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Nesta seção serão apresentados os dez grupos de boas práticas, sendo eles: confiança; conflito; diferenças culturais; espírito de equipe; dispersão geográfica e temporal; comunicação; gerência de configuração; tecnologias de colaboração; gerenciamento de projetos; e gerenciamento de riscos.

5.1.1

GBP1 – Confiança

Desafios: Como as equipes estão distantes, o contato pessoal é prejudicado, ou seja, as

pessoas podem não se socializar de uma forma desejável, assim, a confiança pode ser comprometida. Além do desafio de superar a distância entre os membros, o gerente de teste tem que se cercar de cuidados para que, pelo fato de não acompanhar as atividades pessoalmente confie nos resultados das atividades das suas equipes distantes.

Recomendações: As boas práticas que podem minimizar os desafios de confiança foram

tiradas dos trabalhos de Komi-Sirvio & Tihinen (2005), Jalali & Zlatkovic (2009) e Jalali et al. (2010).

1.1 Organizar uma reunião de introdução ou face a face ou via canais síncronos no início do

projeto, ou seja, uma reunião de kick-off.

realizar mais videoconferências.

1.3 Incentivar as pessoas a ficarem sempre disponíveis para seus colegas remotos.

1.4 Incentivar a comunicação informal através de chat ou ligações que estão fora do plano.

1.5 Coletar relatórios periódicos de cada membro da equipe.

1.6 Avaliar o trabalho das organizações parceiras e dos indivíduos antes de iniciar o trabalho

real.

1.7 Promover treinamentos para que os membros estejam capacitados para realizar suas

atividades.

Contexto: Este GBP pode ser realizado no gerenciamento de equipes de teste que estão

em qualquer nível de dispersão. É necessário implantar sempre quando um novo projeto for iniciado e ao longo do projeto quando for preciso.

Resultados esperados: Com o primeiro contato face a face ou via canais síncronos, as

pessoas se conhecerão, elas podem se sentir mais parte da equipe, além disso, pode facilitar uma socialização entre os futuros membros da equipe. Manter uma comunicação síncrona entre os membros da equipe é importante quando não é possível ter uma comunicação face a face. A disponibilidade entre os membros da equipe pode fazer com que as pessoas confiem mais nas outras e no trabalho que elas realizam. Com a comunicação informal pode aumenta a partilha de conhecimentos e ajudar a construir e manter a confiança. Os relatórios de status podem ajudar os gerentes a monitorar o desempenho dos membros da equipe. A avaliação precoce dos indivíduos da sua equipe pode diminuir a imprevisibilidade da qualidade dos resultados finais. Com a realização dos treinamentos, os membros poderão executar as suas atividades de uma forma correta e, além disso, o gerente de teste vai ficar mais confiante nos resultados produzidos. De acordo com Jalali et al. (2010), qualquer tipo de comunicação informal pode compensar a falta de socialização em DGS. Assim, utilizando chats ou ligações não planejadas pode ajudar a minimizar os desafios relacionados à confiança. Dos oito projetos avaliados no trabalho mencionado, sete utilizam essa recomendação. Com todas essas recomendações, acredita-se que a confiança entre os membros da equipe pode ser estabelecida quando os mesmos estão distribuídos.

Dificuldades: Nem sempre o gerente de teste pode contar com todas as equipes remotas em uma única reunião, devido a vários fatores, o mais conhecido é a questão de fuso horário muito diferente, então isso pode dificultar a primeira prática recomendada. Quando existem várias pessoas envolvidas de equipes diferentes, o gerente de teste tem dificuldade em controlar os encontros planejados. Nem sempre as pessoas estão dispostas a ajudar as outras principalmente por não ter um contato mais pessoal. Dependendo da cultura entre as pessoas é difícil incentivar a comunicação informal, principalmente quando a linguagem é diferente, e as pessoas não se sentem muito seguras para falar outra língua. Nem sempre é fácil coletar relatórios dos membros da equipe, já que o gerente de teste possui tarefas mais urgentes, além disso, o número de integrantes pode ser grande e a unidade de medida escolhida para coletar dados do trabalho de cada membro pode não ser a ideal. Nem sempre o gerente de teste tem disponibilidade para avaliar as parcerias e membros da equipe antes do trabalho começar.

5.1.2

GBP2 – Conflito

Desafios: Os conflitos podem surgir por diversos motivos em uma equipe de teste

distribuída, um dos problemas clássicos é a relação entre os desenvolvedores e testadores no processo de requisição de mudança, quanto à correção e a priorização dos defeitos. Quando os recursos como hardwares não estão disponíveis, e o software não é liberado na data prevista pela equipe de desenvolvimento, a equipe de teste pode ter que fazer horas extras, podendo acarretar no surgimento de conflitos entre a equipe. As mudanças no planejamento e alocação podem trazer um desconforto para a equipe. Outros conflitos podem surgir na priorização das atividades, devido aos interesses particulares dos gerentes de cada projeto e de questionamentos relacionados à forma em que os artefatos de teste são gerados devido às diferenças culturais.

Recomendações: As boas práticas que podem minimizar os desafios sobre conflitos

foram tiradas dos trabalhos de Ebert et al. (2001), Huzita et al. (2008) e Infosys (2013).

2.1 Coordenar e discutir com a equipe de desenvolvimento em relação aos possíveis defeitos

antes de reportar o defeito.

2.2 Estabelecer definições claras para a severidade e prioridade do defeito. Treinar todos os

pelo líder da equipe antes do defeito ser reportado.

2.3 Definir antes de começar o projeto quais as equipes estão envolvidas e o que elas vão

fazer, em que local. Isto inclui foco em regras de alocação, como a dispersão ou co- alocação.

2.4 Deixar claro para as equipes, que as mesmas são responsáveis por seus resultados.

2.5 Informar o cronograma, metas e recursos para a equipe. É importante que os membros

das equipes aceitem e compreendam. Para isso é necessário realizar uma reunião face a face, onde a linguagem corporal pode alertar o gerente quanto ao acordo ou desconforto da equipe.

2.6 Prover cursos de orientação para assegurar que os membros da equipe estão cientes das

diversidades culturais.

2.7 Estabelecer equipes de backup, que possam realizar as atividades de teste em situações

necessárias.

2.8 Criar políticas de resolução de conflitos: quem, como, quando aplicá-las devem ser

definidas.

Contexto: Este GBP pode ser realizado no gerenciamento de equipes de teste que estão em qualquer nível de dispersão. É necessário implantar ao longo do projeto.

Resultados esperados: A coordenação com a equipe de desenvolvimento sobre possíveis defeitos pode provocar uma redução considerável no número de defeitos inválidos, a atribuição de severidade e prioridade adequada aos vários defeitos registrados facilita a equipe de desenvolvimento focar nesses defeitos de uma forma bem organizada e não haja conflitos entre os desenvolvedores e testadores. As informações sobre cronogramas, metas e recursos ajudam os membros das equipes a entenderem as expectativas do projeto, assim, os imprevistos podem ser classificados antes que os mesmos aconteçam e os membros das equipes conheçam as possíveis soluções já mapeadas pelo gerente de teste, com isso, os conflitos relacionados à indisponibilidade de recursos e atrasos na entrega do software podem ser minimizados. Para minimizar os conflitos relacionados às diferenças culturais, é importante que a empresa disponibilize cursos de orientação cultural. Ganhar conhecimento sobre cultura nacional e os valores religiosos de clientes e membros da equipe

geograficamente localizados ajuda a todos da equipe a interpretar e compreender os comportamentos, desenvolver o respeito entre as pessoas e também criar um nível de compreensão. As equipes de backup ajudam a dar suporte 24/7 durante todo o ano e evitar situações complexas, onde, em particular, os feriados religiosos ou nacionais. Criar uma política de resolução de conflitos é importante para as empresas Devido às diferenças sociais e culturais, existem conflitos relacionados no entendimento do que foi dito, valores, prioridades, atitudes, e aspectos técnicos. Por isso é necessário criar políticas de resolução de conflitos (HUZITA et al., 2008). Com todas essas recomendações, os conflitos entre os membros da equipe podem ser minimizados quando os mesmos estão distribuídos.

Dificuldades: Os membros das equipes de teste e de desenvolvimento têm que estar dispostos a utilizarem as definições aprendidas sobre severidade e prioridade dos defeitos. Apesar da definição antecipada sobre as atividades e as equipes, pode haver alguma mudança ao longo do projeto. Nem sempre os gerentes de teste conseguem mapear os imprevistos que podem acontecer no processo de teste e, além disso, garantir que as soluções inicialmente pensadas possam ser colocadas em prática devido a problemas com a alocação e tempo de entrega. Nem sempre o gerente de teste tem a possibilidade de criar uma equipe backup, já que, muitas vezes a equipe de teste é pequena.

5.1.3

GBP3 – Diferenças Culturais

Desafios: O gerente de teste e os integrantes do grupo precisam conhecer a cultura de cada

equipe para poder se comunicar da melhor forma possível, se familiarizar com sotaques e gírias e entender os hábitos culturais. Outros desafios encontrados foram: gerenciar formas de resolução de problemas e medir a performance e os níveis de qualidade das equipes.

Recomendações: As boas práticas que podem minimizar os desafios de diferenças

culturais foram tiradas dos trabalhos de Kayworth & Leidner (2000), Sengupta et al. (2006), Jalali & Zlatkovic (2009) e Figueredo (2011).

3.1 Utilizar um processo de teste bem definido que aborde os métodos de teste a serem

utilizados, isto possibilita a uniformidade dentro da equipe. A automação dos testes possui uma forma de representação única e padronizada e define a ordem de integração e

realização de testes.

3.2 Praticar a co-alocação temporária, ou seja, criar equipes ou disponibilizar pessoas por um

determinado tempo em equipes de outros países.

3.3 Adquirir a consciência cultural quer por experiência ou treinamento para compreender

valores e as diferenças uns dos outros.

3.4 Realizar exercícios de team-building (construção de equipes).

3.5 Criar uma cultura organizacional de compartilhamento de problemas.

3.6 Usar avaliações em pares para a garantia da qualidade no início do projeto.

3.7 Identificar métricas para representar o esforço de cada um dos parceiros envolvidos no

projeto e medir se as responsabilidades atribuídas estão sendo atendidas.

Contexto: Este GBP pode ser realizado no gerenciamento de equipes de teste que estão

em qualquer nível de dispersão. É necessário implantar no início do projeto e acompanhar ao longo do mesmo.

Resultados esperados: Com um processo bem definido, independente da cultura a

uniformidade das atividades pode ser alcançada, outra técnica que pode ajudar é a criação de testes automáticos que são padronizados. Ao praticar a co-alocação os desafios relacionados à forma de se comunicar podem ser minimizados, pois os membros da equipe poderão se familiarizar com a questão de sotaques e gírias, além disso, os hábitos culturais podem ser entendidos. Ao entender a cultura das outras equipes, é mais fácil compreender as diferenças de estilos de trabalho ou de resposta a problemas, assim, pode auxiliar os gerentes de teste no planejamento e controle do projeto. A realização de exercícios de team-building ajuda a construir a consciência das distinções culturais entre os membros da equipe. Quando os problemas são compartilhados entre os gerentes de teste, a resolução do mesmo pode ser realizada em conjunto em busca da melhor solução independente da cultura. Ao realizar as avaliações em pares, um membro da equipe da confiança do gerente de teste fica responsável em verificar o trabalho de outro membro da equipe remota, logo no início do projeto, isso ajuda a manter o padrão das atividades como também na medição de performance e qualidade. Muitos dos artigos encontrados mencionam que é importante que se pratique a co-

alocação temporária, assim, os integrantes podem conhecer de perto a cultura de seus colegas de trabalho visando minimizar os desafios relacionados às diferenças culturais. Segundo Kayworth & Leidner (2000), é necessário prover treinamentos para aumentar a consciência intercultural. Com a utilização dessa recomendação quanto às outras mencionadas, as equipes de teste distribuídas poderão trabalhar respeitando as diferenças culturais e realizar um melhor trabalho de equipe. Com essas recomendações, os desafios relacionados às diferenças culturais podem ser minimizados.

Dificuldades: Testes automáticos nem sempre são viáveis de se criar, isso vai depender

do tempo, perfil e recurso de cada equipe e principalmente se os mesmos poderão ser reutilizados com frequência. Nem sempre o projeto tem recurso suficiente para disponibilizar a co-alocação entre as pessoas da equipe. O gerente de teste pode receber a notícia em poucos dias que irá trabalhar com outras equipes e não ter o devido tempo para se preparar para adquirir o conhecimento cultural. Quanto à realização de exercícios de team-building nem sempre a empresa está disposta a investir nessas práticas. Muitos gerentes de teste podem não gostar de compartilhar seus problemas, por acreditar que podem resolvê-los sozinhos. Devido ao tempo curto para as atividades da fase de teste, as revisões em pares podem ficar para segundo plano.

5.1.4

GBP4 – Espírito de Equipe

Desafios: O comprometimento entre as equipes pode ser afetado quando as equipes estão

distribuídas, assim o gerente de teste tem o desafio de gerenciar o espírito de equipe entre os membros.

Recomendações: As boas práticas que podem minimizar os desafios de espírito de equipe

foram tiradas dos trabalhos de Smith & Blanck (2002), Huzita et al. (2008) e Costa et al. (2011).

4.1 Criar um site da equipe, ter fotos dos membros da equipe com informações sobre suas

origens, a educação, especialidades, hobbies e família.

4.2 Fornecer meios de comunicação suficientes, tais como videoconferência ou espaços de

4.3 Estabelecer critérios para a constituição das equipes e encorajar o senso de equipe.

4.4 Pedir para os membros estimarem o tempo que levará para cumprir as atividades críticas.

Contexto: Este GBP pode ser realizado no gerenciamento de equipes de teste que estão

em qualquer nível de dispersão. É necessário utilizar quando um novo projeto for iniciado e ao longo do projeto quando for preciso.

Resultados esperados: A criação do site pode ajudar a trazer membros mais perto do

gerente de teste e, além disso, fortalecer as relações entre os membros da equipe, essa recomendação também serve para resolver alguns problemas relacionados às diferenças culturais. A comunicação através de meios, como videoconferência pode ajudar aos membros a se conhecerem e ter mais confiança uns nos outros. Pensar na constituição da equipe e procurar maneiras de encorajar o senso da equipe pode ajudar a fortalecer o espírito de equipe. A estimativa de tempo pode fazer com que os membros das equipes possam ter um maior comprometimento com suas atividades. Com a criação de um site da equipe contendo fotos e informações pessoais, Smith e Blank (2002), acreditam que o espírito de equipe pode ser fortalecido. Tanto essa recomendação quanto às outras podem fazer com que independente da cultura e distância, as equipes se sintam como uma só, colaborando umas com as outras. Assim, com essas recomendações o espírito de equipe pode ser estabelecido entre os membros.

Dificuldades: A criação do site depende do interesse da empresa e não apenas do gerente

de teste. É importante o gerente de teste ter experiência para poder estabelecer critérios da seleção dos membros e encorajar o senso de equipe. É difícil para os membros das equipes estimarem corretamente todas as atividades críticas que serão realizadas, pois às vezes as pessoas não sabem precisar o tempo.

5.1.5

GBP5 – Dispersão Geográfica e Temporal

Desafios: Devido à dispersão geográfica e temporal, é difícil realizar um treinamento

remoto e identificar se as pessoas permaneceram com dúvidas. Agendar horários de reunião em que todas as equipes estejam disponíveis, manter a informação assíncrona mais clara

possível, estar presente em alguns momentos do projeto nas equipes que estão distantes e verificar se as equipes estão trabalhando nas atividades certas e de forma correta.

Recomendações: As boas práticas que podem minimizar os desafios de dispersão

geográfica e temporal foram tiradas dos trabalhos de Ebert et al. (2001), Komi-Sirviö & Tihinen (2005), Herbsleb et al. (2005), Lamersdorf et al. (2009), Bath et al. (2011), Costa et al. (2011), Infosys (2013), Collins et al. (2011), Huzita et al. (2008). A recomendação do GBP2, 2.4 também pode ser utilizada para minimizar desafios de dispersão geográfica e temporal.

5.1 Após a realização do treinamento, deixar o material disponível para todos em um formato

eletrônico.

5.2 Horários de reunião devem ser estabelecidos no início do projeto no intuito de acomodar

todos os fusos horários pertinentes.

5.3 Incentivar os projetos a experimentar ferramentas que apoiam a colaboração assíncrona,

como Wikis.

5.4 Utilizar uma ferramenta web de planejamento e acompanhamento do projeto.

5.5 Definir o orçamento de viagem antecipadamente.

5.6 Criar testes automáticos para que todas as equipes possam executar os testes de regressão

independes da dispersão geográfica e temporal.

5.7 Distribuir responsabilidades de acordo com o perfil (exigido pelas atividades) e pela

localização.

Contexto: Este GBP pode ser realizado no gerenciamento de equipes de teste que estão

em qualquer nível de dispersão. É necessário implantar quando o projeto estiver sendo planejado e pode ser acompanhada ao longo do mesmo.

Resultados esperados: A disponibilidade do material de treinamento ajuda a solucionar alguma dúvida que tenha permanecido durante o mesmo e até mesmo se o treinamento tiver sido realizado em outra língua que não seja a nativa da equipe que está recebendo o treinamento isso irá contribuir para que as atividades sejam realizadas de forma correta. Se no início do projeto os horários de reuniões forem estabelecidos, o gerente de teste pode criar

estratégias para manter uma comunicação mais eficiente entre as equipes. Ferramentas como a Wiki podem ajudar a superar as diferenças de fuso horário, já que a mesma é uma ferramenta de colaboração simples e flexível. Com a utilização de uma ferramenta web de planejamento e acompanhamento o trabalho pode se tornar mais dinâmico possibilitando uma melhor visualização pelo gerente de teste do seu progresso. Logo no início do projeto é necessário planejar todas as viagens do gerente de teste e dos membros da equipe para passar um tempo nos locais em que as outras equipes estão alocadas, para adicionar no orçamento do projeto. Depois que as pessoas se reúnem e trabalham juntas ajuda na interação entre as equipes. Em projetos distribuídos é importante incentivar testes automáticos para minimizar as diferenças de fuso horário. Distribuir as atividades por perfil e localidade pode ajudar a minimizar problemas relacionados à distância. Quando as equipes assumem a responsabilidade por determinadas tarefas o comprometimento aumenta e os resultados se tornam mais confiáveis. Existem vários desafios relacionados à dispersão geográfica e temporal, muitos dos trabalhos relacionados à DDS buscam boas práticas para minimizá-los. De acordo com Bath et al. (2011), os horários de reunião devem ser estabelecidos no início do projeto para acomodar todos os fusos horários pertinentes. As outras recomendações apresentadas podem ajudar em equipes de teste distribuídas.

Dificuldades: Nem todos os treinamentos têm algum material, e muitas vezes não é possível alocar pessoas para cria-lós. Apesar de estabelecidos os horários, eles podem não ser ideais. A Wiki deve ser sempre atualizada, então é necessário que o gerente de teste incentive a colaboração dos membros da equipe. É difícil encontrar uma ferramenta adequada as suas necessidades para o acompanhamento do projeto. Outra dificuldade é a disponibilização de parte do orçamento do projeto para todas as viagens que o gerente de teste espera realizar. A automatização de testes requer muitos esforços e um alto custo podendo ser inviável para alguns projetos. Nem sempre em um determinado local existe uma pessoa com o perfil específico para exercer a atividade.

5.1.6

GBP6 – Comunicação

Desafios: Gerenciar a documentação de teste (Testware) para que todos possam ter o

conhecimento e acesso às mesmas. O idioma é um dos principais desafios na comunicação, o gerente de teste tem que fazer com que sua equipe aprimore cada vez mais o idioma padrão de

comunicação da empresa, pois o idioma pode comprometer as atividades de teste do projeto. O vocabulário técnico da equipe de teste deve ser gerenciado, pois, a equipe lida com equipes

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