Chapitre I : Du réseau mobile de cinquième génération à l’amplificateur de puissance
I.3. Les amplificateurs de puissance
I.3.2. Classes de fonctionnement d'un amplificateur de puissance
A classificação das fracturas serve como padronização da linguagem, de modo a organizar estas lesões em grupos clinicamente úteis, facilitando o seu tratamento e prognóstico (Henry, 2010). Frequentemente, recorre-se a meios por imagem para obter esta classificação (anexo 2). A localização e a morfologia são caracterizadas por um método denominado sistema morfológico alfanumérico de fracturas (SIMAF) (figura 6). A cada osso longo é associado um número (úmero-1, rádio e ulna-2, fémur-3, tíbia e fíbula-4), depois localiza-se o fragmento ósseo (epífise proximal-1, diáfise-2, epífise distal-3). Posteriormente, classifica-se quanto à gravidade dos danos (fractura simples-A, fractura oblíqua ou com fragmento borboleta-B, fractura complexa com maior número de fragmentos-C) (Johnson et al., 2005).
(adaptado de AO Principles of fracture management in the dog and cat, Johnson et al., 2005, pág.9).
As fracturas são classificadas segundo a localização, direcção, completas ou incompletas, número de linhas de fracturas, deslocamento e a existência de comunicação com o meio ambiente externo. A localização inclui o osso envolvido e a localização no osso. Uma fractura diafisária de um osso longo, pode ser dividida quanto à porção do osso envolvida, em proximal, distal ou média. Fractura metafisária envolve a metáfise proximal ou distal. Fractura epifisária pode envolver a placa de crescimento e a articulação adjacente. Fracturas articulares penetram uma articulação e nestes casos é importante a descrição da extensão e localização da lesão, assim como a presença de fragmentos dentro da articulação (Henry, 2010).
Em casos, cuja placa de crescimento se encontra aberta, utiliza-se o sistema Salter-Harris, de acordo com as regiões envolvidas na linha de fractura, como é visualizado na figura 7. Fracturas Salter-Harris tipo I situam-se ao longo da própria placa de crescimento, enquanto
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que o tipo II envolve a placa e uma porção da metáfise. Fracturas tipo III, geralmente são fracturas intra-articulares, e envolvem a placa de crescimento e a epífise. Fracturas Salter- Harris tipo IV são, igualmente, fracturas articulares e ocorrem na epífise, passando a placa de crescimento e a metáfise. Fracturas tipo V não são, frequentemente, visíveis ao raio-X, decorrendo pela compressão da placa de crescimento (Fossum, 2008). O único sinal radiográfico observado na lesão aguda é a radiopacidade aumentada na região da placa (Henry, 2010). Fracturas tipo VI são encerramentos parciais da placa de crescimento (Fossum, 2008). Em fracturas tipo V ou VI pode ocorrer encerramento precoce de parte da cartilagem da placa, provocando deformações no crescimento (Henry, 2010).
(adaptado de AO Principles of fracture management in the dog and cat, Johnson et al., 2005, pág.10).
As fracturas classificam-se quanto à direcção da linha da fractura em relação ao eixo longitudinal do osso. Quando a linha de fractura é perpendicular ao eixo longo do osso, denominam-se transversas. Se existir um ângulo com o eixo longitudinal do osso, são fracturas oblíquas. Caso o ângulo seja 45 graus ou menor são fracturas oblíquas curtas e caso seja maior são oblíquas longas. Fracturas em espiral são fracturas oblíquas que se enrolam ao longo do eixo longitudinal do osso (Fossum, 2008; Henry, 2010).
Nas fracturas completas, a linha da fractura percorre todo o osso, ao invés das fracturas incompletas, que envolvem apenas um único córtex ósseo ou uma pequena porção de um osso, não causando separação em vários fragmentos. Fracturas completas ocorrem com maior frequência. Uma fractura por stress é um tipo de fractura incompleta. São pequenas fracturas, que podem não ser visualizadas radiograficamente, e que são causadas por trauma repetido num período de tempo que excede a capacidade de carga do osso (Henry, 2010).
Quanto ao número de linhas de fracturas, estas classificam-se em simples ou cominutivas. Uma fractura simples apresenta apenas uma linha de fractura, a qual divide o osso em dois
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fragmentos principais. Fracturas cominutivas apresentam múltiplas linhas de fractura. Quando apresentam três fragmentos grandes, geralmente possuem, um fragmento triangular denominado fragmento borboleta (Fossum, 2008; Henry, 2010).
Uma fractura que não esteja exposta ao ambiente externo, denomina-se por fechada. Caso contrário é uma fractura aberta e classifica-se dependendo do mecanismo de perfuração e a gravidade da lesão dos tecidos moles. Uma fractura aberta grau I é causada pela penetração do osso através da pele, causando uma pequena perfuração, na qual o osso pode ou não ser visível (Fossum, 2008). Uma fractura de grau II apresenta uma lesão dos tecidos moles mais ampla, a qual é resultado directo de um trauma externo. Geralmente é uma fractura simples ou minimamente cominutiva (Johnson et al., 2005). O prognóstico depende do grau de perda e contaminação dos tecidos moles envolvidos (King & Boag, 2007). Uma fractura de grau III caracteriza-se por uma fragmentação óssea grave associada a uma lesão extensa dos tecidos moles (Fossum, 2008). São fracturas muito cominutivas, com grandes perdas de tecido, contaminação e desvitalização. Pode ocorrer atraso na união óssea, assim como outras complicações no período pós-cirúrgico (King & Boag, 2007). O grau III subdivide-se em três categorias (a-c) consoante a gravidade das lesões.
O deslocamento de uma fractura é descrito quanto ao fragmento distal ou caudal e está relacionado com a interferência da lesão para com outras estruturas. Geralmente, é definido em termos de encurtamento, alongamento, deslocamento angular e deslocamento por tensão (Henry, 2010).
Existem ainda outras terminologias com importância na descrição de fracturas. Fractura patológica resulta de um enfraquecimento secundário a um processo patológico, como neoplasia ou hiperparatiroidismo. Fracturas múltiplas ou segmentares caracterizam-se pela presença de múltiplas linhas de fracturas, mas as quais não comunicam entre si como as fracturas cominutivas. Fracturas compressivas ou por esmagamento decorrem por um trauma que esmaga o osso diminuíndo as suas dimensões. Fracturas condilares, bicondilares e supracondilares, tal como o nome indica, envolvem estas regiões. Fracturas osteocondrais resultam da ruptura da cartilagem articular com uma porção do osso subcondral. Fragmentos soltos que apareçam dentro da articulação, denominam-se corpos livres ou ratos articulares. Fracturas em fissura são fracturas incompletas, que podem surgir de uma fractura completa, durante a sua redução e fixação. Apresentam-se como finas linhas radiotransparentes (Henry, 2010).
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