Part II: Experimental data and articles
1. Cell based therapies for acute liver failure
1.1 Article 1: Improved survival of acute liver failure by transplantation of micro-encapsulated cryo-preserved porcine hepatocytes in mice
Os acessórios resumem-se à pinça de biópsia, pinça de corpo estranho, agulhas de esclerose (usadas para tratamento de varizes de esôfago) descartáveis, conforme Quadro 59.
Quadro 59 – Os tipos de acessórios presentes nos EAS.
Acessórios de endoscopia flexível A B C E F
Pinças - biópsia - Apreensão x1 x1 x x x1 x1 x x x x Agulhas de esclerose (descartável)
- Reusadas - - x x x x - - x -
As condições da realização do reprocessamento desses acessórios são as mesmas citadas para os endoscópios flexíveis, realizadas pelos mesmos profissionais. A seguir são citados alguns aspectos que merecem destaque ou que não foram citados anteriormente.
Conforme apresentado no Quadro 47, não há protocolos estabelecidos para os itens descartáveis em nenhum EAS.
Quadro 60 – Verificação do aspecto reprocessamento (acessórios de endoscopia flexível).
Reprocessamento A B C E F
Realização do reprocessamento imediatamente antes do primeiro paciente. - x - - x
No Quadro 60, podem-se verificar quais EAS processam seus acessórios antes do uso. Artigos críticos, como as pinças, se utilizado esterilizante químico líquido, devem ser submetidos imediatamente antes do uso (ALVARADO & REICHEDERFER, 2000; BRASIL, 1994).
A limpeza desses itens realizava-se imediatamente após o procedimento, conforme Quadro 61.
Quadro 61 – Verificação do aspecto limpeza (acessórios de endoscopia flexível).
Limpeza A B C E F
Imersão em detergente enzimático ou neutro - x1 x1 x1 x2 O item recebe escovação - x3 x3 x3 x3 Uso de algum produto ou agente de limpeza abrasivo - - - - - Descarte da solução de limpeza entre uso - x - x - Uso da lavagem por ultra-som - - - - - Escovas de limpeza usadas são reprocessadas entre uso - x4 x4 x4 x4 Preocupação com o estado de conservação das escovas - - - - - Uso nesta etapa
- álcool - glutaraldeído - detergente de doméstico - - x - - - - - x - - - - - x
1 - Somente no final da lista; 2- Realizada entre paciente (± 2 minutos) e no final; 3 – Escovação breve da extremidade distal (mandíbula); 4 – Submetidas à desinfecção de alto nível.
As agulhas de esclerose presentes em B e C são removidas da bainha que as envolve; são escovadas e tem detergente fluido pelo seu interior com auxilio de seringa.
A estrutura de alguns acessórios, com das pinças de biópsia ou apreensão (maioria verificada), é de difícil limpeza, pois possuem uma porção metal até a extremidade da mandíbula semelhante a um espiral de dimensões pequenas. Considerando que, provavelmente, matéria orgânica pode ficar agregada nesta porção, além da mandíbula, sua retirada acaba tornando-se difícil; ainda, deve-se considerar que a inspeção visual nem sempre permite garantir que o resultado foi satisfatório. Por isso, a Esgena e Esge (1999), Alvarado & Reichederfer (2000), entre outros consideram importante a imersão em detergente enzimático, conforme o tempo de contato do fabricante do agente de limpeza, seguida de uma escovação manual meticulosa. Alvarado & Reichederfer (2000), Mda (2000) e Macid (2000) consideram necessário usar a lavagem por ultra-som para esses acessórios.
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das agulhas o enxágüe do canal é auxiliado com uma seringa. Apenas C realiza uma breve secagem da superfície externa anterior à imersão, utilizando uma compressa. As agulhas de esclerose recebem ar no seu interior em B e C.
Em todos os EAS verificados faz-se a desinfecção de alto nível, conforme Quadro 62.
Quadro 62 – Verificação do aspecto imersão na desinfecção de alto nível (acessórios de endoscopia flexível).
Desinfecção de alto nível – Imersão A B C E F
Agente esterilizante químico líquido usado para desinfecção de alto nível Glutaraldeído Cuba de imersão de tamanho adequado x x x x x Uso de cuba com tampa como uma forma de controlar a exposição a vapores tóxicos -- x - x - Tempo de imersão (≥ 20 minutos – glutaraldeído)– é observado tempo mínimo do
fabricante - - x x - É realizado teste da concentração mínima efetiva (MEC)
- Freqüência - - - - - - - - - - O descarte da solução obedece - MEC
- tempo recomendado no rótulo do agente
- deposito de sujidade, mudança de cor da solução, pH Outro - x - - - x x - - - - x1 - x x - - - x x1 Passado o período de imersão, uso de ar para remover o excesso do agente esterilizante x - - - x
1- Em F o período de 20 em 20 dias, independente do constante no rótulo e para C de 14 dias.
Os tempos de imersão verificados são os mesmos dos endoscópios flexíveis entre procedimentos. Porém, se o acessório (pinça) não necessitar ser usado no próximo paciente, continuara na solução esterilizante. No final dos procedimentos, normalmente o período de imersão é aumentado: em B, pode chegar a 2 ou 3 horas; em C e E permanece 30 minutos; em A e F pode chegar a 1 hora.
As agulhas de esclerose presentes em B recebem desinfecção de alto nível por um período de 30 minutos. Em C, recebem a limpeza e secagem (com ar) conforme acima, porém não é realizada a desinfecção de alto nível como em B. Neste caso, elas são colocadas em uma cuba tampada com pastilhas de formaldeído (paraformaldeído) por um período de 12 horas; passado esse período, são retiradas e acondicionadas em embalagem estéril para uso posterior. Uma discussão a respeito do emprego desse processo será feita posteriormente para esterilização de transdutores de pressão.
Períodos de imersão muito maiores que 20 minutos não vão alterar o resultado final, para uma desinfecção de alto nível, a menos que passem para 8 a 10 horas, realizando então, esterilização. Além disso, há risco de acarretar danos aos acessórios pela imersão prolongada (RUTALA, 1997). Esses acessórios normalmente podem ser submetidos ao vapor saturado, salvo recomendação do fabricante. Segundo a Alvarado & Reichederfer (2000), quando esse processo puder ser empregado, deve ser usado, principalmente para esses acessórios.
O enxágüe posterior à imersão no esterilizante em todos os EAS utiliza água de torneira. O Ministério da Saúde (BRASIL, 1994) recomenda o uso de água estéril. O uso de água de torneira poderá estar recontaminando os acessórios, com risco de infecção aos pacientes.
comprimido pode facilitar a secagem das articulações inacessíveis ou despercebidas, porém, na secagem entre pacientes, deve ser dada atenção à qualidade do ar, que pode provocar a re- contaminação do artigo. Qualquer manipulação dos artigos após sua retirada do agente esterilizante pressupõe uso de técnicas assépticas (BRASIL, 1994).
Quadro 63 – Verificação do aspecto secagem na desinfecção de alto nível (acessórios de endoscopia flexível).
Desinfecção de alto nível – Secagem A B C E F
Pano ou toalha estéril (superfícies externa, lentes e contatos elétricos) x x x x x Uso de ar pressurizado para articulações e canais - - - - -
Ao final da seção
Pano ou toalha estéril (superfícies externa, lentes e contatos elétricos) x x x x x Uso de ar pressurizado para articulações e canais - x1 x1 x1 -
1 – Fornecido pela rede de ar comprimido.
Quadro 64 – Verificação do aspecto lubrificação (acessórios de endoscopia flexível).
Lubrificação A B C E F
Ocorre – freqüência x1, 2 x2 x2 - x3 Tipo de lubrificante - Recomendado pelo fabricante - - - - -
1 – Anteriormente, quando o EAS disponibilizava de pinças, sua ponta ficava mergulhada em um vidro com vaselina, anterior ao uso, a pinça era retirada e o excesso de vaselina, removido com uma gaze; 2 - Esporadicamente, quando as articulações apresentarem dificuldade de movimentação; 3 – A lubrificação consiste em colocar a ponta das pinças mergulhada em recipiente com óleo de máquina de costura, anterior ao uso elas recebem uma limpeza de sua ponta (água, sabão e escova) e desinfecção novamente.
Aspectos relacionados à lubrificação dos acessórios podem ser visualizados no Quadro 64. Anteriormente à desinfecção ou à esterilização, todos os artigos devem ter os resíduos de lubrificante removidos, sob o risco de se comprometer o reprocessamento. Isso pode ocorrer também caso o lubrificante não seja permeável ao agente (método físico ou físico-químico de esterilização). Não deve ocorrer a lubrificação anterior à imersão em esterilizante químico líquido, a menos que seja totalmente removido (MUSCARELLA, 2003)
Quadro 65 – Verificação do aspecto armazenamento (acessórios de endoscopia flexível).
Armazenamento A B C E F
Armário ventilado - Livre de poeira e protegido x1 x -2 x -3
1- Somente quando o EAS disponibilizava de pinças, atualmente o local de armazenamento é a maleta de transporte do equipamento; 2 – Embora haja armário elas ficam penduradas em suporte fora dele, na sala de procedimento; 3 – Fixada em um suporte dentro da sala de procedimento.
O armazenamento deve permitir que o item seja guardado de forma que garanta sua conservação e evitando a exposição a danos. Um sumário das condições de armazenamento é apresentada no Quadro 65.
O reservatório de irrigação é um acessório responsável por armazenar água a ser usada durante o procedimento. Segundo a Alvarado & Reichederfer (2000) e Sgna & Asge (2000), os reservatórios de água de irrigação e tubos de conexão devem ser submetidos a uma esterilização ou desinfecção de alto nível no final de cada lista do dia. Além disso, deve ser utilizada água esterilizada. Verificou-se nos EAS que o reservatório de irrigação é esterilizado somente em E no final da lista de procedimentos do dia; em C, ocorre desinfecção de alto nível semanalmente e, quinzenalmente, em B; uma limpeza semanal para F e esporádica para A. Em todos os
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reservatórios é usado água de torneira para os procedimentos.