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S EUILS APPLICABLES ET CRITÈRES D ' IDENTIFICATION DES OPÉRATIONS

p os s ib il id ad e de a lo cação de uma central ou a n e cessidade de se efetuar a gl om er aç õe s de unidades espaciais devido a pequena demanda est i m a d a .

\

S up õe-se que, as áreas aglome r ad as resultantes sejam e q u i va l en te s às áreas de influência das centrais a serem implantadas. Dois fatores importantes para a caracterização destas áreas são levados em consideração:

- as variáveis que influenciam a demanda por CIF; - a rede rodoviária da região.

A demanda é avaliada com base nos seguintes p ar â me tr os físico-operacionais da CIF-Padrão:

- N úmero mínimo de atendimentos ao ano (Atend-min), que c o r re s po n d e ao número mínimo de atendimentos que justifica a

m an u te n çã o de uma CIF em um determinado l o c a l . Este número é estimado, consid e ra n do a cobrança de uma taxa de utilização h i po té ti ca pelo serviço prestado (em u ni da d es monetárias/ informação útil), ü valor desta taxa pode ser corres po nd en te a um percentual do valor do frete médio da região.

Uma pesquisa realizada pelo N DT T/UFSC junto aos t ra n sp ortadores e -fornecedores de carga, usuários, das CIF's, observou que a maioria destes estaria d is po st a a pagar uma taxa pelo serviço, desde que a informação de interesse -fosse obtida. Ambos s ugerem como forma de pagamento, uma taxa c or re sp on de nt e a um percentual do valor do frete realizado. Logo:

Taxa-de U ti li za çã o = - x FM x DM x TM (B6)

onde: F = Percentual do valor do frete, que os usuários .estariam dispostos a pagar;

FM = Valor do frete médio da r egião (Cr$/t.km); DM = Distância média p e rc or ri da pelas cargas (km); TM = Carga média transportada (t).

. Custo m anutenção anual de uma CIF

A tend-min = --- (E7) Taxa de Utilização

- N úmero limite de atendi me nt os ao ano (Atend— lim), que serve como limitação no processo de a g lo m e ra çã o das unidades

espaciais. Este p a râ me tr o é estimado em função da capacidade anual de a te nd i me nt o da CIF-Padrão.

A fim de dimensionar o sistema de centrais, de modo que o mesmo seja utilizado por um maior p e rí od o de tempo, sem atingir sua capacidade, o parâmetro A te nd-lim é d ef inido por um percentual da capacidade, garantindo uma r eserva desta, para um aumento da d e m a n d a .

4.S.1 - Zoneamento da Região

C o ns is t e em desagregar a região, na qual p re t en de -s e implantar um sistema de CIF's, em u ni dades espaciais menores, de tal -forma a -facilitar a obten çã o e u ti li za çã o de dados no m étodo considerado.

Os segui nt es critérios devem ser consid er ad os para «

o p ro pó si t o da e s colha do zoneamento:

- respeitar os limites -físicos, políticos e h istóricos tanto quanto eles sejam importantes a partir de um ponto de vista de planejamento;

- apresentar, isoladamente, ativid ad es econômicas com c a r a ct e r i st i ca s mais ou menos homogêneas;

- definir a configuração da rede rodoviária;

- dispor de informações s ó c i o - e c o n ô m i c a s .

4.S.S - D ef i nição da Matriz de D is tâ nc ia s entre os C e nt ró id es das Zonas

A matriz de adjacências, A = Ca. D, é

i J

r e p r e s e n ta t iva das ligações existentes e n tr e as unidades espac i ai s (zonas) da região.

Consi d er an do -s e uma determ in ad a rede contendo apenas os centró i de s das zonas a serem conectados, .as ligações entre cada um destes , po de m ser matric ia lm e nt e expostas da s eguinte -forma:

- a.. - 1 ,

- a . = O ,

i J

A partir da matriz de adjacências, & = [ a . .3,

i J

obtém-se então, a matriz de distancias, tt> = Cd. .3,

i J

c o r r es po nd en te as ligaçues existentes entre os centróides das zonas. Portanto, os elementos da matriz ff>, a s sumem o s seguintes v a l o r e s :

- d. . = distância entre os c en tr ói de s “ i" e "j",

i J

quando a _ = 1; e

- d. . = oo , quando a. . = 0.

1J i J

4.2.3 - Dados Necessários à Aplic a çã o do Método

Para a u tilização do método, os seguintes dados são necessár i o s :

indica que há a ligação direta, através de rodovia pavimentada, entre os centróides " i " e " j “ ; e

a) Q uanto a região em estudo

- N úmero de unidades espaciais (zonas) abrangidas pela região (considerando o zoneamento adotado).

b) Q uanto às unidades espaciais da região

- Número de adjacências da zona, que corre sp on de ao número de zonas que têm ligação direta por rodovia pavimentada com a zona em questão. Este número é obtido da matriz adjacência &, através do s om atório dos elementos "a. ." da linha

1 J corres p on d en te à zona "i", ou seja:

n

num. a d ja cê nc ia s (i) = £ a .. V i ; (E8) j=i 1J

- Lista de adjacências da zona, a t ravés da qual estão a s so ci a do s além dos centróides adjacentes, a d i st ância que os mesmos se e n co nt r am do centróide da zona considerada. As zonas adjace nt es à zona "i", em análise, são e nc on tr ad a s na linha " i" da matriz ID, sempre que " d ^ " -for d i fe rente de infinito. 0 n úmero da zona adjacente é igual a c oluna "j" da matriz, e a d is tância entre os centróides "i" e "j" corresponde

- V a lores das variáveis utiliz a da s no m odelo de p revisão de demanda.

(Atend-min e Atend-lim), são neces sá ri os os s e gu intes dados:

- Valor do -frete médio da região (Cr* /t.km); - Distância média p ercorrida pelas c argas (km); - Carga média transportada (t);

- Estimativa do c usto de m a nu te nç ã o da CIF-Padrão ( C r $ / a n o ) ;

- Capaci da de da C IF-Padrão (a t e n d ./ a n o ).

4 .S . 4 - Proced im en to s do Método H e ur ís t ic o

O m é to do heurís ti co proposto para o d i me nsionamento de um sistema de CIF's, consiste nos segui nt es procedimentos:

- D e t e rm i na çã o do n úmero de usuár io s de cada zona; - O r de na çã o das zonas;

- A g lu t in a ç ã o das zonas; - A l oc aç ão das centrais.

4.E . 4.1 - D et er mi na çã o do Número de U su ár io s de cada zona

A e s ti ma ti va do número de u su ários de cada unidade espacial (zona), para o ano base, é obtida a tr a vé s de um modelo de previ sã o que repre s en ta o c o mportamento da demanda. Para se obter este modelo, propõe-se a realização de um estudo de demanda, c on fo r me m e nc io na do no capítulo 3.

4.5 . 4.2 - Ordenação das zonas

A o rd enação das zonas é efetuada de forma decrescente, segundo a estimativa do número de usuários, obtida no item anterior.

Assim, cada zona tem além do seu número, uma referência de ordem c o rr espondente a posição em que a mesma

s

situou-se após a ordenação.

4.2.4.3 - A glutinação das zonas

As zonas que p o ssuem apenas uma adjacência, devem ser verificadas q uanto a necess i da de de serem a glutinadas com sua zona adjacente. Tal v erificação é realizada c o nforme a seguinte condição:

- Se o número de usuários da zona for menor que o parâmetro atend-min, estabe l ec id o anteriormente, deve-se

aglutiná-la com sua zona adjacentÊ?'.

Outra situação prevista, refere-se a zonas distintas, que p o ssuem uma mesma zona adjacente. Neste caso, se o número de usuários das referidas zonas se enquadra na condição anterior, as mesmas são aglutinadas à adjacente.

reduzindo o número de iterações efetuadas para a a l ocação das centrais. F a zendo com que unidades espaciais com pequena demanda estimada e que p o ssuem apenas uma zona adjacente, juntem-se a mesma formando uma nova zona (área aglutinada).

4.S . 4.4 - Alocação das Centrais

>

As zonas são analisadas individualmente, obedecendo a ordenação p reviamente efetuada. Assim, c o ns iderar-se-á que, as zonas de maior potenc ia li d ad e têm prioridade no p r oc es s o de alocação das centrais.

0 p ro ce di m en to de alocação das c en trais tem como

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