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Bilan sur l’enseignement de la carte géologique à travers les textes et programmes

I. Bilan de 150 ans d’enseignement de la carte géologique

2. Etapes historiques

2.4. Bilan sur l’enseignement de la carte géologique à travers les textes et programmes

Musicados pelo Buscapólos arrebatam as crianças e conduzem-nas àquele mundo do sonho e da fantasia onde se estabelece um primeiro e definitivo contacto com a arte.

A descoberta de novos sentidos para palavras já velhas conhecidas, o encontro com palavras novas que se apresentam inesperadas e tão belas, ora ao ritmo alegre de dança, ora ao ritmo suave, próximo das canções de embalar, será um prazer certo e seguro para os mais pequenos. Mas também para os grandes que os acompanham em casa ou na escola... » (Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada)

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 Finalmente, os alunos tentarão cantar eles próprios os poemas de José Jorge Letria.

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 Identificar técnicas e instrumentos e ser capaz de os aplicar com correcção e oportunidade;

 Mobilizar todos os sentidos na percepção do mundo envolvente;

 Aplicar adequadamente vocabulário específico;

 Ser capaz de se pronunciar criticamente em relação à sua produção e à dos outros;

 Ter em conta a opinião dos outros, quando justificada, numa atitude de construção de consensos como forma de aprendizagem em comum;

 Comparar diferentes formas de expressão artística;

 Conhecer ambientes de trabalho relacionados com actividades artísticas (oficinas de artistas, artesãos) e suas problemáticas/especificidade;

 Desenvolver potencialidades musicais múltiplas, através do corpo em movimento, jogos de roda, danças<;

 Aplicar adequadamente vocabulário específico;

 Ser capaz de interagir com os outros sem perder a individualidade e a autenticidade;

 Ser capaz de se pronunciar criticamente em relação à sua produção e à dos outros;

 Valorizar a expressão espontânea;

 Comparar diferentes formas de expressão artística;

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Razões de ordem profissional motivaram a nossa transferência para uma outra escola também esta no interior do país.

As vinte razões para ler que constituem o nosso projecto apresentam um carácter quase universal pelo que acreditamos que numa escola tão semelhante à anterior as actividades aqui apresentadas servem os contextos onde nos inserimos agora.

Todavia, sabendo que os alunos são diferentes uns dos outros e que as escolas também diferem em aspectos vários, continuamos a acreditar no valor formativo da leitura e na possibilidade de adaptação do projecto inicial, a qualquer escola.

Ao terminarmos, impõe-se reiterar o lugar imprescindível da prática da leitura pois mais importante do que elaborar bonitos projectos de leitura é acreditar no seu valor formativo, na crença de que se não formos leitores não sabemos para onde vamos. Ora, não saber para onde ir é não ter identidade, não se conhecer a si mesmo o que pode indiscutivelmente colocar em perigo quer a literacia quer a própria cidadania.

Sardinha (2008) alertava que a leitura pode vir a ter um valor subversivo se todos, mas todos, não forem leitores críticos, assíduos que façam da leitura um projecto de vida. Todavia, a autora vem referindo ao longo dos seus escritos que a crença é fundamental.

Finalizamos com a crença de que a presente “revolução leitora” trar{ |s sociedades do presente e do futuro os benefícios de que todos necessitamos e merecemos.

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Práticas de Promoção da Leitura nos Países da OCDE

GEPE Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, ME

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