béton

I. 2.2.5.2. Corrosion localisée par piqûres

I.2.5. Facteurs influents sur la corrosion des armatures du béton

O meu estágio pautou-se por diferentes funções, entre elas:

a. Funções de atendimento • Atendimento aos alunos;

• Auxílio e suporte em todos os processos ligados às atividades dos gabinetes;

• Atendimento telefónico, prestando informações sobre os serviços do gabinete;

• Levantamento, identificação e esclarecimento de dúvidas dos alunos;

• Receção e direcionamento dos alunos para os diferentes serviços;

• Realizar, analisar e atualizar os processos de Erasmus dos aluno;

• Relacionamento interpessoal através do contato com os alunos/docentes envolvidos em processos de mobilidade internacional;

• Auxílio na promoção da “network” /rede de contactos entre gabinetes de outras universidades nacionais/internacionais.

b. Funções de arquivo e documentos

• Preparação, organização, análise e arquivo de documentos de correspondências diversas;

• Organização e localização de arquivos físicos e digitalizados;

• Auxílio na organização de dossiês, expedição e controle de documentos e nos agendamentos;

• Formação e desenvolvimentos de acervos.

c. Promoção das atividades do gabinete

• Efetuar propostas para a resolução de problemas;

• Dar suporte à promoção, integração dos programas de mobilidade;

• Atualização do banco de dados;

• Participação nas ações de captação de novos alunos Erasmus;

• Reuniões e eventos;

•Participação em palestras e atividades práticas que abordam informações sobre o gabinete;

• Gestão e organização de materiais.

d. Serviços administrativos

• Colaboração na redação e digitalização de documentos em geral

• Protocolar

• Dar encaminhamento a processos

• Suporte/atualização de processos internos

• Acompanhamento dos procedimentos das atividades

• Fornecimento de informações diversas

• Traduções várias, nomeadamente, das fichas curriculares dos cursos ministrados na UTAD. (Anexos E a H)

Durante o meu estágio na UTAD tive também a oportunidade de acolher uma delegação da Universidade Kastamonu (Turquia). A delegação era composta por docentes da

instituição, da área da Educação e que alargaram o acordo bilateral da formação Erasmus sendo também proposto um acordo de cooperação mais geral para futuros trabalhos em conjunto na área da educação.

Neste período, no seguimento de um Intensive Programme em que a UTAD participa, ocorreu também uma deslocação da Profª Madalena Vieira Pinto (Professora auxiliar de Inspeção Sanitária da UTAD e membro da direção da WAVES Portugal) à Universidade Degli Studi di Parma.

Tive igualmente oportunidade de trabalhar com o programa de licenciaturas Internacionais (PLI) – [Anexo D], que tem por objetivo uma formação e dupla titulação de estudantes brasileiros em cursos de Licenciatura (de 4 anos).

O PLI abrange um programa com abertura e conclusão na universidade brasileira e uma etapa intermediária de 2 anos, adstrita à formação específica que será realizada na universidade portuguesa. O PLI estimula o intercâmbio nas áreas da Química, Física, Matemática, Biologia, Artes e Educação Física.

No que concerne ao acolhimento de alunos brasileiros, a UTAD tem igualmente convénios luso-brasileiros. Todos os cursos obedecem ao sistema Europeu de créditos (ECTS) e seguem os requisitos definidos pelos cursos análogos que são autorizados no Brasil pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior), nomeadamente no que concerne à carga horária, produção de dissertação ou tese, qualificação e produção científica dos docentes bem como outras exigências.

Realço também a participação nas seguintes atividades: a preparação da partida e receção dos alunos incoming e outgoing, e nestas a realização dos attendance certificates, transcript of records, certificados de notas, entre outros; receção de candidaturas para STA (docentes) e mobilidades de estudos e estágios, STT (mobilidade para pessoal não docente); a gestão das mobilidades (alunos) e sua inserção de dados na plataforma da Agência Nacional, para preenchimento de Relatório individual online; a organização da Welcome Session: sessão de boas vindas a todos os alunos estrangeiros da UTAD; candidatura às Bolsas Suplementares Erasmus, destinada a alunos com dificuldades económicas; realização da candidatura ao programa Erasmus Mundos com os países ACP (ÁFRICA Caraíbas e Pacífico); envio do Pré-Relatório Financeiro e Narrativo 2012-2013 à Agência Nacional (AN) do Programa Aprendizagem ao Longo da vida (PROALV); realização da candidatura à

Erasmus Charter; preparação e receção das candidaturas dos alunos incoming/outgoing para o ano 2013/14; alargamento de vagas e renovação de protocolos no âmbito do LLP-Erasmus; seleção dos candidatos para os Cursos Intensivos de Línguas Erasmus (EILC), entre outros.

De entre os vários programas de mobilidade, trabalhei sobretudo com o Erasmus (Anexo N), o Almeida Garret (Anexo A), o Leonardo da Vinci e o Ciência sem Fronteiras.

No entanto, o Erasmus foi o programa com o qual trabalhei mais intensivamente e é uma das ações do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida (PROALV) que incentiva o intercâmbio de estudantes, docentes e não docentes, com vista a um enriquecimento académico e profissional. Porque já estava familiarizada com o processo, como “intercambista”, eu já sabia do mar de burocracia que este programa exige. Para além de organizar processos, ajudava os alunos a preencher candidaturas e documentos; desde fichas de candidatura, Learning Agreement (programas de estudo), Programa de Estágio, Certificados de estadia e chegada, Registo Académico, sempre ressalvando a importância de terem sempre em atenção a documentação necessária e os procedimentos a terem em conta quando se chega a um país estrangeiro. Os alunos devem também ter em atenção os objetivos a que se propõem, a imprevisibilidade de muitas solicitações, bem como, a constatação de um cenário educativo e cultural muito diferente. Assim, o papel de quem orienta é o de destacar os benefícios que advêm do Erasmus, com certeza, uma experiência única e de grande valor curricular. Por outro lado, para trabalhar num gabinete de relações internacionais é necessário ter a capacidade de comunicar com bastante agilidade e ter uma esfera relacional de proximidade com os alunos. E para além desse carácter “oralizante”, é necessário conhecer os processos de mobilidade.

Neste período foram também celebrados protocolos bilaterais, entre eles: • Parceria Knightsbridge entre a UTAD e a Cambridge ESOL

• Centro Universitário Maurício de Nassau (UNISSAU)

• Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, CRL

• Universidade de São Paulo (USP)

• Souto Assessoria Estudantil Ltda.

• Instituto Português do Desporto e Juventude.

• Comité Latino-americano de Parlamentos Municipais e a Federação Nacional de Municípios do México.

Pese embora os cortes orçamentais, a mobilidade estudantil na UTAD tem de facto mantido uma certa constância, como se pode observar no gráfico seguinte relativo ao fluxo de mobilização de 2008 a 2012:

Gráfico 3.2 – Mobilidade de Estudantes LLP-Erasmus 2008 a 2012 Fonte: GRIM

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