Será de realçar que o papel principal do nutricionista, junto de um atleta e seu treinador, deverá prender-se com a preocupação em estruturar a sua dieta, quer em termos de consumo quer de timing, de forma a optimizar a sua performance e recuperação. E como tal, os suplementos dietéticos, tal como a palavra indica, devem ser vistos como suplementos da dieta e não como substitutos da mesma.
Contudo, aos olhos de muitos atletas, a maioria dos suplementos são convidativos pelos efeitos que dizem produzir, pois, o marketing realizado é imenso, assim como os milhões de dólares envolvidos na indústria dos suplementos dietéticos. Embora seja avolumada a informação acerca dos variadíssimos suplementos existentes, a investigação e os seus resultados são escassos, tornando esta indústria de pouca fiabilidade.
É este o principal motivo das reticências de muitos profissionais de saúde no que respeita à utilização destes suplementos.
Existem porém, alguns nutrientes/suplementos com suporte científico que prova ajudarem a melhorar o treino/performance, bem como o treino/recuperação. Há ainda outros que podem não corresponder à premissa anterior, mas que podem trazer benefícios à saúde (41).
É sem duvida uma área muito vasta, que necessita ainda de muita investigação e que só por si daria uma outra tese de licenciatura.
Conclusão e Análise Crítica
A nutrição no desporto é uma área na qual o suporte académico é escasso, assim como as referências bibliográficas existentes, sobretudo no que concerne à modalidade ténis. Contudo, é sem dúvida, uma área interessante e vasta, passível de ser alvo de muitas investigações e estudos, que poderão ser utensílio fundamental a uma outra sub população, a dos desportistas.
O ténis é uma modalidade que depende de muitas variantes e é imprevisível. A sua natureza intermitente, juntamente com os esforços de curta duração e alta intensidade, leva-nos a concluir que o fornecimento energético dominante ocorre através do metabolismo anaeróbio (70-80%), versus o sistema aeróbio (20-30%).
Reconhecendo que a principal fonte de energia advêm do sistema anaeróbio, podem aferir-se as necessidades energéticas e sua correcta distribuição por macronutrientes. Ter um bom balanço energético é fundamental para o bom desempenho desportivo, bem como, o fornecimento de hidratos de carbono, o principal substrato energético. Assim, preconizam-se ingestões de 60 a 70% de hidratos de carbono, 20 a 30% de lípidos e 10 a 15% de proteínas do valor total energético.
Para maximizar a contribuição das ciências da nutrição e contribuir para a melhoria do treino/competição, foi melhor dividir as estratégias nutricionais em antes, durante e depois da competição.
Assim sendo, nos dias que antecedem a competição recomenda-se a ingestão de 8-10g/dia/Kg de peso corporal de hidratos de carbono, 1,5- 2g/dia/Kg de proteína e 20-30% de lípidos do valor total calórico.
Ainda na refeição previa à competição (30-60 minutos antes), o consumo de 50g de hidratos de carbono mais 10g de proteína.
Durante a competição, é necessário o consumo de 0,7g/Kg de peso corporal (30-60g por hora) de hidratos de carbono, em competições com duração superior a 2 horas.
No período pós competição, a maior preocupação recai sobre a reposição rápida do glicogénio e por isso as 24 horas precedentes ganham especial importância. Preconiza-se o consumo de 525-648g de hidratos de carbono, independentemente do valor calórico total nesse espaço de tempo. E, como nas primeiras 2 horas precedentes ao exercício, a taxa de restauração do glicogénio é máxima, há recomendações para o consumo de 1g/Kg de peso corporal, juntamente com 0,5g/Kg de proteína nas primeiras 2 horas.
No que respeita aos micronutrientes, serão satisfeitas as necessidades se, por sua vez, forem alcançadas as necessidades energéticas adequadas.
Fundamental para evitar problemas de saúde, redução do rendimento e fadiga precoce, é manter uma boa hidratação e balanço electrolítico. Logo, é necessário beber muitos fluidos nas 24 horas antecedentes à competição; nas 2 horas anteriores ao exercício beber 500mL de fluidos; durante o exercício beber 400ml_ a cada 15-20 minutos; depois do exercício beber 450-570ml_ por cada quilograma de peso perdido durante o exercício.
Durante a competição os fluídos podem ainda ser adicionados de hidratos de carbono, consoante a duração. Na recuperação poderá ser preciso complementar a bebida com 30-40mmol de sódio.
Contudo a cafeína, parece ter efeito ergogénico, dependendo das quantidades ingeridas. Por vezes, pode produzir efeitos adversos, embora em indivíduos com consumo habitual não pareçam manifestar-se.
Quanto aos suplementos dietéticos, não serão necessários desde que o/a atleta efectue uma dieta adequada e ajustada às suas necessidades, muito embora poder-se-ão utilizar, desde que os efeitos estejam devidamente comprovados e não ponham em causa o atleta.
Acrescenta-se que as preferências, os rituais, a religião, o bem-estar do atleta devem ser respeitados e tidos em consideração na elaboração de um plano alimentar.
As ciências da nutrição podem não fazer campeões, mas são seguramente preponderantes no caminho e na manutenção da vitória.
Anexo 1
7
Anexo 211
Anexo 311
Anexo 412
Anexo 513
Anexo 615
Anexo 717
Anexo 829
Anexo 934
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