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Comparaison des différentes approches selon les modalités ex-

4.4 Résultats et discussions des différentes approches

4.4.2 Comparaison des différentes approches selon les modalités ex-

A ligação entre o genótipo vacAs1 e a presença do cag-PAI já foi descrita, (BLASER, ATHERTON, 2004). Cepas de H. pylori que têm as cag-PAI íntegra e o vacAs1m1 genótipos estão envolvidos no desenvolvimento de graves doenças gastroduodenais, como úlcera péptica (ATHERTON et al., 1997; BLASER et al.,2004). A presença da integridade da ilha cag-PAI possibilita a expressão simultânea da maquinaria do sistema de secreção do tipo IV (T4SS), com a consequente injeção de cagA, a qual, associada à presença de vacA, poderia provocar uma forte resposta inflamatória na mucosa gastroduodenal humana, resultando em dano tecidual e ulceração. A constatação de que muitas cepas com deleções de algum dos genes de cag indicaram que a cag-PAI, em algumas das cepas analisadas aqui, tinha uma estrutura em mosaico, como também relatado em outros estudos (MAEDA et al., 1999; PACHECO et al., 2008).

Os genótipos de H. pylori foram agrupados e avaliados em cada tipo de lesão gástrica diagnosticada na população estudada em relação aos agrupamentos formados, os grupos em letras maiúsculas (A, B, C) considerando os genes da ilha cag- PAI e as regiões “s” e “m” de vacA e os grupos em números romano (I, II), onde foi considerado o alelo vacAs1. As análises dos grupos A, B e C mostraram que, dentre as gastrites o grupo A1, foi o mais frequente na GCA, enquanto o grupo A4 foi mais frequente na GCI, mostrando uma relação entre a virulência da cepa e essas lesões de diferentes gravidades. A GCI é considerada uma lesão com menor potencial de evolução clínica e teve em maior frequência de cepas pertencentes ao grupo A4 que possui a ilha cag-PAI totalmente deletada, tendo apenas o gene vacAs1m1. Por outro lado, na GCA, o maior número de casos apresentoucepas do grupo A1, que possuíam a ilha cag-PAI intacta e a presença de vacAs1m1. De modo geral pode se observar uma diminuição dos casos de GCA de acordo com virulência. Essa relação entre a

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distribuição das cepas pertencentes a grupos de diferentes virulências é melhor vista no segundo agrupamento proposto, grupos I e II. Nesse agrupamento, também foi observado nesse grupamento uma maior frequência de cepas mais virulentas na gastrite crônica ativa grupo Ia (cag-PAI intacta + vacAs1) em relação a gastrite crônica inativa (GCI), se observou uma maior frequência de cepas menos virulentas Id (cag-PAI deletada + vacAs1).

Devido a mais baixa frequência dos genes de virulência nas metaplasia em relação às gastrites ativas, onde as metaplasias foram subdivididas em completas e incompletas. Essa subdivisão possibilitou a observação de que nas metaplasias o grupo A2 ocorreu somente na metaplasia incompleta, enquanto que na metaplasia completa houve maior frequência de casos infectados com cepas do grupos A3 (cag-PAI parcialmente deletada + vacAs1m1) e A4 (cag-PAI deletada + vacAs1m1). Essa associação ficou melhor caracterizada quando os casos foram agrupados apenas pelo alelo s1 de vacA, onde uma maior frequência (59%) de cepas mais virulentas, pertencentes aos grupos Ia (vacAs1+cagA+cagE+virB11) e Ib (cagA ou cagE +, virB11+ vacAs1), foi observada na metaplasia intestinal incompleta, enquanto que na metaplasia intestinal completa maior frequência de cepas menos virulentas pertencentes aos grupos Ic (apenas um dos genes da ilha + vacAs1) + Id (cag-PAI deletada + vacAs1), como ocorre com o grupo A3 e o grupo Id tem um número maior de deleções de cag.

Como já tinha se discutido anteriormente, o fato dos casos de úlcera terem ocorrido em cepas com cag deletada, nos agrupamentos foi visto que esses pertenciam a grupos considerados menos virulentos A4 e Id, o único caso de displasia pertencia ao grupo Ia, de alta virulência.

Os casos de gastrite atrófica eram dos grupos A2 e Ib, de virulência intermediária. É interessante observar que quando essas lesões foram categorizadas tendo com base apenas o alelo s1, nenhum dos casos, GA estavam nos grupos que não eram vacAs1, apontando a importância dessa variação alélica na virulência das cepas.

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6.1.6 Análises das gastrites crônicas considerando a graduação e os genótipos de H. pylori agrupados.

A proteína VacA, além de induzir a vacuolização de células eucarióticas (ATHERTON et al., 1995), imita a atividade de drogas imunossupressoras, explicando assim, a cronicidade da doença através do bloqueio da proliferação de células T (GEBERT et al., 2003) e, portanto, tem relação com a progressão das lesões para lesões mais graves.

A comparação das gastrites ativas e não ativa tem a sua importância devido ao fato de a primeira poder evoluir para uma lesão mais grave, ou tornar-se inativa. Quando estas foram analisadas considerando o genótipo das cepas, observou-se que os pacientes portadores de gastrites crônicas ativas eram infectados por cepas do grupo mais virulento, A1/Ia, independente da graduação. Por outro lado na gastrite crônica inativa leve os pacientes eram infectados por cepas menos virulentas, A4/Id, sugerindo que a associação do genótipo bacteriano como um possível marcador de prognóstico das gastrites.

6.1.7 Análise dos fragmentos do sítio oposto da lesão.

Uma vez que tem sido demonstrado que H. pylori transporta apenas uma única cópia do gene vacA, a detecção de genótipos múltiplos implica a presença de múltiplas cepas em uma amostra clínica. O risco de coinfecção ou superinfecção com múltiplas cepas podem ser maiores em países com alta prevalência de infecção por H. pylori, do que naqueles com baixa prevalência (VAN DOORN et al., 1998). Discriminação entre os isolados estreitamente relacionados do H. pylori é necessária para fins epidemiológicos e clínicos, métodos precisos de caracterização da estirpe são necessáriospara controlar infecções por H. pylori. Estudos sobre a presença de infecção mista têm sido descrito por vários autores usando várias metodologias. (OWEN et al., 1994; SUERBAUM et al. 1998; VAN DOORN et al., 1998; SARIBASAK et al., 2004). No presente estudo, foi possível avaliar se havia infecção mista em um número razoável de pacientes (151), nos quais foi possível a coleta de amostra de ambos os sítios (corpo e antro). A presença de infecção mista por H. pylori foi verificada através da detecção da bactéria e seu genótipo em ambas regiões gástricas, independente

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do local da lesão. Nas análises foi observada uma taxa de infecção mista, que nos casos com lesões em ambos os sítios apenas 21% das cepas foram coincidentes,e nos casos em que a lesão estava localizada em apenas um dos sítios, a coincidência foi de 38,8%. notou-se uma alta taxa de infecção mista (79% e 61,2 %). Frequências de 30 % e 50%, nas taxas de infecção mista foram reportadas por outros autores (TOMASINI et al., 2003; SICINSCHI et al., 2003), que utilizaram a análise de mais de um gene para avaliar a presença de infecção mista como: cag-PAI (cagA, cagE e virB11) e cagA, ES para cag-PAI e vacA. Por outro lado, Módena e colaboradores (2007) encontraram uma frequência de 18,8% de infecção mista, analisando a presença das combinações alélicas de vacA e também uma frequência maior que variou de 63,8 a 83,3%, foi encontrada quando se baseou na análise de ES para cag-PAI, para determinar a taxa de infecção mista em pacientes com úlcera péptica, frequência semelhante as encontradas neste estudo. No entanto o estudo

demonstrou que não houve correlação entre a coexistência de tipos de H. Pylori cag-PAI positivos e cag- PAI negativos com doenças gástricas. (MÓDENA et al., 2007). Van Doorn e colaboradores (1998) encontraram a presença de infecção mista numa frequência menor (20,2%), entretanto, esse estudo analisou a presença das combinações alélicas do gene vacA sozinho para determinar a presença de infecção mista. Assim, quando frequências menores de infecção mista são encontradas em outros estudos, quando comparadas com as desse estudo, acredita-se que isso se deva a um menor número de genes analisados neste estudo e a alta taxa de infecção da população estudada.

Um dado interessante é que nos casos em que a lesão era em apenas um dos sítios verificou-se que uma fração significativa dos casos foi infectada com cepas pertencentes a grupos de menor virulência no sítio oposto ao da lesão, o que indica a importância dos genes estudados como fatores de virulência no desenvolvimento da lesão. Cellini e colaboradores (1996) relataram a presença de cepas diferentes infectando o corpo e o antro em um mesmo paciente, entretanto, não citama frequência. Estudos de resistência bacteriana com H. pylori revelaram altas taxas de infecção mista (WONG et al., 2001; CELLINI et al., 2006).

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7 Conclusão

• Na população do Ceará a infecção por H. pylori, foi observada em alta frequência em todas as lesões;

• As lesões gástricas foram predominantemente localizadas no antro;

• A gastrite crônica foi uma lesão característica de pacientes mais jovens, enquanto que a metaplasia intestinal está associada com o aumento da idade dos pacientes estudados;

• Os genes vacAs1m1, cagA, cagE e virB11 de H. pylori são potencialmente bons marcadores de valor prognóstico, para manutenção da gastrite ativa e/ou progressão para lesões mais graves;

• O desenvolvimento de lesão gástrica mais grave foi associado à infecção por cepas com genótipos mais virulentos, considerando os genes estudados;

• O alelo vacAs1 mostrou-se marcador mais acurado para a determinação da virulência e associação com gravidade da lesão que a combinação vacAs1m1;

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