5. TYPICAL PRIMARY INTERFACE TASKS
5.16. Communications
17°C . 2 0°C a> ■I> •a 2 22°C 24°C
-L
26°CFigura 4.40: Estados para o PVE 4.2.2 - Temperatura do PVF 4 - “Salas de Aula’ Tabela 4.45 - Estados para o PVE 4.2.2 - “Temperatura” do PVF4 - “Salas de aular
Estados Descrição
17°C É uma temperatura com a velocidade do ar entre 0 e 10 cm/s que não causa grande conforto, visto que deste nível para baixo já se toma desconfortável. 20°C E uma temperatura com a velocidade do ar entre 0 e 20 cm/s que o ser humano se
adapta bem e consegue não ser influenciado.
22°C É a temperatura com a velocidade do ar entre 5 e 35 cm/s que não atrapalha no desempenho, mas já estabelece um desconforto.
24°C O desconforto já é mais acentuado, mas ainda fácil de controlar com ventilação artificial na velocidade do ar entre 35 e 45 cm/s)
26°C O desconforto é grande e a adaptação mais difícil e o controle por ventilação artificial já não tem efeito, mas apenas ar condicionado resolve.
A tabela 4.46 mostra os níveis de impacto do descritor, que tem o nível BOM e NEUTRO.
Tabela 4.46: Descritor para o PVE 4.2.2 - ‘Temperatura” PVF4 - Salas de aula. Nível
B e N
Nível de impacto
Descritores
N5 A instituição terá dezessete grau centígrados de temperatura nas salas de aula
B N4 A instituição terá vinte grau centígrados de temperatura nas salas de aula.
N3 A instituição terá vinte e dois grau centígrados de temperatura nas salas de aula
N N2 A instituição terá vinte e quatro grau centígrados de temperatura nas salas de aula
NI A instituição terá vinte e seis grau centígrados de temperatura nas salas de aula
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A tabela 4.47 apresenta a matriz Macbeth e a função de valor reescalonada.
Tabela 4.47 - Matriz de juízo de valor das diferenças de atratividade dos níveis de impacto para o PVE 4.2.2 - “Temperatura” do PVF 4 - “Salas de aula”.
0 N5 N4 N3 N2 NI Macbeth Macbeth Reescalonada N5 0 1 4 5 6 N4 0 2 4 6 1 0 0 1 0 0 N3 0 4 6 82 71 N2 0 3 36 0 NI 0 0 -57
Finalmente, o gráfico 4.12 apresenta a função de valor para o PVE4.2.2 - “Temperatura”.
Função de Valor do PVE4.2.2
Gráfico 4 .1 2 - Função de valor para o PVE 4.2.2 - “Temperatura” do PVF 4 - “Salas de aula”.
Para o PVE4.2.3 - “Ruído” foram definidos cinco estados quantitativos (figura 4.41). “A percepção do som é um processo semelhante à percepção visual. O órgão do sentido da audição, no ouvido interior, constitui a interface pela qual as ondas de som são transformadas em sinais adequados de informações em impulsos nervosos dentro do nervo auditivo. A integração e interpretação destes impulsos sensoriais dentro do cérebro, no córtex auditivo, é a natureza da efetiva percepção auditiva. A percepção auditiva varia de indivíduo para indivíduo;
80
determinados sons para uns é música, para outros é ruído incômodo. Quando em um espaço de ar a pressão do gás é perturbada por ações mecânicas, ocorrem rapidamente oscilações de pressão, que se espalham na forma de ondas” (Grandjean, 1998). O mesmo autor continua, dizendo que “o ruído é um som incômodo. A maioria dos sons compõe-se de um grande número de ondas sonoras com diversas freqüências. Se as freqüências altas predominam, percebemos o som como alto, por outro lado, se tivermos freqüências baixas teremos a percepção em som grave. A medida física para a pressão sonora é o microPascal”.
Em uma sala de trabalho, a compreensão da conversa é amplamente determinada pelo nível de ruído da sala e pela intensidade sonora da voz. Experiências mostram que a compreensão das conversas acontecem quando a pressão sonora da voz está 10 dB acima da média de ruído da sala (Grandjean 1998). Quando se trata de troca de informações de texto não conhecidos profundamente, com palavras técnicas difíceis, então devem ser alcançados valores mais altos de compreensão de sílabas. Mostrou-se que, nestes casos, uma compreensão de sílabas de 80% deve ser almejada. É necessária uma diferença entre pressão sonora da voz e do ruído da sala de cerca de 20 dB (Grandjean, 1998). “Quando se usa a voz em um trabalho profissional,
freqüentem ente para finalidades de informações ou ditados, ela não deveria ultrapassar 65 a 70 dB (a um metro de distância). Para que esta voz seja entendida sem perturbações e sem esforço, o nível não deve ser maior que 55 a 60 dB. Se são feita s grandes exigências à compreensão da conversa (inúmeras palavras técnicas, palavras desconhecidas etc.) então o nível de ruído geral não deveria ultrapassar 45 a 50 dB ” (Grandjean, 1998).
O ruído não tem conseqüências diretas no trabalho físico, mas experiências mostram que nos trabalhos que exigem reflexão em um ambiente ruidoso, os trabalhadores em um ambiente ruidoso cansam mais do que em um ambiente silencioso (Grandjean, 1998).
Segundo Grandjean (1998), o ruído pode prejudicar em trabalhos mentais complexos. O aprendizado com ruído acima de 90 dB, contínuos ou não, tem mostrado uma diminuição no desempenho mental. O mesmo autor coloca que podem ser complexos os efeitos do ruído em atividades mentais e conclui dizendo: “as conversas representam a principal fo n te de ruído, não
pelo seu valor em decibéis, mas muito mais pelo seu conteúdo de informações, tomou-se uma significativa perturbação no sentido de dificultar a concentração”. Nesta pesquisa de Grandjean
(1998), constatou-se que 35% dos pesquisados afirmaram que são fortemente perturbados pelo ruído. Os mais afetados são os que desenvolvem trabalho intelectual, os quais afirmam que perturba a concentração. Entre os pesquisados 46% afirmam ainda que a fonte de ruído que mais perturbam são as conversas.
A partir destas colocações foi definido o PVE 4.2.3 - “Ruído”, no qual foram estabelecidos os níveis de ruído tanto interno como externo (tabela 4.48 e figura 4.41).
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PVE 4.2.3 Ruído
- r - 40 dB
80dB
Figura 4.41: Estados para o PVE 4.2.3 - “Ruído” do PVF 4 “Sala de Aula” Tabela 4.48: Estados do PVE 4.2.3 - “Ruído” do PVF4 - “Salas de aula*
Estados Descrição
40 dB Este é o nível de ruído ideal para que todos pudessem se entender sem levantar a voz, ou seja Mando normalmente.
50 dB Este é um nível aceitável, mas que se eleva com as conversas paralelas ou ruídos externos.
60 dB Já começa a incomodar, visto que o entendimento entre palestrante e ouvinte em voz normal começa a dificultar.
70 dB Neste nível de ruído só se consegue ouvir aos gritos; inviável para salas de aula. 80 dB Acima deste ponto não é mais possível a comunicação verbal.
A tabela 4.49 apresenta os níveis de impacto do descritor, sendo identificados o nível BOM e NEUTRO.
Tabela 4.49 — Descrito para o PVE 4.2.3 - “Ruído” do PVF4 — “Salas de aula”. Nível
B e N
Nível de impacto
Descritores
N5 A instituição terá um nível de ruído tanto interno quanto externo de 40 dB nas salas de aula.
B N4 A instituição terá um nível de ruído tanto interno quanto externo de 50 dB nas salas de aula.
N3 A instituição terá um nível de ruído tanto interno quanto externo de 60 dB nas salas de aula.
N N2 A instituição terá um nível de ruído tanto interno quanto externo de 70 dB nas salas de aula.
NI A instituição terá um nível de ruído tanto interno quanto externo de 80 dB nas salas de aula.
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Tabela 4.50 - Matriz de juízo de valor das diferenças de atratividade dos níveis de impacto para PVE 4.2.3 - “Ruído” do PVF4 - “Salas de aula”.
N5 N4 N3 N2 NI Macbeth Macbeth Reescalonada N5 0 2 4 5 6 1 0 0 129 N4 0 3 5 6 87 1 0 0 N3 0 4 6 67 57 N2 0 5 40 0 NI 0 0 - 8 6
O gráfico 4.13 mostra a fiinção de valor contínua para o PVE4.2.3 - “Ruído”.
Função de Valor do PVE4.2.3
Gráfico 4.13 - Função de valor para o PVE 4.2.3 - “Ruído” do PVF4 - “Salas de aula”.
O PVE 4.2.4 - “Móveis” será analisado em relação à altura das mesas e cadeiras, tomando-se como base a altura que traz menos problemas para grande maioria dos usuários, de forma que possam utilizar os móveis sem sofrerem danos físicos pela má postura ao sentar, ou devido à altura das mesas usadas em salas de aula. Este descritor será mostrado de forma pictórica para melhor entendimento das medidas consideradas ideais para uma postura correta de uso.
O bem-estar passa, também, pelos móveis utilizados, como cadeiras, mesas, prateleiras, bancadas e outros, diretamente usados não só nas salas de aula, mas também nas bibliotecas, laboratórios, secretarias etc. Como a grande maioria das atividades do ser humano precisa destes recursos para desenvolver seu trabalho, deve haver alguns cuidados indispensáveis para que os usuários possam executar suas atividades com o menor esforço possível.
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A altura das mesas e cadeiras são fundamentais para uma boa e saudável postura dos usuários, para evitar dores no corpo provocadas pelo esforço desprendido, causando fadiga a determinadas regiões do corpo. A exemplo da temperatura e do ruído, móveis bem dimensionados também evitam estresse e fadiga, dando condições de melhor aprendizado aos usuários.
Uma pesquisa de Grandjean (1998), realizada em escritórios e locais de estudos e leituras de várias empresas, trouxe interessantes informações sobre o comportamento das pessoas ao sentar. Os mais importantes achados foram que:
52% costumar sentar na metade da cadeira; 42% recostados no encosto;
40% com os braços apoiados na mesa; 33% sentados em toda a cadeira;
15% sentados na ponta da cadeira.
Esta pesquisa foi realizada com a participação de 261 pessoas, sendo que foi utilizado fotografias de multimomentos, gerando no total 4.920 observações. Os valores percentuais correspondem à quantidade de tempo em que os trabalhadores se mantiveram em cada posição, sendo que as posições foram observadas simultaneamente entre si e, por este motivo, a soma das cinco posições ultrapassam a 100%. Uma posição ereta do corpo só foi observada em cerca de 50% do tempo; ao contrário, o tronco atirado para trás sobre o encosto foi observado em cerca de 40% do tempo, mesmo usando cadeira com encosto inadequado. Na mesma pesquisa foi feito também um levantamento sobre as dores generalizadas do corpo das pessoas que trabalham sentadas. Os resultados, nos quais era permitido mais de uma resposta para cada questão, foram os seguintes:
57% apresentaram dores nas costas; 29% dores nos joelhos e pés;
24% dores na nuca e ombros; 19% dores nas coxas;
16% dores nas nádegas; 14% dores na cabeça.
Na mesma pesquisa foram levantadas as medidas antropométricas mais importantes e foi feita uma comparação entre a altura das mesas e os relatórios de queixas, obtendo-se as seguintes conclusões:
• A altura das mesas de 74 a 78 centímetros são as que melhor se adaptam individualmente, desde que haja disponibilidade de cadeiras com alturas graduáveis e apoio para os pés;
• 24% das dores manifestadas na nuca e nas costas e 15% nos braços e mãos eram especialmente freqüentes nos usuários de mesas com alturas maiores de 78 centímetros;
• A maioria das queixas, 29% das pessoas com das dores sentidas nos joelhos e nos pés, foram as de baixa estatura, em relação à média, pois tinham que sentar na ponta da cadeira, sem apoio para os pés.
A freqüência de queixas de dores nas costas (57%) e a freqüente utilização do encosto da cadeira (42%) mostram a necessidade de um relaxamento periódico da musculatura das costas, e pode ser um indício da importância de valorização da adequada construção de encostos
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(Grandjean, 1998). O mesmo autor diz, ainda, que é importante que haja espaço suficiente para as pernas tanto para frente como para cima e para os lados, visto que o usuário sentado busca seu conforto cruzando as pernas uma em cima da outra, ou esticando-as para frente. Para isto, o pesquisador sugere que tenha um espaço de 6 8 centímetros de largura, 6 8 centímetros de altura e
60 centímetros de profundidade. Não importando a altura das pessoas, a grande maioria dos empregados graduou suas cadeiras para que ficasse um vão livre de 27 a 30 centímetros abaixo da superfície de trabalho. Esta colocação dos assentos permite uma postura natural do tronco, o que claramente constitui prioridade máxima. Grandjean (1998) diz o seguinte: “ Uma leve
inclinação do tronco para frente, com os braços apoiados na mesa, é seguramente uma postura pouco cansativa para ler ou escrever”.
O espaço ou distância entre o assento e a mesa é que determina a postura ideal da pessoa sentada em uma mesa de trabalho. Por isto, a importância que as “carteiras” da sala de aulas sejam mesa e cadeira separadas. Mesmo que a cadeira não seja regulável em sua altura, mas estando separada da mesa, poderá o usuário acomodar-se melhor aproximando ou afastando a cadeira da mesa, de acordo com a sua estatura.
Com relação à postura da nuca e cabeça, para uma visão confortável e sem esforço, Grandjean (1998), em suas pesquisas, conclui que “a cabeça e a mica não podem fica r durante
muito tempo inclinados a mais de 15° para a frente; do contrário, espera-se que surjam sinais de fa d ig a A linha preferencial está entre 10 e 15° graus abaixo da correspondente linha
horizontar.
A postura não natural do corpo e condições inadequadas para sentar podem provocar um desgaste maior dos discos invertebrais, pelo que o surgimento das lesões dos discos tem as conseqüências já citadas (Grandjean, 1998). Na pessoa, quando sentada, a pressão nos discos intervertebrais é maior, que quando em pé.
“A s recomendações ortopédicas para uma postura ereta do tronco quando sentado baseia-se no fa to de que uma posição levemente curvada para frente exige menos da musculatura das costas e, onde o peso do tronco repousa em uma maneira balanceada, assim, tom a toda a postura mais confortável” (Grandjean, 1998).
Grandjean (1998) conclui em suas pesquisas que: “ao recostar-se e apoiar as costas em
um encosto provoca a transferência de uma parte significativa do peso do tronco sobre o encosto, o que diminui sensivelmente a pressão e o desgaste dos discos vertebrais. O aumento do ângulo do assento para 110 ou 120°, com uma almofada com 5 centímetros de espessura na altura da 4a ou 5 a vértebra lombar representam as melhores condições para aliviar a pressão dos discos intervertebrais e o trabalho estático da musculatura das costas. Uma posição com o tronco levemente inclinado para a frente com os cotovelos apoiados é uma postura de sentar favorável e que deve ser considerada”.
Diante das pesquisas realizadas e citadas anteriormente, o PVE 4.2.4 - Móveis será apresentado como um descritor pictórico para melhor entendimento e que se divide em três estados apresentados na tabela 4.51 e figura 4.42, referente aos móveis recomendados para uma pessoa sentada à mesa (figura 4.43).
PVE 4.2.4 Móveis > ■a 2 •3 Ergonomicamente adequados Parcialmente adequados Ergonomicamente inadequados
Figura 4.42: Estados para o PVE 4.2.4 - “Móveis” do PVF 4 - “Salas de Aula”
SENTADO SEMAPOK} 5EWTÀDO C/ÜPOIC U3W8AR
Figura 4.43 - Móveis recomendados para uma pessoa sentada à mesa de estudo. (Fonte: Panero e Zelnik, 1979)
8 6
Tabela 4.51: Estados para o PVE 4.2.4 - Móveis do PVF4 - “Salas de aula”
Estados Descrição
Ergonomicamente Adequados
Este estado diz que os móveis devem ser ergonomicamente adequados para não provocar deformações físicas e fadiga em excesso, o que atrapalha o aprendizado.
Parcialmente adequados
É o estado em que os móveis são adequados apenas em parte, como ter uma cadeira adequada mas a mesa fora dos padrões. Ou mesa dentro dos padrões e cadeira inadequada.
Não adequados Onde os móveis são fora das especificações, não levando em consideração o bem estar do estudante, podendo prejudicar o desempenho.
A tabela 4.52 mostra os níveis de impacto do descritor, onde os níveis BOM e NEUTRO foram identificados.
Tabela 4.52: Descrito para o PVE 4.2.4 - “Móveis” do PVF - “Salas de aula”.
Nível B e N
Nível de impacto
Descritores
B N3 A instituição terá móveis ergonomicamente adequados em suas salas de aula. N N2 A instituição terá móveis parcialmente adequados ergonomicamente em suas
salas de aula.
NI A instituição terá móveis ergonomicamente inadequados em suas salas de aula.
A tabela 4.53 apresenta a matriz Macbeth e a função de valor reescalonada gerada pelo software.
Tabela 4.53: Matriz de juízo de valor das diferenças de atratividade dos níveis de impacto para o PVE 4.2.4 - “Móveis” do PVF 4 — “Salas de aula”
N3 N2 NI Macbeth Macbeth
Reescalonada
N3 0 4 6 100 100
N2 0 5 56 0
NI 0 0 -125
87
Função de Valor PVE4.2.4
100 | 80 60 - 40 ■ 20 •
I
° -i Iruggjec o ? -40 ■a > -60 | -80 < -100 -120 | -140 1 ■ j é 1 ■ . ' T 1 , * * *1
! ! ;nados Parcialmente Adequados Adequados
í
1
•1
• i * i ^ • \ * I * ! « '!
MóveisGráfico 4.14: Função de valor para o PVE 4.2.4 - “Móveis” do PVF 4 - Salas de aula.
4.3.4.2 - Determinação dos pesos internos para os PVEs do PVF4 - “Salas de aula” Para a determinação dos pesos internos do PVE 4.2 - “Condições Ergonômicas” são necessários os níveis BOM e NEUTRO (figura 4.44), bem como a geração das alternativas de referência (figura 4.45). PVE 4.2.1 - Iluminação Bom Neutro 900 lux 300 lux PVE 4.2.2 - Temperatura Bom * 20°C PVE 4.2.3-R uído Bom • 50 dB PVE 4.2.4 - Móveis Neutro 70dB Bom Neutro Ádequados Parcialmente Adequados Neutro 4 24°C
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PVE 4.2.1 PVE 4.2.2 PVE 4.2.3 PVE 4.2.4 PVE 4.2.1 PVE 4.2.2 PVE 4.2.3 PVE 4.2.4
PVE 4.2.1 PVE 4.2.2 PVE 4.2.3 PVE 4.2.4 PVE 4.2.1 PVE 4.2.2 PVE 4.2.3 PVE 4.2.4
PVE 4.2.1 PVE 4.2.2 PVE 4.2.3 PVE 4.2.4 B
Alternativa ao
Figura 4.45 - Criando alternativas de referência para os PVEs do PVE4.2 - Condições Ergonômicas.
A tabela 4.54 mostra o procedimento para a ordenação das alternativas de referência
Tabela 4.54: Ordenação das alternativas de referência para os PVEs do PVE4.2 - “Condições Ergonômicas” a 4.2.1 a 4.2.2 a 4.2.3 a 4.2.4 I a 4.2.1 X 0 0 0 0 a 4.2.2 1 x 0 1 2 a 4.2.3 1 1 X 1 3 a 4.2.4 0 1 0 X 1
A partir dos valores da somatória pode-se notar que a ordem de preferência é de: a 4.2.3 P a 4.2.2 P a 4.2.4 P a 4.2.1 ...(4.20)
89
Para a obtenção dos pesos utilizou-se a abordageiri Macbeth, comparando as alternativas de referência par-a-par (tabela 4.55).
Tabela 4.55: Obtenção dos pesos para os PVEs do PVE4.2 - “Condições Ergonômicas” o s <2 8 o* a 4.23 a 4.2 2 a 4.2.4 a 4.2.1 a0 Macbeth W ^4.23 X 4 4 5 5 100 48% a 4.22 X 3 4 4 58 28% a 4.2.4 X 2 3 33 16% a 4.2.1 X 2 17 8% a 0 X 0 0% 2 = 208 100%
A função de agregação será:
$4.2 (a) = W4.2.1. $4.2.1 (a) + W4.2.2 $4.2.2 (a) + W4.2.3 ■ $4.2.3 (a) +W4.2.4 ■ $4.2.4 -• (4.21)
Substituindo o valor dos pesos (tabela 4.55), tem-se:
$4.2 (a) — 0,08 $4.2.1 (a) + 0,28 $4.2.2 (a) + 0,48 $4.2.3 + 0,16 $4.2.4 .(4.22)
4.3.4.3 - Determinação dos pesos internos do PVF 4 - Salas de Aula.