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ESCRT et bourgeonnement des virus enveloppés

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1. La machinerie ESCRT et complexes associés

1.5. Rôles physiologiques

1.5.2. ESCRT et bourgeonnement des virus enveloppés

O resultado das análises foi distribuído nos quatro parâmetros de acessibilidade universal, segundo proposto por Dischinger et al (2012), compreendendo as calçadas, os acessos, a circulação interna e os equipamentos, mobiliários e acessórios urbanos.

Orientação - foi possível verificar que as principais calçadas do setor norte do Anel Viário não possuem piso tátil para orientação das pessoas com deficiência visual e apesar de existirem totens indicativos, eles só podem ser lidos a curta distância e não estão no nível da calçada principal, como pode ser visto na Figura 29.

Figura 29 – Detalhes do trecho C.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2014.

Segundo informações obtidas na Pró-Reitoria de Infraestrutura (PROINFRA), as antigas placas de sinalização e orientação que haviam no campus foram removidas no ano de 2006, em função da reestruturação política gerada pela mudança de reitorado, o que deu a alguns órgãos da Instituição, novas nomenclaturas, diferentes das que estavam nas placas indicativas.

Pôde-se verificar também que no trecho B, a calçada da principal edificação do Anel Viário (Prédio da Reitoria) possui uma placa que indica somente a quilometragem do percurso dos caminhantes e corredores. Caminhos alternativos escolhidos pelos usuários se consolidam com o tempo, conforme mostra a Figura 30.

Figura 30 – Detalhe da placa na calçada da Reitoria e caminhos alternativos.

Fonte: FOTOMONTAGEM DA AUTORA, 2014.

Foi possível constatar também que as ruas são bem sinalizadas quanto ao sentido do fluxo e travessia de pedestres, mas não há indicação de onde se chega ao seguir por elas (Figura 31).

Figura 31 – Sinalização das ruas.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2015.

Além disso, as placas direcionais existentes indicam o caminho para bairros próximos e as mais visíveis são comunicativas de alerta de trânsito (Figura 32). Os corredores que dão acesso às entradas das edificações também são desprovidos de sinalização indicativa de percurso e os corredores internos possuem, em sua maioria, endereçamento nas portas de salas e gabinetes.

Figura 32 – Placas existentes no trecho B.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2014.

Em dias de eventos tais como Congressos ou concursos, recursos alternativos são utilizados para orientação. A vegetação esconde boa parte das edificações, impedindo que se tornem marcos visuais (Figura 33).

Figura 33 – Recursos alternativos de orientação.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2014.

Comunicação - A maior parte da sinalização existente no Anel Viário é de alerta de trânsito. Alguns prédios possuem letreiros que podem ser vistos da via e o prédio da Administração Superior (Reitoria) possui antes da rampa de acesso,

uma placa com informações acerca da inauguração da edificação reformada. Os pontos de parada de ônibus possuem pequenos outdoors que são utilizados exclusivamente para publicidade, e os banners espalhados ao longo da via são utilizados para anúncios institucionais. Algumas edificações vistas da via possuem um grande letreiro na fachada, mas acaba escondido pela vegetação (Figura 34).

Figura 34 – Prédio visto da via principal, com a identificação oculta pela vegetação.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2014.

Um outro exemplo de problemas na comunicação da via é o prédio do Centro de Pesquisas Sociais (CPS), que possui uma fachada muito bem sinalizada, porém não há ângulo que o permita ser visto da sua via de acesso e não há nenhuma placa indicando a localização do mesmo (Figura 35).

Figura 35 – Falta de sinalização indicativa para o CPS

No outro lado da via, a calçada da Reitoria possui uma placa referente à inauguração da obra de reforma da edificação. Esta placa se encontra em local de boa visibilidade, mas suas informações tratam exclusivamente da reforma e dos profissionais relacionados com ela. Não há informações sobre o prédio da Reitoria, seus acessos, ambientes ou anexos.

Deslocamento - O Anel Viário possui passeios largos, com largura de 4,00 m, possui pontos de travessia elevada ao nível do passeio e a maioria dos rebaixamentos possui um correspondente do outro lado da rua. Os principais problemas encontrados foram os desníveis ocasionados pelo crescimento de raízes das árvores nascidas próximo ao passeio, os pilares de suporte dos abrigos dos pontos de parada de ônibus que se encontram no meio do passeio sem nenhuma sinalização para deficientes visuais e a dificuldade de acesso para deficientes às plataformas, que possuem um desnível de 2.30 m no trecho A e 1,80 m no trecho C em relação à via principal, conforme visto na Figura 29, página 84.

Boa parte das áreas de rebaixamento de calçada possui um correspondente do outro lado da rua, porém alguns rebaixamentos não foram devidamente executados, deixando degraus que podem vir a se tornar verdadeiros obstáculos às pessoas com deficiência. Um exemplo está próximo ao Pórtico Norte, conforme Figura 36 abaixo:

Figura 36 – Detalhe do rebaixamento de piso nas calçadas do Pórtico Norte.

Nos locais onde estão instalados os pontos de parada de ônibus, falta sinalização tátil nas calçadas, indicando a presença dos pilares de suporte da cobertura, as placas de trânsito, os canteiros e os locais de travessia de pedestres, que já possuem piso podotátil direcional, ainda que um pouco gasto na parte central do piso elevado que, devido às recentes reformas, as calçadas próximas ficaram mais altas do que ele, fazendo com que o que tinha sido feito para eliminar obstáculos, acabasse se tornando um (Figura 37).

Figura 37 – A reforma das calçadas as deixou mais altas que o piso elevado da travessia de pedestres.

Outro exemplo sério de obstáculo ao deslocamento de pedestres no campus está no local onde foi implantado um bicicletário, cujo totem de autoatendimento foi instalado em frente a uma árvore (Figura 38).

Figura 38 – Tótem de autoatendimento do bicicletário.

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2015

Uso - Este parâmetro é o que menos apresentou problemas. O posicionamento e dimensionamento dos espaços internos e externos estão adequados ao uso proposto. As poucas exceções se encontram nos acessos das plataformas, que são onde se localizam as salas de aula e estão inadequados às pessoas com deficiência. Mesmo os locais que possuem plataformas elevatórias para acesso ao segundo andar das edificações, estão a mais de 1,80 m do piso dos pontos de parada de ônibus, por onde chega a maioria dos usuários do campus (vide Figura 28, página 66).

Os passeios que foram preparados para a prática do atletismo, são pintados, tem em sua extensão demarcações de quilometragem e não deixa dúvidas sobre o seu uso. Ele é utilizado na maior parte do tempo por atletas e simpatizantes do esporte, e os demais usuários utilizam o outro lado da rua, que dá acesso às salas de aula (Figura 39).

Figura 39 – Vista do Trecho A

Fonte: FOTO DA AUTORA, 2015.

Os caminhos alternativos criados pela população, conforme mostrado na Página 65, Figura 29, tem gerado uma subutilização de algumas rampas e escadas de acesso às edificações, pois, apesar de estarem bem dimensionadas em suas medidas básicas, os caminhos alternativos tem se mostrado mais rápidos e suaves aproveitando a declividade natural dos terrenos em questão.

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