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Evénements de l’année 2017

Além dos personagens fixos que possuem estórias com uma narrativa previsível, a revista possui uma gama considerável de personagens que aparecem em apenas um painel e não possuem uma longa história na revista. Diferente dos principais, esses catuns não apresentam nenhuma lógica específica de temas retratados. Seu humor é breve e trabalha com os absurdos das situações semelhantes às piadas feitas para crianças. Eles brincam com o idioma como fazem as crianças ao utilizarem os vários significados das palavras como forma de diversão. Assim, se alguém fala que está “on the phone” isto significa que a pessoas está literalmente em cima do telefone e não simplesmente falando nele com é esperado. Eles representam um humor descompromissado e infantil sem qualquer tipo de censura ou temas tabus.

Os cartuns mais freqüentes são: Rude Kid, Professor Piehead e Victor Pratt. Rude

Kid é um bebê que sempre está com a sua mãe para fazer compras no supermercado. Ele,

apesar de ser muito pequeno, fala palavrões para ela sempre que sugere alguma coisa para fazer. Semelhante a ele há outro personagem chamado Crazy Kid que tem uma obsessão por violência. Eles falam com a mesma linguagem das ruas sem que haja qualquer tipo de repressão aos seus comportamentos. Nesse discurso, o humour trabalha com a imprevisibilidade do que seria esperado de um bebê passeando com a mãe e a utilização do palavrão para mostrar um certo tipo de rebeldia. São situações que os leitores nunca encontrariam nos quadrinhos ingleses tradicionais como Beano e Dandy. A utilização dos palavrões ressalta a identidade da revista com um produto voltado para os leitores que cresceram e não se contentam mais com as fantasias pueris dos quadrinhos infantis. Os

personagens lidam com situações comuns sem utilizar qualquer referência às personalidades da mídia para atrair a atenção dos leitores.

Figura 23(Viz 1, p.2) Figura 24 (Viz 1, p.4) Figura 25 (Viz 6, p., 15)

Professor Piehead é um cientista cujas invenções nunca dão certo. Ele é o

estereótipo de um cientista maluco como os que figuram nas estórias infantis. Na primeira aparição ele inventa um foguete com rodas, mas quando o assistente dele acende o torpedo, ele arrasta as pernas de Piehead com ele (Viz 1, pág., 07). Algo semelhante acontece na segunda estória quando ele cria um ejetor de helicóptero, mas que, quando ele o coloca para funcionar, seu corpo é jogado para fora e sua cabeça é cortada. (Viz 02, pág., 08).

Figura 26 (Viz 1, p., 07)

Na terceira estória na qual ele aparece, ele inventa um capacete indestrutível e dá ordens ao seu assistente para testá-la usando uma bala de tanque. Mas no momento em que o assistente atira, sua cabeça voa junto com a bala. São estórias que exploram o mesmo tema sem qualquer relação com a realidade social. Ele representa muito mais um diálogo com a idéia de um cientista louco que nunca consegue fazer seus inventos funcionarem. A função deste tipo de personagem é traçar uma linha entre a realidade que poderia ser encontrada nos quadrinhos voltados para as crianças e a realidade proposta por Viz que é permeada por violência e palavras rudes.

Victor Pratt é um boneco de neve que sempre está com um homem em uma

motocicleta. Ele não é um personagem bem desenvolvido no sentido de oferecer informações sobre seu perfil social. Ele é apresentado sempre em um ou dois painéis. O único adjetivo utilizado para descrevê-lo é "stupid twat", uma das palavras mais rudes no vocabulário inglês. Essa característica se deve ao fato dele estar sempre interpretando qualquer situação da maneira mais estúpida possível. Na primeira aparição, ele é

apresentado como estúpido, como se ele estivesse falando com os leitores. Na estória o motoqueiro vai passar através de um arco, mas tudo dá errado no final (Viz 1, pág., 05). Ele dá uma explicação bastante estúpida para o fato sem que haja qualquer elaboração adicional para a estória. Seu comportamento se assemelha a uma piada bastante infantil na qual o humor deriva do absurdo da situação a e da intertextualidade com os personagens de quadrinhos infantis. Uma situação semelhante pode ser vista a seguir:

Figura 28 (Viz 06, p., 01)

Podemos notar que os elementos visuais nesta estória têm um estilo muito ingênuo, semelhante aos desenhos dos livros de estórias para crianças. Viz mostra nesse quadrinho uma situação comum no cotidiano em que crianças brincam com seu mundo da fantasia. No entanto, o prazer que uma situação dessa traria para as crianças é negado quando tudo acontece da maneira mais inesperada. A realidade é colocada de "cabeça para baixo" no momento em que o dragão come as crianças no final da estória.

A intertextualidade é utilizada com muita intensidade nos personagens desse tipo. Eles sempre podem ser relacionados a gêneros de quadrinhos, televisão e cinema, mas seguem à lógica de inversão da revista. Um exemplo claro disso é Ted Dempster, um detetive que sempre está envolvido com crimes quase impossíveis de serem solucionados e, dessa maneira, faz uma paródia dos detetives 'perfeitos' que figuram nos filmes policiais americanos. Na primeira estória da revista, ele é chamado para impedir que um fantasma continue seqüestrando as pessoas. No final da estória, ele descobre que o fantasma é na realidade um ladrão famoso camuflado (Viz 1, pág., 03). Na segunda estória ele faz uma referência direta ao filme King Kong. Nela há um macaco gigante que está aterrorizando a cidade. “It was summer day in New York City, except that a 400 foot Gorilla was tearing the city apart. As a last resort Ted Dempster, ace’tec, had been called into assist...”. O grande macaco se apaixona pela mulher, mas come a cabeça dela e continua roubando. Ao final da estória Ted descobre que o macaco é na verdade o prefeito da cidade. O Macaco era o resultado de uma imagem projetada por ele usando um projetor escondido: “It was all a trick by the mayor, using a projector hidden in his pipe. The mayor was in fact bank robber Stig Smith in disguise!” (Viz 02, pág., 3). Ted representa, através da intertextualidade, um exagero dos desfechos de filmes de detetives que ao final tiram da manga alguma explicação fantasiosa para o fato.

Esses personagens funcionam na revista como representantes do humor infantil sem qualquer referência ao contexto social em que acontecem. Eles reforçam o perfil da revista como um produto que confronta a realidade infantil desses tipos de estórias. A revista não se posiciona claramente com uma revista alternativa ou underground, mas consegue se diferenciar dos quadrinhos tradicionais ao incorporar a atitude de contestação através de seus personagens. Por um lado essa tendência é observada quando Viz lida com o cotidiano

de pessoas comuns e, por outro lado, no momento em que utiliza a intertextualidade para demarcar sua diferença em relação a esses produtos.

Devemos ressaltar que essas estórias acontecem num momento em que Viz estava construindo seu perfil de quadrinho adulto, personagens famosos eram constantemente parodiados e inseridos na realidade da revista. A ênfase nessa nova representação da realidade recaia sobre elementos que desrespeitam as boas normas de conduta, tais como palavrões, e características carnavalescas. A paródia seguinte mostra o esse tipo de inversão:

Figura 29 (Viz 7, p., 3)

No quadrinho original, Tom sempre persegue Gerry, mas ele nunca consegue matá- lo para comer. No final de Viz ocorre exatamente o oposto, Tom finalmente captura Gerry que agora está pronto para ser comido. Esta história joga diretamente com o conhecimento do leitor sobre esses personagens e os readapta para seu universo de fantasia onde tudo tem que obedecer as regras do jogo proposto pela revista. Além da intertextualidade, a estória reforça a ênfase na violência das situações cotidianas sem que isto indique qualquer tipo de

punição para os que a praticam, como é visto nos quadrinhos tradicionais. É uma violência que aparece descontextualizada e, muitas vezes, sem qualquer justificativa para ser utilizada. De acordo coma nossa interpretação, essa ênfase constitui um dos elementos principais nessa fase inicial para estabelecer um contrato com os leitores, que podem identificar que Viz não compartilha da mesma interpretação de mundo que eles estão acostumados a ver nos outros quadrinhos. A revista tem um certo "instinto assassino" que se expressa nas mais diversas situações. No quadrinho seguinte vemos como mais um personagem é "vítima" de sua atitude:

Figura 30

As experiências cotidianas retratadas nesse período enfatizam a vida das crianças, sempre interpretada como estúpida e sem sentido. As situações são reinterpretadas e associadas à violência física e simbólica. Essa interpretação era semelhante aos outros aspectos presentes na revista nesse período que traçavam a linha entre Viz e os outros produtos culturais voltados para esse público. A utilização de tais aspectos funcionava com a base do contrato entre a revista e seus leitores e estabelecia a sua diferença no mercado. As crianças são sempre mostradas como estúpidas em situações que são associadas com alegria como aniversário e natal. Esses momentos são confrontados com o mundo dos

adultos sem que a violência seja uma característica definidora. No quadrinho seguinte vemos como um aniversário se transforma em uma cena típica de um filme "B" de horror:

Figura 31

Uma característica dessas primeiras revistas é a utilização de personagens que só aparecem uma vez. Vimos que isso se deve a uma falta de compromisso com o mercado que a leva a passar por essa fase experimental. Como não há uma rotina de publicação e produção, os autores poderiam ficar livres para inserir qualquer coisa que achassem engraçadas. Os leitores também não eram fiéis no sentido de possuir seu personagem favorito então também não existia esse tipo de pressão. Esse período experimental foi muito relevante para delimitar o perfil da revista como um quadrinho voltado para o público adolescente que negava os produtos "caretas" oferecidos para eles. Nesse contexto, as paródias de quadrinhos para crianças e as constantes referências às experiências cotidianas criavam, de maneira direta, uma nova interpretação da realidade para os leitores que era sujeita a novas regras e a uma lógica fortemente influenciada pelo carnavalesco.

Entre os personagens que aparecem apenas poucas vezes há dois personagens que merecem uma análise separada. Eles aparecem em quase todas as capas das primeiras revistas e estão sempre relacionados. São Skinheed e Colin the amiable crocodile. De acordo com a nossa análise, eles vão concretizar o contraste entre a realidade dos adultos e o mundo infantil das crianças. Vimos como, na capa da primeira revista, Skinheed aponta a arma para Croc dizendo que se o leitor não comprar a revista ele mata o crocodilo. Dessa forma, a revista contrasta as duas realidades e reforça seu perfil de uma revista em que uma nova realidade será encontrada. Veremos na análise seguinte como tais realidades são trabalhadas nos quadrinhos.

4. 2 Skinheed e Colin

Skinheed é o personagem com o maior número de aparições na primeira fase da

revista e aparece em quase todas as capas. Ele representa o primeiro personagem fixo, que traz para ela a característica de uma revista em quadrinhos. Agora os leitores podem esperar personagens publicados regularmente. Sua importância também se deve ao fato de suas estórias seguirem uma lógica narrativa que está vinculada ao contexto social e cultural da época; ele traz para os leitores uma realidade que não está distante das ruas o que reforça o diálogo entre a revista e os leitores. O primeiro contato traz para os leitores essas referências que são abolidas na capa de qualquer quadrinho voltado para esse público que é o cigarro na boca e a arma apontada para o crocodilo.

Na sua primeira estória, ele é apresentado como um personagem entediado e infeliz. O título dos quadrinhos mostra algumas referências irônicas ao contexto social: “Skinheed: a tale of urban strife, by a social worker”. A estória o mostra como se ele fosse o resultado da situação social e que o trabalho da seguridade social seria tentar readaptá-lo à realidade. O segundo painel o mostra vagando pelas ruas, desempregado e desiludido com a falta de perspectivas. O texto enfatiza que ele seria o resultado da falta de qualificação, de alternativas de lazer de uma sociedade que está falida. São comentários irônicos sobre as explicações estereotipadas das causas para a delinqüência juvenil. A agressividade do personagem se justificaria por essas razões. Ele se sentiria complemente frustrado e sem perspectiva, o que o leva a se vingar da sociedade com seu comportamento agressivo. A polícia entra na estória também de forma irônica ao representar uma opção do processo de "reabilitação" que se resume a espancá-lo. Em termo da linguagem dos quadrinhos, vemos que há uma saturação de convenções que tornam a violência menos real do que em quadrinhos realistas. A violência funciona como mais um recurso humorístico para enfatizar a visão estereotipada sobre o papel das políticas de estado, da polícia e da delinqüência juvenil.

Figura 32 (Viz 1, p.05)

Na página 11 da mesma revista a estória é desenvolvida com o título: “Skinheed II (and also an adolescent discontentment)” A estória mostra Skinheed sendo julgado pela violência que cometeu. O papel do juiz na estória enfatiza a ironia em relação à situação de

Skinheed porque o juiz parece apenas se vingar e não julgar o que acontece. A continuação

da estória mostra Skinheed em frente ao juiz por causa da briga com a polícia na estória anterior. É interessante notar que essa estória continua com as observações irônicas; o papel o Estado para resolver os problemas de Skinheed: "the judge sees a solution to skinheed's problems, and gives him a 6 months sentence. But this is extended to 3 years for 'contempt of court'". A estória também mostra o juiz como desrespeitoso ao chamá-lo de 'animal'. A confrontação entre Skinheed e a côrte chega a um ponto em que ele bate em todos os policiais presentes e sua pena cresce na proporção de suas ações.

Figura 33

Skinheed é o personagem que mais faz referência explícita à realidade social da

Inglaterra. Além disso, também mostra uma relação com o movimento jovem skinhead que era, ao lado do punk, o movimento mais influente nesse período. Podemos dizer que esses são elementos predominantes nesse período no qual o contrato com os leitores estava sendo estabelecido.

Na terceira estória Skiheed é libertado depois de três anos e perambula pelas ruas. Os textos das legendas dizem que ele não é aceito pela sociedade e tem que viver nessa "selva de pedras'. Ele tenta freqüentar lugares públicos, tenta entrar em um novo shopping

center da cidade, mas é barrado na porta. A polícia o persegue em todos lugares o que o faz

se tornar ainda mais violento. Um elemento novo nesta história é a interpretação dos assistentes sociais que dizem que seu problema é devido à sua situação social. Este discurso não produz efeito bom em Skinheed, ele fica ainda mais violento.

Figura 34

Notamos que esse quadrinho é extremamente irônico em relação ao discurso oficial sobre a violência urbana. As pessoas que ele encontra são integradas socialmente porque têm dinheiro para consumir enquanto ele não pode nem entrar em tais ambientes de consumo. O Estado também é representado como o "big brother" porque pode assistir a tudo que ele faz. Com a realidade complemente fechada para ele, Skinheed bate em todo mundo que encontra pela frente como forma de se vingar da sociedade injusta. Na revista 05 há um resumo do que aconteceu nos últimos 'capítulos' e mostra que ele foi morto pelos policias. No entanto, um enfermeiro frustrado, Fred Frankenstein, remove o corpo dele da sepultura, insere parte de outro cérebro na cabeça dele, e o devolve a vida. Skinheed então começa a se comportar violentamente. Ele bate em um homem velho, vai diretamente para a delegacia de polícia e esmaga a cabeça do chefe de polícia. Seu rosto é mostrado em

primeiro plano e há um rosto por trás que diz: “Now that Skinheed has returned, insane, bullet proof and with inhuman strength, how can he be stopped? Next issue: violence special.” (Viz, 5, p. 09)

Devemos notar que há cada vez menos referências irônicas no discurso sobre o personagem. Os quadrinhos se tornam paródias de filmes de TV, como Frakstein e de heróis de quadrinho. Skinheed é apresentado com uma força descomunal, como se tivesse superpoderes, sem que haja qualquer justificativa para tal tipo de comportamento. O quadrinho apenas brinca com esses elementos e o leva a ter um comportamento completamente diferente das primeiras estórias, em que havia uma forte ênfase sobre as referências sociais. Seguindo esta lógica, as estórias de Skinheed aumentam a intensidade da violência e ele se torna um tipo de superherói indestrutível. Na revista 06 ele está andando pelas ruas quando, de repente, vários soldados aparecem em um caminhão militar. Eles tentam matar Skinheed, mas não é possível. Até mesmo quando um soldado atira na sua cabeça, ele não é afetado. No fim, dois funcionários de exército planejam derrubar bombas em Londres assim que ele chegar lá. Os problemas que ele causa aumentam de intensidade à medida que o exército se envolve com planos para a sua captura; há uma sucessão de repetições de fatos que se estende até a edição 11. Notamos que suas estórias que tinham uma forte ironia sobre a situação social dos desempregados e as políticas de governo para lidar com esse problema são transformadas em apenas uma paródia de filmes e histórias em quadrinhos.

As estórias de Skinheed em Viz coincidem com o momento no qual a subcultura

Skinhead motivou um forte debate público sobre vida da classe trabalhadora na Inglaterra.

Também motivou a criação da teoria subcultural “… to sell a lot of paperbacks” (Hunt, 1998, p.82). Assim, além do contexto interno em Viz onde a classe trabalhadora era fonte

de inspiração havia um forte interesse social sobre essa situação. A revista estava dialogando com essas referências quando colocava esse personagem como figura central em suas capas.

Neste ponto é importante nos determos sobre o contraponto a essa realidade que aparece também nas capas das edições iniciais que é Colin. Ele representa o mundo puro dos desenhos infantis com sua ingenuidade e fé no ser humano. Podemos notar que na capa da revista 02 ele está tentando falar com Skinheed e este é extremamente agressivo com ele. Eles são colocados na capa como representantes de mundos complemente oposto. Colin é retratado como sendo o oposto completo a Skinheed. Enquanto Skinheed encarna violência e se revolta, Croc é muito calmo, amigável e compreensivo. Nos seus quadrinhos ele está sempre vagando pela selva se perguntando sobre o significado da vida e as razões para que tudo exista. Esse perfil é um contraste direto ao contexto interno na revista onde os personagens se comportam violentamente ou usam muitos palavrões. Ele é desenhado no mesmo estilo das estórias feitas para as crianças que são sempre positivas para ensiná-las a moral que devem seguir. O primeiro quadrinho de Colin mostra como essa representação é feita:

Figura 35 (Viz, 01, p.05)

Vemos que a natureza é apresentada de forma harmônica onde os animais vivem em cooperação e em clima de amizade. Colin está sempre feliz procurando por respostas às suas indagações e os cumprimentando. No último quadro Colin encontra o caçador e se comportam como se ele também fosse amigo, mas ao caçador só interessa o crocodilo morto. Esse quadrinho quebra completamente a lógica de uma estória com animais que vivem em harmonia ao introduzir a morte no seu final. Como estamos argumentando, Viz sempre utiliza esse confronto entre as duas realidades, dos adultos e das crianças, para criar a sua realidade invertida e construir seu perfil de quadrinhos adulto.

Na segunda estória, como está um dia maravilhoso, Colin decide ir para a África. Ele fica muito entusiasmado e impressionado com muitas coisas e começa a se perguntar por que os pássaros podem cantar, se as árvores chegam ao céu e assim por diante. Ele pergunta a muitos animais esse tipo de questão. Depois de alguns quadros, ele encontra um caçador que mata tigres para fazer tapetes. Colin então pergunta para ele sobre os pássaros

e o homem diz que não sabe, mas pode lhe mostrar como fazer bolsas com pele de