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Design and analysis against non-ductile failure (heatup and cooldown limit

3. DESIGN BASIS: CODES, REGULATIONS AND GUIDES FOR REACTOR

3.1.5. Design and analysis against non-ductile failure (heatup and cooldown limit

Nos últimos anos, o movimento das organizações em busca da terceirização de Tecnologia da Informação - assim como de outras áreas, relacionadas à TI ou não – vem crescendo e acredita-se que isso deva prosseguir.

Lacity e Wilicoks (2001, p. 2), avaliando as previsões de várias fontes e institutos de pesquisa (Dataquest, Gartner Group, IDC e Yankee Group), previam que o mercado global de TI passasse de US$ 150 bilhões em 2004, incluindo Provedores de Aplicações e Serviços (Application Service Provider - ASP), terceirização de processos de negócio (Business Processes Outsourcing - BPO), desenvolvimento para internet e também sistemas de gestão integrados (Enterprise Resource Planning - ERP).

A dinâmica das empresas para endereçar as demandas de negócios requisitados pelo mercado e se adaptar rapidamente, tem recorrido à utilização de terceirização do ambiente de software, como uma oportunidade atrativa para auxiliar as organizações a se tornarem mais competitivas, sendo que a oferta desse serviço tem evoluído para acompanhar as necessidades do mercado.

O estudo realizado pelo IDC (2006) apresentou o acompanhamento deste mercado em âmbito mundial e identificou o que se convencionou de gerações de outsourcing: Tradicional, Dinâmica e Utility Computing, no qual todas procuram endereçar a melhoria operacional e redução de custo.

Neste estudo a Primeira Geração (Tradicional) representa praticamente todo mercado de terceirização no Brasil e encontra-se em plena fase de crescimento no ciclo de vida mercadológico, abrangendo, já desde a década passada, a Terceirização de infra-estrutura de TI e Terceirização Total de TI (Softwares aplicativos e infra-estrutura conjuntamente). Dentre alguns dos serviços identificados estão: Information Systems Outsourcing e, Network and Desktop Outsourcing.

O Information Systems Outsourcing (IS Outsourcing) ou Serviços de Terceirização de Sistemas de Informação ou terceirização de tecnologia da informação , envolvem um acordo contratual de longo prazo no qual um prestador de serviços assume a propriedade e a responsabilidade pelo gerenciamento de sistemas, rede e componentes de aplicação da infra- estrutura de SI.

Já o Network and Desktop Outsourcing ou Terceirização de Redes e Desktop envolve o conjunto de atividades associadas à terceirização do suporte e gerenciamento de um ou mais elementos da infra-estrutura de comunicações cliente e servidor e de rede de uma empresa. A análise realizada identifica este mercado um dos mais tradicionais entre os serviços de Terceirização, favorecido pelo movimento de renovação de base durante o ano de 2005, sendo que seguindo a tendência de 2004, as empresas que decidiram retomar seus investimentos em atualização de infra-estrutura optaram por terceirizar seus ambientes a ter que adquirir novos ativos.

No início desta década surgiram os serviços de Data Center e as novas categorias; Gerenciamento de Aplicativos (Application Management – AM) e Hosting Infrastructure Services (HIS). O AM ou o Gerenciamento de Aplicações se propõe à manutenção e operação diária de aplicações de negócios e se refere ao suporte contínuo de uma aplicação ou sistema de aplicações. Essas aplicações podem ser feitas sob medida para atender às necessidades da empresa cliente, aplicações em pacotes ou uma combinação de produtos terceirizados e componentes customizados.

Nesta pesquisa o IDC (IDC, 2006) tem identificado o mercado de Application Management com um nível regular de crescimento, indicando que este mercado ainda encontra-se em fase de crescimento de seu ciclo de vida. Em 2005, houve a intensificação da oferta de serviços offsite (serviços remotos, oferecidos a partir do site do provedor de serviços).

Com relação aos serviços de Hosting Infrastructure Services (HIS), os mesmos fornecem acesso à infra-estrutura e ou gerenciamento de sistemas que dão suporte aos serviços relativos à infra-estrutura, incluindo Web hosting, serviços de armazenamento, redes de fornecimento, de conteúdo, gerenciamento de desktop e de sistemas. É percebido um número cada vez mais reduzido de empresas que se dedicam exclusivamente à oferta destes serviços. Como já fora identificado em anos anteriores, provedores tradicionais de HIS têm se posicionado mais como provedores de outsoucing total de TI, oferecendo não só hospedagem

e gerenciamento de infra-estrutura de TI, mas também ambientes de desenvolvimento e aplicação. A constatação se faz principalmente entre os provedores, cujo foco são os grandes clientes. Conforme o IDC (2006), a Segunda Geração (Dinâmica) é a mais recente de outsourcing começou a ser difundida pelas empresas líderes do mercado de terceirização como Managed Hosting Services, e são representados pelos serviços de Software as a Service (SaaS).

Neste estudo a Terceira Geração – Utility Computing trata da oferta de serviços em tempo real, flexível e dinâmica, suficiente para atender a demanda do negócio, define a geração denominada Utility Computing. Cerca de 65% do mercado está concentrado em dez empresas de terceirização, com algumas fusões recentes, sendo que os serviços de outsourcing tiveram um aumento de 23% em relação a 2004 (IDC, 2006).

Figura 2.1 Modelos de estrutura de source (IDC, 2006)

Por estas razões, entende-se que outsourcing não é mais uma tendência e sim uma realidade que se estabeleceu, porém esses serviços de terceirização estão cada vez mais complexos e sofisticados, o que exige posicionamento claro dos fornecedores.

♦ ♦ Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços Provedor de Serviços

Cliente + Prestadores de Serviços

Cliente Cliente Cliente Cliente Cliente Provedor de Serviços Tradicional Co-source Multisource Aliança In-source

Logo, é recomendável que as empresas contratantes conhecerem bem o seu ambiente interno antes de buscar soluções externas e ter objetivos reais, tangíveis e mensuráveis. Deve- se sempre considerar que quando se terceiriza, riscos sempre existem e o importante é buscar diminuir a probabilidade da sua ocorrência.

Assim, é fundamental para as empresas que pretendem adquirir este serviço analisarem a abrangência e novos modelos de Serviços de terceirização, a partir de best- practices e benchmarks de mercado, que pressupõem pré-requisitos básicos de Governança de TI, para não haver dificuldades por parte dos provedores de serviços em conseguir boa aderência de sua oferta em relação à realidade da demanda e necessidade do cliente (Figura 2.1).

Portanto, nas avaliações de terceirizações deve-se conscientizar que outsourcing é uma decisão estratégica e não apenas de caráter operacional ou financeiro, visando considerar que uma SDO deverá ser um parceiro e não mais uma conta a pagar.