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Exemples d’analyses et de régulations POST sur les performances

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Les Régulations métacognitives

5. Exemples d’analyses et de régulations POST sur les performances

Este item do Capítulo 6 se refere à Quarta etapa da MP, Hipóteses de Solução, conforme a opção metodológica para este trabalho. Pelo que já vimos, esta etapa refere-se à elaboração de “possíveis soluções” pautadas pela análise minuciosa do problema, percorrida nas etapas anteriores. Nesta metodologia, as hipóteses são construídas após o estudo, como fruto da compreensão profunda que se obteve sobre o problema, investigando-o de todos os ângulos possíveis (BERBEL, 1998). Antes, porém, de discorrermos concretamente acerca das características citadas, entendemos ser necessária uma breve pontuação acerca da nomenclatura desta etapa da MP.

Sendo a palavra o signo ideológico por excelência (BAKHTIN, 1997), os conceitos se encontram atualmente num jogo de disputa de interesses, tanto para o favorecimento da classe dominante quanto da classe dominada. Por isso, optamos pela adoção do termo “enfrentamento” ao invés de “solução”, tendo em vista que a palavra “solução” poderia ser rejeitada na categoria profissional do Serviço Social, devido aos profissionais utilizarem o termo “enfrentamento”. Isso porque a área, em geral, entende que a “solução” é sempre provisória e fragmentada, não se conseguindo almejar a resolução de um problema em sua totalidade, haja vista a dialeticidade e complexidade do real. Dessa forma, por não causar nenhum estranhamento à MP tal modificação das palavras, decidimos esta mudança de

nomenclatura sem, contudo, fazer uma análise mais profunda deste assunto, por não ser objeto nosso neste trabalho.

Então, ao pensarmos quais hipóteses de enfrentamento poderíamos elencar a partir da resposta que chegamos para o nosso problema de pesquisa, analisando as possíveis contribuições da Metodologia da Problematização na formação do assistente social, partimos do pressuposto que primeiramente é necessário uma divulgação do processo realizado e dos resultados alcançados neste trabalho. Muitas são as ações concretas que podem ser realizadas por este pesquisador e por outros sujeitos envolvidos com o tema desta dissertação. Nesse sentido, delimitamos cinco conjuntos de hipóteses de enfrentamento, que são:

1. Publicação de livro e/ou artigos a partir desta dissertação e divulgação por e- mail do link para download da dissertação ao conjunto da categoria profissional (CFESS/CRESS, ABEPSS, ENESSO), aos Cursos de graduação e pós-graduação de Serviço Social, aos sujeitos participantes desta pesquisa, à nossa lista de contatos de assistentes sociais, a sites e blogs relacionados à profissão, a editoras, entre outros. Esta ação contribuirá com o enfrentamento do problema desta pesquisa uma vez que permite a publicização da MP como uma possível colaboradora no processo de formação do assistente social a profissionais envolvidos de alguma forma ao objeto desta pesquisa, fomentando o debate acerca do assunto.

2. Criação de cursos livres, de extensão, de especialização, enfim, de formação continuada, para apreensão e apropriação da utilização da MP, tendo como públicos alvos assistentes sociais e/ou docentes que se interessem por utilizar esta metodologia como caminho de investigação, de estágio supervisionado, na práxis profissional, como caminho de estudo pessoal, com projetos formais de pesquisa, de extensão, de ensino, entre outros. Esta ação pode contribuir com o enfrentamento do problema desta pesquisa por possibilitar aos assistentes sociais, docentes ou não, a apreensão e utilização da MP na formação inicial ou continuada dos profissionais de Serviço Social.

3. Inclusão da MP nos Cursos de graduação e pós-graduação de Serviço Social, em disciplinas teóricas e teórico-práticas, como conteúdo curricular e/ou metodologia

de ensino-aprendizagem. Pensamos que, como conteúdo, a MP pode ser incluída em disciplinas de processos de trabalho. Já como metodologia de ensino/aprendizagem, nas disciplinas teóricas pode ser utilizada para o estudo de algum tema da ementa e, nas disciplinas teórico-práticas, além dessa possibilidade, pode servir também para realização de atividades práticas na realidade ou exercícios de simulações desta. Esta ação pode contribuir com o enfrentamento do problema desta pesquisa por permitir o conhecimento e até uma experimentação desta metodologia no processo de ensino/aprendizagem do assistente social.

4. Adoção da MP como metodologia de estágio supervisionado de Cursos de Graduação de Serviço Social pelos supervisores acadêmicos, na condução e orientação de seus alunos; pelos supervisores de campo, como forma sistemática de orientação de seus estagiários; e, pelos discentes, como iniciativa própria de metodologia na realização de seus estágios supervisionados. Esta ação pode contribuir com o enfrentamento do problema desta pesquisa por inserir a MP como metodologia de ensino com pesquisa, articulando teoria e prática, semelhante ao experimento realizado por nós e por outros pesquisadores e profissionais.

5. Utilização da MP na vida acadêmica, profissional e/ou pessoal. Esta ação pode contribuir com o enfrentamento do problema desta pesquisa na medida em que a metodologia passe a ser utilizada nos mais diversos meios como colaboradora da formação do assistente social. Como exemplo, pesquisadores e/ou orientadores docentes podem utilizar em sala de aula, em projetos de pesquisa e extensão etc.; discentes e assistentes sociais podem utilizar como caminho de pesquisa em TCCs, Monografias, Dissertações, Teses, estágio supervisionado, na práxis profissional (intervenções sociais, projetos específicos etc.), como caminho de estudo pessoal, entre outros.

Em menor ou maior grau, estas ações poderão contribuir na utilização da MP como colaboradora na formação do assistente social, seja ela inicial ou continuada, agregando ganhos de aprendizagem constatados neste trabalho. Nosso compromisso em relação a estas ações será apontado no item a seguir.

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