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Une architecture d’entrepôt pour la personnalisation des analysesdes analyses

Modèle d’entrepôt de données à base de règles

4.3 Une architecture d’entrepôt pour la personnalisation des analysesdes analyses

questão: qual deverá ser a minha atitude? Que estratégias devo utilizar? Na minha opinião e com base no que já experimentei na prática, não devo falar mais alto que as crianças tentando impor-me, pois considero que isso terá o efeito contrario e as crianças falaram ainda mais alto. Segundo DeVries & Zan (1998), para que as crianças cumpram as regras, primeiro devo certificar-me de que conhecem quais são e em seguida negociar com as crianças qual o castigo para quem não cumpri-las, pois

ao refletirem juntas sobre os problemas da sala de aula, as crianças podem ser levadas a perceber a necessidade de haver regras. Participando na determinação do que ocorre na classe, elas podem perceber que as decisões lhes pertencem. Assim, terão a chance de compreender por que existem certas regras e por que fazem certas coisas de determinadas maneiras (DeVries & Zan, 1998, p.138).

Deste modo, considero que a estratégia mais indicada será negociar com as crianças as regras e quando não cumprirem relembrar o combinado.

Ao longo desta semana surgiram outras situações que considero essenciais refletir enquanto educadora estagiária. Um dos aspetos diz respeito ao cuidado que devemos ter quando apresentamos situações novas às crianças, nomeadamente o contacto com animais. Esta semana a Carolina solicitou a ajuda de uma criança para colocar a tartaruga no aquário, porém por ser a primeira vez, a criança assustou-se e deixou cair o animal, ficando a criança muito assustada. Na minha opinião, a Carolina deveria ter colocado a tartaruga na sua mão, deixado a criança tocar e só depois com a sua ajuda pegar e coloca-la no aquário. Pelo facto do animal reagir, a reação das crianças também será diferente daquela quando contactam com objetos inanimados e desse modo o educador deve estar atento e preparar a criança para essa situação, pois segundo Costa (s.d.), o animal irá reagir de uma maneira diferente das crianças e esta aprenderá a lidar com isso, compreendendo que o animal é um ser com vontades e reações próprias.

Outra situação que me fez pensar, foi quando uma criança veio ter comigo e disse que a mãe tinha pedido para não ir brincar para a areia naquele dia. Tendo em conta que tinha chovido durante a noite, a areia encontrava-se molhada e poderá ter sido esse o motivo pelo qual a mãe da criança fez essa recomendação. Ao observar as crianças a brincar, verifiquei que realizavam brincadeiras diferentes das habituais devido à presença de água nos brinquedos e na areia, bem como as suas expressões de felicidade. Uma evidência dessa situação, foi quando uma criança veio ter comigo a sorrir e disse: “Alexandra hoje estou a fazer sopa em vez de bolinhos de areia”. Apesar de ouvir teoricamente que o contacto com o exterior é importante para o desenvolvimento das crianças, naquele dia pude observar na prática essa realidade. Na minha opinião e indo ao encontro do que defendem Hohmann & Weikart (2011), no exterior as crianças vivenciam muitas experiências diferentes que não são possíveis no interior, experienciando muitas vezes a representação criativa, a linguagem e literacia, a iniciativa e relações interpessoais, o movimento, a música, a classificação, a seriação, o número, o espaço e o tempo. No caso concreto das brincadeiras com areia, permite que as crianças contactem e desenvolvam os conceitos de dentro e fora, cheio e vazio, em cima e em baixo, leve e pesado, seco e molhado. De um modo geral “brincar em espaços exteriores torna as crianças mais felizes, criativas e saudáveis. Também permite que resolvam os seus problemas, treinando competências para a vida adulta” (Bento, 2013, citada por Agência Lusa, 2013).

Outro aspeto sobre o qual me debrucei para refletir, ocorreu quando observava os desenhos alusivos ao dia da mãe e fui alertada pela professora supervisora, para o facto de algumas crianças desenharem unicamente na parte superior ou inferior da folha. Este facto parece mostrar que aquelas crianças não têm noção espacial, logo não ocupam todo o espaço da folha. Deste modo, é necessário proporcionar atividades que ajudem as crianças a desenvolver as noções espaciais e que sejam prazerosas. Assim, devemos ir ao encontro dos interesses das crianças, uma vez que

as crianças pré-escolares retiram prazer de se mover no espaço, encaixar coisas umas nas outras e separarem-nas, organizar materiais e desenhar pessoas e objetos em diferentes locais. Através deste tipo de acções as crianças constroem o conhecimento sobre relações espaciais que lhes permitirá agir com confiança no mundo físico (Hohmann & Weikart, 2011, p.736).

Por último, outro aspeto que observei, foi a relação entre a escola e a família. Uma vez que para a execução da prenda para o dia da mãe, necessitávamos de embalagens de leite, foi solicitado que cada criança trouxesse uma embalagem de casa. Confesso que inicialmente estava apreensiva e pensava que apenas três ou quatro crianças trariam o pedido, no entanto fiquei surpresa ao ver que no dia seguinte praticamente a totalidade das crianças havia trazido a embalagem de leite. Isto fez-me refletir sobre a importância da relação escola-família, pois a escola necessita da colaboração das famílias e por outro lado se não houvesse esta relação provavelmente as famílias não teriam atendido ao pedido com tanta rapidez, pois ocorreu no prazo de 24h. Deste modo, tendo em conta que “ a família e a instituição de educação pré-escolar são dois contextos sociais que contribuem para a educação da mesma criança; importa por isso, que haja uma relação entre estes dois sistemas” (Ministério da Educação, 1997, p.43).

Assim, ao longo desta semana foram várias as aprendizagens que contribuem para o meu crescimento pessoal e profissional.

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Bibliografia

Agência Lusa. (2013). Brincadeiras ao ar livre tornam crianças mais felizes, criativas e saudáveis. Obtido em 1 de maio de 2015, de Porto Canal: http://portocanal.sapo.pt/noticia/3721/

Costa, S. (s.d.). Os benefícios dos animais de estimação na formação da personalidade das crianças - See

more at: http://www.desafiosaude.pt/saude-familiar/animais-cia/itemOs beneficios dos animais de estimacao na formacao da personalidade das criancas. Obtido em 1 de maio de 2015, de Desafio Saúde :

http://www.desafiosaude.pt/saude-familiar/animais-cia/item/164-os-beneficios-dos-animais-de- estimacao-na-formacao-da-personalidade-das-criancas

DeVries, R., & Zan, B. (1998). A Ética na Educação Infantil - o ambiente sócio-moral na escola. Porto Alegre: Artmed Editora.

Ministério da Educação (1997). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Lisboa: Ministério da Educação.

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ANEXO IV – Registo das ideias das crianças sobre as perguntas “ O que sabemos

sobre tartarugas?”, “O que queremos saber?”, “Como descobrir?” e “ O que

queremos fazer?”

Fotografia1 - Ideias relativamente à questão “ O que sabemos sobre tartarugas?”

Fotografia 2 - Ideias relativamente à questão “O que queremos saber?

Fotografia 3 - Ideias relativamente à questão “Como descobrir?”

Fotografia 4 - Ideias relativamente à questão “ O que queremos fazer?”

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