Nº de crianças: 19 crianças Data: 12/03/2013
Idade: 5 anos
Observadora: Estagiária Incidente:
No tempo dedicado ao planear-fazer-rever um grupo de crianças decidiu conjuntamente ir para a área do faz de conta alegando terem uma coisa muito importante para fazerem todos juntos. Neste sentido e sendo que as crianças sabem que nesta área apenas podem estar quatro crianças, neste dia abriu-se uma exceção devido à grande relevância que as crianças davam ao trabalho que iam desenvolver em conjunto. Assim, construíram uma
Comentário:
Evidências:
ANEXO XVII
REGISTO DE OBSERVAÇÃO
Nº de crianças: 14 alunos Data: 23/10/2013
Idade: 9/10 anos
Observadora: Estagiária Incidente:
Era frequente em sala de aula, o espírito cooperativo entre os alunos,sendo que desta forma se ajudavam mutuamente numa perspetiva de procura pelo conhecimento. Assim, nas aulas de Matemática enquanto realizavam os exercícios propostos a estagiária apercebia-se com frequência da constante troca de ideias e partilha de estratégias entre os pares, neste sentido implementou-se uma nova estratégia em sala de aula, que consistia na correção dos exercícios por parte dos alunos, no entanto apenas iam sendo seleccionados quem apresenta-se uma
Com este incidente e verificando o tipo de aprendizagem que aqui está evidente e que podemos comprovar com os registos fotográficos que a seguir apresento, posso afirmar que estas crianças são capazes de dramatizar uma realidade que muitas das vezes não é a deles, mas sim a realidade dos adultos que eles sonham ser, pois referem afirmações como: “eu vou trabalhar porque sou enfermeira por isso leva tu a filha á escola e faz o almoço”, podendo afirmar que no faz de conta as crianças por vezes demonstram aquilo que gostam bem como os seus interesses.
Comentário:
Evidências:
Privilegiou-se este método com base nos interesses e necessidades dos alunos, aproveitando assim para partilhar diferentes conhecimentos, sendo que esta estratégia para a turma em questão funcionava como um desafio, pois sentiam-se motivados para realmente encontrar sempre estratégias diversificadas. A estagiária fomentou assim o espírito crítico, o saber escutar as ideias dos outros e respeitá-las, numa perspetiva de que se consta que a Matemática é um saber exato, no entanto existem diversas resoluções para o mesmo problema em questão.
As planificações do cubo que já conheciamos e partilhamos com os colegas e as novas descobertas.
ANEXO XVIII
REGISTO DE OBSERVAÇÃO
Nº de crianças: 14 alunos Data: 19/11/2013
Idade: 9/10 anos
Observadora: Estagiária Incidente:
Comentário:
A área do Estudo do Meio constituí um grande interesse por parte dos alunos desta turma, assim sendo é essencial que se renovem as estratégias, mas sobretudo que cada vez mais os alunos sejam o centro da aprendizagem. Neste sentido e tendo em conta o gosto que os alunos apresentam pela área da História de Portugal, nesta aula a estagiária explicou-lhes o que era um friso cronológico e de que forma se interpretava, ao que um dos alunos diz “podíamos construir um friso cronológico com as datas de nascimento dos reis que estamos a trabalhar”. Após esta intervenção a ideia ficou no ar, ao que a estagiária lhes suscitou ainda mais interesse quando lhes apresentou uma árvore genealógica com os
Comentário:
Evidências:
Neste sentido, a estagiária constituíu um guia de aprendizagens fornecendo-lhes material para trabalhar e incitando-lhes a curiosidade perante a atividade proposta, coube assim ao profissional auxiliar as aprendizagens dos alunos, mas sobretudo incentivá-los nos processos de pesquisa qundo a dúvida surge.
ANEXO XIX
REGISTO DE OBSERVAÇÃO
Nº de crianças: 19 crianças Data: 18/03/2013
Idade: 5 anos Observadora: Estagiária Incidente: Comentário: Comentário: Comentário: Evidências:
Evidências:
Quando a estagiária iniciou o seu estágio no contexto de Educação Pré-Escolar, as crianças já tinham tido contacto com a história da “Menina do Mar” que deu origem ao projeto lúdico de sala, no entanto assim que a mesma integrou nesta caminhada a par e passo , estas logo lhe deram a conhecer que queriam muito fazer um projeto sobre a Menina do Mar e se possível também queriam uma área alusiva ao mesmo, para “quando os amigos das outras salas
entrarem aqui saberem no que andavamos a trabalhar”. No então, o termo planificação para
este grupo era algo intrínseco pois diariamente planeavam o que iriam fazer ao longo do dia, sendo que diariamente o assunto do projeto surgia e as crianças deram o primeiro passo através de pequenos grupos foram dramatizando a história como queriam.
A Educadora juntamente com a restante equipa pedagógica ficou surpreendida perante o “desenrascar” do grupo de crianças que tratou de tudo desde as roupas personalizadas, à divisão de tarefas, sendo que até um narrador tinham para contar a história à medida que estes dramatizavam. Este constituíu efetivamente o primeiro passo rumo a todo o projeto construído posteriormente, no entanto quem comandava as decisões e todo o envolvente inerente ao projeto sempre foi o grupo de criança, auxiliado da equipa de sala.
ANEXO XX
REGISTO DE OBSERVAÇÃO
Nº de crianças: 14 alunos Data: 08/10/2013
Idade: 9/10 anos
Observadora: Estagiária Incidente:
Comentário:
Evidências:
Face ao elevado interesse e curiosidade dos alunos relativamente à área de Estudo do Meio, a estagiária sentia necessidade de explorar diferentes estratégias para abordar os conteúdos, se possível privilegiando sempre o caráter lúdico, aspeto apreciado pelos alunos. Neste sentido, como forma de revisão e consolidação dos conteúdos até à data adquiridos relativamente ao esqueleto, a estagiária elaborou um jogo, no qual o objetivo era responder acertadamente às questões que saiam aleatoriamente nos cartões, ou colocar a palavra no respetivo local do esqueleto onde se situava.
O objetivo deste jogo foi cumprido, sendo que pelo facto de ser um jogo entre diferentes equipas e sobre uma matéria que os alunos dominam, estes responderam positivamente à atividade proposta, pedindo até que a mesma se repetisse sempre que tivessem necessidade de trabalhar os ossos do esqueleto. Torna-se assim evidente que o profissional de educação deve estar em constante procura de novas estratégias, que vão de encontro aquilo que os alunos procuram, pois no caso desta turma existiam alunos com diferentes ritmos de aprendizagem, sendo que os que interiorizavam mais rapidamente os conteúdos, exigiam da parte da estagiária uma constante reestruturação do que estava previamente previsto, face ao seu desenvolvimento.