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1. INTRODUCTION

4.5. Critères d’inclusion et de non inclusion

4.5.2 Critères de non inclusion :

Para que os computadores se comuniquem, via Internet, faz-se necessário que estejam utilizando um protocolo comum. As redes podem usar diversos tipos de protocolo. Entretanto, no caso da Internet, os protocolos de transmissão são, obrigatoriamente, o Transmission Control Protocol – TCP e o Internet Protocol – IP.

As funções dos protocolos TCP e IP são de transformar as informações em impulsos elétricos, também chamados de impulsos digitais (bits ou bytes) em uma seqüência lógica para que possam trafegar em linhas elétricas (do tipo das linhas de telefones) e serem recebidos de outro lado. Depois, essa seqüência de impulsos é remontada na mesma ordem original, de modo que se transforma novamente em informações. Assim, enquanto o TCP transforma as imagens em impulsos elétricos, o IP os sincronizam.

Oliviero (2000, p.11) explica essa seqüência fazendo uma analogia ao dizer que o TCP tem por função dividir as informações em pequenos “pacotes” e enviá-los ao seu destino pela Internet e depois, do outro lado, receber esses “pacotes” “desembrulhá-los”, “ver se estão corretos” e “reagrupar os pacotes” (transformá-los novamente em informações) e entregá-los, enquanto o IP vai apenas “envelopar” e “etiquetar” (por endereço) esses “pacotes”.

Dividir a informação em pequenos pacotes com menos de 200 bytes; Enviar esses pacotes ao destinatário por meio da rede; Receber os pacotes que estão sendo enviados; Verificar se esses pacotes estão corretos; Reagrupar no modo original”. E a função do protocolo IP é: “Envelopar; Endereçar; Enviar os dados que foram empacotados pelo TCP.

Desta forma, de acordo com Oliviero (2000, p.9-14), pode-se verificar que cada pacote montado pelo TCP tem um cabeçalho contendo as informações necessárias, tais como a ordem em que foram desmontados e a sua relação com os outros pacotes. O protocolo TCP tem, ainda, a função de criar um número de verificação a

ser usado no destinatário para conferir a integridade dos dados transmitidos e depois montá-los. Após o empacotamento dos dados pelo TCP, cada pacote é colocado em um “envelope de IP”, contendo o endereço, domínio, do destinatário e do remetente dos dados com o objetivo de enviá-los ao destino pretendido. A seguir são transmitidos pela rede.

Assim, no dizer de Chleba (1999, p.33) o endereço eletrônico de cada site ou portal na Internet é uma série de números que recebem um nome (domínio) para facilitar a sua localização. No Brasil, os domínios são controlados pela Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp:

Tecnicamente, esse endereço é chamado de domínio e é representado por número, mas para que você não tenha que decorar um número como 143.108.119, existem na Rede vários tradutores de apelido. No Brasil quem faz isso é a Fapesp, que cobra uma taxa anual de cada site para prestar esse serviço. Uma vez que o apelido tenha traduzido em um número, que é único na rede, seu browser solicita ao computador que responde por esse número a leitura do primeiro arquivo do site.

No dizer de Marcon (1999, p.3): para que o IP encontre o endereço do destinatário, criou-se o Domaine Name System – DNS, sistema de nome de domínio que indica o número de endereço utilizado pelo protocolo IP para localizar qualquer domínio na rede. Assim, cada portal tem um único endereço ou domínio, dentro da Web para ser localizado:

Cada computador possui um endereço na Internet chamado endereço IP. Assim, para se conectar computador na Internet, seria necessário o especificar o endereço IP. Como o IP é formado por números (ex. 100.101.102.103), um sistema denominado DNS “transforma” esse número em um endereço mais próximo da linguagem humana.

Oliviero (2000, p.9-14) mostra, na medida em que os pacotes viajam pela Internet, roteadores (postos de correios) pelo caminho analisam esses “envelopes de IP”, verificam o endereço de destino e, de acordo com o fluxo de fluidez ou congestionamento da rede, decidem qual é a melhor linha de transmissão, naquele momento, para os pacotes chegarem ao destino o mais rápido possível.

Assim, cada pacote pode seguir por rotas diferentes e fora da ordem em que foi originalmente montado. Caso algum pacote recebido contenha erro, ele é descartado pelo TCP que envia uma mensagem de volta ao remetente, solicitando novo pacote para remontar a mensagem original, depois que recebe e entrega a mensagem completa ao destinatário.

Segundo Marcon (2002, p.2), outros protocolos são usados para complementar o universo de comunicação na Internet, entretanto sem se confundir com os protocolos

específicos de transmissão acima vistos. Tem-se na figura 2.10 a relação dos principais protocolos.

Protocolo Descrição

http Protocolo utilizado para navegação na Web.

https Protocolo HTTP voltado à transmissão segura de dados. Telnet Protocolo para estabelecer login remoto.

ftp Protocolo para transferência de arquivos. News Protocolo para acessar grupos de notícias.

Gopher Protocolo que possibilita percorrer documentos e estabelecer conexão com recursos e banco de dados.

Figura 2.10: Protocolo de comunicação na Internet, fonte: Marcon, (1999 p.2).

Para identificar os comandos enviados nos protocolos e estabelecer um padrão universal de acesso na Internet, criou-se um “localizador de recurso uniforme” para a Internet a URL – Uniform Resourse Location que basicamente é constituído das seguintes partes: tipo de serviço ou protocolo, nome do servidor e o nome do site, nome do arquivo principal e outros arquivos desejados. A figura 2.11 mostra a composição da URL: http://www.cotemig.com.br/eventos/index.html

Tipo do protocolo (que faz parte da www): http

Separação (tag): / /

Nome do domínio (servidor e site): www.cotemig.com.br

Nome do diretório e subdiretório: Eventos

Nome do arquivo: index.html

Figura 2.11: Composição da URL. Fonte:adaptado de Marcon (1999, p.4).

Nelson (1996, p.125) exemplifica o conceito da URL na composição dos endereços da Internet. Assim, mostra quatro identificadores conforme o exemplo a seguir: http://www.whitehouse.gov/white-house/html//life.html.país

http: indica o recurso ou protocolo como parte da World Wide Web

www.whitehouse.gov indica o servidor. Observe que “whitehouse.gov” é na realidade um nome de domínio e “.gov” identifica o tipo da atividade ou entidade de um site. “.gov” para órgãos governamentais, “.com” para os sites comerciais e assim por diante.

White-house/html/ nomeia o diretório e o subdiretório que contém o documento Web. Life.html é o nome do documento Web.

.br identifica o país de origem: “.br” para o Brasil, “.ar” para a Argentina, e assim, por diante. Os EUA inventaram a Internet. É deles o privilégio de não usar iniciais para se identificar. Portanto, quando não há identificação de país o site é norte- americano.