Chapitre III Etude multi-structurale de la SCO du [Fe(PM-AzA) 2 (NCS) 2 ] III-3-4 Evolution de la molécule
III- 3-4-1-2-b Influence de la température sur les désordres
O planejamento estratégico de TI é um processo de ajustar as partes, posição dos jogadores, ou aliança de grupos internos e externos de modo que eles estão em posição relativa adequada para atingir objetivos comuns em uma organização (LESSER et al., 2012; PENTALAND, 2006).
O trabalho de colaboração traz consigo a expectativa de alcançar um único objetivo com uma perfeita integração de peças, como se o todo fora produzido por uma mente única (ANDRES, 2012; SMITH, 1994). O resultado tangível é um artefato consistente (produto, documento, plano) com uma mensagem clara sobre as necessárias especialidades, disciplinas, bens e conteúdos relacionados com os objetivos estratégicos, metas e ações a serem realizadas. É entregue um conjunto de serviços (front-end) acessados diretamente pelos gestores públicos e usuários para apoiar a aquisição de bens e serviços de TI de acordo com PDTI e as ações necessárias para que a organização atinja a posição desejada no futuro.
Os resultados intangíveis são a ampliação de habilidades e experiência da equipe e maior capacidade da organização. Estes resultados permitem que a organização aplique os recursos de TI para compartilhar conhecimentos e resolver problemas comuns colaborativamente com o objetivo de atingir seus objetivos organizacionais (NONAKA et al., 2008; SAHASRABUDHE et al., 2012; SRIVASTAVA, 2008).
Na retaguarda (back-end) é fornecido um conjunto de serviços para descobrir, extrair, organizar e representar a IC aplicada na construção do PDTI (PECHSIRI et al., 2009; QI et al., 2013; YANG; LEE; CHOI, 2012).
Reuso de conhecimento é de fundamental importância na avaliação do planejamento e, principalmente, na preparação de um novo, uma vez que permite aos gestores e membros de uma comunidade participar ativamente no processo de definição das atividades estimulados pelo ambiente de negócios em constante mudança (BENKLER & NISSENBAUM, 2001; FUNG & BODENREIDER, 2012; HUANG; TRAPPEY; WU, 2008; MALEEWONG; ANUTARIYA; WUWONGSE, 2008; NONAKA et al., 2008; RAJSIRI et al., 2005; SARGUT & MCGRATH, 2011; WUCHT; JONES; UZI, 2007).
A fim de estabelecer uma base comum de conhecimentos sobre planejamento estratégico de TI, um conjunto de termos com suas definições e descrições, devem ser preparados e colocar em discussão com centros de comunidades, governo,
pesquisa e desenvolvimento, TI do setor industrial, tendências e sector previsões, etc., ou seja, as partes interessadas. Os conceitos comuns e termos podem ser extraídas das seguintes fontes (internas e externas) de conhecimento explícito, entre outros:
a) A legislação brasileira relacionada com a aquisição de bens e serviços (BRASIL, 2016c-e, g) de TI para o setor público.
b) PDTI de organizações públicas brasileiras.
c) Exemplos internacionais de planejamento estratégico de TI (por exemplo, POLLALIS & MACRIS, 2009; VENKATRAMAN, 1994).
d) Literatura tecno-científica relacionada com PDTI (por exemplo, ALSOLAMY; KHAN; KHAN, 2014; BERMEJO & TONELLI, 2011; COLEMAN & PAPP, 2006; LOUKIS, 2007; NUNES; ROSA; SILVA, 2013; VENKATRAMAN, 1994; YUJIE & CHINI, 2010).
e) Tendências de TI e previsões (por exemplo, a FORRESTER, 2016; GARTNER, 2016; HEYLIGHEN & LENARTOWICZ, 2016; IDC, 2016; O’'REILLY, 2011).
f) Normas e padrões de TI (ABNT, 2016; IEEE, 2016; ISO, 2016; OASIS, 2015; W3C, 2016).
g) Os desafios na área de TI e os desafios da ciência da computação (por exemplo, SBC, 2015).
h) Fundamentos da instituição (declaração de missão, valores, princípios, visão de futuro) da organização-alvo (CTI de 2016).
i) Estratégia corporativa e de TI e objetivos estratégicos da organização-alvo (CTI, 2016).
j) Fatores críticos de sucesso da organização (GATES, 2010).
k) Análise SWOT para a organização e para o setor de TI. Envolve a identificação das oportunidades e ameaças; e dos pontos fortes e fracos (BRASIL, 2016c; HUMPHREY, 2005).
l) Recursos legados de TI (por exemplo, as aplicações atuais e serviços de carteira, arquitetura de TI atual, inventário das necessidades pendentes). Este conjunto de documentos representa as pessoas diferentes, com diferentes expertises e de várias organizações e fornece uma grande quantidade de dados e termos conceituais com diferentes abordagens e contextos. Além disso, o conhecimento implícito (privados e compartilhados) deve ser também extraído de
comunidades ou equipes de TI. Os dados, conceitos e termos são criados, desde que, e mantidos por indivíduos e organizações de forma independente. Cardoso Jr.; Andres; Barbin (2015c) apresentam o metadado aplicado para estruturar os documentos recuperados. A Figura 10 representa esta reunião dos conhecimentos explícito e implícito na formação de ontologia para PDTI. Quando esses dados heterogêneos, contendo conceitos e termos, são integrados e os serviços, com base nesses dados integrados, são oferecidos a indivíduos e organizações surgem os problemas. Para que esses conceitos e termos não se tornem efêmeros ou se percam com o tempo, eles precisam ser organizados e representados.
Ontologias Ferramentas de software Aberto Privado Conhecimento implícito Conceitos PDTI Conhecimentoto explícito
Figura 10 - Tipos de conhecimento extraídos de diferentes fontes e a transformação de um tipo em outro.
Estes conceitos e termos foram organizados de acordo com Vocabulário Controlado de Governo Eletrônico – VCGE, para os termos de utilizados em governo (BRASIL, 2016h) e completado com a Tabela das Áreas do Conhecimento do CNPq19 (CNPq, 2016), com os domínios e subdomínios áreas de ciência e tecnologia. Esta referência é aplicado para classificar as áreas de conhecimento onde os cientistas e grupos de pesquisa trabalham e é útil para identificar os especialistas necessários em disciplinas específicas no plano mestre de TI.
O sucesso do planejamento estratégico de TI, entre todos, depende de encontrar e com êxito integrar as informações e entregá-los para as pessoas (por exemplo, gestores públicos) tomar decisões para executar um contrato de boa TI (BRASIL, 2016c-e; CARDOSO Jr.; ANDRES; BARBIN, 2015c; MISRA & RHMAN, 2013; NUNES; ROSA; SILVA, 2013). O principal objetivo é colocar a organização em uma posição favorável para enfrentar os enormes desafios da competitividade num mundo em mudança.
19 Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Principal agência de fomento para o setor de P&D. http://cnpq.br/, acesso em: 02 Set. 2016.
Neste contexto, a questão-chave é a interoperabilidade. Em sentido amplo, a interoperabilidade é a capacidade de tornar os sistemas e organizações trabalham em conjunto. Existem três tipos de interoperabilidade: tecnológica (ou de sintaxe), semântica, e inter-organizacional (ou de domínio cruzado). Interoperabilidade tecnológica refere-se à capacidade de dois ou mais sistemas de comunicação trocarem dados. É com a sintaxe (por exemplo, formatos e modelos de dados, protocolos de comunicação) que começa a interoperabilidade. A interoperabilidade semântica permite compartilhar o significado dos dados. Ela é expressa em uma linguagem, código, mensagem ou qualquer uma outra forma de representação para permitir a sua compreensão, sem ambiguidade, por diferentes serviços, sistemas ou organizações (HAYES et al., 2006; LOUKIS, 2007).
Para fazer isso, é necessário identificar os:
a) Diferentes termos com significado similar, e b) Termos similares com significado diferente.
Mais do que para extrair conceitos e termos de conhecimento explícito, deve ser também considerado o conhecimento implícito (LATIF; WEIPPL; TJOA, 2007; MALEEWONG; ANUTARIYA; WUWONGSE, 2008; NONAKA et al., 2008; SMITH, 1994). Isto exige intensa interação e colaboração entre muitos profissionais com diferentes formações, mentalidades, valores, interesses e expectativas, para que ele possa se beneficiar imensamente com o uso de ontologias.
A ontologia permite que os sistemas possam automática e precisamente interpretar o significado das informações trocadas, a fim de produzir resultados úteis e confiáveis para gestores públicos e da equipe de planejamento estratégico de TI (MANGIONE et al., 2011; RAJSIRI et al., 2005). É neste contexto que a ontologia ITMPvoc foi desenvolvida.