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Les consignes en PS auprès du groupe 1 1M alors + qu'est ce qu'on va faire aujourd'hui (?) qu'est ce que nous allons faire

Nível 2 - Grandes Centros Regionais: Juiz de Fora, Uberlândia. Nível 3 -

Centros Regionais (cidades Médias de Nível Superior): Alfenas, Araguari, Barbacena,

Divinópolis, Governador Valadares, Ipatinga (aglomeração), Itajubá, Ituiutaba, Lavras, Montes Claros, Passos, Patos de Minas, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Sete Lagoas,

Uberaba, Varginha. Nível 4 -

Cidades Médias: Araxá, Caratinga, Cataguases, Conselheiro Lafaiete, Ouro Preto,

Paracatu, Pará de Minas, Patrocínio, Santa Rita do Sapucaí, São João Rel Rei, São

Lourenço, São Sebastião do Paraíso, Três Corações, Teófilo Otoni, Ubá, Unaí, Viçosa.

Nível 5 -

Centros Emergentes: Abaeté, Aimorés, Além Paraíba, Almenara, Andradas, Araçuaí, Arcos, Bambuí, Barão de Cocais, Boa Esperança, Bocaiúva, Bom Despacho, Campo Belo, Carangola, Carlos Chagas, Carmo do Paranaíba, Caxambu, Congonhas, Conselheiro Pena, Corinto, Diamantina, Dores do Indaiá, Ibiá, Itabirito, Itambacuri, Itapecerica, Janaúba, Iturama, Januária, Jequitinhonha, João Pinheiro, Lagoa da Prata, Machado, Manhuaçu, Manhumirim, Mantena, Mariana, Monte Carmelo, Nanuque, Nova Era, Nova Serrana, Oliveira, Ouro Branco, Ouro Fino, Pedra Azul, Pirapora, Pium-i, Raul Soares, Resplendor, Sacramento, Salinas, Santa Bárbara, Santos Dumont, São Gonçalo do Sapucaí, São Gotardo, Três Pontas, Tupaciguara, Visconde do Rio Branco.

Nível 6 - Pequenas Cidades: Todas as demais cidades do Estado.

FONTE: AMORIM FILHO, O. B.; ABREU, J. F. 2001 (dados de 1991, 1996, 1997).

Entre as cidades de Governador Valadares e Ipatinga, que se encontram no mesmo nível 3 e pertencem à mesma Região de Planejamento e também entre as cidades de Pouso Alegre e Poços de Caldas, cuja situação é a mesma, optamos pela cidade de Governador Valadares na região do Rio Doce e pela cidade de Pouso Alegre na região Sul de Minas, cujos critérios explicamos em nota.136

135

ARRUDA, Maria Aparecida; AMORIM FILHO, Oswaldo Bueno. Os Sistemas Urbanos. cap. 5. In: BDMG. Minas Gerais do Século XXI. Reinterpretando o Espaço Mineiro. v. II, Op. cit., p. 203.

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Esclarecemos que de acordo com a classificação hierárquica na tabela acima (Tabela 3), as cidades que coincidiram pertencer ao mesmo nível 3 e à mesma Região de Planejamento – a do Rio Doce – foram as cidades de Governador Valadares e Ipatinga. Para uma decisão entre as duas cidades fizemos uma análise sobre a hierarquia urbana de Minas Gerais a partir de seus primeiros estudos e resultados, cujos estudos deram-se nas décadas de 1950 e 1960 por Yves Leloup (Cf. ARRUDA, Maria Aparecida; AMORIM FILHO, Oswaldo Bueno. Os Sistemas Urbanos. cap. 5. In: BDMG. Minas Gerais do Século XXI. Reinterpretando o Espaço Mineiro. v. II, Op. cit., p. 190). “Em 1950, Governador Valadares, apareceu entre as cidades consideradas Centros Regionais, enquanto Ipatinga, sem citação específica, estava incluída entre as cidades consideradas Centros Locais”

Nesse sentido, ao optarmos pelo critério da FJP para as Regiões de Planejamento, selecionamos as cidades que, dentro de cada região, baseando-nos no critério hierárquico exposto acima, seria a sua representante.

(Ibidem, p. 191). Em 1960, Governador Valadares apareceu entre os Grandes Centros Regionais e Ipatinga continuou na mesma hierarquia, ou seja, entre os Centros Locais (Ibidem, p. 191). Ainda em 1960, Leloup apresentou outros resultados além das hierarquias, os quais apontaram tipos de relações e fluxos urbanos para a verificação da constituição de redes, áreas de influência e espaços polarizados em Minas Gerais (Ibidem, p. 192). Nesse estudo, Governador Valadares apareceu como área da “Rede Urbana e Regiões Polarizadas” na indicação de “Grandes Centros Regionais” (Ibidem, p. 193). Por sua vez, Ipatinga não apareceu entre essas áreas. Em 1980, outra pesquisa foi realizada pelo IGA – Instituto de Geociências Aplicadas, com base na hierarquia urbana da década de 1970 e com fluxos dos meios de transportes, no caso, os ônibus, tendo em vista serem esses os mais usados em Minas Gerais nas conexões entre os municípios (Ibidem, p. 194). No resultado desta pesquisa – “Hierarquia das cidades de Minas Gerais com Base na Circulação de Ônibus Intermunicipais – (Níveis Hierárquicos Superiores)”, Governador Valadares figurou entre as cidades consideradas Centros Regionais (2a ordem B), enquanto Ipatinga apareceu (e foi esta a primeira vez que o seu nome foi citado), entre as cidades dadas com Centros Sub-regionais (3a ordem B) (Ibidem, p. 195). Em 1982, Amorim Filho e Abreu desenvolveram outro estudo em 102 cidades mineiras, baseando-se no tamanho demográfico, com adoção de procedimento técnico e trabalho de campo, obtendo o resultado da “Hierarquia das Cidades de Porte Médio” onde Governador Valadares ficou no nível 2 e Ipatinga no nível 3 (Ibidem, p. 196). Em 1988, a FJP apresentou um dos mais completos e detalhados estudos, por meio do qual analisou 722 cidades mineiras agrupadas em 13 níveis de hierarquia. No resultado desse estudo “Hierarquia Urbana do Estado de Minas Gerais – Seis Níveis Superiores”, Governador Valadares, como centro urbano, ficou no nível 3 (ibidem, p. 199) e Ipatinga ficou no nível 5 (Ibidem, p. 204). Somente em 1999, portanto, segundo a tabela acima, Ipatinga nivelou-se com Governador Valadares. Ainda em 1999, foi feita uma “Análise de Superfícies Geoestatística” (ibidem, p. 205) que hierarquizou as principais áreas em potencial no desenvolvimento tecnopolitano. Essa análise revelou uma hierarquia de 20 cidades médias (com exceção da RMBH), como as mais importantes nos eixos de transportes de Minas Gerais. Entre elas apareceu o Vale do Aço como Região Metropolitana, da qual Ipatinga faz parte, portanto, não é somente a referida cidade. E Governador Valadares apareceu entre essas 20 cidades mais importantes nas conexões e eixos dos transportes (Ibidem, p. 202). Verificamos, dessa forma, que por um período de quatro décadas aproximadamente, Governador Valadares projetou-se em níveis maiores que Ipatinga no estado de Minas Gerais e com maior proeminência de acordo com os estudos realizados pelos pesquisadores. Apesar de Ipatinga ter tido um grande, rápido e importante crescimento, sendo parte, inclusive, de uma aglomeração (ibidem, p. 204), esses fatores expostos acima levaram-nos a optar pela cidade de Governador Valadares como representante da Região de Planejamento do Rio Doce. Em relação às cidades de Pouso Alegre e Poços de Caldas, nossa opção deu-se por Pouso Alegre, tendo em vista, primeiro: o resultado da “Análise de Superfícies Geoestatísticas” (ibidem, p. 205) apontar essa entre as 20 cidades médias “[...] com o mais alto potencial tecnopolitano de Minas’” (Ibidem, p. 317). Segundo, o Produto Interno Bruto – PIB de Pouso Alegre ser maior – 9,7% da região e 1,3% do estado, que o de Poços de Caldas – 9,4% da região e 1,2% do estado (Ibidem, p. 317). Terceiro, o PIB industrial de Pouso Alegre é de 16,2% da região e 2,1% do estado maior que o de Poços de Caldas com 12,9% da região e 1,7% do estado (Ibidem, p. 317). Quarto, o PIB per capita de Pouso Alegre é de 213, enquanto o de Poços de Caldas é de 161 (Ibidem, p. 317). E, em quinto, de acordo com as principais atividades industriais localizadas nas microrregiões, Pouso Alegre destaca-se em 6 atividades, quais sejam, material de transporte; vestuário, calçados e artefatos de tecidos (estes contados como uma atividade); farmacêutica; matérias plásticas; borracha e metalurgia, enquanto Poços de Caldas destaca-se em 3 atividades: extrativa mineral; metalurgia e têxtil (O Padrão Espacial do Setor Produtivo. Cap. 4. In.: BDMG. Minas Gerais do Século XXI. Reinterpretando o Espaço Mineiro. v. II. Op. cit., p. 171). Considerando, portanto, as 7 variáveis indicadas por Arruda e Amorim Filho (ibidem, p. 203) para o resultado da hierarquia urbana de Minas, os fatores expostos acima em relação à Pouso Alegre aproximam-se mais dessas. Daí, portanto, a nossa opção por Pouso Alegre. Reforçamos que as demais cidades selecionadas, cada uma representante de cada Região de Planejamento foi a considerada dentro do nível hierárquico urbano mais alto.

Acima de todas, ou seja, no topo da classificação hierárquica, está Belo Horizonte devido ao seu incomparável crescimento, que “[...] faz dela a primeira metrópole regional do estado”137com 2.229.697 habitantes.138

Após o estudo metodológico para o estabelecimento desses critérios, as Regiões de Planejamento foram representadas, respectivamente, pelas seguintes cidades selecionadas na tabela 4, a seguir (vide também anexo 6):

TABELA 4