Chapitre 1 Les rayons X de moyenne énergie en radiothérapie
1.2. Caractérisation des faisceaux de rayons X de moyenne énergie
1.2.3. Distribution spectrale en énergie de la fluence des faisceaux d’intérêt
1.2.3.2. Comparaison avec des données de la littérature
No jogo de basquetebol formal, a avaliação contou com uma amostra de 10 alunos do projeto de extensão basquetebol solidário, sendo que todos estes estão contidos na amostra inicial de 28 alunos do jogo 2x2.
Neste momento, os alunos foram avaliados a partir de sua ação coletiva, através de um jogo de basquetebol formal, sem exclusão ou adaptação de regras. O jogo foi realizado entre o time A x time B, com os dois times jogando no sistema de jogo de 1.2.2, recomendados por Oliveira e Graça (2005) por ser um sistema que permite ocupação equilibrada do espaço, distribuição homogênea dos jogadores nos dois lados do campo, jogadores jogam sempre de frente para a cesta e por garantir um espaço de invasão amplo, permitindo ao jogador penetrar em drible ou cortar para receber.
Neste jogo o time A possuiu uma maior posse de bola, tendo ações coletivas efetivas. O time sempre fazia a transição ofensiva trocando diversos passes, sempre respeitando o limite de tempo no ataque e em nenhum momento concentrou suas jogadas em um único jogador, mostrando que coletivamente eles foram bastante efetivos. Os suportes tanto defensivos quanto ofensivos foram ofertados em todos os momentos do jogo, principalmente pelos pivôs. No momento da perda de bola, o time A corria imediatamente para o campo de defesa e se organizava taticamente para que a recuperação de bola pudesse ser realizada de forma rápida e efetiva, quando não conseguiam realizar o ajuste (movimentos que requerem uma adaptação de acordo com a situação do jogo, como por exemplo, um arremesso que não cai, exigindo um ajuste para realizar o rebote), porém executavam de maneira efetiva a cobertura e marcação de guarda. Esta ação mostrou que as ações sem a bola estavam sendo executadas de forma eficiente, respeitando o princípio da base, pontuados por Oslin, Mitchell e Griffin (1998). Quando a bola era recuperada, os pivôs corriam imediatamente para o garrafão, fazendo uma espécie de parede na defesa adversária, os alas constantemente se movimentavam e o armador foi responsável por cadenciar o ritmo de jogo de seu time, bem como comandar o ataque, sendo exigido bastante no aspecto de decisão tomada. A execução e habilidades do time A pode ser considerada efetiva, já que os passes, dribles e arremessos foram em sua maioria corretos. Os alas e pivôs também foram efetivos em suas decisões tomadas, pensavam de forma rápida quando recebiam a bola, principalmente no ataque, sendo criativos para executarem diversas jogadas.
Já o time B possuiu uma menor posse de bola, tendo ações coletivas menores que as do time A, pelo estilo de jogo que eles se propuseram a jogar, que foi na base do contra-ataque, graças às características do time A e principalmente pelas características de seus próprios jogadores, que possuíam bastante habilidade e frequentemente se apropriavam de dribles. O time fazia a transição ofensiva variando entre troca de passes e jogadas individuais, foi
nítido que não se importavam com o tempo limite de posse de bola no ataque, pois eles tentavam concluir as jogadas em cesta o mais rápido possível. As jogadas foram em sua maioria concentradas nos alas e principalmente no armador, os pivôs mantinham basicamente um papel mais defensivo. Os suportes tanto defensivos quanto ofensivos foram ofertados em todos os momentos do jogo, defensivamente pelos pivôs e alas e ofensivamente iniciando pelo armador e constantemente passando pelos alas, poucas vezes os pivôs foram requisitados ofensivamente. No momento da perda de bola, os pivôs do time B corriam para o campo de defesa por estarem mais próximos do mesmo, os alas se deslocavam para o campo defensivo logo em seguida e o armador tentava recuperar a bola logo no início da transição ofensiva do time A. A execução do ajuste foi considerada efetiva, graças à ação ofensiva dos alas, que ficavam sempre atentos a qualquer mudança da trajetória da bola, geralmente arremessada pelo armador. A cobertura foi considerada moderada, por conta do posicionamento dos alas no momento das ações defensivas, já que os pivôs ficavam inicialmente isolados na defesa, sendo praticamente responsáveis pela marcação de guarda. A execução de habilidades foi considerada efetiva, por conta da alta taxa de acerto nos dribles e passes. Os arremessos também foram efetivos, porém contiveram alguns erros. O princípio da base, também foi considerado moderado pelo mesmo motivo relatado anteriormente, sendo os pivôs inicialmente responsáveis pelas ações defensivas, e logo depois a recomposição era realizada pelos alas e armador, corroborando com o pensamento de Oliveira e Graça (2005), que são os jogadores os responsáveis pela manutenção da integridade do sistema ofensivo e defensivo do jogo, sendo crucial a identificação da fase do jogo que decorre, a posição que deve ocupar na quadra, movimentação correta, dentre outros aspectos. Quando a bola era recuperada, os pivôs permaneciam na meia quadra, os alas constantemente se movimentavam, revezando entre eles até mesmo os lados da quadra para confundir a marcação e o armador foi responsável pela criação de jogadas e arremessos de 3 pontos, bem como passes para os alas que se infiltravam no garrafão, ainda corroborando com o pensamento dos autores citados anteriormente. No quesito decisão tomada, o time B teve um desempenho considerado moderado, por conta da individualidade de seus jogadores. Às vezes um passe se tornaria a melhor opção de conclusão de jogadas, porém os jogadores do time B sempre queriam decidir o jogo, prejudicando um pouco o desempenho final.