External Sorting and Related Problems
5.3 Prefetching, Caching, and Applications to Sorting In this section, we consider the problem of prefetch scheduling for
5.3.4 Duality between Merge Sort and Distribution Sort In the case of merging R runs together, if the number R of runs is
(O espetáculo inicia com o caixeiro viajante entrando na área cênica cantando até chegar próximo do público)
(2 x) Eu vim de longe procurando um amor da terra eu vim, da terra eu vou eu vim de longe procurando um amor
FRANCISCO ANTONIO - Quantas pessoas bonitas eu vejo por aqui, já fazia muitos tempo que eu não encontrava pessoas tão bonitas quanto essas.
vocês sabiam que há muito tempo eu estive aqui e nada era desse jeito, como as coisas mudam, né? Mas vamos deixar isso pra lá. (Nesse momento Francisco
Antonio dá uma olhada no local e começa a relembrar do tempo que esteve naquela cidade)
Mas ainda me lembro bem quando eu era pequeno passeava com meu avô e uns desses passeios por uma estrada estreita com matos vimos uma cruz no caminho, eu, logo fiquei impressionado e queria saber o que fazia aquela cruz ali.
Meu avô logo foi falando - Olha meu neto nesse mesmo lugar está enterrado um anjinho, uma criança que nasceu e logo morreu antes de ser batizado. Questionei porque ele não tinha sido enterrado no cemitério.
- Porque só quem pode ser enterrado no cemitério é aquele que foi batizado, e aqueles que não são batizados são enterrados na estrada e próximo da casa da família. Quando você passar por uma cruz na beira da estrada coloque um presentinho para o menino pagão.
Questionei por que eu não tinha dinheiro para comprar um presente nem pra mim, e como eu iria comprar um presente para aquele menino que morreu?
Meu avô começou a rir nesse momento dizendo que o presente não é comprado,
mas um presente que você encontra na estrada e esse presente pode ser uma flor,
uma pedra, um galho, pode ser qualquer coisa, mas que seja dada de coração. O tempo foi passando quando eu era uma criança maior estava indo para a escola
com Maria, que morava lá no sítio perto de casa. Maria era tão bonita, tinha os olhos
que brilhavam como uma estrela de noite, seu cabelos bem pretinho e o sorriso dela
ah… Sempre ia eu e Maria caminhando pra escola, estava feliz que nunca tinha ido
a escola e aquela era a nossa primeira semana. Quando estava indo pra escola vi
que na estrada tinha um pequeno túmulo e uma cruz em cima da cruz tinha algumas
pedras, eu só olhei e passei meio apressado, Maria sempre ao meu lado por isso
não podia demonstrar que estava com medo. Fomos para a aula e quando voltamos
pelo mesmo lugar já era de tardezinha e escutamos um barulho, olhamos um para o
outro e continuamos andando e o barulho era como se tivesse alguém chorando,
uma criança que chora como se estivesse triste ou com fome, nesse momento eu e
Maria nos olhamos de novo e eu não podia mostrar que tava com medo,
começamos a andar mais rápido quando cheguei em casa contei o que tinha
acontecido ao meu pai, que logo deu uma risada. - Eu não gostei nada dele estar
rindo de mim. - meu filho vou contar uma história que meu pai me contou, ha muitos anos atrás tinha um casal que tinha acabado de ir morar juntos isso sem casar, a
mulher ficou grávida de uma criança, durante a gravidez a mulher estava
muito doente os médicos não sabia o que ela tinha ao certo, ela estava muito
fraca e a criança acabou nascendo antes da hora com 8 meses, sobreviveu a
mãe e criança após o parto, mas a criança muito doente chorava muito e sua
mãe para acalmar-lá cantava para ela e a criança voltava a dormir. Todos
sabia que a criança não ia viver por muito tempo então chamaram o padre da
cidade para batizar a criança, no dia seguinte o padre chegou na casa do
casal e disse que não poderia batizar a criança porque os pais dela não era
casado, se os pais se casassem ele poderia batizar a criança. Naquela tarde
a criança chorava e sua mãe cantava pra ela dormir. Quando o sol estava se
pondo ela fechou os olhos de uma vez por todas. A criança tinha morrido e
quando chegava perto do sol se pôr escutava-se a criança chorar e só parava quando sua mãe ia até a estrada onde a criança estava enterrada e cantava para ela. Todos os moradores daquela região quando passam perto da cruz depositavam uns presentinhos para a criança ficar feliz, os presentes eram galhos, rosa e pedrinhas bem redondinhas. Dizem que as pedrinhas eram que ela mais gostava para brincar.
Mas essa é só uma história meu filho não precisa se preocupar foi só uma história que meu avô me contou quando eu era criança e passeávamos por uma estrada e sempre que ele passava ele deixava a pedra mais redondinha que encontrava e claro que eu fazia a mesma coisa.
Ouvindo meu pai contar aquela história, uma história que eu bisavô contou para ele me fez sentir saudade do meu avô e do tempo que ficávamos juntos. No dia seguinte estávamos eu e Maria passando pela mesmo estrada, contei a Maria a mesma história que meu pai tinha me contado, ela ficou surpresa com a história e quando estávamos voltando para casa, escolhemos no caminho o melhor presente para deixar no túmulo da criança, mas para Maria aquilo não era suficiente, ela queria aprender a cantar a mesma música que a mãe da criança cantava para ela dormir, assim ela cantaria e a criança pagã ficaria feliz e dormiria em paz.
Maria chegou na minha casa e meu pai contou a história e ensinou a cantar a música e Maria aprendeu a cantar e juntos depois de depositar os presente no túmulo Maria começou a cantar.
Dorme bem meu anjinho dorme bem, que hoje o sol se vai mas amanhã ele vai volta sorrindo não tenha medo do escuro porque no
céu as estrelas e a lua cuidará de ti, cuidará de ti, cuidará de ti Dorme bem meu anjinho, dorme bem
Maria, depois de muitos anos contava a mesma história que tinha escutado do pai do amor da sua vida, ela mesmo velhinha morava em uma casa pequena feita de varas e barro de teto baixo mas, com sua família longa de filhos, netos, bisnetos e sobrinhos e sobrinho neto, e todas outras crianças da família e vizinhos chamavam ela de vó. No mesmo lugar, no seu quarto sentada em sua cama e por 111 anos contava a mesma história.
Francisco Antônio - quantos amores foi vivido e quantos ainda tem pra viver, você já ama alguém? vejo em seus olhos os mesmo olhos que eu vi em uma menina há muito tempo atrás ela tinha os seus olhos e seu sorriso. Eu me lembro muito bem e com muita saudade, saber em um tempo muito difícil em que uma cidade toda sofria com a seca e com a fome então o senhor Jesuíno, um fazendeiro da cidade, resolveu entrar em contato com o governador do Estado em uma carta falando do que estava acontecendo e solicitando máquinas para a construção de um açude que iria abastecer toda a cidade, quando chegou uma carta do governador dizendo que iria mandar urgentemente as máquinas e os operários para a construção do açude. Jesuíno, que era o representante dos fazendeiros, foi logo contando aos outros e a toda população decidiram, então, dar uma grande festa para receber com um trio sanfoneiro.
Chegou o tão esperado dia: a chegada das máquinas e operários. Toda a população estava presente na praça da cidade com seus bancos envolta e bem distribuída, algumas ficavam na parte de cima da praça subindo as escadas e bem no centro um coreto coberto com telhas e colunas pintada de branco e paredes pintadas de azul. Era a coisa mais linda, toda a população se divertia ao som da sanfona, zabumba e triângulo que ficavam de frente para a igreja. O governador comprimentava todo mundo e sempre ao lado do coronel Jesuíno que conduzindo para o palanque onde ia começar o discurso. Na fazenda, Maria olha atenta na direção de onde estava acontecendo a grande festa, meio triste porque seu pai não deixou ir. Desde a morte da sua neta ela não saía da fazenda, a não ser quando ia para feira fazer compras com a empregada Luzia, uma senhora que cuidava de Maria desde seu nascimento. Luzia era a mãe de leite e sempre cuidava muito bem da menina. Quando Maria estava lá na janela olhando e escutando a música Gorete
a filha de Luzia que tinha a mesma idade de Maria e cresceram juntas, chegou e disse:
- Maria vá colocar um outro vestido que vamos dar uma volta na festa. Maria assustada com aquela notícia - Mas como assim Gorete? Nem sua mãe e muito menos meu pai. Tais doida é mulher?
Margarida deu uma risada do nada olha Maria tão inocente - Não, Maria, nós vamos escondidas e voltamos antes que eles percebam. - Ah se é assim vamos sim vou colocar um vestido e já volto. Depois de um certo tempo saem as duas mocinhas para a festa, quando chegou na praça onde estava acontecendo o evento Maria ficou encantada com tanta gente, as luzes e o som da sanfona que tocava um forrozinho bom, a música parecia guiá-la para o centro onde ficava o coreto, foi nesse momento que o olhar de Maria encontraram o de José, caminhando um na direção do outro sem falar uma só palavra, Maria sentia seu coração acelerado, a respiração ofegante foi nesse momento em que José lhe estendeu a mão e tirou Maria para dançar.
Os dois não disseram uma palavra um para o outro mas algo estava acontecendo o coração de Maria batia junto ao de José na mesma velocidade e compasso, quando do nada chega Gorete chamando Maria e dizendo que tinham que correr pra casa pois ela tinha sido descoberta e precisava voltar agora. Ela pegou no braço de Maria, já era tarde demais. Jesuíno deu um grito forte que na mesma hora assustou Maria, Gorete e as pessoas que estavam próximo dali. Na mesma hora a menina correu para casa quando Jesuíno disse - em casa a gente conversa dona Gorete e Maria sobre esse atrevimento.
José, um rapaz de pele morena e queimada pelo sol era um dos trabalhadores que vieram da capital do estado para trabalhar nas máquinas que iam cavar o açude, estava olhando tudo o que aconteceu, mas a única coisa que pensava era Maria que nome lindo, ele sabia o nome dela mesmo sem ter perguntado e agora sabia quem era o pai dela, mas ele já estava encantado pela moça. No dia seguinte todos os trabalhadores iam começar os trabalhos. José passou o dia todinho pensando em Maria. Quando foi mais à noite ele saiu pela
cidade pra ver se conseguia ver Maria no coreto da cidade que ficava na praça onde tinha acontecido a festa, já faziam três semanas e nada de José conseguir ver a Maria.
Na casa de Maria as Moças ficaram de castigo por ter desobedecido o senhor Jesuíno. Gorete tava muito chateada, mas Maria tava nem aí, parecia que estava em outro planeta.
- Oh, Maria, parece que você está gostando de tá de castigo e gostou da bronca foi?
Maria nada disse, ela estava encantada olhando as estrelas, quando Gorete chamou seu nome duas ou três vezes ela respondeu:
- O que foi Gorete, o que aconteceu ?
- O que aconteceu eu não, porque tú tá aí com essa cara de abestalhada. Mas me diga uma coisa quem era aquele moço que você tava na festa?
Maria dá um suspiro sem saber disfarçar entregando a Gorete o porquê dos pensamentos perdidos
- Ah Gorete eu não sei quem ele é, eu só olhei para e ele tava me olhando e andando na minha direção, minha respiração foi ficando pesada, o coração batendo forte e quando ele estendeu a mão pra mim na hora da música não consegui dizer não.
Quando Maria falava seus olhos brilhavam e Gorete foi logo dizendo que ela estava era apaixonada pelo moço.
- Será Gorete, eu só sei que achei ele muito bonito.
Depois de castigo que durou umas três semanas Gorete foi até a cidade para descobrir quem era o moço e também saber do nome, porque não dava pra tá chamando ele de moço para sempre. Apois se Gorete não foi lá na barreira do açude pra ver o moço e tentar descobri que era ele. Eita menina danada e ainda disse mais que Maria tinha gostado de José. Gorete era a pessoa que ajudava esse amor tão bonito de Maria e José. Era sempre no fim da tarde antes do sol se pôr o encontro dos dois era um amor tão lindo de se ver, desse amor surgiu um fruto que tava crescendo na barriga de Maria. Foi quando os dois decidiram fugir. Iriam só esperar o tempo certo, quando Jesuíno fosse passar uns dia na capital, esse seria o momento certo.
Maria passou um tempo sem ver José com medo do seu pai desconfiar, Gorete sempre leva os recados de Maria para José. Nesse período curto de tempo José ficou muito doente e um certo dia ele acabou morrendo na beira do açude que tava pronto e cheio de água, era na hora do pôr do sol. Lá estava José caído e seus amigos correram pra ajudar, mas era tarde demais.
Gorete não sabia como dizer a Maria o que tinha acontecido, justamente porque ela sabia que Maria estava grávida e isso poderia ser muito pesado para ela. Assim que ficou sabendo o que tinha acontecido Maria correu e foi até a casa onde José morava com os outros que ficavam subindo a ladeira e lá no alto em umas casas bem antigas e ela então velou a morte do seu amado.
Lembro bem das palavras dela naquele dia - Ah, meu amor que será de mim sem você, sem seu carinho, sem seu amor. Eu não sei se vou conseguir viver sem você ao meu lado e o nosso filho como eu vou criá-lo sem você ao meu lado.
Todos ficaram espantados com aquela declaração e justamente quando seu Jesuíno chegou e levou Maria para casa. Depois desse dia Maria ficou presa em casa durante toda a gestação, seu pai sentia vergonha de saber que a filha estava grávida e sem ser casada e ainda mais com um peão de obra. Maria não passou a gestação com saúde, tinha sempre um médico na fazenda, a tristeza da pobre menina era de doer o coração, o médico aconselhou que Maria caminhasse sempre que pudesse, isso iria fazer bem tanto para a mãe quanto para o bebê, daí sempre ao fim da tarde Maria caminhava no fim da tarde e as do sol se pôr, isso fazia lembrar o seu grande amor e seus encontros.
Maria já estava no seu sétimo para o oitavo mês e, em uma quinta feira quando passeava pela parede do açude, olhando para o horizonte viu o sol que deixava o céu com uma cor alaranjada, então Maria desceu mais um pouco até próximo a água no mesmo local onde seu José tinha caído morto, enquanto tudo ali se passava como um flash na sua cabeça naquele mesmo lugar onde tudo começou e terminou. As dores do parto começaram forte e cada vez mais sem força para subir a parede do açude de volta, ali mesmo Maria gritando de dor, mas ninguém conseguia escutar, cada vez mais a dor ficava mais forte e a criando estava quase
nascendo, o vento começou a soprar tanto que a água do açude começou a se
mover como pequenas ondas que alcançavam o lugar em que Maria estava. A
criança nasceu e o cordão umbilical preso nas pernas. Maria olhou para seu filho e
ele olhou para a mãe e, nesse momento, Maria faleceu e seu filho ficou ali naquele
mesmo lugar até o vento soprar tão forte ao ponto da água do açude puxar a
criança para dentro d’água. A cidade toda parou com a morte de Maria e seu filho, uns dizem que ela
estava tão triste que jogou a criança no açude porque ela tinha nascido metade
menino e metade cobra e cheia de desgosto se matou. Até hoje sempre quando
chega próximo da hora do pôr do sol eu vou até a parede do açude e fico a olhar o
horizonte e lembro que Maria e José tinha morrido ali naquele lugar e a água do
açude começa a se mover de um lado para o outro e do nada uma cabeça se
levanta da água e vejo é o bicho do açude que sempre por essas horas ele aparece
no final do pôr do sol. Até hoje eu vou caminhar na parede do açude sempre quando
dá a hora do pôr do sol vejo aquele céu lindo e mato a saudade do bicho do açude
que vem logo mexer as águas só para para dizer que ele tá alí, é dessa forma que
ele me recebe e vai embora. Francisco Antônio - eu, eu já andei por tudo que é canto e em umas das minhas
andanças passei pela cidade de Monte Alegre, nesse lugar ninguém fica triste o
povo de lá é tudo acolhedor, nos recebe muito bem e, como todo povo educado,
sempre tem um cafezinho pra oferecer e nós pra tomar (Risos). Na época, Monte Alegre se chamava Bagaço e todo mundo vivia da cana de
açúcar, as matas eram mais fechadas e tinha um povoado pequeno que dava gosto
de ver… uma dia meu compadre (pausa e olha para o público) todo mundo é
compadre nesses lugares. Francisco foi pra casa da namorada que ficava em um sítio vizinho e até chegar lá ele passa por uma estradinha bem estreita e logo depois
tinha que passar por uma ponte que era feita de carnaúba, isso facilitava para as carroças, cavalos e os moradores atravessar, sabe? Então, naquele lugar algumas pessoas diziam que tinha visto um bicho correndo naquelas matas e ninguém sabia ao certo o que era. Uns diziam que era
raposa, mas o bicho era muito grande para ser uma raposa, outros diziam que era
encontrar, Francisco colocou na cintura uma faca de 15 polegadas que parecia mais uma espada de tão grande.
No caminho, quando estava voltando para casa, Francisco escutou uns barulhos na mata fechada. (Som de uma pessoa correndo no mato). Ele parou… olhou para o lado e olhou para o outro e viu só o mato verde daquele lugar. Voltando a caminhar ele escutou novamente um barulho estranho.
- vixe maria o que deve ser isso, será que é o que estou pensando, claro que não isso deve ser bobagem… Foi só conversa daquele povo só para me fazer medo.
Por mais que Francisco não acreditasse, seu passos ficaram mais rápidos e quando chegou na ponte feita com tronco de carnaúba, ele escutou pisadas de um bicho que estava bem próximo, quando do nada o bicho pulou para cima de Francisco dando tempo só dele tira a faca que estava em sua cintura e em uma luta corpo a corpo com o lobisomem acertou uma facada na sua barriga, dando possibilidade de Francisco correr até chegar em casa.
Quando já estava fora de perigo, Francisco se lembrou que seu compadre ficou de encontrar ele na estrada, para ele não voltar só.
- Eita mulesta será que meu compadre está bem, será que ele encontrou o lobisomem? Ai minha nossa Senhora, preciso ir até a casa dele pra saber se ele tá bem.
Quando Francisco chegou na casa do seu compadre viu que ele estava ferido e foi logo perguntando:
- Meu compadre tá bem? vejo que tá meio cambaleando! - É nada não meu compadre.
- E esse ferimento aí na sua barriga?
- Ah, isso, eu acabei tropeçando e cai em cima de um pedaço de toco. - Então melhora, meu compadre!
Saindo da casa do seu compadre, Francisco caiu em si que o ferimento não parecia que foi de um pedaço de toco e sim um punhal. Eita minha Nossa Senhora será que
o compadre é o Lobisomem? Depois de um tempo o compadre de Francisco sumiu daquele lugar e ninguém ouviu falar mais do lobisomem até agora!
Eita a conversa tá boa, mas eu preciso ir antes que fique tarde demais para eu volta