2. Thompson-Wielandt, revisited
3.1. We establish now a few basic properties of locally oo-transitive groups
46
Tabela 9: Volume gerado na lavanderia
Equipamento Volume diário (L) Volume semanal (L) Volume mensal (L) Máquinas de lavar roupa 75 300 1200 Tanque 260 1040 4160 Total 335 1340 5360
MAGRI et al.,(2008) em seu estudo encontrou o valor de 4.026 litros por mês para água utilizada para alimentação do sistema de descarga do vaso sanitário. Peters (2006) encontrou uma demanda de 2.199 litros por mês para tal uso. Como se pode observar, ocorre uma grande variabilidade no volume calculado nesta pesquisa, isto pode ocorre possivelmente pelo fato de que os estudos foram realizados em regiões e climas distintos, sendo até mesmo a condição socioeconômica uma importante variável influenciadora dos hábitos domésticos, que por sua vez interferem sobre a quantidade das águas cinza geradas nas residências objeto das pesquisas (efluente doméstico).
5.2 BALANÇO DE ECONOMIA DE ÁGUA E FINANCEIRA COM O REUSO DE ÁGUA
A Tabela 10 apresenta os dados coletados do consumo de água potável na residência dos últimos nove meses.
47
Tabela 10: Histórico do consumo de água potável na residência
Mês/Ano Consumo (m³/mês) 10/Out 15 11/Out 10 12/Out 13 01/Nov 21 02/Nov 18 03/Nov 11 04/Nov 14 05/Nov 12 06/Nov 16
Como se pode observar o consumo apresentou significativas variações ao longo do período analisado, portanto calculou-se o valor médio de consumo na residência em estudo. O resultado da média calculada foi de 14,4 m³.
A Figura 9 mostra a distribuição do consumo de água potável na residência. Observou-se que há um grande volume de efluente gerado na lavanderia e este volume atenderia a demanda da descarga do vaso sanitário e ainda sobraria uma quantidade que seria enviada direto para a rede coletora de esgoto.
48
Figura 9: Distribuição do volume consumido de água potável na residência (sem reutilização do efluente)
A Tabela 11 apresenta as tarifas cobradas pelos serviços de saneamento básico realizado pela SANEPAR a partir de março do ano de 2011 até a data de desenvolvimento deste estudo.
Água potável 14,4 m³/mês Descarga vaso sanitário 4,3 m³/mês Lavanderia 5,4 m³/mês Outros usos 4,7 m³/mês Esgoto 4,3 m³/mês Esgoto 5,4 m³/mês Esgoto 4,7 m³/mês
49
Tabela 11: Tabela de tarifas de saneamento básico
Local Categoria Até 10 m3 Excedente a 10 m3 Excedente a 30 m3
Todas as localidades operadas Água R$ 18,97 R$ 18,97 + R$ 2,84/m³ R$ 75,77 + R$ 4,85/m³ Curitiba Esgoto R$ 16,12 R$ 16,12 + R$ 2,41/m³ R$ 64,40 + R$ 4,12/m³ Água e esgoto R$ 35,09 R$ 35,09 + R$ 5,25/m³ R$ 140,17 + R$ 8,87/m³ Demais localidades Esgoto R$ 15,18 R$ 15,18 + R$ 2,27/m³ R$ 60,62 + R$ 3,88/m³ Água e esgoto R$ 34,15 R$ 34,15 + R$ 5,11/m³ R$ 136,39 + R$ 8,73/m³ Fonte: SANEPAR (2011)
A edificação deste estudo está enquadrada na categoria de “Demais Localidades” da Tabela 26, pois possui consumo excedente a 10 m³. Com os dados do volume de efluente gerado na lavanderia da residência e o volume de água consumida pela descarga do vaso sanitário, notou-se que a residência que consome em média 14,4 m³ por mês de água potável com a reutilização do efluente da lavanderia, haveria o seu consumo de água potável diminuído para 10,1 m³ por mês, o que resultaria na economia de R$ 21,97 por mês.
Nesse sentido, tem-se ainda um excedente de 1,1 m³ por mês de efluente da lavanderia, que é direcionado a rede de coleta de esgoto. A Figura 10 demonstra a distribuição de consumo de água potável da residência, o volume de efluente gerado na lavanderia, demanda da descarga do vaso sanitário e a reutilização do efluente na descarga do vaso sanitário.
50
Figura 10: Distribuição do volume consumido de água potável na residência (com reutilização do efluente)
A residência em estudo, sem o reuso do efluente da lavanderia na descarga do vaso sanitário paga a companhia de saneamento básico o valor de R$ 56,63 por mês, com reutilização do efluente na residência, o valor pago seria de R$ 34,66 por mês. Isto geraria uma economia de aproximadamente 39% ao mês.
Água potável 10,1 m³/mês Descarga vaso sanitário 4,3 m³/mês Lavanderia 5,4 m³/mês Outros usos 4,7 m³/mês Esgoto 4,3 m³/mês Esgoto 4,7 m³/mês Reuso 4,3 m³/mês Esgoto 1,1 m³/mês
51
6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O volume obtido pelo efluente da lavanderia na residência foi suficiente para alimentação da descarga dos vasos sanitários, mostrando que há segurança na implantação do reuso no que diz respeito a volume na demanda para alimentação da descarga do vaso sanitário. Ainda há sobre do efluente da lavanderia que poderia ser utilizada para outras atividades domesticas que não necessite ser potável, coma a limpeza de calçadas e a rega de jardim.
A metodologia adotada nesta pesquisa demonstrou-se eficiente para aferir o volume de água necessário para a descarga do vaso sanitário, pois os valores encontrados foram aproximados aos dos demais autores que trabalharam com valores reais em situações semelhantes ao deste estudo. Já o volume do efluente gerado na lavanderia mostrou-se com uma grande variabilidade comparando-se aos dados dos outros autores, isso pode ter ocorrido possivelmente pelo fato de que as pesquisas serem realizadas em regiões diferentes, sendo até mesmo a condição socioeconômica uma importante variável influenciadora dos hábitos domésticos.
Vale ressaltar que não há nenhuma legislação especifica que estabeleça os padrões mínimos de qualidade da água de reuso e que defina os conceitos do que pode ser considerada águas cinza ou água negra.
Através do levantamento histórico do consumo de água potável na residência da tarifa cobrada pelos serviços de saneamento básico e do volume de água que é necessário para alimentar a descarga do vaso sanitário, conseguiu-se apurar que com a reutilização do efluente da lavanderia na descarga do vaso sanitário há uma economia de aproximadamente 39% por mês na cobrança da taxa dos serviços de saneamento básico.
Diante disto, este abatimento mensal na cobrança da taxa de serviços de saneamento básico poderia ser convertido em investimento na implantação de um sistema de reuso do efluente da lavanderia na descarga do vaso sanitário e possivelmente é viável economicamente, e uma vez que a água que alimenta a descarga do vaso sanitário é potável e reconhecendo que esta se encontra cada vez mais escassa, a implantação deste também é viável do ponto de vista ambiental.
52
REFERÊNCIAS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 13969: Tanques sépticos: unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos: projeto, construção e operação. 1997. 60 p.
ANA, FIESP & SINDUSCON-SP. Conservação e reuso de água nas edificações. São Paulo: Junho de 2005. Prol Editora Gráfica. 151 p.
ANDREOLI, Fabiana de Nadai; IHLENFELD, Ricardo Germano; TEIXEIRA, Edmilson Costa. BACIA DE INFILTRAÇÃO COMO ALTERNATIVA DE REUSO DA ÁGUA E TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO, NA REMOÇÃO DE DQO, SS E NITROGÊNIO. Sanare: Revista Técnica da Sanepar, Curitiba, v. 11, n. 11, p.9-18, jun./dez.1999._Disponível_em:_<http://site.sanepar.com.br/sites/site.sanepar.com.br /files/SanareN11.pdf>. Acesso em: 05 abr. 2011.
AUSTRÁLIA. NSW Health. Greywater Reuse in Sewered Single Domestic
Premises. ,_2000._19_p._Disponível_em:_<http://www.murray.nsw.gov.au/files/968 1/File/Greywater.pdf>. Acesso em: 26 Maio 2011.
AZEVEDO, Eduardo Bessa. Poluição vs. tratamento de água: duas faces da mesma moeda. Química Nova Na Escola, São Paulo, n. 10, p.21-25, nov. 1999. Mensal. Disponível em: <http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc10/quimsoc.pdf>. Acesso em: 12 out. 11.
BAZZARELLA, Bianca Barcellos. Caracterização e aproveitamento de água cinza
para uso não-potável em edificações. 2005. 165 f. Dissertação (Pós-graduação) -
Curso de Engenharia Ambiental, Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2005. Disponível em: <http://www.ct.ufes.br/ppgea/files/Bazzarella_BB_2005.pdf>. Acesso em: 23 abr. 2011.
53 BERNARDI, Cristina Costa. REUSO DE ÁGUA PARA IRRIGAÇÃO. 2003. 52 f. Monografia (Especialização Lato Sensu) - Curso de Gestão Sustentável da Agricultura Irrigada, Isea-fgv, Brasília, 2003.
BEZERRA, Stella Maris da Cruz et. al.,. Dimensionamento de reservatório para aproveitamento de água de chuva: comparação entre métodos da ABNT NBR 15527:2007 e Decreto Municipal 293/2006 de Curitiba, PR. Ambient. constr.
(Online), Porto Alegre, v. 10, n. 4, dez. 2010 . Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-
86212010000400015&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 01 jun. 2011. doi: 10.1590/S1678-86212010000400015.
BRASÍLIA. Ministério do Meio Ambiente e Secretaria de Recursos Hídricos. (Org.). Plano Nacional de Recursos Hídricos:Panorama e estado dos recursos hídricos do Brasil. Brasília: Dupligráfica, 2006. 280 p.
DIFANTE, Jaqueline dos Santos; SILVA, Rodrigo Ferreira da. CONSERVAÇÃO DE
ÁGUA NO SISTEMA DE PRODUÇÃO EM INDÚSTRIA DE
REFRIGERANTES. Disciplinarum Scientia: Ciências Naturais e Tecnológicas, Santa Maria, v. 8, n. 1, p.39-54, 2007. Disponível em: <http://sites.unifra.br/Portals/36/tecnologicas/2007/Conservacao.pdf>. Acesso em: 26 abr. 2011.
ELSTER (Brasil). Hidrômetro unijato residencial. Disponível em: <http://agua.elster.com.br/downloads/Catalogo_Elster_Hid_S120_V1_0_Final_05_12 _08_1.pdf>. Acesso em: 15 out. 2011.
FERNANDES, V. M. C., Padrões Para Reúso De Águas Residuárias Em
Ambientes Urbanos. Universidade de Passo Fundo, RS. 2004. Disponível_em_<http://www.upf.br/coaju/download/padroesreusoaguaII.pdf>. acesso em 16 Maio 2010.
54 FIESP/ANA (Brasil) CONSERVAÇÃO E REUSO DE ÁGUA: MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA O SETOR INDUSTRIAL. São Paulo, 2004. 1 v. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/publicacoes/pdf/ambiente/reuso.pdf>. Acesso em: 01 maio 2011.
FIORI, Simone; FERNANDES, Vera Maria Cartana; PIZZO, Henrique. Avaliação qualitativa e quantitativa do reúso de águas cinza em edificações. Ambiente
Construído: Sistemas Prediais, Porto Alegre, v. 6, n. 1, p.19-30, jan./mar. 2006.
Trimestral. Disponível em:
<http://seer.ufrgs.br/ambienteconstruido/article/download/3676/2042>. Acesso em: 25 maio 2011.
FIRJAN (Rio De Janeiro). Manual de conservação e reuso da água na
indústria. Rio De Janeiro: 2006. 21 p. Disponível em:
<http://www.siamfesp.org.br/novo/downloads/cartilha_reuso.pdf>. Acesso em: 15 abr. 2011.
GARCIA, Ana et. al.,. CONSUMO DOMICILIAR E USO RACIONAL DA ÁGUA EM ÁREAS DE BAIXA RENDA: PESQUISA DE OPINIÃO. In: CONGRESSO BAIANO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, Salvador, Bahia, 2010. p. 1 - 5.
Disponível em:
<http://www.teclim.ufba.br/site/material_online/publicacoes/pub_art108.pdf>. Acesso em: 26 mar. 2011.
HESPANHOL, Ivanildo. Potencial de Reuso de Água no Brasil: Agricultura, Indústria, Municípios, Recarga de Aqüíferos. Rbrh - Revista Brasileira de Recursos
55 JOVENTINO, Emanuella Silva et. al.,. Comportamento da diarréia infantil antes e
após consumo de água pluvial em município do semi-árido Brasileiro. Texto
contexto - enferm., Florianópolis, v. 19, n. 4, dez.
2010._Disponível_em_<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010 4_07072010000400012&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 19 abr. 2011. doi: 10.1590/S0104-07072010000400012.
LOBO, Luciana Paula. ANÁLISE COMPARATIVA DOS PROCESSOS DE
FILTRAÇÃO EM MEMBRANAS E CLARIFICAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA PARA REUSO DE ÁGUA NA INDÚSTRIA. 2004. 95 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de
Pós-Graduação em Engenharia Ambiental, Universidade do Estado do Rio de
Janeiro, Rio de Janeiro, 2004. Disponível em:
<http://www.peamb.eng.uerj.br/trabalhosconclusao/2004/lucianapaulalobopeamb200 4.pdf>. Acesso em: 05 abr. 2011.
MACÊDO, J. A. B., Águas & Águas. Belo Horizonte - MG: CRQ - MG, 2004. 977p.
MAGRI, Maria Elisa et. al.,. REÚSO DE ÁGUAS CINZA TRATADAS EM DESCARGA DE VASO SANITÁRIO E REGA DE JARDIM. In: SIMPÓSIO LUSO- BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 23., 2008, Belém. ABES – Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e
Ambiental. Belém: ., 2008. p. 1 - 10. Disponível em:
<http://www.gesad.ufsc.br/download/MAGRI,%20M.%20E.%20et%20al%202007.pdf >. Acesso em: 05 maio 2011.
MANCUSO, P. C. S.; SANTOS, H. F. REÚSO DE ÁGUA. Barueri, SP: Manole, 2003. 579p.
56 MARINHO, Elizabeth Cândida de Araújo. USO RACIONAL DA ÁGUA EM
EDIFICAÇÕES PÚBLICAS. 2007. 72 f. Monografia (Especialização) - Curso de
Especialização em Construção Civil, Departamento de Escola de Engenharia, Ufmg,
Belo Horizonte, 2007. Disponível em:
<http://www.cecc.eng.ufmg.br/trabalhos/pg1/USO%20RACIONAL%20DA%20%C1G UA%20EM%20EDIFICA%C7%D5ES%20P%DABLICAS.pdf>. Acesso em: 22 abr. 2011.
NUVOLARI, Ariovaldo et. al. Esgoto sanitário: coleta, transporte, tratamento e reuso agrícola. São Paulo: Editora Blucher, 2003. 520 p.
OLIVEIRA, Lucia Helena de et. al.,. Levantamento do estado da arte:
Água: Tecnologias para construção habitacional mais sustentável. São Paulo: Usp,
2007. 107 p. Disponível em: <http://www.habitacaosustentavel.pcc.usp.br/pdf/D2- 1_agua.pdf>. Acesso em: 25 maio 2011.
PELLACANI, Chrstian Rodrigo. Poluição das águas doces superficiais &
responsabilidade civil. Curitiba: Juruá, 2005. 137 p.
PETERS, Madelon Rebelo et al. POTENCIALIDADE DE REÚSO RESIDENCIAL UTILIZANDO FONTES ALTERNATIVAS DE ÁGUA. In: SIMPÓSIO ÍTALO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 8., 2006, Fortaleza. p. 35043._Disponível_em:<http://www.gesad.ufsc.br/download/Peters%20et%20al.%20 %20VIII%20Sibesa.pdf>. Acesso em: 5 nov. 2011.
PHILIPPI JUNIOR, Arlindo. Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005. 842 p.
REBOUÇAS, Aldo da C. et. al.,. ÁGUAS DOCES NO BRASIL:CAPITAL ECOLÓGICO, USO E CONSERVAÇÃO. 3. ed. São Paulo: Escrituras, 2008. 720 p.
57 SEMURA, Keiko Arlete et. al.,. ESTUDO PARA IMPLANTAÇÃO DE REÚSO E PROPOSIÇÃO DE PARÂMETROS DE QUALIDADE PARA USOS URBANOS NÃO POTÁVEIS A PARTIR DAS ETES DA RMSP. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 23, 2005, Campo Grande. ABES -
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. Campo Grande:
2005. p. 1 - 8. Disponível em: <http://www.bvsde.paho.org/bvsacd/abes23/II- 106.pdf>. Acesso em: 02 mar. 2011.
SILVA, José Orlando Paludetto; HESPANHOL, Ivanildo. REUSO DE ÁGUA NA
INDÚSTRIA DE CURTIMENTO DE COUROS: ESTUDO DE CASO NO DISTRITO INDUSTRIAL DE FRANCA - SP. São Paulo: 2000. 15 p. Disponível em:
<www.poli.usp.br>. Acesso em: 12 abr. 2011.
SILVA, Wilson Marques et. al.,. AVALIAÇÃO DA REUTILIZAÇÃO DE ÁGUAS
CINZA EM EDIFICAÇÕES, CONSTRUÇÕES VERDES E SUSTENTÁVEIS. 11. ed.
Goiânia: Centro Científico Conhecer, 2010. 15 p. Disponível em: <http://www.conhecer.org.br/enciclop/2010c/avaliacao%20da%20reutilizacao.pdf>. Acesso em: 12 maio 2011.
SOUSA, Miguel de; VIEGAS, Ines; PEREIRT, Helder. MODELOS TERRESTRES
EXTREMOS PARA A PESQUISA DE VESTÍGIOS DE VIDA EM MARTE. In:
CONGRESSO CIENTISTAS EM AÇÃO, 3, 2005, Loulé, Portugal, 2005. p. 51 - 52. Disponível em: <http://www.es-loule.edu.pt/biogeo/pdf/Sousa_etal2008.pdf>. Acesso em: 18 maio 2011.
TUNDISI, José Galizia. Ciclo hidrológico e gerenciamento integrado. Cienc. Cult., São Paulo, v.55, n.4, Dec. 2003. Disponível em: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-
67252003000400018&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 16 May 2011.
VIEIRA, Paulo Rodrigues. Água e desenvolvimento. Disponível em: <http://arquivos.ana.gov.br/imprensa/artigos/20110323_%C3%81gua%20e%20dese nvolviment1.pdf>. Acesso em: 25 abr. 2011.
58 VON SPERLING, Marcos. Princípio do tratamento biológico de águas
residuárias: Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. 3. ed.
Belo Horizonte: Ufmg, 2005. Disponível em:
<http://books.google.com.br/books?id=1pxhLVxVFHoC&printsec=frontcover&source =gbs_ge_summary_r&hl=pt-BR#v=onepage&q&f=false>. Acesso em: 25 maio 2011.
WEILER, Dinae Karine. CARACTERIZAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DO REUSO DE
ÁGUAS DA INDÚSTRIA TÊXTIL. 2005. 112 f. Dissertação (Pós-graduaçõa) - Curso
de Engenharia Química, Departamento de Engenharia Química E Engenharia De Alimentos, Universidade Federal De Santa Catarina, Florianópolis, 2005. Disponível em: <http://www2.enq.ufsc.br/teses/m128.pdf>. Acesso em: 03 abr. 2011.
ZABROCKI, Luciana; SANTOS, Daniel Costa Dos. CARACTERIZAÇÃO DA ÁGUA CINZA EM EDIFÍCIOS RESIDENCIAIS. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 23., 2005, Campo Grande.Saneamento
ambiental Brasileiro: Utopia ou realidade?. Abes - Associação Brasileira de
Engenharia Sanitária e Ambiental, 2005. p. 1 - 14. Disponível em: <http://www.bvsde.paho.org/bvsacd/abes23/II-099.pdf>. Acesso em: 15 mar. 2011.