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COMMAND_A, COMMAND_B, UNRECOGNIZED
Mediante o levantamento, processamento digital, e geoprocessamento das imagens e dados obtidos, e analisadas a paisagem em suas diversas classes, foi possível entender a espacialização de uso e ocupação de toda a área da encosta Sudoeste da Serra de Santana. Foi possível perceber que o relevo foi fator determinante de ocupação nas áreas de planalto e de depressão sertaneja.
Nas áreas de menor declividade mais propícias a rios e criação de reservatórios, intensificou-se o processo de ocupação solo através da agricultura em vazantes e da pecuária, visto que a demanda de água propiciou o plantio de pasto nas zonas de baixio dos rios após os períodos chuvosos. Já nas áreas de planalto apesar da menor propensão a armazenamento de água, o clima e solo cultiváveis foi fator determinante para sua ocupação e práticas agrícolas de características permanentes e temporárias.
As imagens de Satélite CBERS-4 e do Rada SRTM, bem como o Softwares Arcgis 4.1 e as Bases de dados da CPRM foram imprescindíveis para a montagem da base cartográfica da Encosta Sudoeste da Serra de Santana. Os dados levantados, onde foram gerados o SIG e inseridos informações digitais, como: Hipsometria, Declividade, Hidrografia, NDVI, Uso e Cobertura do Solo, obtidos através de imagens recentes do presente ano, conferem informações de forma organizada importantes no planejamento
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territorial e ambiental da área como um todo.
Mapa de cobertura do solo mostrou que mais de 50% da área total possui uma cobertura vegetal ainda em estado natural, ou em recuperação. As maiores áreas de cobertura de vegetação de Caatinga densa estão localizadas nas encostas Sudoeste da Serra de Santana e nos resíduos serranos, e com Relevo acentuado. A declividade se tornou um fator crucial para manter as encostas e área potencialmente susceptíveis com a cobertura vegetal preservada.
Percebe-se que práticas de ocupação inadequada, e práticas agrícolas insustentáveis ao longo dos anos 70 e 80 gerou uma série de impactos Ambientais que foi desenvolvida sem a levar em consideração a capacidade de suporte e a fragilidade dessa unidade. Portanto, o estudo dos aspectos físicos realizados neste trabalho permitiu elaborar um esboço inicial das unidades da paisagem da encosta Sudoeste da Serra de Santana, que servirão como sucintas recomendações para outros trabalhos e ações mais detalhadas de planejamento territorial e ambiental que venham a ser realizados posteriormente nesse ecossistema.
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