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3. Causes endocriniennes 1. Phéochromocytome

Para tratar da divulgação de Ponta Grossa pode-se começar por mencionar o comentário de Tinhinane e Fouzia (2017). Dizem, em seu comentário, que a divulgação auxilia para que turistas consigam planejar com mais antecedência as suas férias. Materiais como fôlders e outras formas de publicidade ajudam para que turistas tenham acesso a esse tipo de informações. Essas informações são fundamentais para que agentes de turismo de Ponta Grossa utilizem como auxílio para o planejamento de um destino turístico. Como Tosta e Kunz (2014) afirmam, os avanços tecnológicos contribuem com a "contração" do tempo e do espaço e, por consequência, com o desenvolvimento da mobilidade.

Os guias de turismo efetivamente comentam sobre a importância da publicidade, como é o caso de Costa (2017), que declara que é um fator a ser

trabalhado por parte da prefeitura, pois é inexistente. Chaves (2017) e Martins (2017b) também afirmam que a publicidade dos atrativos turísticos ainda é insuficiente e necessita de melhorias.

Em contrapartida a essas reclamações dos guias de turismo, Turek (2017), funcionária da FUMTUR, afirma que Ponta Grossa é ofertada no Salão de Turismo dos Campos Gerais. A instituição participa também da Feira de Turismo de Foz do Iguaçu, da ABAV do Paraná e da ABAV do Brasil. E o secretário reafirma isso quando cita a participação da Fundação Municipal de Turismo nos eventos com intuito de divulgar os atrativos do município de Ponta Grossa como um todo – divulgar principalmente para as agências de turismo, que têm a oportunidade, nesses eventos, de conhecer e auxiliar na divulgação dos destinos turísticos ponta-grossenses.

Conforme Turek (2017), a respeito da divulgação dos atrativos, essa divulgação dos atrativos é difícil por parte das agências de Ponta Grossa porque a maioria porque elas são, em sua maioria, emissivas. Às vezes os guias ou as agências de fora que pedem material de Ponta Grossa querem trazer grupos para o município e, por isso, querem saber mais sobre a cidade. E até devido aos eventos, que sempre os orientam. A funcionária também comenta que os atrativos são divulgados por meio de material impresso, pela rede social do Facebook e pelo site da prefeitura e agora pelo link que é acessado através da tecnologia do QR Code.

Com relação à divulgação dos atrativos turísticos, Turek (2017) deixa claro que não há uma priorização de divulgação para os atrativos. Aponta que o interesse da divulgação do atrativo deve partir dos proprietários, que deverão trazer seu material para que haja a divulgação para os visitantes.

Com relação ao aplicativo de turismo que funciona mediante tecnologia QR Code − “Ponta Grossa Turística” −, que foi desenvolvido com o intuito de estimular a divulgação dos atrativos turísticos de Ponta Grossa, ele constitui também uma ferramenta de mobilidade turística. Através desses objetivos, o secretário aponta que haverá perspectiva de aprimoramento dessa ferramenta e ainda a possibilidade da criação de um aplicativo que pode ser baixado diretamente do serviço de distribuição digital de aplicativos, no caso, o Google Play, ou até mesmo o Apple Store.

Dessa maneira, esse aplicativo promete ter uma gama de informações muito mais ampliada do que o atual aplicativo, com a inserção de informação de trilhas de caminhada, informações a respeito do sistema rodoviário, de transporte coletivo, hotelaria, restaurante, além do Projeto Conhecendo PG.

Em conformidade com os comentários dos guias, resta esclarecer que Ponta Grossa, sim, necessita trabalhar melhor a questão da divulgação, pois assim o destino então passaria a ser reconhecido e valorizado. Apesar das alternativas que os funcionários da prefeitura citam, essa divulgação ainda ocorre de forma insuficiente. Além disso, cabe acrescentar que, mesmo reconhecendo a relevância da divulgação, isso, contudo, pode ser um fato complicador, no caso de divulgar um destino que possui poucas possibilidades de infraestrutura e inadequadas vias de deslocamento.

A possibilidade seria, então, a união de todos os agentes da iniciativa privada (donos das propriedades privadas e outros interessados), somando esforços para que os materiais de divulgação cheguem à prefeitura municipal para uma divulgação consistente – além de esses interessados também realizarem a sua parte e fazerem valer a sua cobrança.

3.1.6 A mobilidade turística de Ponta Grossa a partir do plano de mobilidade

A atividade turística está intrinsicamente associada à mobilidade, pois ambas se interligam, formando um conjunto de intersistemas que são conectados. A mobilidade do turismo faz com que os espaços se tornem cada vez mais ordenados e, por isso, possam ser encontrados em diversos lugares (URRY; SCHELLER, 2004).

Arruda (2017) nos revelou anteriormente que os problemas que estão contidos nos espaços urbanos são resultantes principalmente de problemas que afetam os deslocamentos, como má qualidade de serviços do transporte público e infraestrutura deficiente para pedestres e ciclistas. Nesse aspecto, Arruda (2017) afirma a necessidade de ferramentas que revertam essas questões negativas em positivas, para tornar esse âmbito das cidades mais agradável e que ofereça qualidade de vida a seus moradores.

Para tanto, cabe mencionar que essas questões descritas por Arruda (2017) são também problemas que não só afetam a realidade urbana, mas também podem ser encontradas no espaço rural. No caso de Ponta Grossa, são problemas existentes no que compete à atividade turística. Desse modo, é de importância o papel dos agentes para que tornem essa atividade não somente possível, mas que traga algum benefício aos seus usuários, pois são problemas que não só afetam o turismo, mas também o cotidiano desses agentes.