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Exercices sur les couples de variables aléatoires

II) Couple de variables aléatoires

3) Exercices sur les couples de variables aléatoires

Para YODER (1956), “...o treinamento é educar minuciosamente para obter melhoria nas habilidades e consequentemente aprender a execução de tarefas especificas. Já o desenvolvimento vais envolver um processo desdobrável implicando no crescimento e maturação”. (p.460)

Segundo FLIPPO (1973), dentro de uma concepção mais limitada, “treinamento é o ato de aumentar o conhecimento e perícia de um empregado para o desempenho de determinado cargo ou trabalho", (p.236)

De acordo com HAMBLIN (1978), treinamento abrange qualquer tipo de experiência destinada a facilitar um ensino que será útil no desempenho de um cargo atual ou futuro. Para TOLEDO (1986), “treinamento na empresa é ação de formação e capacitação de mão-de-obra, desenvolvida pela própria organização, com vistas em suprir suas necessidades”. (p.88)

Pode-se considerar o treinamento como um investimento empresarial destinado a capacitar uma equipe de trabalho a reduzir ou eliminar a diferença entre o atual desempenho e os objetivos e realizações propostos. Em outras palavras e num sentido mais amplo, o treinamento é um esforço dirigido no sentido de equipe, com a finalidade de fazer a mesma atingir o mais economicamente possível os objetivos da empresa.

Na visão de CHIAVENATO (1989), “treinamento é um processo educacional, aplicado de maneira sistêmica, através do qual as pessoas aprendem conhecimentos, atitudes e habilidades em função de objetivos definidos ’ (p.288).

Segundo os princípios da National Industrial Conference Board, citado por CHIAVENATO (1989), o treinamento tem por finalidade ajudar a alcançar os objetivos da

empresa, proporcionando oportunidades aos empregados de todos os níveis de obterem o conhecimento, a prática e a conduta requeridos pela organização.

NAETHE (1992), ao analisar a queda de qualidade dos processo educacionais, afirma que as pessoas que são colocadas no mercado de trabalho irão necessitar de complementação curricular e que, com isso, o treinamento terá como oportunidade, os seguintes indicadores: necessidade de treinar e retreinar, capacitar para a execução de novas tecnologias; desenvolver novos padrões de mentalidade para a qualidade, dentre outros desafios.

O treinamento é um meio e não um fim, é um processo que, ao ser iniciado, toma-se contínuo, objetivando a formação dos profissionais e o seu aperfeiçoamento. No entanto, tem a aprendizagem como um importante mecanismo de sucesso. Para PIZZA JR. (1991):

“a educação nunca se esgota, mesmo quando as pessoas deixam de freqüentar instituições especializadas; o treinamento, ainda que utilizando métodos e técnicas originados no sistema educativo, possui um caráter coercitivo compatível com o cumprimento de metas e finalidades próprias de sistemas produtivas ”.(p.95) Ou seja, o treinamento faz parte do processo educativo, mas a obtenção de resultados limita o seu alcance. Ainda completa o autor, a deteriorização do sistema de ensino faz com que as organizações ajam não mais como agentes complementares, mas na parte de fundamentação e não apenas no nível de especialização.

DRUMOND (1993), acrescenta que a:

“educação e treinamento para a qualidade devem considerar que as pessoas têm nível de conhecimento de conhecimento diferente, de capacidade e de vontade, estão na organização em posições diferentes, desempenham papéis diferentes e a aprendizagem para fazer o melhor exige uma mudança de comportamento, que deve ser percebido pela pessoa como significativa para os seu trabalho e para a sua vida (p. 95)

Assim, para desenvolver um treinamento, é necessário levar em considerações algims fatores como os graus de conhecimentos anteriores, atitudes, motivações, objetivos a serem alcançados, que agem sobre as pessoas de forma e em diferenças distintas.

BOOG (1994), afirma que, “a educação deve preocupar-se em integrar produtivamente, o homem à sociedade, em prepará-lo para o seu desenvolvimento, preparo para a vida e pela vida” (p. 141). Se de um lado ela pode ser institucionalizada e exercida de modo organizado e sistemático, nos diversos tipos de escola e obedecendo a planos preestabelecidos, ela é também desenvolvida, de modo difuso, na família, nas instituições, inclusive nas empresa, na sociedade enfim.

Para CARVALHO & NASCIMENTO (1997), a educação é a observação e prática do dia a dia de nossa existência, caracterizando as experiências pessoais contínuas vividas. Com isso, é impossível separar o processo de treinamento da reconstrução da experiência individual. Dessa forma, quando o indivíduo recebe formação escolar em seus vários graus de ensino, a educação denomina-se instrução, ou seja, é a educação formal, enquanto que o treinamento é um processo de continuidade da educação, preparando o empregado para melhor exercer suas funções nas empresas.

Segundo LEITE (1994):

“...treinamento é parente próximo do embrutecimento, do adestramento. O desenvolvimento aparece como o instrumento privilegiado de ação da administração de Recursos Humanos, em razão da possibilidade que encerra de efetivo exercício dos valores mais elevados do homem, e isso, como é evidente, sem prejuízo, muito ao contrário, dos interesses de produção stricto sensu das

empresas”.(p.87)

MACIAN (1987), refere ao treinamento como uma forma de educação, que tem como característica essencial, educar para o trabalho. HALL (1941), defme o treinamento

como "processo de ajudar os empregados a adquirirem eficiência no seu trabalho, presente oufiituro, através do desenvolvimento e atitudes".

MACHADO (1992) propõe a discussão do termo politecnia, que é o domínio da técnica a nível intelectual e possibilidade de um trabalho flexível com a recomposição das tarefas a nível criativo, ultrapassagem do conhecimento empírico, requerendo formas de pensamento mais abstrato. Para isso, toma-se necessário um perfil amplo do trabalhador (crítico, críativo, autônomo), com compreensão das ciências contemporâneas, com compreensão e aplicação dos princípios tecnológicos.

Tal domínio depende da educação profissionalizante com total reestruturação do ensino básico, fornecendo a autonomia necessária á educação continuada e uma qualificação de tipo novo. Exige união da destreza e do fazer com inteligência e do pensar, num nível superior.

Segimdo MACHADO (1992), o trabalhador politécnico possui algumas qualificações básicas:

• Identificar os problemas a solucionar e as condições existentes, analisando dados disponíveis;

• Reaglutinar e reestmturar informações, recorrendo á invenção;

• Dar conta da relação entre partes e o todo com linguagem apropriada e procedimentos técnico-científicos;

• Ter discernimento e julgamento críticos;

• Ter compreensão de determinantes sociais, econômicos e políticos das ações a serem empreendidas;

• Ter independência na avaliação das implicações das intervenções humanas.

Ainda segimdo MACHADO (1992), nas Instruções aos Delegados do Conselho Central Provisório da Associação Internacional dos Trabalhadores, em 1866, Marx declara que a educação compreendia três fases: educação intelectual; educação corporal e educação tecnológica. (Marx 1893: 60, citado por MACHADO, 1992, p. 23).

MACHADO (1992) afirma que, Marx defendia o ensino profissionalizante de índole politécnica, e não o estreito e subordinado à tirania da divisão do trabalho, nessa concepção, “o ensino politécnico, de preparação multifacética do homem, seria o único capaz de dar conta do movimento dialético de continuidade-ruptura, pois não somente estaria articulado com a tendência histórica de desenvolvimento da sociedade, como a fortaleceria" (p.26).

O treinamento possui alguns enfoques diferentes mas, um ponto comum existe em todos eles: trata-se da importância do treinamento para capacitação profissional com o enfoque nos campos técnico e educacional, objetivando o crescimento da produtividade nas organizações.

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