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3. Program Interface

3.7. Data Transformation Function

3.7.2. For CRYPTO_TYPE_DECRYPT Algorithm Type

5.3.1 Quali.Info

Este instrumento de política, já extinto pelo atual governo do estado, objetivava estimular o fortalecimento e ampliação do mercado de TI por meio da utilização do poder de compra do Estado, ao tempo em que promovia a melhoria da qualidade das compras governamentais através do incentivo à certificação de produtos e serviços.

O desenvolvimento do projeto se dá através do diagnóstico da oferta e da demanda na área de TI, a partir do qual são identificados gargalos e estabelecidos os critérios e diretrizes para o processo de certificação.

Sob a coordenação da SECTI, o programa conta com a participação da Secretaria da Administração ─ SAEB, da Secretaria da Fazenda ─ SEFAZ, da SICM, da SEPLAN e da Companhia de Processamento de Dados ─ PRODEB, além de envolver representantes do segmento produtivo através da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet ─ ASSESPRO e do Sindicato das Empresas de Processamento de Dados da Bahia ─ SINEPD. (FERREIRA JR., 2006, p. 22).

5.3.2 Radar TI

Este instrumento, foi extinto pelo Governo do Estado em 2007, tinha como missão difundir a inovação e fomentar o desenvolvimento do setor de TIC na Bahia. Possuía como diretrizes principais a auto-sustentabilidade, a governança compartilhada entre os agentes setoriais e através da qualificação empresarial e das ações de mercado desempenhará o papel de executor de projetos estruturantes. O Radar TI consubstanciava-se como a materialização do conceito do APL TI de Salvador. O Radar TI era uma estrutura lógica para a atração de empresas, transcendendo o espaço físico, que ficaria a cargo do Condomínio Digital. O Radar TI funcionava como se fosse uma estrutura necessária prévia à construção do Parque Tecnológico.

De acordo com a SECTI, o Radar TI deveria auxiliar na construção do modelo de gestão do Condomínio Digital e no sentido da preparação das empresas para a transição geográfica. A sua estrutura de governança é formada por uma série de agentes: i) empresas do APL de TIC, Associações de classe (ASSESPRO, SINEPD etc.); ii) Setor público (municipal e estadual); iii) Organizações de Suporte (SOFTEX, SEBRAE, FIEB etc.) e iv) Instituições de ensino e pesquisa (Universidade Federal da Bahia ─ UFBA, Universidades Salvador ─ UNIFACS, Universidade Estadual de feira de Santana ─ UEFS etc.). Era no Radar TI que se institucionalizaria o Fórum TI, cujos participantes se distribuem entre a ASSESPRO, a SOFTEX, o SINEPD e a SUCESU (Sociedade dos Usuários de informática e Telecomunicações), cujas sedes se localizariam no mesmo prédio da estrutura física do Radar TI, juntamente com o Sistema de Intermediação de mão-de-obra (SIM), formando um ambiente propício para o exercício da inteligência competitiva. (FERREIRA JR., 2006, p. 22)

5.3.3 Condomínio Digital

Este projeto tem como objetivo dinamizar o setor das TIC, criando um ambiente institucional, com uma moderna infra-estrutura física, que promovesse a sinergia entre os atores de setor – governo, base científica e base empresarial, gerando clima tecnológico e organizacional sustentável de inovação, cooperação e competitividade. O empreendimento consistiria de um condomínio de empresas do setor de TIC, de diversos portes e expertises, compartilhando uma avançada infra-estrutura de serviço de suporte, apoiado por uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que atuará como articuladora dos projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D), de estratégias de negócios e de programas de capacitação. Envolve parcerias com o SEBRAE, com o Ministério de Ciência e Tecnologia

(MCT), com a FIEB, FAPESB, Prefeitura Municipal de Salvador (PMS), ASSESPRO, SOFTEX, SUCESU e instituições de ensino superior (FERREIRA Jr., 2006, p. 22-23). Atualmente, existe a intenção de restabelecer este ambiente no Parque Tecnológico de Salvador, conhecido como Tecnovia.

A necessidade de uma referência territorial para o APL de TI de Salvador é imperativa, haja vista a grande fragmentação e dispersão das empresas de TI pela cidade de Salvador. Apesar de as empresas deste APL não produzirem produtos tangíveis, porém um espaço físico comum de interação entre as empresas faria, a princípio, disseminar o conhecimento tácito, proporcionando ganhos significativos para o processo inovativo. O Governo do Estado pretende resolver este problema com a criação do Condomínio Digital no ambiente do Tecnovia.

5.3.4 Parque Tecnológico de Salvador ─ Tecnovia

A SECTI, em parceria com a Prefeitura Municipal de Salvador e a Federação das Indústrias do Estado da Bahia através do Instituto Euvaldo Lodi (FIEB/IEL), concebeu o projeto do Tecnovia – Parque Tecnológico da Bahia como uma alternativa para alavancar a competitividade do Estado. A estrutura física e a infra-estrutura científica e tecnológica concentradas num parque tecnológico propiciam a atração de organizações de referência empresarial, acadêmica e do terceiro setor para pesquisa, desenvolvimento e experimentação de tecnologias e soluções de alto impacto, fortalecendo os empreendimentos de base tecnológica e facilitando a transferência de tecnologia e o registro de patentes. O Parque será implantado em Salvador numa área de aproximadamente 1milhão de m², priorizando os setores de tecnologia da informação, tecnologia da saúde, energia e biotecnologia, escolhidos em função da competência instalada, da capacidade de agregação de valor e das perspectivas de oportunidades de investimento. A infra-estrutura será composta dos seguintes elementos: escritório de transferência de tecnologia, condomínio de empresas, incubadora de empresas, centro de P&D, instalações físicas (prédios) de empresas de alta tecnologia e outras estruturas coletivas (restaurante, banco, correio e áreas de lazer, entre outras). Com isso, espera-se atrair empresas e projetos inovadores, assim como promover a interação entre universidade e empresas no sentido fortalecer a cultura da inovação no Estado. Desta forma, deseja-se criar um símbolo de modernidade e atratividade de novos empreendimentos na região, contribuindo para construir um desenvolvimento sustentável, reduzir as desigualdades regionais e projetar uma imagem positiva da cidade de Salvador e do Estado da Bahia. (FERREIRA Jr., 2006, p. 23).

Segundo Luchesi (2008), a empresa IBM, multinacional que recentemente inaugurou uma unidade para a geração de tecnologia da informação na Bahia, está em processo de negociação e deverá ser uma das empresas-âncora do Parque. Esta política pode ser perniciosa no sentido em que poderia ser mais adequado a condução de projetos de difusão da tecnologia já existentes e condizentes com o desenvolvimento à realidade do setor, da cidade e do estado. Estes projetos viriam dinamizar as vantagens competitivas locais, aliados aos projetos de treinamento e capacitação dos recursos humanos em andamento e que estão sendo importantes para o desenvolvimento das atividades empresariais.

De acordo com Ferreira Jr. (2006), a lógica da atração de grandes empresas dificilmente será capaz de atrair os departamentos de P&D de empresas mundiais para desenvolver tecnologia de ponta no estado da Bahia. A cidade de Salvador está localizada em país periférico, em um estado pouco desenvolvido, cuja cultura e imagem de geração de tecnologia é frágil, necessitando de forte e contínuo apoio para se desenvolver. Ademais, pelo seu desenho, sugere que ao invés de fazer convergir de forma complementar as empresas para a promoção do APL de TI de Salvador, aumentam bastante a variedade do segmento.

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