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2. PRINCIPES DE BASE POUR UN NIVEAU DE PROTECTION ÉLEVÉ . 9

3.1 ARRÊT DE L’ARRIVÉE DE PRODUIT COMBUSTIBLE

Esta PD foi implementada, em primeiro lugar, na T1-A2, o que motivou certos ajustes à planificação inicial para a implementação na T1-A1.2, relativamente à prescindência de algumas atividades, tendo em consideração as estimativas iniciais da sua duração face ao tempo efetivamente despendido na sua realização. Paralelamente, após a intervenção na T1-A2, verificou-se que, apesar de a maioria dos aprendentes da T1-A1.2 serem falantes nativos de espanhol e demonstrarem mais facilidade na CO, a turma como um todo beneficiaria de um documento de trabalho diferenciado, pelo que se fez uma adaptação ao documento inicialmente distribuído na T1-A2 (anexo 32, pp. 209-212) para uma ficha de trabalho com o mesmo tipo de atividades, mas um número reduzido de questões de CO (alíneas 3, 4 e 5), assim como uma simplificação da instrução da questão colocada em 1.1 (anexo 31, pp. 205-208). Estiveram presentes 12 alunos na T1-A1.2 e 11 na T1-A2.

As aulas iniciam-se, na T1-A1.2, com uma conversa aberta a todos os aprendentes sobre o seu fim de semana130. Segue-se uma aproximação ao tema da UL, partindo de

uma sondagem aos alunos sobre se consideram natural interromper os outros quando falamos. Este passo – que só foi realizado na T2-A2, em lugar do diálogo inicial sobre o fim de semana – tinha como finalidade o estabelecimento de um diálogo intercultural sobre as formas de interação em português e nas LM dos aprendentes. Em seguida, é distribuída a ficha de trabalho com um conjunto de atividades em torno da COI-A e os

130 Uma atividade à qual os alunos já estavam habituados quando se tratava da primeira UL da semana,

alunos são informados de que vão ouvir uma conversa entre três pessoas e alertados para a potencial dificuldade em compreender o áudio, dado tratar-se de uma conversa espontânea. Esta sensibilização não foi realizada na T1-A1.2 e, mesmo na T1-A2, os aprendentes não foram devidamente motivados, no início, para a possibilidade de ouvirem várias vezes o áudio, o que contribuiu negativamente para a implementação da PDI, tendo este sido um aspeto manifestamente corrigido no desenho e na implementação da PDII.

a) Atividades de compreensão do oral (etapas 2-8, anexo 33, pp. 213-214)

Correspondem às alíneas 1-5 dos anexos 31 e 32 e ocupam a maior parte do tempo letivo. Pretendia-se que os aprendentes começassem por avaliar o grau de formalidade da COI-A e identificassem o tema geral da conversa, após uma primeira audição. Em ambas as turmas, foi realizada uma segunda audição, mediante as necessidades do público-alvo. Os alunos foram então instruídos a formar pares (que seriam mantidos até ao fim da aula) com vista a confrontarem as suas respostas antes da correção. Verificou-se que, em ambas as turmas, os aprendentes não tiveram dificuldade em classificar a COI-A como informal131, tendo também conseguido, embora com mais

dificuldade, indicar o tópico geral da conversa132. A atividade que se segue só foi

realizada na T1-A2 e tinha como objetivo a identificação de alguns fenómenos fonéticos típicos do uso oral da língua em contextos informais que dificultam a CO da língua- alvo, mostrando simultaneamente que a representação escrita não corresponde sempre ao que é efetivamente produzido em situações reais de comunicação. Feito a partir da leitura e reprodução auditiva, em simultâneo, das frases nas alíneas 2.1 e 2.2 (anexos 31, p. 205 e 32, p. 209), o exercício não tem como finalidade direta a CO, mas pode beneficiar essa atividade de receção. O exercício 3 incide sobre a CO no que respeita especificamente às intervenções de cada participante, estando as questões organizadas de acordo com a cronologia dos eventos discursivos da COI-A. Após o esclarecimento de vocabulário nas alíneas, verificou-se a necessidade de fazer três audições da COI-A na T1-A1.2 e duas na T1-A2. As afirmações falsas foram as que mais dúvidas

131 Apresentando como justificação principal o facto de os participantes se tratarem por “tu”, falarem alto

e em simultâneo.

ofereceram aos aprendentes, uma vez que a sua correção exigia o isolamento de segmentos conversacionais de compreensão difícil. A atividade 4 (anexos 31, p. 206 e 32, p. 210) pressupõe o mesmo objetivo do exercício 2133, estabelecendo também a

ligação para a aprendizagem de léxico tipicamente associado ao género COI (como a expressão de vagueza “não sei quê”). Esta atividade só foi realizada na T1-A1.2, onde os aprendentes ouviram várias vezes os excertos de cada alínea e verificaram as respostas entre pares, à semelhança das atividades anteriores. A seguinte atividade de CO (exercício 5, anexos 31, pp. 206-208 e 32, pp. 210-212)134 pretende levar os alunos

à consecução do objetivo específico que prevê a identificação dos usos de expressões informais e de MD que ocorrem na COI-A, realizando-se novamente duas audições da conversa em ambas as turmas, após o esclarecimento de vocabulário contido nas alternativas dadas para o significado de cada expressão. A correção foi acompanhada da explicitação de outros usos possíveis para algumas das expressões contempladas no exercício, nomeadamente em contextos de comunicação menos informais. A última atividade (etapa 8 do anexo 33, p. 214) consiste na distribuição da transcrição da COI-A e explicitação da notação utilizada para a realização da sua leitura, acompanhada de uma última audição, assim como do esclarecimento de vocabulário e estruturas gramaticais. Na T1-A2, optou-se por fazer apenas a leitura silenciosa e o esclarecimento de vocabulário, dado já só restar um quarto de hora até ao final da UL135.

b) Interação oral (etapa 9, anexo 33, p. 214)

Esta atividade tem como objetivo que os aprendentes usem algumas das expressões informais e MD previamente estudados na COI-A numa IO que deverá aproximar-se, tanto quanto possível, do género COI. A instrução (anexos 31, p. 208 e 32, p. 212) apresenta os parâmetros da interação (o número de participantes, uma explicitação geral do contexto situacional, o registo e a duração da conversa) na forma

133 A atividade envolve, no entanto, fenómenos diferentes, tratando-se dos que foram abordados no

subcapítulo 1.3.3.1.

134 Embora as alíneas deste exercício contenham a transcrição dos excertos onde ocorrem as expressões

sobre as quais os aprendentes são questionados, trata-se de uma atividade de compreensão do oral, dado que o os alunos não dispõem de outro meio de contacto que não o auditivo com a COI-A.

135 Uma opção que foi também ponderada em virtude da experiência anterior na T1-A1.2, onde esta etapa

como eles se verificam na COI-A, pedindo a cada aprendente que utilize três das oito expressões contempladas (onde se incluem duas expressões informais e seis MD). Em ambas as turmas, esta atividade teve início a, aproximadamente, 10 minutos do fim da aula, pelo que, apesar de se ter dado a instrução, pedido o consentimento para a gravação das interações em suporte de áudio (anexo 34, p. 215) e formado os trios136, a

sua realização teve de ser abandonada e remetida para a aula seguinte137, onde a

organização dos trios foi retomada e foram dados cerca de 10 minutos iniciais aos alunos para rever conhecimentos e prepararem a interação, com monitorização da professora estagiária. Após as IO, os alunos receberam um retorno oral dos aspetos positivos registados pela professora estagiária durante a tarefa, bem como a correção, com recurso a registo escrito no quadro, dos principais erros e falhas registados. Este retorno foi realizado de forma anónima, i.e., sem fazer menções aos aprendentes. Por fim, distribuiu-se ainda um questionário (anexo 35, p. 216) de forma a obter uma apreciação da UL por parte do público-alvo.

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