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A Figura 48 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 945kN, rompimento na região superior (a), três faces comprimidas e a quarta face apresentou fissuras de tração no concreto (b). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar, mas com alguns pontos indicando a ocorrência de perda de argamassa durante a concretagem (d). Apresentou flambagem em uma das barras longitudinais, com espaçamento entre estribos de 11cm (c, e). O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada na base do pilar (f).

Figura 48 – Aspecto do rompimento do pilar P2.1-2.

B.16 PILAR P2.2-2

A Figura 49 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 1010kN, rompimento cisalhado na região superior (a), três faces comprimidas e a quarta apresentou fissuras de tração no concreto (b, c). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar, embora houvesse alguns pontos com ocorrência de perda de argamassa durante a concretagem (d). Pouca armadura ficou exposta, não apresentando flambagem de barra longitudinal. O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada no primeiro terço da altura do pilar (f).

Figura 49 – Aspecto do rompimento do pilar P2.2-2.

B.17 PILAR P2.3-2

A Figura 50 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 1100kN, rompimento cônico na região superior (a), todas as faces comprimidas (b, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Não apresentou flambagem de barra longitudinal, embora tenha se observado a perda de aderência pelo destacamento da barra no concreto (c). O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada a meia altura do pilar (f).

Figura 50 – Aspecto do rompimento do pilar P2.3-2.

B.18 PILAR P3.1-2

A Figura 51 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 805kN, rompimento na região superior (a), todas as faces comprimidas (b, c, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Não apresentou flambagem, mas observou-se destacamento da armadura devido à perda de aderência com o concreto e espaçamento entre estribos de até 13cm (b). O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada na base do pilar (f).

Figura 51 – Aspecto do rompimento do pilar P3.1-2.

B.19 PILAR P3.2-2

A Figura 52 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 1010kN, rompimento cônico na região superior (a). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Apresentou flambagem em uma das barras longitudinais, com espaçamento entre estribos de 12cm (e). O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada no primeiro terço da altura do pilar (f).

Figura 52 – Aspecto do rompimento do pilar P3.2-2.

B.20 PILAR P3.3-2

A Figura 53 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 1135kN, rompimento na região superior (a), em todas as faces (b, c). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Apresentou flambagem em duas barras longitudinais, em alturas diferentes do pilar, com espaçamento entre estribos de 12 cm (c, e). O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada a meia altura do pilar (f).

Figura 53 – Aspecto do rompimento do pilar P3.3-2.

B.21 PILAR PR-3

A Figura 54 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 980kN, rompimento na região central (a), todas as faces comprimidas (e,f). O pilar foi rompido na posição invertida à sua concretagem (d). Concreto com aspecto superficial homogêneo em sua base (b). Apresentou flambagem em três barras longitudinais (c), em alturas diferentes do pilar, com espaçamento entre estribos de 12cm, na mais alta, e espaçamento de 13,5cm, na mais baixa. O arranjo da armadura era de barras contínuas (f).

Figura 54 – Aspecto do rompimento do pilar de referência PR-3.

B.22 PILAR P1.1-3

A Figura 55 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 1025kN, rompimento na região central (a), com pequenas fissuras no topo (b). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Apresentou flambagem em duas barras longitudinais, na mesma altura do pilar, com espaçamento entre estribos de 12cm. O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 34cm, situada no topo do pilar (f).

Figura 55 – Aspecto do rompimento do pilar P1.1-3.

B.23 PILAR P1.2-3

A Figura 56 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 980kN, rompimento cônico na região central (a), com fissuras no topo (b). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Apresentou flambagem em duas barras longitudinais, na mesma altura do pilar, com espaçamento entre estribos de 12cm (c, e), região inferior à emenda por traspasse, caracterizando efeito de ponta e tendo ocorrido deslocamento de estribo, que deveria estar com espaçamento de 9cm . O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 34cm, situada no segundo terço da altura do pilar (f).

Figura 56 – Aspecto do rompimento do pilar P1.2-3.

B.24 PILAR P1.3-3

A Figura 57 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 610kN, rompimento na região superior (a), em três as faces (b, c) e a quarta face apresentou fissura por tração no concreto (e). Este pilar teve sua ruptura precoce devido a um problema operacional durante a aplicação da carga. Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Praticamente não teve armadura aparente e não ocorreu flambagem das barras longitudinais (b, c). O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 34cm, situada a meia altura do pilar (f).

Figura 57 – Aspecto do rompimento do pilar P1.3-3.

B.25 PILAR P2.1-3

A Figura 58 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 980kN, rompimento cônico na região superior (a), todas as faces comprimidas (b, c, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Não apresentou flambagem de barras longitudinais, mas observaram-se fissuras de destacamento do cobrimento da armadura por perda de aderência (b, e). O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada no topo do pilar (f).

Figura 58 – Aspecto do rompimento do pilar P2.1-3.

B.26 PILAR P2.2-3

A Figura 59 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 925kN, rompimento na região superior (a), em todas as faces do pilar (b, c). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Pouca armadura ficou exposta, não apresentando flambagem de barra longitudinal. O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada no segundo terço da altura do pilar (f).

Figura 59 – Aspecto do rompimento do pilar P2.2-3.

B.27 PILAR P2.3-3

A Figura 60 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 875kN, rompimento cisalhado na região superior (a), todas as faces comprimidas (b, c, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Não apresentou flambagem de barra longitudinal, embora tenha se observado a perda de aderência pelo destacamento da barra no concreto (c). O arranjo da armadura era de emenda por traspasse de 17cm, situada a meia altura do pilar (f).

Figura 60 – Aspecto do rompimento do pilar P2.3-3.

B.28 PILAR P3.1-3

A Figura 61 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 965kN, rompimento na região superior (a), todas as faces comprimidas (b, c, d, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (a). Apresentou flambagem em três barras longitudinais, em duas alturas diferentes, ambas com espaçamento entre estribos de 12cm. O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada no topo do pilar (f). Observou-se que a flambagem das barras ocorreu abaixo da emenda, portanto o esforço de compressão foi transferido de uma barra para outra mesmo sem traspasse (b, c). Provavelmente essa transferência de esforços tenha ocorrido pela concentração de estribos na região.

Figura 61 – Aspecto do rompimento do pilar P3.1-3.

B.29 PILAR P3.2-3

A Figura 62 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 960kN, rompimento na região superior (a), apresentando fissuras à compressão em três faces (b, c, e) e fissuras à tração no concreto na quarta face (a, b). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Apresentou flambagem em duas barras longitudinais, na mesma altura do pilar, com espaçamento entre estribos de 11cm (e). O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada no segundo terço da altura do pilar (f).

Figura 62 – Aspecto do rompimento do pilar P3.2-3.

B.30 PILAR P3.3-3

A Figura 63 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 905kN, rompimento cisalhado na região superior (a), em todas as faces (b, c, e). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (d). Não apresentou flambagem de barras longitudinais (e). O arranjo da armadura era de emenda de topo, situada a meia altura do pilar (f).

Figura 63 – Aspecto do rompimento do pilar P3.3-3.

B.31 PILAR P0.0

A Figura 64 apresenta imagens do pilar que teve carga de ruptura de 940kN, rompimento por cisalhamento na região central (a, c). Seu concreto apresentou um aspecto superficial homogêneo na base pilar (b). Observou-se que a ruptura do concreto se deu principalmente na interface entre agregados graúdos e argamassa, apresentando poucos agregados de granito rompidos (d, e).

Figura 64 – Aspecto do rompimento do pilar P0.0.

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