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L’EXEMPLE DE LA ZAMBIE

Dans le document CARING AND CURING RAPPORT ANNUEL (Page 63-68)

Para Mattos (2016), a perda se como a utilização de uma quantidade maior do que a necessária de um dado insumo, necessitando levar em consideração o conceito de bem de produção. Nota-se que se trata de uma concepção econômica, que tem a ver com eficiência. Vê-se em obras perdas de material, que são as mais fáceis de perceber, pelo simples motivo de ser visíveis e necessitar limpeza.

Porém, estuda-se durante a execução de obras a diminuição ou eliminação da perda incorporada, que é o caso de peças confeccionadas fora dos parâmetros especificados em projetos (como peças de concreto pré-moldadas com dimensões

______________________________________________________________________________ maiores que as projetadas), oriundas do controle deficiente de campo. Enxerga-se também em construções, perdas incorporadas como paredes fora de prumo, exigindo a utilização de materiais para alinhamento ou até a demolição de tal peça.

Associa-se à gestão de produção as perdas de mão de obra, cujo controle tem no engenheiro um papel decisivo. Tal tipo de perda se relaciona com a ociosidade, ou seja, momentos em que trabalhadores não agem produtivamente. Tem-se também perdas por falta de suprimento, quando acaba-se pagando pelo tempo que o operário aguarda por materiais ou equipamentos.

O desperdício oculto é detectado com dificuldade durante uma construção, pois todos os funcionários podem estar se ocupando com alguma tarefa, no entanto, parte delas pode ser desnecessárias, como dificuldade de acesso a locais com equipamentos, logística interna ruim e pontos de descarga e armazenamento distantes. As perdas de equipamento se assemelham com as perdas de mão de obra, que podem se manifestar através de máquinas que não são capazes de trabalhar com certas condições meteorológicas ou através do mal dimensionamento do equipamento para sua tarefa.

Surge de estratégias comerciais equivocadas as perdas financeiras, das quais tem-se como exemplo o alto volume de bens em estoque, já que pode ser sinal de que houve má gestão de compras, gerando um gasto inicial que é capaz de privar a empresa de investimentos no futuro, mostrando-se muitas vezes mais viável a técnica

Just in Time, na qual o fornecedor entrega a mercadoria no exato momento de sua

aplicação, objetivando zerar os estoques. É possível notar também, erros que se referem a compras menores que a obra exige, em que se necessita fazer outra compra complementar e que pode ter preços unitários mais caros.

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3 MÉTODO DE PESQUISA

3.1 ESTRATÉGIA DE PESQUISA

Para o estudo de caso que se propõe nesse documento, primeiramente fez-se a ¹revisão bibliográfica dos principais conceitos existentes para o controle de gastos de uma construção para então, partir para uma avaliação de como se empregam os métodos de gestão de custos de obra na empresa, na qual apontou-se quais conceitos são utilizados e quais serviços a construtora faz em que se vê necessária a implementação de uma gestão mais aprimorada de seus recursos financeiros.

Buscou-se analisar como são controlados os recursos financeiros no setor de projetos civis, mão de obra, fiscalização de obra e compra de materiais. Após feita uma análise, detectou-se a parte da produção que havia um fraco gerenciamento de custos e produção; foi feito um acompanhamento diário durante meses de serviço, a fim de obter resultados que mostrem se tal produção está, na prática, tendo valores coerentes com as projeções utilizadas teoricamente e se, na venda deste serviço, o lucro obtido por tal produção aproxima-se do lucro que a empresa espera obter.

Tal pesquisa de análise de custos foi motivada pelo fato de a empresa ter obtido menores retornos financeiros do que o esperado em recentes empreendimentos, gerando assim, dúvidas em relação à eficácia dos orçamentos feitos e aos métodos de produção. Essa pesquisa é desenvolvida em três grandes etapas: ¹Revisão Bibliográfica, ²Aplicação Prática das Metodologias e ³Consolidação.

A figura 4 mostra as diferentes fases em sua sequência, onde A Revisão Bibliográfica, presente nesse documento, diz respeito à Fase de Leitura, na qual foram selecionados obras e autores que abordam o tema “Gestão de Custos” para o entendimento de suas diferentes formas de técnicas empregadas, atividade essa que estende-se por todo o trabalho, mas possui dedicação exclusiva no princípio do mesmo; para então iniciar a Fase de Desenvolvimento, que une as diferentes abordagens de um mesmo assunto, objetivando relatar tais conceitos da melhor forma possível.

______________________________________________________________________________ Figura 4 - Etapas da pesquisa.

Fonte: Autoria própria.

3.2 DELINEAMENTO

Para aplicar tal método de pesquisa, primeiramente foi escolhido o setor da empresa onde menos havia controle e acompanhamento das despesas de produção. Procurou-se, dessa forma, relatar todo o gasto necessário para chegar a cada produto final, incluindo os custos de materiais, mão de obra, equipamentos, energia elétrica, aparatos de proteção integral, gastos logísticos, tributos, entre outros.

Para tanto foram utilizando os métodos consagrados na construção civil para melhor estimar a quantidade de gastos envolvidos. Analisou-se cada compra efetuada, a quantidade de tempo trabalhada, a eficiência dos equipamentos utilizados, a quantidade de trabalhadores envolvidos, os materiais empregados, os métodos de produção e as estratégias de canteiro para aprimoramento logístico dos serviços.

3.3 CRONOGRAMA

O período compreendido para a realização dessa pesquisa é o decorrer do calendário acadêmico da UNIJUÍ do ano de 2017, cujo cronograma está proposto na tabela 07. As barras em vermelho identificam em qual mês do ano será realizada cada

Consolidação da Pesquisa

Obtenção dos resultados Análise Crítica

Aplicação Prática das Metodologias (Estudo de Caso)

Coleta de dados em campo Avaliação do uso dos conceitos

Revisão Bibliográfica

_____________________________________________________________________________________________ etapa do trabalho. O término da pesquisa está programado para o fim do segundo semestre de 2017.

O desenvolvimento de tais atividades mostra-se longo pelos motivos de que além de procurar uma análise detalhada de cada geração de custo no processo de produção, trabalha-se em conjunto com os outros colaboradores da empresa, pois na obtenção de dados para chegar ao custo final do produto estão envolvidos todos os setores da empresa, mesmo os que não atuam diretamente na produção, como o setor de recursos humanos e o setor financeiro.

Tabela 7 - Cronograma da pesquisa.

Atividade mar/17 abr/17 mai/17 jun/17 jul/17 ago/17 set/17 out/17 nov/17

Fase de Leitura Fase de Desenvolvimento Coleta de Dados em Campo Avaliação do Uso do Conceitos Obtenção dos Resultados Análise Crítica

______________________________________________________________________________ 4 ESTUDO DE CASO

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