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Dans le document Pitkänpuoleinen johdanto LATEX 2ε (Page 98-102)

Foi observado diferenças na indução de calos para as concentrações testadas. Na ANOVA, houve diferença estatística em nível de 1% de probabilidade para os calos tipo e tipo1, para o calo tipo 2 não houve diferença significatica (Tabela 4). Para o calo primário tipo 1 do acesso CNPAE-170 a média de indução foi de 3,63 anteras por placa. Este resultado esta relacionado com o tipo de tratamento utilizado. No teste comparativo (Tabela 5), o Tratamento I ( 1μM de 2,4-D + 1μM de ANA + 5μM de BAP) e o Tratamento II (5μM de 2,4-D + 5μM de ANA + 25μM de BAP) não diferiram estatisticamente para a indução de calos para os três tipos. O tratamento III (10μM de 2,4- D +10μM ANA + 50 μM de BAP) houve maior número de calos tipo 0 e menor indução de calo primário tipo 1 (Tabela 5). No teste de médias ficou evidente que a indução de calos foi influenciada pela concentração do fitorregulador utilizado no meio de cultura. Conforme foi observado no Tratamento III, altas concentrações de reguladores resultaram em maiores números de anteras sem indução e não apresentando resultados com a indução de calos primários tipo 2 (Tabela 5). Os tratamentos I e II foram os mais responsivos para indução de calos primários tipo 1 e tipo 2. Chatuverdi, Razdan e Bhojwani (2003) obtiveram 100% de indução de calos em anteras de Neem, utilizando o meio MS suplementado com 1μM 2,4D, 1μM ANA e 5μM de BAP. Já para pinhão- manso, essas concentrações para os acessos testados não resultaram em altas taxas de indução. Após a transferência das anteras para o meio de multiplicação verificou-se que os calos apresentaram oxidação. Portanto, novos estudos devem ser realizados para a otimização da indução de calos a partir de anteras para posterior regeneração de plantas haplóides.

Tabela 4 Análise de variância entre os números de tipos de calos produzidos em resposta as tratamentos testados (concentrações de fitorreguladores)

F. V GL

Quadrado Médio

Calo tipo 0 Calo tipo 1 Calo tipo 2

Tratamento 2 205,87** 191,87** 0,290 ns

Resíduo 87 10,70 10,53 0,109

Média Geral 6,25 3,64 0,101

C.V (%) 52,30 89,07 326,98

*, **

significativo a 5 e 1% de probabilidade respectivamente, ns não significativo a 5% de probabilidade.

Tabela 5 Comparação entre as médias do número de tipos de calos obtidos em resposta aos tratamentos testados (concentrações de fitorreguladores)

Concentração

Tipos de calos/ anteras

0 1 2

Tratamento I 5,0b 4,9a 0,1a

Tratamento II 4,5b 5,3a 0,2a

Tratamento III 9,3a 0,73b 0,0a

1

Médias seguidas pelas mesmas letras minúsculas na VERTICAL não diferem estatisticamente entre si.

4 CONCLUSÃO

O tamanho do botão floral com comprimento entre 1,5 e 2,00 mm e anteras com 657 a 811 µm de comprimento apresenta maior números de anteras em estádio de tétrade.

O Acesso CNPAE-170 apresenta o maior número de anteras com calo tipo 1, isto é, calo em estádio inicial de desenvolvimento.

O Tratamento III contendo 10μM de 2,4- D +10 μM ANA + 50 μM de BAP, há maior número de anteras sem formação de calos e a menor indução de calo primário tipo 1(em estádio inicial de desenvolvimento) e calo primário tipo 2 ( em avanço estádio de desenvolvimento).

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