croissance économique
1. Vers plus de décentralisation de l’éducation et de la formation ?
Os dados mostraram que a quase totalidade da amostra (98,1%) já havia ouvido falar sobre a prevenção do CCU; entretanto, 68,7% obtiveram classificação inadequada em relação ao conhecimento sobre o exame. Além disso, apenas 55,3% das mulheres disseram que a finalidade do exame era a prevenção do CCU, 69,8% declararam que o exame deveria ser feito anualmente e 53,2% souberam mencionar apenas uma ou nenhuma recomendação pré-exame. Como principal fonte de informação a respeito do exame foram citados os profissionais de saúde (36,7%).
Observou-se que o tempo médio em relação ao último exame realizado era de 31,7 meses e o principal motivo para a inadequação da periodicidade foi a dificuldade de marcação do exame (40,8%), denotando a interferência dos serviços de saúde na periodicidade adequada do exame.
A atitude inadequada também se destacou na amostra do estudo. Nesta avaliação, 61,1% das mulheres foram consideradas como "atitude inadequada" frente ao exame.
Na comparação de conhecimento, atitude e prática antes e após as intervenções comportamental e educativa constatou-se mudança estatisticamente significativa (p=0,0283) no aumento do conhecimento das mulheres que participaram da intervenção educativa, não houve mudança comprovável na atitude das mulheres e houve mudança significativa no aumento da adesão ao exame colpocitológico nos dois grupos (p<0,0001), com uma maior porcentagem das que participaram do grupo comportamental (66,8%). Contatou-se, diante das mudanças observadas, que as diferentes intervenções foram eficazes na adesão das mulheres ao exame colpocitológico, comprovando-se a hipótese inicialmente apresentada.
Observou-se, ainda, maior porcentagem de prática adequada no grupo comportamental (55,3%) em comparação com o grupo educativo (51,9%), foi constatada uma associação significativa nos dois grupos (p<0,0001), mostrando que as intervenções também foram eficazes no retorno das mulheres ao serviço de saúde. As mulheres do grupo educativo que aderiram ao exame também retornaram com frequência maior para buscar o resultado, em comparação com as do grupo comportamental.
Por esta razão, considera-se relevante a educação permanente em saúde com atividades que venham a promover a atenção para a prevenção do CCU. Deve-se priorizar intervenções para o rastreamento tanto em mulheres assintomáticas como nas sintomáticas, além de garantir acesso aos métodos de diagnóstico e tratamento adequados.
A associação estatística entre as variáveis sociodemográficas e os componentes do CAP destacou maior chance de apresentar conhecimento e atitude inadequados entre mulheres que não haviam participado de atividade educativa. Mulheres que não possuíam histórico familiar de neoplasia tiveram relação estatística com conhecimento e prática inadequados. Mulheres jovens, de baixa escolaridade e que não possuíam companheiro fixo apresentaram prática inadequada. Apenas o desconhecimento sobre o objetivo correto para realização do exame aumentavam simultaneamente a inadequabilidade dos três componentes do CAP.
Foram encontradas relações estatisticamente significativas entre a história de algum tipo de neoplasia familiar, a presença de uma doença crônica e possuir uma atitude favorável e o comparecimento para realização do exame. Para o grupo educativo, a presença de doença crônica e o conhecimento adequado relacionaram-se estatisticamente com o comparecimento das mulheres.
A principal limitação do estudo foi a quantidade de números incorretos de telefone das mulheres ou de seus familiares encontrados nos prontuários, o que dificultava o acesso. Além disso, a falta de costume de receber ligações telefônicas de parte do serviço de saúde inicialmente fez com que as mulheres não aceitassem continuar a ligação e fornecer informações importantes para o estudo. Contudo, é importante ressaltar que, ao compreenderem o que tratava a ligação, as mulheres sentiam-se gratas e lisonjeadas por terem sido escolhidas para participar do estudo, receber as informações e agendar o exame colpocitológico.
A enfermagem vem se destacando na tarefa do cuidado preventivo e dessa forma pode absorver as estratégias utilizadas neste estudo para a realização da prevenção do CCU, fazendo com que esse processo ocorra de forma interativa, promovendo o empoderamento e autocuidado da população.
Recomenda-se o desenvolvimento de futuros estudos que avaliem a eficácia das intervenções educativas e comportamentais na adesão ao exame colpocitológico em longo prazo, com intuito de constatar, após um ano, se as mulheres permanecem buscando o serviço de saúde para realização do exame dentro da periodicidade recomendada. É também imprescindível que as unidades de saúde se tornem mais acessíveis para o agendamento do exame, tanto na quantidade de profissionais para realização do exame quanto de materiais disponíveis, para que as mulheres tenham a oportunidade de realizá-lo sem dificuldade e demora ao procurarem o serviço de saúde.
Recomenda-se também a realização de outros estudos que utilizem diferentes tipos de intervenções comportamentais e educativas em relação ao CCU com intuito de
ampliar o leque de estratégias que venham ser utilizadas pelos profissionais de saúde, visando o esclarecimento da população acerca do CCU e da importância de preveni-lo, para efetiva redução da incidência desse câncer.
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