Todos esses laboratórios foram de suma importância para que eu pudesse colocar em prática aquilo que eu já estava pensando em executar: teatro e kung fu. Em todos os laboratórios, houve cenas de luta e eu usei do kung fu para me sobressair em algumas dramaturgias de luta que se criaram no decorrer de todos os jogos rituais que estavam sendo mostrados ali em sala de aula, que foi de muita importância para que o processo final fosse mostrado da melhor forma possível. Eu procurei relatar os primeiros laboratórios porque foram neles em que comecei a construir minha figura arquetípica para o resultado final da disciplina intitulado “Mil Lágrimas”. De todas as aulas na disciplina, incluindo os laboratórios que vieram posteriormente, eu criei a figura
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Aluno do curso de Licenciatura em Teatro. Foi minha colega de turma neste processo criativo.
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Alunos do curso de Licenciatura em Teatro. Foram meus colegas de turma neste processo criativo.
9 Aluna do curso de Licenciatura em Teatro. Foi minha colega de turma neste processo criativo. 10
30 arquetípica do lagarto. Foi nessa disciplina que comecei a pensar na ideia principal em juntar teatro e kung fu, portanto, essa ideia que eu quero executar ainda é nova e não coloquei totalmente na prática devido à falta de oportunidade, isso, é algo novo – pelo menos para mim, usar do kung fu como uma prática pedagógica no teatro.
A disciplina em si, me deu uma forte influência em juntar essas duas artes que, embora pareçam distintas, são próximas umas das outras. Isso é o que vai me impulsionar a fazer com que eu possa usar do kung fu dentro de uma proposta teatral.
Para “chegar” ao resultado final do lagarto, foram muitos experimentos, dentre os quais me senti perdido em alguns laboratórios, principalmente porque em uma das aulas, me perdi e saí do jogo ritual, mas voltei ao jogo e pude experimentar vários níveis (baixo, médio e alto) para chegar nessa figura arquetípica, o que foi não foi um processo fácil e que durou dias. Mas posso dizer que usando principalmente elementos do kung fu, como a base tradicional, sustentação do abdômen, os taolus e os comandos que o professor Robson nos pedia para executar, mais os textos que estudamos na própria
31 disciplina, todos foram de muita importância para construir esse lagarto que até então estava adormecido em mim.
Essa figura do lagarto não veio do nada. Foram vários processos, vários laboratórios para só então chegar a uma única figura arquetípica, que foi esse lagarto que estava adormecido em mim,; entretanto, ele não surgiu do nada e sim, surgiu de um tigre a princípio – que até então era a minha primeira figura que eu queria trabalhar, já que o elemento que trabalhei em todo as aulas após ter passado por todos os laboratórios iniciais dos elementos, foi a terra. Esse tigre, aos poucos foi se descontruindo para posteriormente alcançar esse lagarto.
Como citei anteriormente, em algumas aulas me sentia perdido nos laboratórios, e, portanto, fui estudar mais a fundo alguns mitos orientais e de repente achei um mito bastante peculiar: que falava de um dragão chinês que governou a China por muitos anos. Passei a estudar mais esse dragão, e como o dragão no imaginário das pessoas, voa, cospe fogo, comecei a incorporar esse dragão em mim, transformando num lagarto (que, querendo ou não, o lagarto também é uma espécie de dragão). Quando me dei conta que eu poderia usar esse lagarto, coloquei em prática nas outras aulas posteriores e se tornou o lagarto que fora apresentado na disciplina de atuação III. Os elementos do kung fu que foram usados na preparação desse lagarto foram aquilo que falei anteriormente: base tradicional, taolus e sustentação do abdômen.
32 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Quando entrei no curso Licenciatura em Teatro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, em 2013.1 eu não tinha ideia da quantidade de experiências que eu iria passar, o que foi muito rico para me tornar quem eu sou hoje. A maneira de pensar que eu tinha em 2013 não é a mesma em 2019.... De lá para cá, passei por muitas coisas, muitas experiências, muitos aprendizados, recebi muitos conselhos e críticas –positivas e construtivas, tanto por parte dos meus amigos, familiares como também, por parte dos meus próprios professores do curso de teatro, que levarei por toda a minha vida. A minha ideia a princípio ao entrar no curso de teatro era simplesmente fazer teatro; não tinha a pretensão de ser professor e o curso me formou e me tornou quem eu sou hoje, com uma cabeça mais madura, diferente de 2013.
A licenciatura em teatro me fez perceber por uma outra perspectiva a maneira de ver a vida, sobretudo a educação no âmbito da licenciatura. Experimentar muitos tipos de teatro, seja épico, realista, antropológico, performático, estudar diversos autores, fora de muita importância para saber o real significado do teatro, que tanto nós precisamos e que infelizmente ainda não tem sua devida valorização em nosso país, e é por isso que somos formados nesta grande licenciatura em teatro, para mostrar à sociedade o quanto que o teatro pode ser importante em todas as formas possíveis.
O Brasil, culturalmente falando, não tem um conhecimento prático e teórico do quanto que a arte pode ser benéfica para a população, e passar por todas essas experiências me fez perceber e me fez ter a sensibilidade que tanto o Brasil, quanto o mundo precisa de arte. Precisamos de arte e precisamos respirá-la, porque é através dela que nós artistas podemos mostrar à sociedade como ela realmente é, sempre tentando mostrar de uma maneira que seja compreensível (ou não) aos olhos do público, porque é isso que faz a gente ter consciência das coisas ou dos problemas que permeiam nossa sociedade. O mundo precisa de arte, e cabe a nós professores de teatro mostrar essa arte que tanto pulsa na gente.
As disciplinas que estudei na graduação, principalmente os estágios, me fizeram ter uma sensibilidade, um olhar mais atento à educação, pois além do
33 mundo precisar de arte, precisa também de educação, pois é através da educação que se abrem portas para oportunidades de diversas maneiras possíveis. Os estágios obrigatórios me fizeram perceber o quanto que uma criança, quando se tem oportunidade, pode ter um futuro promissor. O PIBID – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, foi muito importante para mim porque se eu já sou professor e escolhi ser professor de teatro/artes como profissão, foi o PIBID que me deu essa bagagem, que é uma oportunidade que a universidade dá para o estudante de como um professor tem que se portar em sala de aula.
A disciplina Atuação III (2017.2), que foi a minha principal fonte de investigação para escrever este trabalho, me deu uma oportunidade única de chegar até aqui nesta escrita, tentando mostrar uma outra maneira de fazer teatro usando do kung fu e isso me deixa extremamente feliz por saber que o teatro me dá essa oportunidade para ser quem eu sou hoje.
Antes de começar a praticar kung fu, em meados de 2010, eu era o típico do garoto comum – trabalhador, que tinha sonhos, e, embora naquela época eu não percebesse, estava totalmente seguindo o “sistema” e me desapegando (de maneira inconsciente) do pensamento intelectual. Eu já havia feito teatro antes disso, no entanto, eu estava “parado”. Estava também me tornando um ser marginalizado porque não estava por dentro dos acontecimentos que até ocorriam naquele período, sobretudo os políticos. Alguns hoje em dia poderiam me dizer que eu estava me mecanizando, ou até mesmo sendo escravo do próprio sistema. E vou até mais a fundo em dizer que eu estava tendo uma depressão (mesmo sem perceber, porque essa doença vem de uma forma silenciosa, sem que você não perceba).
Querendo ou não, faz um mal danado à gente sem que percebamos. Ao entrar no kung fu, em menos de um ano, percebi o quanto que aquela prática estava me fazendo bem. Eu passei a ter uma nova perspectiva de vida; eu tinha uma nova forma de ver o mundo; eu tinha uma nova forma de olhar para frente para continuar seguindo com os meus objetivos, e até o pensamento crítico – que havia sumido antes desta prática marcial, estava voltando e por isso que também resolvi fazer o último vestibular tradicional da UFRN para entrar no curso que eu queria, que era a Licenciatura em Teatro. O kung fu me
34 deu uma identidade, uma característica de ver a vida. Me deu uma perspectiva. Hoje se sou proativo numa determinada coisa, é graças ao kung fu. Se eu consigo realizar qualquer tipo de atividade, é graças ao kung fu. Se eu pratico outros esportes, é graças ao kung fu. Ou seja, nesta arte que me fez ser quem eu sou. O kung fu me fez ter fé nas pessoas, como também, o famoso lema “seguir em frente”.
Antes de prestar o vestibular eu já havia entrado em alguns processos de teatro e até “cheguei” a estrear alguns espetáculos, como por exemplo “O Santo e a Porca”, que foi a adaptação da obra selecionada para o vestibular da UFRN em 2012, direção de Val Dias11, “Os Herdeiros”, direção de Rafael Heitor12, e o “Reis & Réus”, direção de Aldair Rodrigues13. Aquele momento foi muito lindo pois eu estava na prática do kung fu que até então estava me fazendo um bem danado! Eu estava fazendo teatro! E a felicidade foi maior ainda quando soube da aprovação do vestibular da UFRN que iria o curso em 2013.1! Hoje posso dizer que ao saber da aprovação do vestibular tradicional, foi um dos maiores pilares em toda a minha vida! Foi um divisor de águas! Porque digo que enquanto que o kung fu é a minha identidade, o teatro é a minha profissão! E nessa graduação, passei por muitas coisas e ao chegar em atuação III, me senti realizado fisicamente falando.
O professor Robson é um grande professor, amigo e até irmão, que com sua metodologia, nos faz entender o real poder de representar a arte. Foi isso que senti quando estudei suas disciplinas na graduação, lá no início do curso na disciplina Jogo e Cena I - componente curricular do curso. Até admiro que ele teve muita paciência comigo, pois na própria disciplina de Atuação III, foi difícil eu sair do “mecânico kung fu” (ele me falava no decorrer das aulas que eu poderia usar da luta como processo de criação, mas tinha que tomar cuidado) nas aulas, mas graças às suas orientações, consegui dar a volta por cima O professor Robson não julga se você é um bom ator ou ator ruim. Ele dá os caminhos necessários para que a gente consiga se sobressair da melhor forma possível na arte da atuação. O professor Robson soube nos orientar,
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Ex membro do grupo de Teatro Clowns de Shakespeare. Atualmente é professor e fez parte de um grupo de teatro chamado “B7C”.
12 Ex membro do Grupo de Teatro da UNP. 13
35 soube nos aconselhar, e eu só tenho a agradecê-lo por ter sido tão gentil e honesto comigo nessa disciplina (atuação III – 2017.1) que, carregarei por toda a minha vida as lembranças desse processo. Ele é um grande professor que quem passa a ser seu aluno, passa a ver o teatro de uma outra perspectiva, e nesse sentido, valorizando o saber teatral.
36 REFERÊNCIAS
ANDRAUS, M. B. M. Arte Marcial na Formação do Artista da Cena. Jundiaí: Paco Editorial, 2014.
ANDRAUS, M. B.M. Kungfu/Wushu: luta e arte. Curitiba: Prismas, 2015.
BACHELARD, G. A água e os sonhos: ensaio sobre a imaginação da matéria. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
BARBA, Eugênio. A arte secreta do ator. São Paulo, É Realizações, 2012. BOAL, Augusto. O Teatro Como Arte Marcial. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.
CIOTTI, Naira. O Professor-Performer. Natal: EDUFRN, 2014.
DINIZ, A. A. C. Poética da Travessia: a topografia do encenador das águas refletidas no processo “Memórias de Quintal”. Dissertação (mestrado) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento de Artes, Programa de Pós-graduação de Artes Cênicas, Natal, 2015. Orientador: Prof. Dr. Robson Carlos Haderchpek.
FERRACINI, Renato. Café com Queijo, Corpos em Criação. 1. ed. São Paulo: HUCITEC, co-edição. FAPESP, patrocínio Petrobrás, 2006. v. 1000. 321 p.
FERRACINI, R. O treinamento técnico e energético do ator. Revista do Lume (UNICAMP), Campinas, v. 03, p. 93-113, 2000.
HADERCHPEK, Robson. A Poética dos Elementos e a Imaginação Material nos Processos de Criação do Ator: Diálogos Latino-Americanos. In: IX Congresso da ABRACE: Poéticas e Estéticas Descolonais - Artes Cênicas em Campo Expandido, 2017, Uberlândia/MG. Memória ABRACE XVI - Anais do IX Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Uberlândia/MG: Memória ABRACE Digital, 2016. v. 1. p. 2645-2664. HADERCHPEK, Robson. “A Dramaturgia dos Encontros e o Jogo Ritual: Revoada e A Conferência dos Pássaros”. ISSN: 2236-8507. Revista Encontro Teatro, v. 3, p. 33-53, 2016.
HADERCHPEK, Robson. “O Ator, o Corpo Quântico e o Inconsciente Coletivo”. ISSN: 2177-8841. MORINGA - ARTES DO ESPETÁCULO (UFPB), v. 6, p. 119-135, 2015.
HUBERT, M.C. As Grandes Teorias do Teatro. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2013.
HUIZINGA, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura. São Paulo: Perspectiva, 2004.
37 LEE, Bruce. O Tao do Jeet Kune Do. São Paulo: Editora Campos, 2016.
LOPES, Joana. Pega Teatro. São Paulo: Ctep, 1981.
MAGALDI, Sábato. Iniciação ao Teatro. São Paulo: Athena, 2000.
OIDA, Yoshi. Um Ator Errante. São Paulo: Via Lettera, 2012.
STANISLAVSKY, Constantin. A Preparação do Ator. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
38 Anexos
Figura 1 – Foto do laboratório (foto: Lara Bezerra)
39 Figura 3 – Foto do laboratório (foto: Lara Bezerra)
Figura 4 – Apresentação final do processo cênico
40 Figura 6 – Apresentação final do processo cênico
41 PROGRAMA DE DISCIPLINA
EMENTA:
Atuação com base nos princípios do Teatro Antropológico, tomando como referência o Teatro- Laboratório de Jerzy Grotowsky e os processos criativos de Eugênio Barba. Comporta prática pedagógica.
OBJETIVOS:
Geral:
- Instrumentalizar o aluno para a criação e elaboração de uma cena a partir de uma prática laboratorial.
Específicos:
- Analisar os princípios teórico-práticos que fundamentam o trabalho do ator que cria a partir das práticas laboratoriais;
- Vivenciar o “jogo ritual” proposto na prática dos laboratórios de criação e organizar o material cênico numa perspectiva estética.
- Refletir acerca do processo de construção de uma cena a partir das mitologias pessoais e dos arquétipos;
- Saber aplicar os procedimentos metodológicos estudados na cena.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
1- Processo de investigação e de criação cênica a partir de imagens: • A Poética dos Elementos (terra, água, fogo e ar);
• Estímulo: visual, sonoro, sinestésico; • Estado Alterado de Consciência;
2- O princípio da ação física aplicado à construção do corpo arquetípico: • Teatro Ritual
42 • Mitologias Pessoais
• Dança Pessoal
3- Composição cênica a partir da prática-laboratorial: • Jogo Ritual
• Arquétipo
• Dramaturgia dos Encontros
METODOLOGIA:
Aulas práticas e laboratoriais com respaldo teórico mantendo enfoque no trabalho do ator.
AVALIAÇÃO:
A disciplina terá 03 avaliações, podendo se utilizar dos seguintes instrumentos:
1. Desenvolvimento de experimentos cênicos; 2. Seminários;
3. Frequência e participação;
4. Leitura e análise de textos teóricos sobre o referido tema; 5. Trabalho Final;
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES:
O aluno precisará saber desenvolver um processo de criação cênica a partir de uma prática laboratorial e reconhecer os princípios norteadores da
“antropologia teatral” (BARBA), da “arte do encontro” (GROTOWSKY) e do “teatro ritualístico” (ARTAUD). Considerando que a disciplina é ofertada para um Curso de Licenciatura em Teatro, parte-se da premissa de que o aluno deverá se apropriar da metodologia utilizada e aprender a aplicá-la na sua prática pedagógica.
43 BÁSICA:
BACHELARD, Gaston. A água e os sonhos: ensaio sobre a imaginação da matéria. São Paulo, Martins Fontes, 2013.
GROTOWSKI, Jerzy; POLASTRELLI, Carla; FLASZEN, Ludwik. O Teatro Laboratório de Jerzy Grotowski 1959-1969. São Paulo: Fondazione Pontedera Teatro, Editora Perspectiva, 2007.
HADERCHPEK, Robson Carlos. “A Dramaturgia dos Encontros e o Jogo Ritual: Revoada e A Conferência dos Pássaros”. In: Revista Encontro Teatro nº3. Goiânia: Flex Gráfica, 2016. p. 38-58.
QUILICI, Cassiano Sydow. Antonin Artaud: Teatro e Ritual. São Paulo: Ed. Annablume; Fapesp, 2004.
COMPLEMENTAR:
ARTAUD, Antonin. O Teatro e seu Duplo. São Paulo: Martins Fontes, 1993. BARBA, Eugenio e SAVARESE, Nicola. A Arte Secreta do Ator: Dicionário de Antropologia Teatral. São. Paulo: É Realizações, 2012.
BÉLIÈRES, Patricia; CANCELA, Alejandro; SÁNCHEZ, Rodolfo. El cantante popular y la interpretación: Una proposta metodológica integradora de saberes. Buenos Aires: Melos, 2013.
FEINSTEIN, David & KRIPPNER Stanley. Mitologia Pessoal: a psicologia evolutiva do self. São Paulo: Cultrix, 1992.
BRONDANI, Joice Aglae. (org.) Grotowski: estados alterados de consciência: teatro, máscara, ritual. São Paulo: Giostri, 2015.
CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990. GROTOWSKI, Jerzy. Para um teatro pobre. Brasília: Teatro Caleidoscópio & Editora Dulcina, 2011.
HADERCHPEK, Robson Carlos. “A Poética dos Elementos e a Imaginação Material nos Processos de Criação do Ator: Diálogos Latino-Americanos”. In: Memória ABRACE XVI - Anais do IX Congresso da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Anais. Uberlândia (MG) UFU, 2017. p. 2645-2664.
JUNG, Carl Gustav. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: Vozes, 2014.
MARIZ, Adriana Dantas de. A Ostra e a Pérola: Uma visão antropológica do corpo no Teatro de Pesquisa. São Paulo: Perspectiva S.A, 2008.
44 ROCHA, Fernando. O Ritual do Ator em Grupo: Treinamento de Artes como Cultura Coletiva. Jundiaí/SP: Paco Editorial, 2017.
TURNER, Victor W. O Processo Ritual: estrutura e anti-estrutura. Tradução Nancy Campi de Castro. Petrópolis: Vozes, 1974.