La fonction de coordonnateur de bloc est essentielle pour une bonne gestion du bloc. La mise en place et le suivi d’indicateurs pertinents permet
LA PHARMACIE A USAGE INTERIEUR (P.U.I)
2) Le contrat de bon usage des medicaments et des produits et prestations
Questões: Planificação:
- Com quanto tempo de antecedência planificam, escolhem o tema e programam as atividades?
No fim do ano letivo anterior, ou seja, julho. Quando iniciamos as aulas, fazemos sempre com uma semana de antecedência.
- Que profissionais se reúnem na reunião de planificação?
Os colegas da mesma área/ano de escolaridade, a professora de plástica e a professora de inglês. Estas professoras ajudam-nos nas planificações, fazem-no de acordo com o programa e os requisitos legais das suas áreas.
- Qual a justificação/ pertinência do tema escolhido para este ano letivo?
A tema global surgiu da direção e nós por ano de escolaridade escolhemos um tema sustentável, mas menos abrangente. Como somos uma escola sustentável, queremos mostrar e incutir o mesmo nos nossos alunos.
- Com que periodicidade se reúnem durante um período/ano letivo? Fazem-no por necessidade ou por obrigatoriedade, porquê?
Fazemos todas as semanas e porque necessitamos, temos sempre ajustes que precisam de serem feitos para que a sessão seja mais benéfica tanto para nós, como para os alunos e as suas necessidades.
- Que documentos orientadores, legislação, bibliografia se apoiam na preparação da planificação do projeto?
Trabalhamos com o Programa e Metas Curriculares concomitantemente com as aprendizagens essências, a planificação anual, o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e o tema.
- A língua inglesa está presente na planificação? Qual a razão da utilização/aprendizagem de duas línguas em simultâneo?
Está sempre presente, até nas valências de pré-escolar. Somos um colégio bilingue e achamos fundamental. O Mundo está tão globalizado que é fundamental que se saiba o inglês, acho que faz todo o sentido.
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Equipas de trabalho:
- Que critérios são utilizados no agrupamento dos alunos?
Diversidade de turmas, principalmente, fragilidades e potencialidades de cada um, tentamos fazer grupos heterogéneos. Tentamos ser nós a escolher porque eles vão querer ficar com quem mais se identificam ou com o grupo de brincadeiras.
- Qual o propósito/ estratégia de agrupar todas as turmas do 1.º ano de 1.º CEB e trabalharem em simultâneo?
Exatamente pela diversidade que isso acarreta. Eles poderem trabalhar com outros alunos que não aqueles que trabalham em sala de aula. Até para o fator social isso é ideal, porque aumenta o número de relações sociais, os meninos conhecem novos amigos.
Avaliação:
- Qual a estratégica avaliativa para o processo de desenvolvimento do projeto?
Avaliamos no final, com a apresentação. Ao longo do ano vamos discutindo entre professores se o projeto está a fazer sentido, os pontos fortes, fracos e o que precisa ser mudado. Aí conseguimos fazer uma avaliação informal do projeto.
Com que periocidade é avaliado?
Final do ano letivo.
- Qual a estratégica avaliativa para o processo de avaliação dos alunos?
Avaliamos os alunos através de uma avaliação formativa, ao longo do ano e dos projetos. Recorremos a uma grelha de observação com critérios comportamentais, por exemplo, se o aluno desenvolve novas ideias e soluções, se comunica adequadamente ou se cumpre as regras de convivência. Esta grelha está de acordo com o perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, que abarca mais competências transversais, porque nestas sessões não avaliamos o conhecimento que eles têm a matemática, português e estudo do meio, que são fulcrais.
Com que periocidade são avaliados?
Semanalmente, mas não avaliamos todos os alunos, só um pequeno grupo. Decidimos quem avaliamos na planificação mensal.
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Vantagens:
- No âmbito do projeto, quais as competências mais promovidas nas crianças?
Como é uma abordagem de trabalho de projeto, focamo-nos mais no espírito de equipa, autonomia, saber fazer pesquisas e procurar e selecionar informação em locais fidedignos, o trabalho criativo, o brio pelo trabalho.
- Das suas experiências anteriores com o PAFC, nota que existe um desenvolvimento gradual no comportamento e nas aprendizagens das crianças? Se sim, faça uma comparação das competências iniciais para as atuais.
Nas aprendizagens dos alunos, sim. Consegue-se aprofundar muito mais os temas agora, porque muitas vezes conseguimos agregar os temas de estudo do meio nas sessões do Projeto e nas aulas é só necessário fazer a consolidação. A nível transversal eles ficam muito autónomos, não estão tão dependentes de mim, porque começam a tentar desenrascar-se sozinhos.
Implementação:
- Para si, a implementação do PAFC a nível nacional faz sentido? Porquê?
Sim, porque há conteúdos que não devem ser repetidos e outros que devem tardar tanto.
- Qual a sua opinião sobre o PAFC?
É viável para os professores e produtivo para os alunos.
- Aplicava outros critérios para implementação da PAFC?
Não.
- O que mudava?
Nada.
Comunidade Educativa:
- Que outros intervenientes participaram, diretamente ou indiretamente, no PAFC?
Para além da comunidade do Colégio, contamos com instituições de serviço na cidade, com o apoio dos pais, empresas de serviços. Nós estamos de portas abertas, normalmente somos nós que os procuramos e temos tido boa aceitação.
- Como é a intervenção dos encarregados de educação? Auxiliam em algum momento ou colaboram quando são requisitados?
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Diariamente, com o seu trabalho em contexto de casa e quando partilham connosco os
seus saberes aqui na escola. É bom, porque no final de contas nós passamos de uma equipa apenas de professores e alunos, para uma equipa de médicos, enfermeiros, advogados, empresários, pilotos. É ótimo, somos uma equipa multidisciplinares.
- Demonstram satisfação pelo trabalho realizado? Que feedbacks recebe?
Sim. Enviam muitos feedbacks quando pedimos ajuda para algum material ou mesmo a informar o que iremos fazer ou o que está a ser feito, por e-mail ou nas reuniões de pais. O feedback é sempre positivo e para nós é ótimo recebe-los, porque o bom trabalho que está a ser realizado passa por nós, professores, também.
Obrigada pela colaboração, Nilsa Quelhas
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