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Le contrat de bon usage des medicaments et des produits et prestations

Dans le document LE PLATEAU MEDICO-TECHNIQUE (Page 43-48)

La fonction de coordonnateur de bloc est essentielle pour une bonne gestion du bloc. La mise en place et le suivi d’indicateurs pertinents permet

LA PHARMACIE A USAGE INTERIEUR (P.U.I)

2) Le contrat de bon usage des medicaments et des produits et prestations

Questões: Planificação:

- Com quanto tempo de antecedência planificam, escolhem o tema e programam as atividades?

No fim do ano letivo anterior, ou seja, julho. Quando iniciamos as aulas, fazemos sempre com uma semana de antecedência.

- Que profissionais se reúnem na reunião de planificação?

Os colegas da mesma área/ano de escolaridade, a professora de plástica e a professora de inglês. Estas professoras ajudam-nos nas planificações, fazem-no de acordo com o programa e os requisitos legais das suas áreas.

- Qual a justificação/ pertinência do tema escolhido para este ano letivo?

A tema global surgiu da direção e nós por ano de escolaridade escolhemos um tema sustentável, mas menos abrangente. Como somos uma escola sustentável, queremos mostrar e incutir o mesmo nos nossos alunos.

- Com que periodicidade se reúnem durante um período/ano letivo? Fazem-no por necessidade ou por obrigatoriedade, porquê?

Fazemos todas as semanas e porque necessitamos, temos sempre ajustes que precisam de serem feitos para que a sessão seja mais benéfica tanto para nós, como para os alunos e as suas necessidades.

- Que documentos orientadores, legislação, bibliografia se apoiam na preparação da planificação do projeto?

Trabalhamos com o Programa e Metas Curriculares concomitantemente com as aprendizagens essências, a planificação anual, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e o tema.

- A língua inglesa está presente na planificação? Qual a razão da utilização/aprendizagem de duas línguas em simultâneo?

Está sempre presente, até nas valências de pré-escolar. Somos um colégio bilingue e achamos fundamental. O Mundo está tão globalizado que é fundamental que se saiba o inglês, acho que faz todo o sentido.

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Equipas de trabalho:

- Que critérios são utilizados no agrupamento dos alunos?

Diversidade de turmas, principalmente, fragilidades e potencialidades de cada um, tentamos fazer grupos heterogéneos. Tentamos ser nós a escolher porque eles vão querer ficar com quem mais se identificam ou com o grupo de brincadeiras.

- Qual o propósito/ estratégia de agrupar todas as turmas do 1.º ano de 1.º CEB e trabalharem em simultâneo?

Exatamente pela diversidade que isso acarreta. Eles poderem trabalhar com outros alunos que não aqueles que trabalham em sala de aula. Até para o fator social isso é ideal, porque aumenta o número de relações sociais, os meninos conhecem novos amigos.

Avaliação:

- Qual a estratégica avaliativa para o processo de desenvolvimento do projeto?

Avaliamos no final, com a apresentação. Ao longo do ano vamos discutindo entre professores se o projeto está a fazer sentido, os pontos fortes, fracos e o que precisa ser mudado. Aí conseguimos fazer uma avaliação informal do projeto.

Com que periocidade é avaliado?

Final do ano letivo.

- Qual a estratégica avaliativa para o processo de avaliação dos alunos?

Avaliamos os alunos através de uma avaliação formativa, ao longo do ano e dos projetos. Recorremos a uma grelha de observação com critérios comportamentais, por exemplo, se o aluno desenvolve novas ideias e soluções, se comunica adequadamente ou se cumpre as regras de convivência. Esta grelha está de acordo com o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, que abarca mais competências transversais, porque nestas sessões não avaliamos o conhecimento que eles têm a matemática, português e estudo do meio, que são fulcrais.

Com que periocidade são avaliados?

Semanalmente, mas não avaliamos todos os alunos, só um pequeno grupo. Decidimos quem avaliamos na planificação mensal.

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Vantagens:

- No âmbito do projeto, quais as competências mais promovidas nas crianças?

Como é uma abordagem de trabalho de projeto, focamo-nos mais no espírito de equipa, autonomia, saber fazer pesquisas e procurar e selecionar informação em locais fidedignos, o trabalho criativo, o brio pelo trabalho.

- Das suas experiências anteriores com o PAFC, nota que existe um desenvolvimento gradual no comportamento e nas aprendizagens das crianças? Se sim, faça uma comparação das competências iniciais para as atuais.

Nas aprendizagens dos alunos, sim. Consegue-se aprofundar muito mais os temas agora, porque muitas vezes conseguimos agregar os temas de estudo do meio nas sessões do Projeto e nas aulas é só necessário fazer a consolidação. A nível transversal eles ficam muito autónomos, não estão tão dependentes de mim, porque começam a tentar desenrascar-se sozinhos.

Implementação:

- Para si, a implementação do PAFC a nível nacional faz sentido? Porquê?

Sim, porque há conteúdos que não devem ser repetidos e outros que devem tardar tanto.

- Qual a sua opinião sobre o PAFC?

É viável para os professores e produtivo para os alunos.

- Aplicava outros critérios para implementação da PAFC?

Não.

- O que mudava?

Nada.

Comunidade Educativa:

- Que outros intervenientes participaram, diretamente ou indiretamente, no PAFC?

Para além da comunidade do Colégio, contamos com instituições de serviço na cidade, com o apoio dos pais, empresas de serviços. Nós estamos de portas abertas, normalmente somos nós que os procuramos e temos tido boa aceitação.

- Como é a intervenção dos encarregados de educação? Auxiliam em algum momento ou colaboram quando são requisitados?

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Diariamente, com o seu trabalho em contexto de casa e quando partilham connosco os

seus saberes aqui na escola. É bom, porque no final de contas nós passamos de uma equipa apenas de professores e alunos, para uma equipa de médicos, enfermeiros, advogados, empresários, pilotos. É ótimo, somos uma equipa multidisciplinares.

- Demonstram satisfação pelo trabalho realizado? Que feedbacks recebe?

Sim. Enviam muitos feedbacks quando pedimos ajuda para algum material ou mesmo a informar o que iremos fazer ou o que está a ser feito, por e-mail ou nas reuniões de pais. O feedback é sempre positivo e para nós é ótimo recebe-los, porque o bom trabalho que está a ser realizado passa por nós, professores, também.

Obrigada pela colaboração, Nilsa Quelhas

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Anexo III- Entrevista a um professor do 1º Ciclo do Ensino

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