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Birthday attack on the CBC MAC

Dans le document 3 Pseudorandomness of the CBC-MAC 16 (Page 30-36)

Em relação à deficiência de alguns jornalistas científicos, referente aos meios massivos, Bueno (2009f, on-line) diz que “muitos jornalistas científicos acabam deixando de atuar como mediadores no processo de Divulgação Científica, exatamente porque

ignoram [...] o baixo nível de alfabetização científica da audiência ou porque [...] se afastam dos não - iniciados ou iniciantes nestas áreas”.

Para Capozoli (2009, on-line), a falta de sabedoria em ciência e tecnologia dos repórteres e editores dos veículos massivos, os quais ele chama de “analfabetos científicos”, transferem ao receptor da informação suas confusões e equívocos sobre o tema.

Tanto um caso como o outro ignoram o fato de seu consumidor não ser nenhum especialista da área tratada, tendo, muitas vezes, aquele texto como único contato com o assunto. De certa forma, essa parece ser mais uma justificativa para os erros grotescos cometidos, uma vez que o público receptor da mensagem não saberá confrontá-la com outra.

De acordo com Oliveira (2007, p.67), “a cobertura jornalística nessa área não oferece ao público informações que orientem, por exemplo, sobre como participar ou influir nas decisões políticas que são tomadas sobre investimentos e programas espaciais.”

Para ilustrar a afirmação, a autora cita uma notícia muito divulgada pela imprensa, em 1997, a participação do Brasil na construção de equipamentos para a NASA, que previa o investimento de 120 milhões de dólares, num período de 4 anos, visando à participação de astronautas brasileiros e a realização de pesquisas em ambiente de micro gravidade:

Em nenhum momento foi questionado, por exemplo, o fato de o orçamento anual feito pelo governo na área estar em torno de 100 milhões de dólares, para todos os programas, de onde se deduz que em 4 anos vamos investir cerca de um terço do valor de tal orçamento somente nesse programa da NASA. Se não, de onde virá esse dinheiro? De novos empréstimos feitos em bancos internacionais? Até que ponto haverá a real participação de indústrias brasileiras no acordo? Vão ser capazes de absorver novas tecnologias, ou vão apenas montar equipamentos com projetos já definidos pela indústria americana? E os programas nacionais com desenvolvimento de satélites brasileiros? Têm verbas suficientes? Seus cronogramas estão em dia? São questões que poderiam ser levantadas pela mídia, para melhor esclarecimento da população.

Oliveira (2007, p.67) diz também que os jornalistas ainda encontram-se extremamente despreparados. Há alguns anos, uma jornalista cometeu uma grande gafe ao confundir satélite com um foguete, quando perguntou à assessoria de imprensa da INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que se preparava para lançar seu primeiro satélite, se não poderia enviar uma equipe dentro do equipamento quando fosse lançado, sem saber que sua emissora já utilizava, há um bom tempo, satélites para transmitir sua

programação e, inclusive, a própria jornalista estaria utilizando, naquele momento, um satélite da Brasilsat para se comunicar com o instituto.

“Tanto as instituições deveriam prestar melhores esclarecimentos sobre incongruências como estas, como a mídia deveria estar mais atenta para cobrar as instituições científicas” (OLIVEIRA, 2007, p.68).

No entanto, aparentemente, esse não é um problema exclusivamente da mídia brasileira. Bueno (2009j, on-line) pondera que:

[...] A decodificação do discurso científico pelo público leigo ainda é um

obstáculo a ser vencido, particularmente nos países emergentes em que o analfabetismo científico se aprofunda, dada a velocidade com que novos fatos, conceitos e processos são trazidos à tona, notadamente em determinadas áreas, como a genética humana, a astrofísica, as ciências da computação, as telecomunicações e a segurança alimentar, para só citar os 5 exemplos mais contundentes.

Não é de intenção do autor, e nem a deste trabalho, com esta citação, tirar a responsabilidade da mídia brasileira em prestar um serviço decente ao cidadão. O que se pretende é, apenas, ilustrar que infelizmente esse não é um quadro apenas brasileiro.

Bueno também explica que não pretende organizar um confronto entre jornalistas e a comunidade científica com essa reflexão. Pelo contrário. Sua ideia é uni-los em prol da educação, resgatando o “caráter pedagógico-crítico” do jornalista científico.

Em outro trecho, o autor analisa a mídia e conclui que, muitas vezes, as manchetes escapam ao caráter emancipador da ciência para privilegiarem interesses comerciais, políticos ou pessoais, por meio da divulgação de pesquisas privadas.

Leite (2009, on-line) apóia-se em uma pesquisa desenvolvida pela Universidade Federal do Rio de Janeiro para vir de encontro à crítica de Bueno:

Alguém poderia, então, argumentar que, ao menos parte desse distanciamento entre institutos de pesquisa e empresas seja produto da relativamente pequena participação de pesquisas brasileiras na pauta das reportagens publicadas pelos jornais nacionais (da ordem de 41%, segundo o levantamento já citado dos pesquisadores da UFRJ). Ou, então, que essas reportagens se limitam, na maior parte dos casos, a destacar aspectos interessantes e/ou curiosos das pesquisas, e não aquilo que pudesse indicar aplicações ou utilidades potenciais para empresários sequiosos de inovação. Com efeito, essas são duas críticas frequentes que os pesquisadores dirigem ao jornalismo científico brasileiro, e elas contêm um incômodo fundo de verdade.

Para Capozzi (2009, on-line), erros como esse acontecem porque os repórteres científicos não têm o conhecimento básico sobre a ciência, não entendem a complexidade por trás das coisas simples, como uma pedra ou tampinha de refrigerante, por exemplo, se influenciados, ainda, pelo positivismo reducionista de Auguste Comte.

Porém, para ilustrar a complexidade da atividade do jornalista científico, Bueno (2009j, on-line) revela que até mesmo empresas de grande reputação já foram responsáveis por divulgação errônea da ciência. Ele cita o exemplo da SBPC.

O seu jornal eletrônico [da SBPC], de grande credibilidade e prestígio, reproduziu notícia que dava conta de que em escolas americanas estavam sendo utilizados mapas que indicavam a região amazônica e o pantanal brasileiros como "área de controle internacional". A informação havia sido gerada por uma corrente apócrifa de e-mail, que buscava emprestar veracidade ao fato citando um site ultranacionalista, que apresentava um mapa com aquelas características. Em resumo, a informação era falsa, foi desmentida categoricamente por embaixadores do Brasil e dos EUA, mas provocou uma imensa rede de intrigas, respaldada, certamente, pelo endosso de fontes de ciência e tecnologia. As redações dos jornais brasileiros, por conta desta fraude, receberam centenas de e-mails de leitores/internautas ao mesmo tempo preocupados e indignados com a possível "invasão americana".

Como se pode ver, erros, principalmente baseando-se totalmente em algumas fontes sem uma confirmação prévia da informação, ocorrem, vez ou outra, até mesmo com grandes nomes da mídia científica. Por isso é necessária uma checagem anterior sobre a legitimidade da informação.

É fundamental que o jornalista científico saiba tomar os devidos cuidados diante de uma fonte suspeita, ou seja, daquelas que se vestem de uma roupagem acadêmica, mas que não passam de porta-vozes de grandes corporações.

Para Oliveira (2007, p.48), é muito comum o jovem jornalista atuante na área não entender tudo o que o cientista diz em sua entrevista, mas com receio de parecer inexperiente, tem medo de perguntar coisas simples, como, por exemplo, o significado de tal termo. Assim, anota tudo o que o é dito e tenta traduzir, em suas palavras, algo que não compreendeu, ou apenas transcreve a fala do pesquisador em sua matéria. O resultado é desastroso, pois se nem ao menos quem escreveu entende o conteúdo da matéria, quem dirá o leitor.

Segundo ela (p.49), o bom jornalista não deve ter medo ou vergonha de perguntar. Muitas vezes, jargões comuns na área científica não são compreensíveis para o jornalista, muito menos para o público.

Bueno (2009c, on-line) ressalta que:

Será sempre interessante verificar quem anda financiando estes "phds com bocas alugadas" que comparecem às redações, apresentados por agências de comunicação, para veicular pretensas notícias científicas que nada mais são do que propaganda de determinadas empresas ou setores. Quem se propõe a fazer isso [...] descobrirá atrás do noticiário sobre transgênicos [...] a mão das multinacionais que andam promovendo o monopólio das sementes e vociferando contra a biodiversidade.

Já em outro artigo, Wilson Bueno (2009d, on-line) afirma que é necessário ter uma visão sempre além das fontes, fugindo de tornar-se um refém do especialista, e que, apesar de não ser fácil, deve procurar identificar os vínculos que suas fontes têm, seja socialmente ou politicamente.

Segundo Balthazar (apud Bueno, 2009j, on-line), grandes conglomerados mundiais são patrocinadores midiáticos, influenciando nas pesquisas divulgadas. O autor dá como exemplo da organização Arise, do final de 1980, com aproximadamente cinquenta cientistas integrantes. Entre seus patrocinadores destacam-se a Coca-Cola, a Nestlé e a Philip Morris e, por isso, suas “pesquisas” divulgavam uma conclusão conivente com a meta de vendas dos produtos dessas empresas.

Estudos patrocinados pela organização salientam os efeitos calmantes do fumo. Sustentam que uma barra de chocolate por dia pode aumentar em até 52% o nível de tranquilidade de um indivíduo. Afirmam que o café ajuda a enxergar melhor. E garantem que as dietas saudáveis recomendadas por médicos e autoridades se apoiam em pesquisas de caráter, no mínimo, duvidoso.

Seria ingenuidade acreditar que, no debate de assuntos científicos polêmicos, não houvesse um fundamento mercadológico de grandes empresas por trás do discurso. Bueno (2009d, on-line) diz ainda que: “Os cientistas [...] submetem-se a patrocínios [...] mantêm relações de afinidade com partidos políticos, correntes ideológicas etc. Se este cientista [...] trabalha para uma empresa [...] ou para um Governo [...], os compromissos estão ainda mais evidentes”.

Outra prática erroneamente realizada e com grande frequência, de acordo com Oliveira (2007, p.50), é o excesso de uso de uma só fonte, principalmente de órgãos governamentais ligados à ciência. Apesar, de muitas vezes, não existir uma grande gama de especialistas a serem ouvidos, o bom jornalista deve sempre procurar o outro lado, ou seja, consultar mais de uma fonte e opinião sobre determinado assunto.

“Os interesses políticos e econômicos são imensos na área de C&T e, assim, a manipulação da informação é sempre um risco a ser considerado.” (OLIVEIRA, 2007, p.51)

O jornalista não pode ser tão ingênuo ou conivente a ponto de acreditar e, pior, publicar, tudo o que um especialista diz, mesmo aquele com aparente credibilidade. É dever desse jornalista, mais do que entender do assunto tratado, checar as fontes e buscar outras opiniões.

Deve-se ter em mente que, assim como no jornalismo ou nas outras profissões exemplificadas, existe corrupção de valores, o mesmo acontece na área de pesquisa. Não existe sequer um discurso neutro, como já previa Roland Barthes, nem mesmo o da ciência. Ela tanto pode ter a intenção de repudiar uma ideia e, para isso desenvolve pesquisas no intuito de comprovar suas hipóteses, como pode ter a intenção de vender um produto novo lançado no mercado, mesmo que para isso seja necessário forjar os resultados.

Não há fontes neutras nos laboratórios, nas academias e muito menos nos departamentos de P & D das grandes corporações. Por isso, o jornalismo científico também não será, jamais, objetivo, porque se constitui [...] em um discurso construído a partir destas mediações e filtros. Espera-se que o jornalista científico não assuma a posição de porta-voz das fontes da área e que saiba, consciente da convergência de interesses extra-científicos na produção e divulgação de C & T, escolher o melhor caminho. O jornalismo científico também exige militância. (BUENO, 2009d, on-line)

Para finalizar o assunto sobre a credibilidade das fontes, Bueno (2009h, on-line) que, por conta das ameaças sofridas pelo boom frente à informação científica, “o jornalista precisa também [...] desconfiar de quem entrevista e daquilo que lê para fundamentar as suas matérias. Boas fontes não significam fontes insuspeitas e instituições estabelecidas nem sempre são independentes”.

Outro problema que compromete a veiculação de ciência na mídia é a propaganda publicitária de grandes empresas maquiada de estudo ou matéria sobre determinado assunto.

Hoje é sabido que algumas grandes empresas privadas controlam a circulação de informações científicas de acordo com seus interesses mercadológicos, não importando as consequências sociais que isso possa causar.

Mesmo assim, essa questão é constantemente ignorada, tanto pela imprensa quanto pela própria comunidade científica que, por uma infinidade de motivos, prefere não questionar essa venda de pesquisas.

Além da pesquisa mascarada, existe, hoje, algo mais comum na mídia brasileira que, embora seja mais clara, não podemos chamar de transparente para o consumidor. Nessa técnica, de acordo com Bueno (2009j, on-line), os meios de comunicação cedem espaço para a inserção de “infocomerciais62”, como são chamados em seu nome técnico, mas que, na verdade, e nas palavras do autor, são nada mais que “pseudo-reportagens”.

Neles, são noticiados os negócios de seus parceiros comerciais, numa tentativa de chamar a atenção do consumidor para uma informação concedida pela própria empresa sobre seu produto, ou seja, apesar de não ser uma reportagem, escrita exclusivamente pelos repórteres do veículo em questão, não é também um anúncio, na medida em que não chamam, explicitamente, o espectador para a venda.

Engano de quem tem essa visão, afinal, que empresa teria a chance de noticiar seu produto e falaria mal dele, ou, não aproveitaria o espaço obtido para, mesmo discretamente, apontar suas qualidades, mesmo que algumas vezes duvidosas? Acredita-se que nenhuma, mesmo, porque, não se pagaria por um espaço para não “vender seu peixe”. Uma questão simplesmente mercadológica.

Enganam-se aqueles que acreditam na boa fé do veículo ou da empresa que veiculou um belo discurso sobre uma nova pesquisa desenvolvida por laboratório “X”, que, milagrosamente, faz com que a mulher perca 10 quilos em uma semana.

O nome disso pode ser infocomercial, para ferir menos as intenções da empresa, mas não passa de propaganda. Vale dizer que esta dissertação nada contra a propaganda.

62

Textos publicitários em formato jornalístico, podendo ser ainda um press release enviado pela empresa do produto para ser inserido no veículo comunicacional, seja uma revista, um jornal, uma emissora televisiva etc.

Muito pelo contrário. Os anúncios fazem parte da estratégia de visibilidade e, sim, de vendas de todo tipo de empresa. Aliás, se fosse uma coisa tão repugnante assim, não haveria tantos cursos em universidades tradicionais, de grande credibilidade, formando novos profissionais, a cada ano.

O que aqui se defende, no entanto, é a propaganda honesta. É reconhecido que o objetivo maior de uma inserção publicitária é a venda, seja ela, até mesmo, institucional, o que, embora alguns profissionais da área neguem, é evidente. Porém, até mesmo a venda deve ser digna.

A premissa de uma propaganda honesta é: venda seu produto dizendo a verdade e, para começar, assumindo que se trata de uma tentativa de venda, e não de uma informação indispensável à vida do consumidor de determinado veículo.

Deixando a reflexão sobre a boa publicidade de lado, voltemos à análise sobre a propaganda científica inserida no jornalismo. Bueno (2009j, on-line) ainda diz que se tornaram emblemáticos os “espetáculos” de promoção aos cientistas, que buscam a fama, assim como dos laboratórios que “descobrem” revolucionários medicamentos, tais como o ‘Viagra’, o ‘Xenical’ e o ‘Prozac’ que, na verdade, são cases [como são chamados os casos de marketing no ramo da publicidade] vendidos como informações científicas.

Muitas vezes, por falta de atenção dos jornalistas, são veiculados os estudos financiados pelas grandes empresas. A mídia não consegue enxergar além da notícia, tomando os releases, entregues à imprensa, como verdade absoluta.

Bueno (2009b, on-line) dispõe de uma série de exemplos dessas pesquisas privadas, noticiadas com interesses comerciais. Entre estas, estão o CIB (Conselho de Informações Biotecnológicas), que faz apologia aos transgênicos; a Big Pharma, conjunto das maiores especialistas em produtos farmacêuticos do mundo, que noticia a elaboração de medicamentos milagrosos e, “por baixo dos panos”, utiliza cidadãos de todas as partes do mundo como cobaias, inventa doenças [e, obviamente, suas curas], boicotam os genéricos etc.

Em outro momento, Bueno (2009j, on-line) volta a lembrar o caso da Philip Morris. Em uma matéria, assinada por Saundra Torry no The Washington Post, que trazia como

lead:

A Philip Morris, gigante da indústria do cigarro, traçou a estratégia de ocultar do governo os estudos sobre os efeitos prejudiciais do fumo ao

organismo quinze anos antes de a Drug and Food Administration (FDA) adotar a controvertida medida de regulamentar os cigarros [...] discute a estratégia legal traçada pela companhia para ocultar pesquisas que pudessem favorecer as tentativas de transferir a regulamentação do tabaco para a FDA, órgão que, de acordo com o documento, tem, como se sabe, interesses e poderes opostos aos da indústria." (TORRY, apud BUENO, 2009j, on-line)

O jornal Valor Econômico informou, com provas legítimas da empresa, que pesquisadores de universidades brasileiras com grande credibilidade integraram uma rede, o Centro de Pesquisa do Ar em Ambientes Fechados (CIAR), colaboradora da indústria tabagista nos anos de 1990, elaborando pesquisas, obviamente pagas pela indústria, no intuito de "colocar em dúvida os estudos sobre fumo passivo, alimentar a controvérsia no mundo científico e deter as leis antitabagistas". (VALOR ECONÔMICO, apud BUENO, 2009j, on-line)

Ainda, de acordo com o jornal, “com dinheiro do CIAR, a indústria montou grupos de pesquisa na Europa, na Ásia e na América Latina. Todos eram monitorados por advogados contratados pelos fabricantes de cigarros."

Apesar desse problema em território nacional, Bueno (2009b, on-line) ressalta que problemas com a publicidade enganosa desenvolvida pelos laboratórios ocorrem mais nos países desenvolvidos.

De acordo com ele, “[...] os grandes laboratórios investem mais, muito mais em

marketing do que em pesquisa em desenvolvimento e, particularmente nos países ricos, são

grande financiadores de campanhas eleitorais. A família Bush [...] tem seu rabo preso com eles [...]”.

Encontram-se, em nosso país, felizmente, um grande número de cientistas/ pesquisadores comprometidos com a ciência e democratização do conhecimento científico, não se enquadrando nessa atitude promíscua de servir a interesses comerciais e financeiros.

Deve ser ressaltado, no entanto, que uma grande parcela que contribui para o mau jornalismo, principalmente falando-se em veiculação de notícias publicitárias, não cai sobre o profissional que escreve a matéria, que é, muitas vezes, forçado a publicar algo além de suas ideias, pelo fato do pressuposto que qualquer especialista da área sabe mais do assunto do que ele.

Dans le document 3 Pseudorandomness of the CBC-MAC 16 (Page 30-36)

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