As paredes verdes constituem um sistema de revestimento vegetal que vai de encontro às premissas de uma arquitetura sustentável, a partir do aproveitamento dos recursos naturais e da mitigação de impactos negativos ao meio ambiente. Podem ser aplicadas às edificações visando alcançar diferentes objetivos, seja como elemento estético, como ferramenta para aumentar a biodiversidade e as áreas verdes no ambiente urbano, para melhorar a qualidade do ar ou proporcionar melhorias a seu desempenho térmico. No entanto, para o sucesso de sua aplicação, é imprescindível que sua utilização seja fruto de estudos e decisões projetuais sobre a escolha das espécies, dos materiais e dimensionamentos adequados, bem como da realização de uma manutenção periódica do sistema.
A partir dos resultados obtidos nesse trabalho demonstra-se que existe uma diferença na temperatura interna dos ambientes decorrente dos dois arranjos de fachada: com e sem vegetação. A vegetação na fachada, apresenta-se como uma camada que diminui as trocas de calor entre os meios interno e externo, ajudando a manter baixa a temperatura interna do ambiente durante o dia, e amena durante a noite, resultando numa menor amplitude térmica diária.
Com base nos resultados, percebe-se também que as paredes verdes apresentam maior eficácia no verão e em regiões mais quentes, visto que a vegetação pode proporcionar efeitos negativos no inverno, reduzindo o aquecimento solar diurno. No entanto, em condições frias, a camada de folhagem também é responsável por diminuir a perda de calor durante a noite, aumentando a temperatura interna mínima. Portanto, a camada de vegetação representa uma alternativa eficiente para a melhoria do desempenho térmico das edificações, principalmente em locais de clima quente, auxiliando no cumprimento dos critérios mínimos de desempenho térmico estabelecidos pela norma NBR 15.575 (ABNT, 2013). Sua eficácia decorre principalmente da proteção proporcionada à envoltória da edificação contra à incidência de radiação solar direta, além de envolver fenômenos complexos relacionados à evapotranspiração das plantas, que também influenciam na melhoria da umidade do ar próximo à envoltória.
Embora as duas tipologias de paredes verdes apresentem comportamentos muito semelhantes, demonstrando o potencial de ambas na melhoria do desempenho térmico da envoltória e, consequentemente, da temperatura interna das edificações, nota-se um melhor desempenho
térmico da tipologia de parede verde indireta, quando se utiliza o modelo HAMT, pela ação conjunta da umidade e da camada ventilada existente entre a vegetação e a fachada.
Nas simulações computacionais horárias do desempenho térmico de edificações, é usual não considerar a transferência de umidade na envoltória. Considera-se apenas o calor sensível nessas análises. No entanto, como pode ser observado neste estudo, quando se utiliza o modelo HAMT do EnergyPlus há uma alteração nos resultados melhorando o desempenho térmico da envoltória, que, conforme comparação com outros estudos, se mostram mais precisos.
No que se refere a simulação do comportamento térmico de paredes vegetadas, criar um modelo computacional que reflita de maneira fiel todas as propriedades e aspectos relacionados às plantas ainda consiste em um grande desafio, seja pela falta de dados acerca das propriedades da vegetação ou pela não-consideração de aspectos importantes pelo programa. O que reforça a necessidade de novos estudos sobre o tema e o aprimoramento das ferramentas de simulação.
As paredes verdes, portanto, podem representar uma solução sustentável para novas construções, bem como para a instalação em construções já existentes, constituindo uma estratégia projetual a ser implantada às edificações. Em relação às habitações de interesse social, as paredes com vegetação podem melhorar seu desempenho térmico, uma vez que estas construções se destinam a uma população de baixa renda, que nem sempre pode pagar por erros cometidos em projeto que elevem o consumo de energia destes edifícios, principalmente para o seu condicionamento quando esse se faz necessário
6.1 Sugestões para trabalhos futuros
• Avaliar o desempenho térmico da parede verde considerando outros materiais de fechamento de uma edificação;
• Analisar aspectos referentes à implementação e manutençao das paredes verdes, como tipos e materiais para suporte, distância da cavidade de ar entre a alvenaria e a folhagem, dimensionamento das jardineiras, tipos de substrato, sistemas de irrigação, entre outros;
• Comparar diferentes espécies de trepadeiras, avaliando a influência de suas propriedades físicas e de características como a espessura da folhagem e a densidade da cobertura vegetal, no desempenho térmico da parede verde;
• Analisar a aplicação de paredes verdes em ambientes internos;
• Analisar o impacto da parede verde ao microclima local das imediações da edificação, considerando aspectos como temperatura do ar, umidade relativa e radiação solar.
• Avaliar o desempenho térmico da técnica denominada neste trabalho como parede viva para o contexto bioclimático brasileiro.
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