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2 ALGEMENE BEPALINGEN

5 TOEWIJZING VAN GASHOEVEELHEDEN

5.2 Bepalen van de toewijzing .1 Meetgegevens voor toewijzing

Parcerias e alianças Gestor da VE Trabalhador do âmbito central da VE Trabalhador da Unidade de saúde da Família Conselheiro Municipal de Saúde Minha facilidade, como eu já falei para você, é essa integração entre secretários, e o

Eu vejo esse apoio (se refere à Dires) de quando está com alguma dúvida, e ele sempre coloca isso

Minha coordenadora e o secretário. São os que me dão mais apoio porque são os que estão mais

Quando foi criado o hospital aqui, alguns prefeitos que são vizinhos prometeram fazer

Parcerias e alianças Gestor da VE Trabalhador do âmbito central da VE Trabalhador da Unidade de saúde da Família Conselheiro Municipal de Saúde

gestor maior (na caso o prefeito), então a gente sempre tenta trabalhar com essa integração: secretaria da assistência social, educação. A gente tenta trazer e construir uma melhor integração entre esses setores... VE, primeiro quando eu vou realizar uma capacitação que vou precisar de uma sala de aula, ai eu entro em contato com o secretario de educação, ele tá sempre disponível, fornece a sala de aula, lanche essas coisa, então a gente trabalha muito nisso, ação social, busca ativa de óbito materno ou infantil, eu entro em contato com eles, ele tem mais facilidade de achar essas pessoas para agente, ai a questão de gasto, de financeiro, de dinheiro, melhora muito, então nesse ponto de economia mesmo, a gente tenta gerir dessa forma buscando

uma maior

integração entre

também, sempre que precisar de alguma coisa, por telefone ou por e-mail, alguma dúvida, dando suporte sempre que possível. Nos treinamentos, ou quando acontece alguma coisa que alguma vez não dá, não tem como resolver aqui, a gente encaminha pra lá ou eles vão até lá, algumas vezes eles vem até nós.

voltados pra área. E o que a gente precisa, eu to precisando disso e daquilo, ele já sabe do que tá se tratando. A gente sempre está entrando em contato (se refere a regional), e assim eu vejo esse apoio de quando está com alguma dúvida, e ele sempre coloca isso também, sempre que precisar de alguma coisa, por telefone ou por e-mail, alguma dúvida, dando suporte sempre que possível.

convenio pra fazer parte, por ser de média

complexidade. Só o prefeito atual

que está

Parcerias e alianças Gestor da VE Trabalhador do âmbito central da VE Trabalhador da Unidade de saúde da Família Conselheiro Municipal de Saúde essas secretarias... A 20ª Dires tem contribuído muito para melhoria... Eu acho que a vigilância está em fase de organização, a gente tem que organizar mesmo, chegou o ponto que o município tem que assumir a vigilância mesmo pra valer e que a 20ª Dires e estado contribuísse para essa organização, porque a gente aqui do município precisa muito desse apoio, o apoio técnico de vocês para a gente poder implementar as nossas ações, porque as vezes também o pessoal da regional e de Salvador chegando aqui, dá para localizar o gestor, o gestor maior, então eles vão procurar desenvolver as atividades junto com a gente.

Da mesma forma que no município 1 percebe-se que os entrevistados do município 2 apontam que o acesso aos serviços foi facilitado com o processo da descentralização da gestão da VE (Mapa 24). No entanto, o trabalhador da unidade da saúde da família considera que a sobrecarga de trabalho que lhe é imposta, trabalhando inclusive no hospital, pode trazer prejuízos para o desenvolvimento das ações. Inclusive demonstra mais uma vez que concebe a

VE desvinculada da sua prática, quando defende a necessidade de delegar as ações da VE para um outro profissional, preferencialmente, alguém que não seja integrante da equipe da saúde da família.

Muito embora os sujeitos não tenham apontado para a existência ou para a intenção de se instituir mecanismos para a ausculta pública, vale destacar que no plano municipal da saúde é referida como ação estratégica a implantação do sistema de ouvidoria. As falas dos sujeitos entrevistados podem traduzir que não existe um espaço de mediação para asculta do cidadão de modo que possa conhecer as principais dificuldades de acesso aos serviços de saúde.

Mapa 24 – Acesso aos serviços de saúde para os entrevistados do Município 2

Acesso aos serviços de saúde

Gestor da VE Trabalhador do âmbito

central da VE

Trabalhador da Unidade de saúde da Família

[...] Eu acho que é mesmo uma maneira de resolver os problemas do município, na verdade a gente sabe que tem vários problemas que o regional não vai conseguir resolver, então só a gente mesmo aqui é que vai conseguir resolver; tem problema de saúde que eles lá nem conheciam, que aqui a gente tem; quem vive o problema tem mais facilidade de resolver do que eles na regional.

Eu acho que a meta é de ir cada vez mais atrás, nós sabermos como começa as

coisas, qual o

desenvolvimento, a própria meta é ir atrás, é investigar, é crescer.

Acho que não teria lógica estaciona-nos no tempo vendo tanta coisa acontecendo, então acho que esse é o motivo, é um ponto de nós ir correndo atrás, estar correndo atrás dessa questão da VE.

Então, pra um serviço andar e dar certo, eu acho que tem que destrinchar as ações, não concentrar em uma pessoa só, porque a gente sabe como é o trabalho do enfermeiro, é muita coisa e, se deixar pra mim fazer vigilância, PSF e hospital, eu não vou dar conta... Então, eu acho que tem que ter essa distribuição pro serviço caminhar.

No que diz respeito à existência de planos ou projetos o município, no Plano Municipal de Saúde é apresentada a análise situacional e explicitada as diretrizes prioritárias da gestão municipal. Por outro lado, ao se analisar os relatórios de gestão, estes apontam que o município utilizou dados referentes ao ano de 2007 para avaliar o exercício de 2009. Possivelmente o município não consegue trabalhar com o banco de dados existentes de modo a utilizar informações atualizadas, ou os trabalhadores não compreendem qual a necessidade deste instrumento, transformando-o em uma ação meramente cartorial.

Nota-se, a partir do mapa 25, que o planejamento não emerge no discurso dos entrevistados. Apenas o representante do CMS, através de um discurso confuso, demonstra

que as decisões são tomadas mediante ou não a aprovação pelos conselheiros. De outra forma, no questionário on line o gestor da VE afirma que não existem planos ou projetos da VE em fase de elaboração.

Pelos depoimentos dos sujeitos, e pela análise dos documentos selecionados para este estudo, observa-se que não existem projetos em fase de elaboração ou em aprovação, o que revela poucas iniciativas para formular propostas de origem municipal, que geralmente são elaborados quando motivados pela busca de um aporte de recursos.