Spectre infrarouge des PAHs neutres et froids
9.2. COMPARAISON DES MÉTHODES STATIQUE ET DYNAMIQUE 127 Hessian pour obtenir les fréquences des modes puis à calculer le module au carré de
220004:2005 dá como exemplos de atividades de verificação:
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a revisão das não-conformidades e ações aplicadas em resposta a essas não- conformidades (correções, ações corretivas e tratamento de produtos não seguros - secções 7.10.1, 7.10.2 e 7.10.3 da NP EN ISO 22000:2005);
a calibração do EMM (secção 8.3 da NP EN ISO 22000:2005;
a observação visual do processo de produção, por forma a verificar se as medidas de controlo estão a ser respeitadas;
a realização de amostragens aleatórias de produto, tanto durante, como no final do processo de produção (produto acabado) e a análise dessas amostras;
a realização de amostragens ao ambiente (locais) onde o produto é manipulado e a análise dessas amostras;
a análise de reclamações efetuadas pelos clientes ou consumidores, por forma a detetar a necessidade de alterar ou adicionar medidas de controlo.
As evidências e registos das verificações devem, de acordo com o ISO/TS 220004:2005, incluir informação sobre:
o SGSA;
as pessoas que o administram e atualizam;
as atividades de monitorização;
o estado e calibragem do EMM;
resultados revistos e amostras analisadas. A verificação do SGSA engloba:
a) a realização de auditorias internas (auditoria interna - secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000.2005).
Da mesma forma que a secção 8.2.2 da NP EN ISO 9001:2008 (alínea b) 1E da secção 3.1.1.1 do presente Capítulo), a secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000:2005, indica que a empresa deve planear e conduzir auditorias internas. O programa de auditorias deve ser elaborado tendo em conta a importância dos processos e áreas auditadas e todas as recomendações resultantes de auditorias anteriores (secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000:2005). Segundo APCER (2011) este programa deve estabelecer:
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Os objetivos: O objetivo do programa de auditoria interna é determinar se o SGSA está conforme com os requisitos da Norma e com os requisitos estabelecidos pela empresa e se é eficazmente implementado e atualizado;
Período de tempo e frequência: As auditorias internas devem ocorrer em intervalos planeados. A frequência com que essas auditorias internas acontecem depende da importância dos processos/áreas auditados e dos resultados de auditorias anteriores. Os processos/áreas onde foram detetados mais problemas em auditorias anteriores, devem ser auditados mais frequentemente. Deve ser realizada, no mínimo, uma auditoria por ano, onde seja avaliado todo o SGSA;
Os critérios de auditoria;
O âmbito: Todas as atividades e processos com influência no SGSA devem ser auditados;
Métodos e recursos: A empresa deve determinar os métodos e recursos necessários à realização das auditorias internas.
Mais uma vez, à semelhança da secção 8.2.2 da NP EN ISO 9001:2008, a secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000:22005, também determina que deve ser estabelecido um procedimento documentado, onde sejam definidas as responsabilidades e requisitos (competências) para:
o planeamento e condução de auditorias;
o estabelecimento de registos das auditorias realizadas;
o reporte dos resultados das auditorias.
Todos os registos e resultados das auditorias devem ser mantidos pela empresa. As auditorias devem ser conduzidas de forma objetiva e realizadas por pessoal competente e imparcial (ou seja, ninguém deve auditar o seu próprio trabalho). Os resultados das auditorias devem ser reportados aos responsáveis pelo(a)s processos/áreas auditados (APCER, 2011), para que estes possam aplicar ações para eliminar as não-conformidades detetadas e as causas dessas não-conformidades (i.e., para que estes possam aplicar correções e ações corretivas (secções 7.10.1 e 7.10.2 da NP EN ISO 22000:2005, respetivamente), cuja eficácia, tal como referido
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anteriormente, deve ser posteriormente verificada). Relativamente aos registos de auditoria, a APCER (2011) recomenda que estes incluam:
o âmbito;
o(s) referencial(is);
o(s) objetivo(s);
as pessoas que compõe a equipa auditora e a indicação de quem auditou que processo/área;
a duração da auditoria;
a identificação de oportunidades de melhoria do SGSA (secção 8.5 da NP EN ISO 22000:2005), se aplicáveis.
Quanto aos resultados de auditoria, estes devem incluir:
as conformidades e/ou conclusões da auditoria, que demonstrem que o SGSA está de acordo com os requisitos e adequadamente implementado, aplicado e atualizado;
eventuais não-conformidades detetadas.
Os resultados das auditorias internas constituem um input para a revisão ao SGSA, tal como definido na secção 5.8.2 da NP EN ISO 22000:2005 (APCER, 2011).
Assim como indicado para as auditorias ao SGQ (alínea b) 1E da secção 3.2.1.1 do presente Capítulo), a NP EN ISO 19011:2012 também pode ser utilizada para implementar eficazmente processos de auditoria ao SGSA e o processo de auditoria ao SGSA também pode ser subcontratado (e não obrigatoriamente realizado por colaboradores da empresa) (APCER, 2011)
b) a avaliação dos resultados individuais da verificação (secção 8.4.2 da NP EN ISO 22000:2005).
Esta secção da Norma, determina que a ESA deve avaliar os resultados individuais (como por exemplo, cada relatório de ensaio) das verificações planeadas, de forma sistemática, para que a segurança alimentar dos produtos nunca seja posta em causa (APCER, 2011). Se a verificação demonstrar não-conformidade, a empresa deve rever as atividades planeadas na secção 7.8 da NP EN ISO 22000:2005 e aplicar uma ação para repor a conformidade. Essa ação inclui a revisão:
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dos canais e procedimentos de comunicação (secções 5.6 e 5.7 da NP EN ISO 22000:2005) ;
do(s) PPR(s) (secção 7.2 da NP EN ISO 22000:2005);
das conclusões da análise de perigos, do(s) PPR(s) operacional(is) estabelecido(s) e/ou do Plano HACCP implementado (secções 7.4, 7.5 e 7.6.1 da NP EN ISO 22000:2005);
da eficácia da gestão de recursos humanos, incluindo atividades de formação (secção 6.2 da NP EN ISO 22000:2005).
Segundo APCER (2011), devem ser mantidas evidências da avaliação dos resultados individuais da verificação.
c) a análise dos resultados das atividades da verificação (secção 8.4.3 da NP EN ISO 22000:2005).
A ESA deve analisar globalmente os resultados das atividades de verificação (incluindo os resultados das atividades de verificação planeadas de acordo com o disposto na secção 7.8 da NP EN ISO 22000:2005 e os resultados das auditorias internas (exigidas na secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000:2005) e externas), por forma a:
confirmar que o desempenho global do SGSA segue conforme planeado (secção 5.3 da NP EN ISO 22000:2005) e cumpre com os requisitos estabelecidos;
identificar a necessidade de atualizar e melhorar o SGSA (secção 8.5 da NP EN ISO 22000:2005);
identificar tendências para o aumento de ocorrência de produtos não seguros;
estabelecer informação que permita definir a importância relativa de cada um dos processos/áreas, para o melhor planeamento das auditorias internas (secção 8.4.1 da NP EN ISO 22000:2005);
fornecer provas da eficácia das correções e ações corretivas (secções 7.10.1 e 7.10.2 da NP EN ISO 22000:2005, respetivamente).
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Os resultados da análise das atividades de verificação e das ações resultantes dessa análise, devem ser registados e reportados à GT, para serem utilizados como inputs para a revisão e atualização do SGSA (secções 5.8 e 8.5.2 da NP EN ISO 22000:2005). Por ano, deve ser realizada, pelo menos, uma análise global ao SGSA (ISO/TS 220004:2005).
4) Melhorar continuamente o SGSA (melhoria contínua - secção 8.5.1 da NP EN ISO