2.2 Etudes de la Radiothérapie Asservie à la Respiration (RAR)
2.2.2 Comparaison croisée de deux systèmes de RAR
Como vem sendo defendido na tese, a proposta apreciativa consiste em ver o aspecto do que há de melhor nas organizações com foco na linguagem positiva, simbolicamente responsável pela atividade estruturante e estruturadora da realidade. Com base nessa força apreciativa, entende-se ser possível recriar as organizações e mesmo mudá-las. Há inquietação nessa proposta de imaginar as organizações com seu novo formato, que as leve a transcender, desencaixar-se e reinventar a si mesmas. Este é, sem dúvida, um grande desafio.
A tese traz esse significado, apoiado no foco da generatividade, em que se tenta resgatar valores que apelam para o legado que a CHESF deixará para as futuras gerações, como um aprendizado, um ensinamento. Sendo assim, cabe inquirir: qual será a CHESF que os chesfianos estão deixando para as futuras gerações? Que fatores externos e construções internas estão influenciando as ações presentes e pré-determinando as ações futuras? Ou seja, pode-se colocá-la no rol das empresas generativas, que concentram mais valor no que elas fazem de melhor do que simplesmente se considera ser sua vantagem competitiva.
No ciclo de 5-D apreciativo pode-se dizer que foram obtidas contribuições que permitem apontar as características generativas associadas aos potenciais abertos por meio do fluxo de intercâmbio entre as ideias trocadas com o GGP&D+I, que protagonizou o papel de cocriação de conhecimento, em um exercício produtivo da parte empírica do trabalho, que levou seus integrantes a: (a) reconsiderarem seus pressupostos e visões de mundo, bem como a se abrir para novas possibilidades (capacidade generativa), e (b) produzirem ideias que os impulsionaram a novas formas de ação, benéficas para si e para os outros (resultados
generativos). A essência da imagem generativa da inovabilidade, como exemplo, traduz um pouco o que se obteve nos discursos desse grupo, com grande impacto nos resultados organizacionais. Crê-se que a generatividade pode ser vista como uma oportunidade de transformação, oferecida aos aprendizes, que corresponderam por meio de sua capacidade colaborativa.
A generatividade tomou esse impulso, certamente porque esse valor está atrelado à noção de um legado a ser deixado para as futuras gerações. Não menos importante é verificar se esse valor público está presente no setor elétrico brasileiro, em um contexto de grande transformação. Por ela passa a CHESF, como uma instituição tradicional, com seus valores clássicos ligados à produtividade e à qualidade, “tidos como certos”. Nada mais correto, pois nela predomina a visão da solução de problemas práticos, até mesmo pelo perfil de formação de seus integrantes, em sua maioria, formado por engenheiros e pessoal técnico.
Diante da possibilidade histórica de implementar a gestão da inovação, em um serviço de finalidade pública, como é o caso da produção, distribuição e comercialização de energia elétrica, coube à empresa desenvolver estratégias capazes de comportar escolhas que sejam fundamentais para o alcance das inovações, baseadas em princípios que expliquem como chegar aos resultados desejados, com sustentabilidade.
A análise mostra que há variadas maneiras de promover as inovações, começando por estimular parcerias, patrocinar pesquisas e desenvolver aprendizagem organizacional, em prol de um esforço conjunto por parte das equipes especializadas e dedicadas à colaboração e aos empreendimentos de engenharia, visando à implementação das ferramentas mais adequadas às necessidades organizacionais. Como observado em diferentes momentos, no caso da CHESF, procura-se ir além da “boa ideia”, posto que a inovação requer colocar a ideia em uso, na prática, ou seja, implementada. Portanto, avançar da simples teoria esposada para a teoria em uso constitui o experimento desenvolvido junto com o GGP&D+I, no qual se capturou a existência de disposição e energia no sentido de abertura à intensificação da capacidade dinâmica de ação para a inovação. No decorrer da pesquisa colaborativa pode-se dizer que seus integrantes aceitaram olhar para a direção que apontava para o curso apreciativo e seguiram o caminho metodológico que girava em torno do chamado para a vida, para uma excursão cujo roteiro contemplava processos de investigação de valorização do melhor da organização, capaz de possibilitar a transformação generativa e de impulsionar a inovação transformacional. Assim, constatou-se existir uma energia generativa e produtiva, em que se teve oportunidade de ampliar a criatividade, incrementar qualidade e a quantidade de ideias.
Como a avaliação coletiva não é a simples soma das avaliações individuais, deste modo se procedeu para chegar a uma visão compartilhada do processo, ela mesma dotada de valor público, entendido como o que se faz em prol da obtenção de condições públicas que gostaríamos de desfrutar e o que se pode, coletivamente, concordar que seria interessante alcançar usando os poderes do Estado (MOORE, 2007).
No trabalho compreendeu-se que a transformação das instituições tradicionais em organizações de aprendizagem começa com a não aceitação da situação como ela está, de sorte que seus colaboradores não estejam conformados com o que acontece. Deste momento em diante, percebe-se estar diante da essência do aprendizado revolucionário, mesmo em face da ambiguidade, turbulência e incerteza. A negociação com GGP&D+I denota que a generatividade, apoiada no discurso positivo, colocou o foco nas virtudes e pontos fortes, expondo um contexto apropriado à pesquisa, notado quando se dá valor às emoções vividas junto com tais colaboradores, caracterizadas pelo afeto positivo. Pode-se dizer que as emoções positivas vivenciadas por meio da aplicação do ciclo 5-D generativo, contribuíram para estimular os participantes a discutirem junto com a pesquisadora acerca de como pôr em evidência sua capacidade de inovação, bem como demonstrar sua busca pela inovabilidade.
Com o grupo, foi objeto de verificação e validação o fato de a generatividade ir além, no sentido atribuído à inovação. Dentro de um ambiente generativo, o entendimento a que se chegou aponta para algo mais amplo. No debate travado ao longo do ciclo generativo, considerou-se, então, que o significado de inovação, no sentido de associar a inovação à sustentabilidade, reuniu elementos empíricos que asseguram resultados que ultrapassam a simples conceituação teórica. Essa conquista pode ser referenciada como modificação paradigmática no pensamento e na interpretação dos dados colhidos no caso da CHESF, que se transpôs, de forma generativa, ao se identificar o sentimento de amor e de legado das inovações que o GGP&D+I afirmou que deve existir em relação às futuras gerações. Como afirmado por um dos participantes, “Deixar um legado vai além de ser uma boa ideia, é preciso associar à ideia, o sentido de ação”.
Esta foi uma verdadeira reflexão na ação, considerando-se que era possível falar de empoderamento, visando transformar sonhos em realidade. Em outra passagem, a associação da inovação à sustentabilidade foi caracterizada, criando possibilidades positivas na revisão de práticas e padrões de ação estabelecidos para as questões diárias no sentido de modificação do status quo reinante.
O sentimento que se tem, em termos dos dados obtidos, é o de haver uma linha tênue entre os resultados apreciativos e os generativos. Contudo, compete observar que os resultados apreciativos podem conduzir a processos de amplificação das possibilidades positivas, algo desejado, mas que, muitas vezes, pode ter impacto reduzido quanto à resposta ou ação imediata para o grupo. Por seu turno, o resultado generativo eleva o estado de compromisso, por seu alto propósito, que imprime ao grupo buscar um elo entre seu desejo e aquilo que transcende ao ambiente e às suas próprias necessidades. Pode-se dizer que explorar um repertório mais amplo, de curto e longo prazo, objetivando criar o futuro, em vez de apenas reagir às provocações do presente. Isto implica até mesmo ir além dos muros da organização. Equivale dizer que o legado para as futuras gerações solicita que se faça a diferença em termos de inovação sustentável, em outras palavras, a favor da inovabilidade.
Portanto, a generatividade na CHESF sugere que há elementos que garantem legitimidade ao seu alinhamento com práticas de inovação encontradas em instituições de referência no setor elétrico, como é o caso da empresa Energias de Portugal (EDP), que utiliza o conceito e atribui o significado no sentido de valorizar a capacidade que as pessoas têm de se desenvolver para inovar e se reinventarem constantemente, sem deixar de lado a convergência dos conceitos de inovação e sustentabilidade (EDP, 2011).
Fala-se de um contexto em que a inovação é vista como prioritária por parte das organizações, como se examinou nos estudos que têm, como foco, tal temática. Neste sentido, as pesquisas consideram como relevantes os fatores ambientais que influenciam as mudanças organizacionais e de como estas contribuem para a continuidade organizacional.
Com efeito, organizações inovativas aprendem que é preciso reinventar-se para sobreviver nos mercados globais. Nestas, as inovações são resultado da cultura, dos processos internos e externos, de uma sinergia relacional. São aprendizagens consistentes com o que a organização desenvolveu, tanto como uma nova ideia, quanto por meio da criatividade gerada e que se tornou algo útil, no sentido de compromisso de ação, trazendo resultados, qualidade e satisfação tanto para o público interno quanto o externo, ou seja, os seus stakeholders. As inovações são resultantes do trabalho árduo e do empenho, ambos necessários para a construção da predisposição organizacional para novas oportunidades.
Quando se trata de pesquisas realizadas no âmbito da IA (LAZLO, COOPERRIDER, 2007; BARROS-POSE, 2013), a natureza organizacional inovativa, em essência, decorre da coerência com os benefícios inspirados pela IA w-holística. Mais que isso, o exame dos seus
aspectos intrínsecos mostra a noção subjetiva, pois operam no plano da visão dos indivíduos nas organizações e trazem à baila questões abstratas da vida organizacional.
O mesmo se aplica quando se leva em conta a abordagem do conceito da generatividade, que alavanca o constructo positivo da IA, aqui representado pelo ciclo de 5-D generativo, que contemplou a observância dos processos generativos, da capacidade generativa e dos resultados generativos, realizada por meio de uma análise mais aprofundada. Defende-se que essa análise é capaz de explicar adequadamente como é criado o valor público, que alcance têm as transformações organizacionais definidas como generativas, cujo
design de pesquisa apoia-se no modelo de ciclo de 5-D, dito generativo, em seus meandros:
Definição (1-D), Descoberta (2-D), Sonho (3-D), Planejamento (4-D) e Destino (5-D).
Segundo esse pressuposto, a transformação organizacional generativa pode ser caracterizada como fonte potencial do desenvolvimento organizacional no sentido de conduzir a resultados que perpassam a metamorfose da realidade organizacional, com suas variações e complexidade, cujo nível de análise requer a compreensão da sabedoria organizacional positiva, cuja abordagem tem interface com o envolvimento individual e o desenvolvimento do potencial organizacional para a inovabilidade e crescimento organizacional.
No caso ora apresentado, cabe ressaltar que o núcleo positivo da transformação organizacional generativa reside no florescimento generativo, que combina no estudo da CHESF, o foco analítico não apenas na capacidade de inovação, mas também na preocupação com a sustentabilidade e a responsabilidade socioambiental.
Em razão das escolhas metodológicas, o esquema ontológico toma o afloramento da generatividade a partir do nível individual que evolui para o do grupo, por meio da criação de um ambiente dialógico, de compartilhamento do conhecimento com a pesquisadora. Foi possível, então, acompanhar o florescer, tanto de cada um, em sua esfera pessoal quanto no tocante aos membros do grupo, que explicitaram seus mais legítimos anseios acerca da generatividade.
As formas utilizadas para se construir o conhecimento e de se ver a realidade foram vivência experimentada por intermédio das características que explicam a transformação organizacional generativa para além do positivo delineado pela IA, justificada como consequência da prática direta e empírica registrada no estudo da CHESF, não devendo ser esquecido o espaço para o autoconhecimento (subjetividade) e para as evidências colhidas na organização, quando se retrata a configuração dos processos organizacionais voltados para a inovabilidade (objetividade).
Assim, trabalhou-se com a valorização das histórias da trajetória do GGP&D+I e de seus pontos fortes, partindo-se daquilo que lhe dá vida até a exploração das experiências inovativas, que foram compartilhadas nas entrevistas e oficinas, mas também examinadas do ponto de vista documental. Para tanto, pode-se citar o caso da difusão dos aprendizados e projetos de inovação que são compartilhados em variadas mídias com todos os interessados, como por exemplo: os projetos do tipo VANT; SIMULOP; SMARTALARM/SMART TWO/SISRTM/AUDITOR, realizados em parcerias com universidades e instituições técnico- científicas. Outras iniciativas dizem respeito à premiação por mérito, por meio dos concursos abertos para aqueles relatos de inovação, em sua segunda edição.
Essas ações aumentam a capacidade organizacional para a inovabilidade e atuam como vetores da transformação organizacional generativa, já que se desenvolve um ambiente organizacional voltado para conexão com o todo, o alcance do mais alto propósito, a exploração da profunda criatividade e os valores da generatividade em ação.
Constata-se a tendência na empresa para a busca que adentra naquilo que transcende o ambiente organizacional e abre a mente para uma nova lente de interpretação da mudança paradigmática, posto que haja condições para que se faça prosperar laços afetivos e institucionais, que possibilitam suplantar àqueles limites que normalmente separam a organização de seus stakeholders internos e externos, deixando entrever a percepção de que todos criam de forma conjunta o que é.
Semelhante concepção de mundo coaduna-se com o florescimento da generatividade, considerado importante passo para que ocorra a transformação paradigmática, pois se tem um quadro emergente do sentido de dar vida ao que a organização faz de melhor, no seu mais profundo sentido e amplitude de alcance, que lhe permite lidar com os desafios de ordem econômica, social, ambiental e tecnológico, ao lado da realização do trabalho em si, por dar mais definição e significado a este pelos que o desenvolvem, com melhores resultados para a sociedade. A ambiência é favorável à criação, aos projetos organizacionais, aos negócios que contribuam para a empresa prosperar, considerando que há consciência por parte dos que dela fazem parte de que são as pessoas que criam, dia a dia, um domínio próprio da atividade de P&D+I, que elas podem em aprofundar continuamente, ao adquirirem maior compreensão da realidade e de que lhes cabe moldar o seu futuro.
Os achados desta pesquisa contribuem para que se valorize o foco dialógico, porque foi dada ênfase à interação social que revelou como a inovação tem seu lugar na “estratégia enquanto prática”, ao se discorrer sobre o que GGP&D+I faz, tendo se refletido sobre suas
ações e na sua reciprocidade existente, já que a pesquisa colaborativa somente foi realizada graças ao seu interesse pelo que a academia está a pesquisar. Aliás, este é um exemplo salutar da mutualidade de benefício em que todos ganham por trabalhar com questões organizacionais generativas.
Não é demais dizer que os colaboradores da CHESF ficaram entusiasmados com a temática da generatividade e com a aplicação do ciclo de 5-D generativo, sendo plausível a observação de que cada um dos envolvidos pôde contribuir com suas ideias mais significativas. Assim, os achados da pesquisa apontam para descobertas para além de um conjunto de habilidades e competências pessoais e interpessoais, que traduzem uma dada sabedoria organizacional positiva, estimulada ao se incentivar aquilo que fazem de melhor, que concorreu para o entrelaçamento entre seus ideais e os valores organizacionais, necessários à transformação organizacional generativa.
A visão dos colaboradores de que seu papel era importante para a pesquisa certamente favoreceu seu envolvimento e a construção do significado do florescimento do que para eles havia de mais generativo, sendo este um traço do que a sociedade cidadã está a requerer. Em termos mais específicos, a predominância do afeto positivo que envolveu o processo da pesquisa aponta para um ambiente amistoso, o que tornou este momento especial, diferente. A satisfação quanto à participação foi colocada pelos colaboradores, que permitiram dar continuidade a um projeto compartilhado com Almeida (2013), mas que tinha suas características próprias dado a natureza dos objetivos desta tese, centrada na generatividade, mas também relacionadas com inovação e sustentabilidade, aliás, inovabilidade, no setor elétrico. Muito ainda há por pesquisar, com foco em seus benefícios e de como podem ser gerados, em escala que atinja o envolvimento de seus destinatários, com outro recorte na abordagem.
Com efeito, o conceito de generatividade trouxe uma abertura para que se compreenda melhor o que remete à inovabilidade no setor elétrico, assim como também para o entendimento da transformação organizacional em organizações públicas encarregadas de promover a inovação, em especial pela determinação legal e pelo seu papel estratégico no cenário regional e nacional. A estas organizações estão reservadas mudanças transformativas e generativas, cuja condução da gestão pode vir a ser feita em estreita conexão entre: a) os benefícios revertidos em sustentabilidade organizacional, num sentido holístico; b) a expansão do significado e da importância do espaço que ocupa na sociedade e a incumbência de produzir valor público; e c) a transformação do sentido e significado atribuído aos indivíduos
e grupos que nela trabalham, os quais devem ser vistos como protagonistas das transformações de fundo generativo, cujas consequências para seus múltiplos stakeholders ainda são desconhecidas.
Nesta tese entende-se que a generatividade, com viés apreciativo, pode ser vista como algo que traz resultados duradouros, considerando que um de seus questionamentos básicos se volta para a descoberta do legado que as organizações irão deixar para as futuras gerações, em termos de inovação e sustentabilidade (inovabilidade).
5 Conclusões
O objetivo geral desta tese residiu em compreender como a transformação organizacional pode ser caracterizada como generativa para além do positivo delineado pela IA. A compreensão acerca da transformação organizacional generativa a que se chegou destaca desde a promoção do potencial humano para a criatividade no ambiente de inovação até a busca do mais alto propósito pela organização em sua relação com a sociedade, como um de seus principais enfoques. Graças a esse continuum, observou-se o estímulo à inovabilidade e o questionamento do status quo normativo, que traduzem e sintetizam alguns dos temas básicos defendidos na tese.
De fato, da tese se extrai que um dos traços centrais da generatividade aponta para a inovabilidade, termo que resultou da sobreposição dos conceitos de inovação e sustentabilidade, o qual evidencia a existência não só do desejo de inovar, mas também o de buscar melhorar a qualidade de vida, bem como o de atender novas expectativas e necessidades da sociedade, numa visão democrática, antes difícil de ser contemplada, materializada ou internalizada, agora cada vez mais acessível e veloz com a ascensão dos processos generativos.
Na CHESF, a transformação trazida pela ideia da inovabilidade, em si, foi percebida e eleita como uma característica preferida dentre outras, por ser representativa de um novo modelo de organização e de um novo modelo de produção de energia elétrica. Por ser generativa, em sua origem está o questionamento de como as coisas podem ser bem feitas, sem que sejam diretamente abordados os pontos críticos da organização e seus desequilíbrios, ao lado na prioridade dada ao conduzir e acompanhar a evolução de um processo de mudança que interfere na vida empresarial e dela faz parte, ao integrar-se ao planejamento e desenvolvimento organizacional.
Com efeito, a transformação generativa, para acontecer, decorre de um processo de implementação de uma mudança traçado em torno da busca novos meios de interagir para atingir um futuro positivo. Como exemplo, nesta pesquisa a organização estudada constitui parte integrante da cada de interesse público e da geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, o qual passa por alterações complexas que afetam sua gestão, incluindo a legislação que a orienta e as novas formas de produção que adota. Ou seja, alterações que repercutem em todas as áreas de atuação da organização para que atinja sua missão.
serviços, haja vista o caso das plataformas solares de Petrolina que vão gerar 3MW de energia solar; sem falar da aeronave não tripulada, que transmitirá imagens em tempo real, ou, ainda,