CHAPITRE 2 : LA NANOSCOPIE DYNAMIQUE
4. Etude de la diffusion de la Gag-(i)mEOS2 à la membrane plasmique des Lymphocytes
4.1. Etude de la distribution des coefficients de diffusion de Gag-(i)mEOS2
• Aurélio, p. 873: [Do gr. phantastikós, pelo lat. med. phantasticu.] Adj.
1. Só existente na fantasia ou imaginação. 2. Caprichoso, extravagante. 3. Incrível, extraordinário, prodigioso. 4. Falso, simulado, inventado, fictício. 5. Liter. Diz-se de obra do fantástico. S. m. 6. Aquilo que só existe na imaginação. 7. Liter. Gênero literário em que elementos sobrenaturais estão integrados ao discurso e são tratados com naturalidade.
Ficção:
• S. f. (lat fictione) 1. Ato ou efeito de fingir. 2. Simulação. 3. Arte de
imaginar. 4. Coisas imaginárias. Obra ou literatura de f.: aquela cujo enredo é criado pela imaginação do autor.
• Rousseau: A mentira que não prejudica ninguém.
Fumaça:
• Aurélio, p. 944: [de fumo1 + -aça.] S. f. 1. Grande porção de fumo. 3.
Fís. Quím. Solução coloidal de uma fase dispersa sólida numa
dispersora gasosa. E lá vai fumaça. Bras. Gír. Expressão com que se indica uma quantidade que excede largamente um numero redondo. Fumo1. [Do lat. fumu.] Vapor pardacento-azulado que sobe dos corpos em combustão ou muito aquecidos.
I
Ilusão:
• Aurélio, p. 1071: [Do lat. illusione.] S. f. 1. Engano dos sentidos ou da
erroneamente um fato ou uma sensação; falsa aparência. 2. Sonho, devaneio, quimera. 3. Coisa efêmera, passageira. 4. Logro, burla, engano. 5. Psiq. Psic. Percepção deformada de objeto.
Ilusionista:
• Aurélio, p. 1071: S. 2 g. Ver prestidigitador. > p. 1627: S. m. Artista que,
pela ligeireza dos movimentos das mãos, faz deslocar ou desaparecer objetos, iludindo a vigilância do espectador de maneira que parece inexplicável; prestímano, prestigiador, ilusionista, mágico.
Imaginação:
• Munari, p. 17: “A fantasia, a invenção e a criatividade pensam, a
imaginação vê.” p. 24: “A imaginação é o meio para visualizar, para tornar visível o que pensam a fantasia, a invenção e a criatividade. (…) Os meios que substituem a imaginação são, portanto, o desenho, a pintura, a escultura, o cinema, a arte cinética, etc.“
• Aurélio, p. 1072: S. f. 1. Faculdade que tem o espírito de representar
imagens; fantasia. 2. Faculdade de evocar imagens de objetos que já foram percebidos; imaginação reprodutora. 3. Faculdade de formar imagens de objetos que não foram percebidos, ou de realizar novas combinações de imagens. 4. Faculdade de criar mediante a combinação de ideias. 5. A coisa imaginada. 6. Criação, invenção. 7. Cisma, fantasia, devaneio. 8. Crença fantástica; crendice; superstição. 9. Literatura e Arte: Invenção ou criação construtiva, organizada (por oposição a fantasia, invenção arbitrária).
Invenção:
• Munari, p. 13: “Tudo o que anteriormente não existia, mas era
exclusivamente prático e sem problemas estéticos.” p. 23: “A invenção utiliza a mesma técnica da fantasia, isto é, o relacionamento entre o que se conhece, mas com a finalidade de um uso prático. (…) O inventor, porém, não se preocupa com a vertente estética da sua invenção. Aquilo que lhe interessa é que a coisa inventada funcione realmente e sirva para alguma coisa.” p. 24: “Inventar significa pensar numa coisa que anteriormente não existia.”
Ironia:
• Dicionário Informal: [De des- + iludir.] V. t. d. 1. Tirar ilusões a; desenganar. 2. Causar decepção a. T. d. e i. 3. Desenganar, dissuadir.
Int. 4. Fazer perder a ilusão. P. 5. Perder as ilusões; desesperançar-se,
desenganar-se.
• Michaelis: sf (gr eironeía, pelo lat) 1 Ret Figura com que se diz o contrário do que as palavras significam. 2 Dito irônico. 3 Ar ou gesto irônico. 4 Zombaria insultuosa; sarcasmo: Ironia do destino.
J
Jogo:
• Aurélio: 1 Vício de jogar. 2. Exercício ou passatempo entre duas ou mais pessoas das quais uma ganha, e a outra, ou as outras, perdem. 3. O que serve para jogar determinado jogo. 4. Maneira de jogar. 5. Divertimento, exercício. 6. Manejo. 7. Determinado número de peças que formam um serviço ou coleção. 8. Brinco; escárnio. 9. Artes, astúcia; modo de proceder. 10. Habilidade.
L
Lenda:
• Câmara Cascudo, p. 328: Episódio heróico ou sentimental com elemento maravilhoso ou sobrehumano, transmitido e conservado na tradição oral popular, localizável no espaço e no tempo.
• Dicionário Informal: S. f. Tradição popular; conto; história fantástica, imaginosa. Figurado: mentira; narração efandonha.
Lorota:
• C-M: a boa e velha ladainha.
• Dicionário Informal: Grande mentira; 2. Contador de piada ou fofoca; 3. Conversa que nada traz de proveito; explicação sem lógica, enrolação; Bobagem.
M
Mentira:
• Abbagnano, p. 660: Aristóteles distingue duas espécies fundamentais
de mentira, a jactância, que consiste em exagerar a verdade, e a ironia, que consiste em diminuí-la. Estas são mentiras que não dizem respeito às relações de negócios nem à justiça; nesses casos não se trata de simples mentira, mas de vícios mais graves (fraude, traição, etc.) (Ethica nicomachea, IV, 7, 1127 a 13) São Tomás deu minuciosa classificação da mentira do ponto de vista da moral teológica (S. Th., II, 2, q. 110: Summa theologiae)
• Aurélio. V.i. Afirmar aquilo que se sabe ser falso, ou negar o que se
sabe ser verdadeiro: mentir vergonhosamente.
• Câmara Cascudo, p. 380: Estórias [grafia com e do autor segue
normas antigas da língua portuguesa para diferenciar histórias da disciplina História] mentirosas, pilhérias, anedotas, casos surpreendentes, fatos inverossímeis são muito populares e constituem um gênero especial, no qual a imaginação exagerada e livre se liberta dos limites da lógica. […] Certas classes sociais gozam do velho privilégio universal de fornecedores da espécie: os caçadores, os pescadores e os viajantes.
• Michaelis: sf (lat mentita, com dissimilação) 1. Ato de mentir;
afirmação contrária à verdade, engano propositado. 2. Hábito de mentir. 3. Engano da alma, engano dos sentidos, falsa persuasão, juízo falso. 4. Erro, ilusão, vaidade. 5. Fábula, ficção. 6. O mesmo que
leuconiquia. Antôn. (acepções 1, 3 e 4): verdade; (acepção 5): realidade. M. de rabo e cabeça: grande mentira. M. inocente: dita sem o propósito de prejudicar. M. oficiosa: dita a alguém, sem prejuízo de terceiro, e só para lhe causar prazer ou utilidade.
Mentiroso:
• Abbagnano, p. 660: Um dos argumentos que os antigos chamavam
de ambíguos ou conversíveis e os modernos chamam de antinomias ou paradoxos: consiste em afirmar que se mente; assim, quando se diz a verdade, mente-se, e quando se mente, diz-se a verdade. A conclusão é impossível. Atribuído a Eubúlides de Mileto (Diógenes Laércio, Vitae et placita philosophorum, II, 108), esse argumento é encontrado em muitos escritores antigos (Aristóteles, De sohphisticis
elenchis, 25, 180 b 2; Cícero, Academicorum reliquiae cum Lucullo, II,
95; De divinatione, II, 4; Aulo Gélio, Noctes Atticae, 18, 2). Retomado no último período da Escolástica, esse argumento ainda é discutido pela lógica como uma das antinomias lógicas (ver Antinomias)
• Aurélio, p.1312: Adj. 1. Que mente. 2. Oposto à verdade; falso. 3. Que
não é o que parece ser; enganoso. S. m. 4. Aquele que mente. Paradoxo atribuído a Eubúlides de Mileto (séc. IV a.C.), cuja forma mais simples é: se alguém afirma ‘eu minto’, e o que diz é verdade, a afirmação é falsa; e se o que diz é falso, a afirmação é verdadeira e, por isso, novamente falsa, etc.; O Cretense. [Pode-se concluir ou que uma asserção é ao mesmo tempo verdadeira e falsa, ou continuar indefinidamente por recorrência ora a concluir que é falsa ora que é verdadeira.]