sur le signal d’IRM de diffusion
4.4. EVALUATION DE L’INFLUENCE DU MOUVEMENT CARDIAQUE SUR LE SIGNAL D’IRM DE DIFFUSION
De acordo com De Koeijer et al (2002), a literatura sobre a medição da eficiência no
setor agropecuário, baseia-se nos principais inputs produtivos (terra, trabalho, capital,
fertilizantes, agrotóxicos, etc.) e outputs monetários.
No Brasil, o levantamento do estado da arte sobre o uso de DEA na agricultura feito
por Gomes (2008), mostra que as variáveis usadas na modelagem DEA no setor representam,
na maioria dos casos, as relações clássicas de capital e trabalho. Como inputs, os mais
referenciados são mão-de-obra (familiar e/ou contratada, área usada na atividade agrícola,
capital). Também receberam destaque o uso de insumos agrícolas diversos (fertilizantes,
pesticidas, sementes, medicamentos, ração etc.), máquinas e equipamentos. Como produtos
do modelo DEA, geralmente são utilizadas a produção animal e/ou vegetal. Tais variáveis são
expressas em unidades físicas de medidas ou em unidades monetárias.
No cálculo da ecoeficiência, os estudos incorporam dimensões ou atributos
socioeconômicos e/ou bioecológicos, sobretudo pela dinâmica econômica-ambiental na qual
estão inseridas unidades avaliadas (De KROEIJER et al, 2002).
Sarkis (2004), afirma que os poucos trabalhos com a aplicação de DEA, têm usado
uma variedade de fatores ambientais, que podem ser derivadas de indicadores de desempenho
ambiental (EPI) ou indicadores de sustentabilidade.
Tyteca (1998) fornece uma discussão sobre um número de características de
sustentabilidade que poderiam ser consideradas, citando três principais indicadores:
ecológicos, econômicos e sociais.
Dyckhoff e Allen (2001) afirmam que os EPIs são geralmente traduzidos em números
e não existe um padrão ou modelo a ser seguido na literatura.
Gómez-Limón, Picazo-Tadeo e Reig-Martínez (2012), utilizam o método DEA,
tomando em consideração áreas degradadas como output indesejável na análise de
desempenho ambiental de produtores rurais de azeitona na região de Andaluzia na Espanha.
Assim, considerou-se nesta pesquisa variáveis econômicas e ecológicas. Os
parâmetros são formados por quatro inputs (pessoal ocupado, área, insumos agrícolas e
capital), um output desejável (valor da produção) e um output indesejável (áreas degradadas).
Os dados da pesquisa são provenientes do censo agropecuário de 2006, disponíveis no
portal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, na internet.
Esses dados são referentes aos 249 municípios agropecuários (DMUs) da região norte,
dos 450 cadastrados pelo IBGE. A falta de algumas variáveis contempladas no estudo (dados
omissos) que permite uma comparação mais precisa, entre as DUMs, resultou na exclusão de
201 municípios agropecuários. O valor da produção total dos 249 municípios que participam
da pesquisa, corresponde em valor absoluto R$ 4.114.151.059,00, o que representa 66,21% de
toda a produção da região.
Segue, portanto, as definições das variáveis da pesquisa de acordo com a nota técnica
que acompanha a publicação do censo agropecuário de 2006.
Inputs:
Pessoal ocupado na atividade agropecuária nos estabelecimentos agrícolas do município -
foram consideradas todas as pessoas que trabalharam em atividades agropecuárias ou em
atividades não agropecuárias de apoio às atividades agropecuárias. Nesse sentido, tomou-se
em consideração os salários pagos em dinheiro ou produtos para pessoas da família e
empregados (inclusive 13
º, férias e encargos), em R$ 1000.
Área total dos estabelecimentos agropecuários do município - compreende a totalidade das
terras que formam todos os estabelecimentos do município, medidos em hectares de terras
(ha).
Insumos agropecuários - correspondem ao uso de insumos químicos e orgânicos utilizados
nos estabelecimentos agropecuários do município, tais como: adubos químicos e orgânicos,
inseticidas para controle de pragas, agrotóxicos etc, em R$ 1000.
Capital estimado pela depreciação: corresponde 10% do capital fixo imobilizado (máquina,
implementos, prédios, instalações, etc) em R$ 1000 dos estabelecimentos agrícolas do
município.
Output desejável:
Valor total da produção - compreende a soma do valor da produção animal, vegetal e extra
vegetal em R$ 1000 dos estabelecimentos agrícolas do município.
Output Indesejável:
Áreas degradadas - são formadas por áreas totais em hectares (ha) dos estabelecimentos
agrícolas do município, que já tenham sido utilizadas com lavouras ou pastagens e que
perderam sua capacidade de utilização devido ao manejo inadequado, que causou erosão,
desertificação, salinização ou outro problema, determinando a exaustão do solo.
A Tabela 2 registra a estatística descritiva das variáveis selecionadas referentes aos
249 municípios agropecuários da região norte que participam da pesquisa conforme Anexo A.
Tabela 2 – Estatística descritiva das variáveis utilizadas na pesquisa.
Variável Média Desvio-padrão Máximo Mínimo
X1pessoal ocupado (R$) 3.056.532,28 14.591.128,98 221.739.959,00 10.180,00
X2área agrícola (ha) 164.437,36 165.247,71 1.457.602,66 4.872,55
X3insumos agrícolas (R$) 6.572.080,00 19.978.386,35 306.840.401,00 70.341,00
X4capital (R$) 3.767.948,00 4.865.920,30 29.488.472,40 6.048,00
Yprodução (R$) 16.522.695,02 18.784.492,52 142.065.898,00 285.001,00
Bárea degradada (ha) 320,53 630,96 4.474,22 0,01
Fonte: elaborado pela autora (2014).
Para avaliação dos municípios agropecuários da região norte, os modelos mais
adequados são aqueles que consideram os retornos variáveis de escala, uma vez que as DMUs
em análise não são propriedades agrícolas e sim, um conjunto de propriedades agrícolas que
fazem parte do município.
Nesse sentido, optou-se por um procedimento baseado nos modelos DEA-BCC de
duas etapas, dado que o mesmo permite mensurar os escores de eficiência técnica pura.
A primeira etapa constitui-se de um cálculo que avalia a eficiência, sem considerar o
output indesejável, com as duas orientações: insumo e produto. Ou seja, os municípios
agropecuários serão comparados sem considerar terras degradadas.
Para fazer a avaliação de ecoeficiência, incorporou-se o output indesejável (terras
degradadas), através do modelo BCC com orientação ao produto, que forma uma nova
fronteira do (s) município(s) que estão produzindo relativamente mais e com menos áreas
degradadas. Desta forma, pode-se representar a modelagem com ajuda do diagrama da figura
5.
Figura 7 – Ilustração: Inputs, DMU e outputs.
Desejável
Indesejável
Fonte: elaborado pela autora (2014).
INPUTS
DMU
OUTPUT
Pessoal ocupado
Município
Produção
Área
Insumos agrícolas
Área degradada
Capital
4 APRESENTAÇÃO E ANÁLISES DOS RESULTADOS
Neste Capítulo, os resultados do cálculo de eficiência e da ecoeficiência agropecuária
dos municípios amostrados da região norte, serão apresentados em duas etapas:
desconsiderando o output indesejável e incluído esse output. Eles, foram obtidos com o uso
do Software livre “MaxDEA, desenvolvido por Cheng Gang da University of Science and
Technology Beijing.
4.1 Modelo BCC orientado ao insumo (IO) e orientado ao produto (OO) sem considerar
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Analyse numérique des équations de Bloch-Torrey
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