Ao finalizar esta pesquisa, constatou-se que ainda há um grande potencial de aplicação da CBBC a ser explorado em outros trabalhos. Para estimular o emprego da CBBC em pesquisas instrumentadas, eis algumas sugestões de trabalhos futuros. Quanto à verificação da adequação térmica, a característica rotacionável da CBBC poderia ser explorada na análise da orientação geográfica em conjuntos residenciais, a exemplo do estudo de acesso solar realizado por Tamura (2010). Além disso, o protocolo de coleta de dados de temperatura adotado por Seixas (2015) poderia ser replicado em um novo ensaio na CBBC. A autora investigou a distribuição espacial de TA e TS no interior de duas células-teste. Considerando a similaridade
entre a estrutura daquela pesquisa e da CBBC, aquele protocolo poderia ser repetido. Sugere-se, ainda que a janela da CBBC seja aprimorada com componentes externos, favoráveis ao condicionamento passivo da edificação, como na pesquisa realizada por Al Touma et al. (2016): os autores investigaram o desempenho de um sistema híbrido de resfriamento evaporativo passivo e chaminé solar em uma câmara climática dupla, instalada em Riade, na Arábia Saudita (clima quente e seco). Constatou-se a atenuação da assimetria da radiação entre janela e parede e a redução da carga térmica do ambiente. Al Touma et al. (2016) salientam que o desempenho desse sistema é menor quando aplicado em clima úmido. Essa constatação poderia ser confirmada ao replicar o experimento na CBBC.
No que concerne à verificação de adequação acústica, a próxima etapa será a avaliação do tempo de reverberação. Com esses dados, será possível analisar o isolamento das fachadas de cada módulo da CBBC. Além disso, para melhorar o isolamento acústico, propõe-se instalar painéis de atenuação de som no interior da CBBC, ou barreiras acústicas na área externa.
Quanto à avaliação de desempenho do sistema de climatização, cumpre destacar que o equipamento instalado não garante regime permanente, motivo pelo qual a CBBC não é considerada uma câmara climática, mas sim um ambiente-teste. Um estudo a ser iniciado brevemente é a análise das preferências de TA e VA e sua
relação com o uso da climatização artificial. Além disso, sugere-se repetir os ensaios em condições climáticas extremas na estação quente e fria, visando comparar as medições com os resultados já obtidos.
Em referência à avaliação de desempenho do sistema de iluminação, o Índice de Reprodução de Cor (IRC) do sistema de iluminação não foi analisado, pela incapacidade de utilizar todos os dados registrados pelos instrumentos de medição. Nesse contexto, recomenda-se aprofundar a análise dos dados registrados pelo actímetro, especialmente o método de conversão dos valores de irradiância em TCOR.
Além disso, novos ensaios poderão confirmar se IRC ≥ 80, parâmetro definido pela NBR ISO/CIE 8995/2013 e NHO 11/2018 para escritórios, por coincidência, o mesmo valor informado pelo fabricante do Hue White and Color Ambiance - Starter Kit E27.
Para aprofundar a análise do desempenho do sistema de iluminação, sugere- se repetir os ensaios com céu encoberto, iluminação ativada e persiana parcialmente aberta. Esse cenário poderia ocorrer na APO, sendo necessário confirmar se E ≥ 500 lux (ABNT, 2013). Caso esse valor não seja atingido, uma opção seria estudar estratégias de complementação da iluminação da CBBC (ex.: luminária de mesa).
Outro ponto a ser estudado é a relação entre iluminação, saúde e bem-estar de ocupantes, em experimentos de conforto lumínico com foco em condições fisiológicas e/ou psicológicas não relacionadas à visão. Essa seria uma nova etapa da pesquisa realizada por Tamura (2017a), a qual serviu de base para conceber a CBBC. Na Avaliação Pós-Ocupação da CBBC, o ato de abrir/fechar a janela e/ou a persiana da CBBC poderia ser estudado em uma pesquisa similar à de Candido, De Dear e Ohba (2012), quanto ao efeito da aclimatação artificialmente induzida nas preferências de temperatura e movimentação de ar. Os autores estudaram como as pessoas se habituam com a exposição ao calor, em um processo de aclimatação psicológica de curto prazo. Os resultados sugerem a adoção de TREF mais alta ao
configurar sistemas de climatização, procedimento favorável à eficiência energética. Na próxima rodada da APO, sugere-se que seja incluída a caracterização do ambiente térmico, tomando por referência o o Predicted Mean Vote (PMV). Yang et
al. (2015), por exemplo, avaliaram da aplicação do PMV em um ambiente climatizado,
ao estudar o conforto térmico adaptativo de 440 ocupantes de uma câmara climática, na China. A pesquisa revelou que o PMV superestimava a sensação térmica média em um ambiente quente, elevando o limite superior de conforto térmico em 1,6°C em uma situação de calor. Tal conclusão levou a um grande potencial de economia de energia com condicionamento de ar no verão.
Finalmente, sugere-se entrevistar pessoas-chave (ex.: zelador), para levantar possíveis melhorias antes de replicar a CBBC em outras ZBs.
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