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4.Interprétation et analyse des assertions au conditionnel

4.2. Conditionnel d’hypothèse et nature d’assertion

4.2.3. Le cadre hypothétique implicite « présupposé ou sous-tendu » 1.Le cas de figure du cadre d’hypothèse au conditionnel

4.2.3.4. Cas de figure d’autres variétés de structures

-Declara-se católica praticante.

-Declara a sua religião, quando perguntada, e percebe que as pessoas gostam de saber que ela é católica.

-Uma acadêmica a procurou por saber que ela era católica. -Diz que falta espiritualidade aos professores.

-Afirma que foi terrível atender alunos ateus.

-Diz que sentia-se impotente ao ter que lidar com pessoas que não eram cristãs como ela.

-Assegura que, depois que se formou, existiam pessoas que se declaravam não acreditar em nada, para sentimento.

-Diz que, às vezes, era mais tranqüilo para as pessoas não acreditarem em Deus.

2. Visão de Homem

-Considera que grande parte dos problemas é em função da falta de Deus.

-Considera que a pessoa deva encontrar algo superior a ela mesma para conseguir resolver um problema.

-Diz que a pessoa, depois de procurar a sua ajuda, percebia que está precisando de alguma coisa que fosse mais forte que a própria pessoa, algo superior para conseguir lidar com as situações, pois o homem não é nada sem um ser superior.

-Para ela, as pessoas precisam da espiritualidade, pois essa é a razão de estarmos no mundo.

-Considera que ter espiritualidade é importante e ajuda as pessoas. -Considera que independente da religião é bom ter espiritualidade.

-Diz que as pessoas afirmaram querer participar do espiritual, pois acreditam que Ele dá muito e fortalece as pessoas.

-Considera importante que as pessoas tenham uma religião e participem dela. Diz que é a pessoa quem faz a escolha da religião, mas, por outro lado, ressalta que o importante é ser cristão. Independente da religião, explica qual a diferença entre religiosidade e espiritualidade.

3. Dificuldades para inclusão da espiritualidade durante o curso da Psicologia e no início da vida profissional

-Na sua opinião, inicialmente era difícil lidar com questões referentes à religiosidade, pois os professores pareciam querer eliminar a religiosidade dos alunos e também não permitiam que se comentasse sobre esse assunto.

-Para ela, a teoria psicológica não aceita a fé pessoal.

-Considera que, quando estudou Psicologia, não foi possível conciliar teoria e fé. -Diz que o curso de Psicologia não teve nenhuma espiritualidade.

-Considera que não conseguiu conciliar teoria e espiritualidade.

-Diz não ter estudado nenhuma teoria que conciliasse teoria psicológica e espiritualidade.

-Revolta-se com a falta de integração entre espiritualidade e as outras teorias psicológicas.

-Reafirma que ainda hoje os alunos entram em conflito ao se deparar com a falta de integração entre a ciência e a Bíblia.

4. Necessidade de inclusão da espiritualidade no trabalho psicoterapêutico

-Considera importante levar a espiritualidade às pessoas no seu trabalho e distingue espiritualidade de religiosidade.

-Não se deve fazer proselitismo, mas, sim, motivar as pessoas a buscarem a espiritualidade. Para ela, falar de espiritualidade é falar de Deus.

-Considera que todos têm uma espiritualidade, mas que, muitas vezes, está obscura e precisa se tornar mais clara, para que sintam-se mais motivados a lidarem com essa área. Diz que as pessoas não fazem nada sem a espiritualidade, e que, portanto, é necessário sempre se renovar nessa área para se fortalecer e fortalecer também os que receberem atendimento.

-Pesquisa o que ocorre na vida das pessoas na área do trabalho, lazer e também na área espiritual.

-Considera importante pesquisar sobre a área espiritual das pessoas, diferenciando a espiritualidade de religiosidade. Afirma conseguir obter resultado com essa pesquisa que faz. Quando é o retorno, as pessoas falam que estão mais participativas na igreja e percebe que eles sentem-se mais motivadas dos que os que não participam de nada. -Diz que durante o processo irá investigar sobre questões referentes à espiritualidade da pessoa no momento, para verificar se a causa dos problemas apresentados tem relação ou não com a questão.

-Segundo ela, faz muito bem para as pessoas entrarem em contato com a espiritualidade, falarem com um padre ou pastor e inclui esse pensamento na prática pessoal.

-Reafirma que é importante conversar sobre espiritualidade. -É um sucesso conversar sobre espiritualidade.

-Abre espaço para as pessoas falarem sobre a espiritualidade no projeto com dependentes químicos.

-Justifica sua atividade dizendo que, nas reuniões dos dependentes químicos, baseadas no AA, fala-se de Deus sem mencionar religião.

-Diz ter dúvida se as pessoas a procuravam para testarem a sua espiritualidade ou para buscarem espiritualidade, mas, depois, ficava claro o que realmente queriam.

-Sente-se feliz por entender que é possível não deixar de lado a espiritualidade. -Considera que seu trabalho desintegrado da espiritualidade não tem sentido algum. -Pensa que os professores, atualmente, não são tão ateus como eram os seus professores quando estudou.

5. Encontro com o Aconselhamento

-Inclui o Aconselhamento como uma atividade católica.

-Encontrou no curso de especialização do Aconselhamento a possibilidade de conseguir conciliar espiritualidade e teoria que tanto queria e buscava.

-Considera a possibilidade de se estudar a teoria científica, mas de acreditar na espiritualidade.

- Considera que a fala em conjunto sobre teoria e espiritualidade permite conciliar teoria e espiritualidade. Diz que é possível falar no curso de Aconselhamento sobre teoria e espiritualidade.

-Considera que não foi possível conciliar teoria e espiritualidade, quando estudou, mas encontrou essa possibilidade no Aconselhamento.

-Além de conseguir conciliar na prática ciência e espiritualidade, encontrou no Aconselhamento a possibilidade de fazer o mesmo.

-Tenta fazer a integração da ciência e espiritualidade por meio de cursos que abordem, além da ciência, a espiritualidade.

-Inclui o curso de Teologia como forma de encontrar respostas.

-Depois de se formar, procurou cursos de Psicologia que integrasse teoria psicológica e espiritualidade.

-Para ela, um curso de Psicologia ministrada por padres pressupõe um curso onde existiria uma maior integração entre espiritualidade e teoria científica.

6. “Integração” da espiritualidade no trabalho psicoterapêutico

-Afirma que só conseguiu conciliar a espiritualidade com a teoria psicológica em sua prática profissional.

-Consegue integrar ciência e espiritualidade.

-Diz que, embora tenha sido difícil dar um atendimento abordando a espiritualidade, conseguiu fazer isso na prática com as pessoas.

-Atualmente, diz conseguir integrar a espiritualidade com a Ciência em sua prática sem problema algum. Lida com esse tema com facilidade e sem medo.

-Afirma ter começado a integrar o tema da espiritualidade à sua prática há uns cinco anos, com certo receio e atenta à reação apresentada, mas que agora sente-se mais fortalecida e mais tranqüila com relação a essa questão. No início da entrevista, já investiga sobre questões referentes à religião.

-Fala que agora consegue falar sobre o tema da espiritualidade com todas as pessoas, mas, com muito cuidado, para não interferir e não causar problema.

-Afirma que as psicólogas percebem que para abordar a questão da espiritualidade é necessário criar intimidade com a pessoa, para, então, colocar algo sobre o ser superior, sobre a espiritualidade individual, sem colocar nada do Catolicismo.

-Quando começou a trabalhar, tinha dúvidas se poderia mostrar sua espiritualidade, mas ao participar de grupos religiosos, foi percebendo que poderia colocar a espiritualidade em seu trabalho.

-Ao buscar respostas, foi percebendo que, embora o tema espiritualidade não pudesse ser comentado no curso de Psicologia, podia e devia ser expressado.

-Diz que começou a abordar o tema da espiritualidade há uns quatro anos. Ao participar de grupos de oração, trabalhava com a questão da espiritualidade em termos pessoais, mas, ao participar da oficina de oração, que possuía integrantes de diferentes religiões, percebeu que o evangelho de Deus poderia ser divulgado independente da religião.

7. Modo de proceder no trabalho psicoterapêutico

-Não usa objetos de devoção para demonstrar sua neutralidade.

-Considera que as pessoas a procuram porque diz ser neutra, não usa nada, como vestimentas que possam identificá-la como cristã.

-Diz que, num primeiro momento, eles percebem a sua neutralidade, mas, depois que percebem sua espiritualidade, passam a aceitá-la.

-Considera que ao demonstrar ser neutra, num primeiro momento, faz com que as pessoas percebam e aceitem melhor a sua espiritualidade posteriormente.

-Não usa objetos de devoção para demonstrar sua neutralidade, pois considera que a neutralidade faz parte dos critérios de escolha do profissional.

-Diz que não tem problemas com as outras psicólogas onde trabalha, pois elas sabem que ela tem uma espiritualidade, é católica praticante, mas possui uma postura neutra, não usa nenhum objeto de devoção.

-Acredita que ao integrar a Ciência e a espiritualidade em sua prática, as pessoas conseguem ter uma produção maior, como elaborar seu problema mais facilmente e de uma forma mais rápida. Participar do lado espiritual dá mais tranqüilidade às pessoas. -Considera que as pessoas precisam passar por um processo de psicoterapia integrado à espiritualidade, pois, se só a psicoterapia é bom para qualquer um, a psicoterapia com a espiritualidade é melhor ainda.

-Acrescenta que até os profissionais da saúde estão também utilizando da espiritualidade em sua prática profissional sem problema algum, desde que seja algo bom para a pessoa.

-Diz que as pessoas acabarão por fazer essa integração da sua prática profissional com a espiritualidade, pois considera que esse será o resultado final de tudo e, portanto, não vê problemas neste sentido.

9. Embasamento teórico do trabalho psicoterapêutico

-Seu embasamento na época da faculdade era a psicanálise e a comportamental. -No acompanhamento psicológico, utilizava-se da teoria analítica.

-Ao trabalhar com dependência química, utiliza-se da teoria comportamental, pois considera que, embora a teoria analítica seja também indicada para esse trabalho, a comportamental é a mais indicada e a mais rápida.

-Diz que a linha comportamental é instantânea, e, portanto, facilita para que o trabalho se dê de uma forma mais rápida e prática.

-Diz que utilizava também no acompanhamento psicológico a linha teórica do Jung por ele ser mais cristão.

10. Critérios do paciente na escolha do profissional

-A acadêmica disse que foi Deus que a fez procurar por ela.

-A acadêmica estava desesperada e queria uma psicóloga cristã, pois não gostou da sua psicóloga. Ela se assustou porque o seu consultório era esotérico e ela não quis mais voltar lá.

-A acadêmica gostou do encaminhamento feito para a psicóloga cristã, ficou mais tranquila e atribuiu a Deus o seu encontro com Ana.

-Diz que um dos critérios da escolha do profissional é, muitas vezes, a religiosidade e a espiritualidade

Temas não inclusos nas categorias

-A acadêmica era do curso de Medicina.

-Explica que a espiritualidade e teoria são duas coisas diferentes.

-Diz que a fala em conjunto diferencia os dois campos: ciência e espiritualidade.

-Afirma que a espiritualidade está presente nas diversas teorias, mas com outros nomes.

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