Em meados da década de 1830, o concelho de Aldeia Galega do Ribatejo englobava 2 freguesias, 1 com sede em Aldeia Galega do Ribatejo e 1 — Sarilhos Grandes — com sede no termo. Por Decreto de 18 de julho de 1835, o concelho de Aldeia Galega do Ribatejo passou a pertencer ao distrito de Lisboa então criado.
Por Lei de 17 de abril de 1838, foi extinto o concelho de Canha, sendo 1 das freguesias que o compunham — Canha — integrada no concelho de Aldeia Galega do Ribatejo.
• foi extinto o concelho de Alcochete, sendo as 2 freguesias que o compunham — Alcochete e Samouco — integradas no concelho de Aldeia Galega do Ribatejo;
• foi extinto o concelho da Moita, sendo 1 das freguesias que o compunham — Moita — integrada no concelho de Aldeia Galega do Ribatejo.
Por Decreto de 13 de janeiro de 1898:
• foi restaurado o concelho de Alcochete, englobando 2 freguesias — Alcochete e Samouco — separadas do concelho de Aldeia Galega do Ribatejo;
• foi restaurado o concelho da Moita, englobando 1 freguesia — Moita — separada do concelho de Aldeia Galega do Ribatejo.
Pelo Decreto com força de Lei n.º 12870 de 22 de dezembro de 1926, o concelho de Aldeia Galega do Ribatejo passou a fazer parte do distrito de Setúbal então criado.
Pelo Decreto n.º 18434 de 6 de junho de 1930, o concelho e a freguesia de Aldeia Galega do Ribatejo passaram a denominar-se concelho e freguesia do Montijo.
Alegrete
Em meados da década de 1830, o concelho de Alegrete englobava 1 freguesia — Alegrete. Por Decreto de 18 de julho de 1835, o concelho de Alegrete passou a pertencer ao distrito de Portalegre, então criado.
O concelho de Alegrete foi extinto por Decreto de 6 de novembro de 1836, sendo a freguesia que o compunha — Alegrete — integrada no concelho de Portalegre.
O concelho de Alegrete foi restaurado por Lei de 12 de junho de 1837, englobando 2 freguesias separadas:
• 1 — Alegrete — do concelho de Portalegre; • 1 — São Julião — do concelho de Marvão.
O concelho de Alegrete foi extinto por Decreto de 24 de outubro de 1855, sendo as 2 freguesias que o compunham — Alegrete; e São Julião — integradas no concelho de Portalegre.
Alenquer
Em meados da década de 1830, o concelho de Alenquer englobava 18 freguesias, 5 — Santo Estêvão; São Pedro; São Tiago; Triana; e Várzea — com sede em Alenquer e 13 — Atouguia das Cabras; Cabanas de Torres; Cachoeiras; Cadafais; Carnota; Espiçandeira; Meca; Olhalvo; Ota; Paúl da Ota; Pereiro de Palhacana; Ventosa; e Vila Nova da Rainha — com sede no termo.
Pelo Decreto de 18 de julho de 1835, o concelho de Alenquer passou a pertencer ao distrito de Lisboa então criado.
Por Decreto de 6 de novembro de 1836:
• foi transferida 1 freguesia — Ventosa — do concelho de Alenquer para o concelho de Aldeia Galega da Merceana;
• foram transferidas 3 freguesias — Cachoeiras; Cadafais; e Vila Nova da Raínha — do concelho de Alenquer para o concelho de Castanheira do Ribatejo.
Por Lei de 12 de junho de 1837, foi extinto o concelho de Castanheira do Ribatejo, sendo 2 das freguesias que o compunham — Cadafais; e Vila Nova da Raínha — integradas no concelho de Alenquer.
Por Decreto de 30 de outubro de 1841:
• a freguesia de Espiçandeira foi integrada na freguesia de Meca; • a freguesia de Paúl da Ota foi integrada na freguesia da Ota;
• a freguesia de São Tiago de Alenquer foi integrada na freguesia de Santo Estêvão de Alenquer.
Por Aviso de 22 de abril de 1852:
• a freguesia de São Pedro de Alenquer foi integrada na freguesia de Santo Estêvão de Alenquer;
• a freguesia de Várzea de Alenquer foi integrada na freguesia de Triana de Alenquer. Em 1854, a sede da freguesia de Atouguia das Cabras foi transferida para Abrigada. Por Decreto de 24 de outubro de 1855:
• foi extinto o concelho de Aldeia Galega da Merceana, sendo as 4 freguesias que o compunham — Aldeia Galega da Merceana; Aldeia Gavinha; Ventosa; e Vila Verde dos Francos — integradas no concelho de Alenquer;
• foi transferida 1 freguesia — Vila Nova da Rainha — do concelho de Alenquer para o concelho de Azambuja.
Por Decreto de 26 de setembro de 1895, foi extinto o concelho do Cadaval, sendo 2 das freguesias que o compunham — Cadaval; e Vilar — integradas no concelho de Alenquer.
Por Lei de 21 de maio de 1896, foi transferida para o concelho de Alenquer 1 freguesia — Lamas — do concelho da Azambuja.
Por Decreto de 13 de janeiro de 1898, foi restaurado o concelho do Cadaval, englobando 3 freguesias — Cadaval; Lamas; e Vilar — separadas do concelho de Alenquer.
Pelo Decreto-Lei n.º 27424 de 31 de dezembro de 1936, o concelho de Alenquer passou a fazer parte da província da Estremadura, então criada.
O Decreto-Lei n.º 42536 de 28 de setembro de 1959 extinguiu as províncias do Continente. Pelo Decreto-Lei n.º 48905 de 11 de março de 1969, o concelho de Alenquer passou a fazer parte da região de Lisboa sub-região litoral.
Pelo Decreto-Lei n.º 494/79 de 21 de dezembro de 1979, o concelho de Alenquer passou a fazer parte da região de Lisboa e Vale do Tejo.
Pela Lei n.º 70/84 de 31 de dezembro de 1984, foi criada a freguesia do Carregado, separada das freguesias de Cadafais, de Santo Estêvão e de Triana.
Pela Lei n.º 71/89 de 28 de agosto de 1989, foi criada a freguesia de Ribafria, separada da freguesia de Pereiro de Palhacana.
Pelo Decreto-Lei n.º 46/89 de 15 de fevereiro de 1989, o concelho de Alenquer passou a fazer parte da sub-região do Oeste.
Pelo Decreto-Lei n.º 244/2002 de 5 de novembro, a sub-região do Oeste foi transferida da região de Lisboa e Vale do Tejo para a região do Centro.
No início de 2013, o concelho de Alenquer englobava 16 freguesias: Abrigada; Aldeia Galega da Merceana; Aldeia Gavinha; Alenquer (Santo Estêvão); Alenquer (Triana); Cabanas de Torres; Cadafais; Carnota; Carregado; Meca; Olhalvo; Ota; Pereiro de Palhacana; Ribafria; Ventosa; e Vila Verde dos Francos.
Pela Lei n.º 11-A/2013 de 28 de janeiro, o concelho de Alenquer passou a englobar 11 freguesias: Carnota; Meca; Olhalvo; Ota; Ventosa; Vila Verde dos Francos; União das Freguesias de Abrigada e Cabanas de Torres; União das Freguesias de Aldeia Galega da Merceana e Aldeia Gavinha; União das Freguesias de Alenquer (Santo Estêvão e Triana); União das Freguesias de Carregado e Cadafais; e União das Freguesias de Ribafria e Pereiro de Palhacana.
Pela Lei n.º 75/2013 de 12 de setembro, o concelho de Alenquer passou a fazer parte da Comunidade Intermunicipal do Oeste.
Alfaiates
Em meados da década de 1830, o concelho de Alfaiates englobava 4 freguesias, 1 com sede em Alfaiates e 3 — Aldeia da Ponte; Forcalhos; e Rebolosa — com sede no termo.
Pelo Decreto de 18 de julho de 1835, o concelho de Alfaiates passou a pertencer ao distrito da Guarda, então criado.
O concelho de Alfaiates foi extinto por Decreto de 6 de novembro de 1836, sendo as 4 freguesias que o compunham — Aldeia da Ponte; Alfaiates; Forcalhos; e Rebolosa — integradas no concelho de Vilar Maior.