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CHAPITRE II Contexte de post-expulsion : Etude des stratégies de survivance subalterne et de

II. 3.1 « Country-game », ou la création ludique de survivance

A necessidade de compreensão do conceito de resiliência no envelhecimento justifica- se principalmente pela especificidade dessa população que cresce a cada dia, gerando demandas específicas que requerem cada vez mais um maior conhecimento dos profissionais de todos os aspectos que interfiram na saúde e qualidade de vida dessa população.

A resiliência no envelhecimento desenvolve-se em contextos em que o idoso tenha: apoio social, experiência positivas com adversidades ou dificuldades, espiritualidade desenvolvida; motivação e apoio para enfrentar desafios e administrar emoções. Relaciona-se com: adaptação em face da tragédia, estresse ou adversidade; aceitação de eventos que acontecem ao longo da vida; capacidades e habilidades na resolução de problemas; otimismo; adaptabilidade à mudança; aceitação dos limites da idade; força de vontade; autoestima autonomia e empoderamento. Os resultados da resiliência no envelhecimento são: longevidade com qualidade de vida; comportamento de busca de saúde; bem-estar psicológico e saúde mental; bom humor; estilo de vida saudável; aceitação do envelhecimento; enquadramento na sociedade, respeito e receptividade; além de um envelhecimento ativo e saudável.

A resiliência representa uma mudança de paradigma, uma vez que visa enxergar as potencialidades dos sujeitos e pode ser promovida nessa população melhorando as condições de vida e saúde. Este estudo deu-se pela busca na literatura aliada à percepção de idosos e profissionais acerca do fenômeno. Diante dos resultados apresentados, foi produzido um conceito de resiliência no envelhecimento:

Resiliência no envelhecimento é, além de um atributo da personalidade, uma

característica socialmente adquirida e construída em todo o ciclo de vida que possibilita ao ser humano cumprir as tarefas evolutivas dessa fase, redefinido sua identidade face às perdas e alterações peculiares que ocorrem nos domínios biológico, psicológico e social.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A análise do conceito de resiliência no envelhecimento, com o modelo híbrido de desenvolvimento de conceitos, por meio de análise da literatura (fase teórica) e das entrevistas com idosos e profissionais (fase de campo), permitiu a maior compreensão da manifestação do fenômeno nos diversos cenários em que o idoso está inserido e a apresentação de uma estrutura conceitual que, de forma sucinta, pretende esclarecer o fenômeno, preenchendo as lacunas das definições encontradas na literatura.

A revisão da literatura, análise teórica e resultados empíricos apoiam a presença e frequência deste conceito dentro da população. Os antecedentes observados nas duas fases do estudo demonstram que a resiliência no envelhecimento está relacionada diretamente com o apoio social e a experiência acumulada na superação de adversidades. Quanto aos atributos do conceito, destacam-se a melhor adaptação às adversidades, otimismo, aceitação dos próprios limites e da idade, além de força de vontade, autoestima e autonomia. Por fim, os consequentes observados – como longevidade com qualidade de vida; comportamento de busca de saúde; bem-estar psicológico e saúde mental; bom humor; estilo de vida saudável; aceitação do envelhecimento; enquadramento na sociedade, respeito e receptividade; além de um envelhecimento ativo e saudável – demonstram os benefícios que advêm da manutenção de comportamentos resilientes pelo idoso.

O conceito mostrou-se aplicável e relevante para a enfermagem. Os profissionais da saúde podem utilizar o conceito como uma ferramenta facilitadora da atenção à pessoa idosa e, observando o pouco conhecimento dos profissionais acerca da temática, um dos principais resultados deste trabalho, mesmo que em pequena escala, é a possibilidade de tornar-se um meio de divulgação do conceito de resiliência no envelhecimento. Poderá ser fonte de pesquisa para aqueles que desejarem conhecer o tema e desenvolver intervenções direcionadas a esta população, além de estimular o desenvolvimento de outras pesquisas acerca da temática.

Desafios urgentes de ordem prática se impõem, principalmente aos profissionais da equipe de saúde, incluindo aqui necessariamente os enfermeiros, para modificar o tipo de atendimento hoje direcionado aos idosos, que apresenta como foco o tratamento e a prevenção de doenças. Promover o comportamento resiliente permitirá desenvolver as potencialidades da

população idosa, permitindo um atendimento de qualidade centrado na promoção de um envelhecimento ativo.

Entre as limitações vivenciadas no decorrer do estudo, destacam-se a ainda escassa literatura acerca do tema; a pouca disponibilidade de tempo dos profissionais para agendar as entrevistas; além do pouco conhecimento dos profissionais quanto à temática.

Contudo, a seleção inicial do conceito foi justificada por esta investigação, uma vez que a revisão da literatura, análise teórica e resultados empíricos apoiam que este é um fenômeno real e visível nessa população e o maior conhecimento deste trará benefícios para a qualidade de vida do idoso.

Considerando que os conceitos são oriundos da prática clínica, é necessário que as observações realizadas e refletidas com esta investigação possam ser disseminadas nos serviços que prestam atenção às pessoas idosas. No que corresponde à Enfermagem, o esclarecimento do conceito é importante para a organização dos conhecimentos e ampliação da práxis da disciplina.

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APÊNDICE A (INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DO PROFISSIONAL)

 Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino  Idade: ________ anos

 Formação/atuação: ______________________________________  Ocupação: ( ) Docência ( ) Assistência

 Local de Trabalho: ( ) Hospital (privado ou público) ( ) Atenção Básica

( ) Universidade ou outra instituição de ensino ( ) instituição pública

Qual? ________________________________ ( ) instituição privada Qual? ________________________________

 Município/Cidade de Trabalho: ______________________

 Tempo de formação: ______________ anos

 Mestrado? ( ) SIM ( ) NÃO

 Mestrado com dissertação na área do idoso? ( ) SIM ( ) NÃO  Doutorado? ( ) SIM ( ) NÃO

 Doutorado com tese na linha de cuidado ao idoso? ( ) SIM ( ) NÃO  Especialização? ( ) SIM ( ) NÃO

 Especialização/Especializando em Gerontologia/Geriatria/Saúde do Idoso?

( ) SIM ( ) NÃO

 Realizou cursos ou atualizações em gerontologia nos últimos 2 anos?

( ) SIM ( ) NÃO

 Desenvolve ou desenvolveu pesquisa na área de cuidado ao idoso nos últimos 2 anos?

( ) SIM ( ) NÃO

 Produção de artigo científico resultante de pesquisa no âmbito do envelhecimento em periódicos com Qualis ≥ B2 (nos últimos 2 anos)? ( ) SIM ( ) NÃO

 Apresentação de trabalhos em congressos científicos com anais, nos últimos 2 anos?

( ) SIM ( ) NÃO

 Há quanto tempo trabalha com a temática do idoso?________________  Conhece a temática da resiliência no envelhecimento? ( ) SIM ( ) NÃO

APÊNDICE B (INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO DO IDOSO)

1. Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino 2. Idade: ________ anos

3. Escolaridade: _____________

 1 ANALFABETO  2 ALFABETIZADO

 3 ENSINO FUNDAMENTAL INCOMPLETO  4 ENSINO FUNDAMENTAL COMPLETO  5 ENSINO MÉDIO INCOMPLETO

 6 ENSINO MÉDIO COMPLETO  7 ENSINO SUPERIOR INCOMPLETO  8 ENSINO SUPERIOR COMPLETO

4. ESTADO CIVIL: ___________  1 SOLTEIRO  2 CASADO  3 DIVORCIADO  4 SEPARADO  5 VIÚVO 5. OCUPAÇÃO:____________ 1 APONSENTADO 2 PENSIONISTA 3 COMERCIANTE 4 OUTROS 6. RENDA:

PESSOAL: _______________ salários mínimos