Marisa Pereira Matt(1); Douglas Borges Pichek(1); Odair Queiroz Lara(1); Diego Boni(1); Clauton Eferson
Cordeiro Fernandes(1); Ronaldo Willian da Silva(1); Tiago Pauly Boni(1); Marlos Oliveira Porto(2);
Jucilene Cavali(2); Elvino Ferreira(3)
(1) Acadêmico de Agronomia da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Rolim de Moura, RO. E-mail: [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected]; [email protected] (2) Professor do Departamento de Engenharia de Pesca e Aquicultura da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Presidente Médici, RO. E-mail: [email protected]; [email protected] (3) Professor do Departamento de Agronomia da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Rolim de Moura, RO. E-mail: [email protected]
RESUMO – O aproveitamento de resíduos
industriais na agricultura surge como uma alternativa de fonte de nutrientes, além da vantagem de poder ser pouco agressivo ao meio ambiente e contribuir para a redução dos altos custos de produção, principalmente no que diz respeito à agricultura familiar. Dentre os resíduos, há a farinha de ossos calcinada, rica em cálcio e fósforo e disponível a baixo custo. O objetivo deste trabalho foi avaliar a farinha de ossos calcinada como fonte de fósforo para o capim tifton nas condições da zona da mata rondoniense. O experimento foi instalado na fazenda experimental da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Campus de Rolim de Moura. As unidades experimentais foram constituídas por baldes plásticos, com capacidade de 6,2 kg de solo peneirado. O solo utilizado é classificado como Latossolo
promissora fonte de nutrientes, considerando a ciclagem de nutrientes.
Palavras-chave: pastagem degradada, resíduo,
fertilização fosfatada, agricultura familiar.
INTRODUÇÃO – A ciclagem de nutrientes é
compreendida como as inter-relações no complexo atmosfera-planta-animal-solo (ANGHINONI et al., 2011). Estudos sobre a ciclagem de nutrientes são de importância fundamental, pois possibilitam a previsão de situações que poderiam ser críticas a médio e longo prazo, tanto em relação à produtividade, como em relação às características do solo (SCHUMACHER et al., 2003).
Ferreira et al. (2011) consideram que em um sistema de produção agropecuária a disponibilidade de nutrientes para as plantas está diretamente ligada à sua disponibilidade no
mudanças na mineralização da matéria orgânica do solo ou dos resíduos vegetais e animais, bem como a alterações na movimentação dos nutrientes no perfil do solo.
Com o aumento populacional há uma grande produção de resíduos industriais, que na maioria das vezes têm um destino final incorreto. A destinação racional de resíduos via utilização agronômica tem apresentado alto potencial de melhoria das características químicas, físicas e biológicas dos solos, diminuindo custos no processo produtivo (MELO; MARQUES, 2000 apud CHACÓN et al., 2011). Dejetos de matadouros têm sido amplamente utilizados como fertilizantes orgânicos ou condicionadores do solo. Por exemplo, os ossos de bovinos podem ser tratados para atuarem como fonte de fósforo e cálcio para plantas (MATTAR et al., 2013).
A farinha de osso calcinada pode ser uma opção na substituição, mesmo que parcial, de adubos industrializados em culturas exigentes em fósforo, como é o caso do capim tifton. Nesse contexto, por se tratar de um produto rico em cálcio e fósforo, a farinha de ossos calcinada surge como uma alternativa de promover a ciclagem de nutrientes. Assim, neste trabalho se objetivou avaliar a farinha de ossos calcinada como promotora da ciclagem de nutrientes, no tocante ao seu fornecimento de fósforo para o capim tifton nas condições da zona da mata rondoniense.
MATERIAL E MÉTODOS – O experimento foi
instalado em 08/04/2014, na fazenda experimental da Fundação Universidade Federal de Rondônia, Campus de Rolim de Moura, localizada à rodovia RO - 479 Norte, Km 15, a 277 m acima do nível do mar, latitude 11° 43’ S e longitude 61° 46’ W. O clima da região segundo a classificação de Köppen-Geiger é Tropical Quente e Úmido (Aw), com estação seca bem definida (maio/setembro), temperatura média de 28 °C, precipitação anual média de 2.250 mm
e umidade relativa do ar elevada, oscilando em torno de 85 % (RONDÔNIA, 2010).
As unidades experimentais foram constituídas por baldes plásticos, com capacidade de 6,2 kg de solo peneirado. O solo utilizado é classificado como Latossolo Vermelho-Amarelo distrófico, textura areia franca e apresentava os seguintes atributos químicos e físicos nos primeiros 20 cm de profundidade: pH em água = 4,90; PMehlich =
2,20 mg dm-3; K
Mehlich = 0,15 cmolc dm-3; Ca = 0,32
cmolc dm-3; Mg = 0,16 cmolc dm-3; Al = 0,44 cmolc
dm-3; H+Al = 5,50 cmol
c dm-3; Soma de Bases (SB)
= 0,6 cmolc dm-3; Matéria Orgânica = 21 g dm-3;
Areia = 322 g kg-1; Silte = 89 g kg-1; Argila = 589 g
kg-1.
Como material de pesquisa, foi utilizado a farinha de ossos calcinada (FOC) e o superfosfato simples (SS) a fim de se avaliar sua eficiência no processo de ciclagem de nutrientes para a planta neste solo. A espécie forrageira utilizada foi a Cynodon dactilon cv. tifton 85, em função de seu elevado potencial produtivo e de ser uma espécie exigente e responsiva às adubações fosfatadas.
O experimento seguiu o delineamento experimental inteiramente casualizado de 14 tratamentos, com 3 repetições, contendo 4 plantas em cada parcela. As mudas foram obtidas da coleção de forragicultura da UNIR, por meio de corte em posição intermediária no estolão a fim de permitir a presença de 4 entrenós. Para a farinha de ossos foi utilizado pré-tratamento em ambiente ácido a fim de se verificar o aumento na disponibilidade de fosfato (DUARTE et al., 2003). Foram utilizados o ácido acético e o ácido clorídrico (HCl). Para este tratamento utilizaram-se os extratores nas concentrações de 100 % para o ácido acético, cuja fonte utilizada foi o vinagre comercial (acidez volátil 4 %) e de 1 % para o ácido clorídrico PA. Os pré-tratamentos se deram na relação 1:1 (p/v), e após 30 minutos esse material foi acondicionado em estufa de circulação forçada de ar a 65 °C para perder
umidade até atingir massa constante.
Os tratamentos foram dispostos segundo o esquema: 1- Testemunha absoluta; 2- SS; 3- SS + Nitrogênio e Potássio; 4- SS + Nitrogênio e Potássio + Calcário; 5- FOC; 6- FOC + Nitrogênio e Potássio; 7- FOC + Nitrogênio e Potássio + Calcário; 8- FOC (trat. Ácido Acético 100 %); 9- FOC (trat. Ácido Acético 100 %) + Nitrogênio e Potássio; 10- FOC (trat. Ácido Acético 100 %) + Nitrogênio e Potássio + Calcário; 11- FOC (trat. Ácido HCl 1 %); 12- FOC (trat. Ácido HCl 1 %) + Nitrogênio e Potássio; 13- FOC (trat. Ácido HCl 1 %) + Nitrogênio e Potássio + Calcário; 14- Nitrogênio e Potássio. As doses dos adubos utilizados foram de acordo com a recomendação da literatura, sendo 60 kg ha-1 de N na forma de
ureia, 60 kg ha-1 de K
2O na forma de cloreto de
potássio e 100 kg ha-1 de P
2O5 na forma de
superfosfato simples e farinha de ossos calcinada. Para o calcário (97 % PRNT) usou-se a quantidade equivalente a 2,5 t ha-1.
O intervalo de cortes foi de 30 dias sendo feitos na altura de 15 cm do solo, totalizando-se quatro cortes. Foram analisadas a variável Matéria Fresca (MF) e Matéria Seca (MS) da parte aérea do tifton 85. Os dados foram submetidos à análise de variância sendo aplicado o teste de Scott-Knott para os testes de comparação de médias, utilizou-se o programa Assistat 7.7 (SILVA; AZEVEDO, 2004).
RESULTADOS E DISCUSSÃO – Para os dados de
Matéria Fresca (MF) pode ser observado, para
promoveu efeito diferenciado estatisticamente nessa primeira coleta.
Para segunda coleta (60 d) tanto a forma mais solúvel (SS) quanto a de menor solubilidade (FOC) apresentaram os melhores resultados quando associados aos macronutrientes, independentemente do tratamento ácido. O pior desempenho ocorreu com os tratamentos testemunha e NK, sendo também observado com o terceiro corte (90 d). Aos 120 dias não ocorreu diferença estatística entre os tratamentos para os dados de MF. Semelhante desempenho pode ser observado com os dados de MS (Tabela 2).
Os tratamentos com o fósforo, na forma de superfosfato simples, geraram as maiores produções quando associado ao nitrogênio e ao potássio e/ou calagem, evidenciando a carência desses nutrientes no solo. Para o fósforo na forma de farinha de ossos calcinada observou-se produções menores, porém com contrastes significantes entre as médias em função dos tratamentos aplicados.
Conforme o decorrer do período experimental, houve uma diminuição nos níveis de resposta na produção da parte aérea da forragem em função do avanço do período da estacionalidade. Contudo, comparando-se a eficiência produtiva, observa-se que os maiores níveis produtivos foram obtidos com o uso de SS associado aos macronutrientes, produzindo cerca de sete vezes mais matéria seca em relação
de 23 % para o SS em relação à FOC (Tabela 3). Para os níveis de resposta da FOC com tratamentos ácidos obteve-se que o uso do ácido acético reduziu em 30 % a produção da MS da parte aérea do tifton em relação ao emprego da FOC sem qualquer tratamento. Já com o uso do HCl houve um aumento em 25 % na produção relativa (Tabela 3).
Em avaliação de comparação de métodos in vitro para determinação da biodisponibilidade de fósforo, Duarte et al. (2003) avaliaram a solubilidade do fósforo de variadas fontes com diferentes extratores. Para água, obtiveram um pequeno nível de solubilidade de 0,05 % o que pode ser aumentado com o uso de outros extratores como o HCl 0,5 %, gerando níveis de solubilidade de 42 % e ácido cítrico 30 % obtendo solubilização completa. Neste estudo, apesar do emprego do dobro da concentração de HCl (1 %) em relação ao usado por Duarte et al. (2003), não foi conseguido uma resposta em produção de MS semelhantes aos níveis observados com o uso de SS para o primeiro corte da parte aérea do tifton. Certamente a quantidade solubilizada com o tratamento ácido foi menor com as observadas na fonte originalmente mais solúvel (SS) e, com a dinâmica desse nutriente no solo nos mecanismos de adsorção (NOVAIS, 1999) não permitiram respostas imediatas como as observadas com o uso do superfosfato simples.
A FOC apresenta em termos nutricionais, uma alternativa viável aos produtores, em especial à agricultura de cunho familiar, pois a mesma apresenta capacidade de substituição do adubo químico, cujos preços são mais elevados, além do fornecimento de cálcio e magnésio e da influência positiva que esta exerce sobre as propriedades químicas, físicas e biológicas do solo. Desta maneira, por se tratar de um produto orgânico rico em nutrientes, o emprego deste
resíduo contribui com a
otimização/maximização do processo de ciclagem de nutrientes.
CONCLUSÕES – A farinha de ossos calcinada
apresentou resultados satisfatórios em produção de parte aérea do capim tifton, mas não superando a produção obtida com o uso de superfosfato simples.
Os tratamentos ácidos para farinha de ossos calcinada não se mostraram eficientes em promover respostas significativamente maiores para a produção do capim tifton.
REFERÊNCIAS
ANGHINONI, I.; ASSMANN, J.M.; MARTINS, A.P.; COSTA, S.E.; CARVALHO, P.C.F. Ciclagem de nutrientes em integração lavoura-pecuária. In: ENCONTRO DE INTEGRAÇÃO LAVOURA - PECUÁRIA NO SUL DO BRASIL, 6., 2011, Pato Branco. Anais eletrônicos... Pato Branco: Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2011. Disponível em: <http://www.ufrgs.br/gpep/documents/artigos/2011 /Ciclagem%20de%20nutrientes%20em%20iLP.pdf>. Acesso em: 09 abr. 2014.
CHACÓN, E.A.V.; MENDONÇA, E.S.; SILVA, R.R.; LIMA, P.C.; SILVA, I.R.; CANTARUTTI, R.B. Decomposição de fontes orgânicas e mineralização de formas de nitrogênio e fósforo. Revista Ceres, Viçosa, v.58, n.3, maio/jun. 2011.
DUARTE, H.C.; GRAÇA, D.S.; BORGES, F.M.O.; DI PAULA, O.J. Comparação de métodos “in vitro” para determinação da biodisponibilidade de fósforo. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, Belo Horizonte, v.55, n.1, fev. 2003. FERREIRA, E.V.O.; ANGHINONI, I.; ANDRIGHETTI, M.H.; MARTINS, A.P.; CARVALHO, P.C.F. Ciclagem e balanço de potássio e produtividade de soja na integração lavoura-pecuária sob semeadura direta. Revista Brasileira de Ciência do Solo, Viçosa, v.35, n.1, jan./fev. 2011.
MARCELINO, K.R.A. Reciclagem de nutrientes sob condições de pastejo. 2002. Trabalho apresentado como requisito parcial para aprovação na Disciplina Tópicos Especiais em Forragicultura, Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, 2002.
MATTAR, E.P.L.; FRADE JÚNIOR, E.F.; OLIVEIRA, E. Cinza de osso: Fósforo e cálcio para a agricultura. Universidade Federal do Acre: Virtual Books, 2013.
Disponível em: <http://www.ufac.br/portal/agroecologia/Cinzadeoss ofsforoeclcioparaaagricultura.pdf>. Acesso em: 07 abr. 2014.
NOVAIS, R.F. Utilização de fosfatos naturais de baixa reatividade. In: RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; V., V.H.A. (Eds.). Comissão de fertilidade do solo do estado de Minas Gerais – Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais – 5ª aproximação. Viçosa, 1999. p.62-63.
RONDÔNIA, ano 2007. Porto Velho: SEDAM, 2010. 40p.
SCHUMACHER, M.V.; BRUN, E.J.; RODRIGUES, L.M.; SANTOS, E.M. Retorno de nutrientes via deposição de serapilheira em um povoamento de acácia-negra (Acacia mearnsii De Wild.) no estado do Rio Grande do Sul. Revista Árvore, Viçosa, v.27, n.6, p.791-798, 2003. SILVA, F.A.S.; AZEVEDO, C.A.V. Assistência Estatística. DEAG-CTRN-UFCG, Campina Grande, 2004.
Tabela 1. Valores médios de matéria fresca (g m-2) de capim tifton 85 adubado com farinha de ossos
calcinada (FOC), tratada ou não com ácido acético ou clorídrico (1 %) e superfosfato simples (SS) na base de 100 kg ha-1 P
2O5, associados ou não adubação nitrogenada (N), potássica (K) e a calcário
(Ca), em função dos intervalos de corte a cada 30 dias.
Tratamentos Matéria Fresca (g m
-2)
1º Corte 2º Corte 3º Corte 4º Corte
Testemunha 12,78 c 2,46 c 5,55 b 5,68 a SS 15,12 c 12,98 b 12,86 a 10,49 a SS, NK 70,22 a 18,66 a 14,41 a 9,74 a SS, NK Ca 64,81 a 19,63 a 16,79 a 11,45 a FOC 17,00 c 10,90 b 11,90 a 8,38 a FOC, NK 20,50 c 32,31 a 17,44 a 15,12 a FOC, NK Ca 36,52 b 22,17 a 18,03 a 11,40 a FOCAcético 6,74 c 7,43 b 12,89 a 7,51 a FOCAcético NK 24,20 b 23,12 a 15,71 a 8,78 a FOCAcético NK Ca 16,07 c 18,83 a 18,46 a 9,84 a FOCHCl 10,70 c 13,95 b 20,80 a 17,31 a FOCHCl NK 35,72 b 25,29 a 14,69 a 8,93 a FOCHCl NK Ca 32,34 b 26,34 a 16,90 a 10,45 a NK 3,62 c 1,10 c 0,45 b 0,34 a CV (%) 40,54 32,36 28,53 57,22
Tabela 2. Valores médios de matéria seca (g m-2) de capim tifton 85 adubado com farinha de ossos
calcinada (FOC), tratada ou não com ácido acético ou clorídrico (1 %) e superfosfato simples (SS) na base de 100 kg ha-1 P
2O5, associados ou não adubação nitrogenada (N), potássica (K) e a calcário
(Ca), em função dos intervalos de corte a cada 30 dias.
Tratamentos Matéria Seca (g m
-2)
1º Corte 2º Corte 3º Corte 4º Corte
Testemunha 0,91 c 0,66 d 1,28 b 1,45 a SS 4,29 c 3,96 c 2,93 a 3,67 a SS, NK 18,03 a 6,21 b 3,43 a 3,15 a SS, N Ca 15,38 a 6.07 b 3,99 a 3,76 a FOC 4,84 c 3,29 c 2,75 a 2,78 a FOC, NK 4,70 c 11,37 a 4,12 a 4,59 a FOC, N Ca 8,79 b 6,86 b 4,27 a 3,85 a FOCAcético 1,87 c 2,40 c 3,05 a 2,30 a FOCAcético NK 6,04 b 6,72 b 3,80 a 2,79 a FOCAcético NK Ca 7,15 b 6,17 b 4,18 a 2,99 a FOCHCl 3,09 c 4,36 c 4,80 a 4,93 a FOCHCl NK 9,54 b 8,32 b 3,41 a 3,43 a FOCHCl NK Ca 8,04 b 7,99 b 3,93 a 3,57 a NK 1,03 c 0,36 d 0,10 b 0,18 a CV (%) 42,14 32,72 29,31 49,46
Tabela 3. Relação entre as produções médias de matéria seca (g m-2) dos tratamentos submetidos a
duas fontes de fosfato (Super simples – SS e Farinha de Ossos Calcinada– FOC) para o capim tifton (Cynodon dactilon).
Tratamentos Relação numérica Resultado
SS/ Testemunha 14,85/4,3 = 3,45
SS, NK/ Testemunha 30,82/4,3 = 7,16
SS, NK Ca/ Testemunha 29,20/4,3 = 6,79
FOC/ Testemunha 13,66/4,3 = 3,17
FOC, NK/ Testemunha 24,78/4,3 = 5,76
FOC, NK Ca/ Testemunha 23,77/4,3 = 5,52
FOCAcético/ Testemunha 9,62/4,3 = 2,23
FOCAcético NK/ Testemunha 19,35/4,3 = 4,50
FOCAcético NK Ca/ Testemunha 20,49/4,3 = 4,76
FOCHCl/ Testemunha 17,18/4,3 = 3,99
FOCHCl NK/ Testemunha 24,70/4,3 = 5,74
FOCHCl NK Ca/ Testemunha 23,53/4,3 = 5,47
NK/ Testemunha 1,67/4,3 = 0,38 --- SS/FOC 14,85/13,66 = 1,08 SS, NK/FOC NK 30,82/24,78 = 1,24 SS NK Ca/FOC NK Ca 29,20/23,77 = 1,22 ---
FOCAcético/FOC 9,62/13,66 = 0,70
FOCHCl/FOC 17,18/13,66 = 1,25
Tratamentos: SS (superfosfato simples; 100 kg ha-1 de P2O5), FOC (Farinha de ossos calcinada; 100 kg ha-1 de P2O5), Nitrogênio