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VIII Annexes

6 Application de redirection : Eole- Eole-dispatcher

Com relação ao tema da pesquisa realizada neste trabalho podem ser citados algumas sugestões de trabalhos a serem desenvolvidos no futuro:

- Aplicação do índice BPI no Hospital Universitário – UFSC/EBSERH; - Avaliação pós-ocupação do HU – UFSC/EBSERH;

- Avaliação da compacidade e do projeto arquitetônico do EAS;

- Elaboração de Procedimentos Operacionais Padrão para execução da manutenção (alguns serviços recorrentes);

- Influência do processo licitatório na gestão de manutenção de prédios públicos;

- Levantamento das manifestações patológicas do EAS para aplicar na gestão de manutenção com o BIM;

- Levantamento de dados para construir um modelo em BIM do HU – UFSC/EBSERH; - Elaboração de um plano de manutenção adequado as necessidades do HU – UFSC/EBSERH.

Referências Bibliográficas

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GELBCKE, Francine Lima; SCHMIDT, Heda Mara; AMARAL, Heloisa Cristina Martins; CANABARRO, Isabel Machado; SHIROMA, Licia Mara Brito; DUTRA, Ligia Silveira; COELHO, Mara Sérgia Pacheco Honório; ROVARIS, Maria de Lourdes; PORTELLA, Paulo Peixoto. Plano Diretor Estratégico do Hospital Universitário Prof. Polydoro Ernani de São Thiago. Curso de Especialização em Gestão de Hospitais Universitários do SUS, Ministério da Educação, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares. São Paulo: Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa, 2016. GUIMARÃES, José Mauro Carrilho, A problemática da manutenção predial e de

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http://www.hgb.rj.saude.gov.br/ciencia/centrocirurgico/10.htm >. Acesso em:10 de junho de 2019

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SANTOS, Karine de Paula Bastos. Gestão da manutenção de edificações com o BIM: enfoque nas manifestações patológicas de elementos de construção. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) –Centro Tecnológico. Espírito Santo: UFES.2017, 203p.

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TAVARES, Lourival A. Administração moderna da manutenção. Rio de Janeiro: Novo

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WEIDLE, Érico P. S. & BLUMENSCHEIN, Raquel N. Sistemas construtivos na

programação arquitetônica de edifícios de saúde – Estudo Preliminar. Apostila de

ANEXO A - Estrutura Básica Organizacional dos Hospitais sob gestão da EBSERH

Fonte: EBSERH, Estrutura organizacional dos Hospitais sob gestão da EBSERH: Diretrizes técnicas, 2013.

ANEXO B – Capacidade Física do HU/UFSC/EBSERH

Capacidade Física Instalada Ambulatorial – Consultórios

Capacidade Física Instalada Ambulatorial – Salas de Apoio

Fonte: Plano Diretor Estratégico do HUUFSC apresentado ao Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa para certificação como especialista em Gestão de Hospitais Universitários no SUS, 2017.

ANEXO C - Procedimento Operacional Padrão de Atendimento à Solicitação de Serviço de Manutenção do Hospital de 2016

ATENDIMENTO À

SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO Versão: 01 Próxima Revisão:

Elaborado por: Luiz Carlos Amaral Data da Criação: 29/01/2016

Revisado por: Data de Revisão:

Aprovado por: Data de Aprovação:

Local de guarda do documento:

Responsável pelo POP e pela atualização: Luiz Carlos Amaral

Objetivo: Fluxo de atendimento a todas as solicitações de serviços dirigidas à Seção de Manutenção Predial

Setor: CMSG Agente(s): Chefia de Manutenção Predial

ETAPAS DO PROCEDIMENTO

ATENDIMENTO À SOLICITAÇÃO DE SERVIÇO 1. Solicitação no Sistema CMSG

Para solicitar um serviço no sistema o usuário deve acessar o site do HU em: http://www.hu.ufsc.br. Na página do HU clicar em: SERVIÇOS ELETRÔNICOS – CMSG – Solicitação de serviços – selecionar o setor – na tela do GLPI Cria um chamado – preencher todos os dados da solicitação e clicar em Enviar mensagem.

2. Secretaria de Manutenção Predial

O técnico em edificações verifica a solicitação no sistema do CMSG e faz uma triagem para direcionar à área de atendimento. Se não pertencer a Manutenção predial a solicitação é encaminhada para os demais setores da manutenção do CMSG como a Mecânica, Elétrica, Refrigeração, Zeladoria, Vigilância, Transporte, Telecomunicações, Lavanderia, Limpeza ou Secretaria. Se pertencer a Manutenção Predial o atendente fará a triagem para uma das oficinas do serviço como: hidráulica, alvenaria, pintura, marcenaria.

Em seguida o técnico em edificações imprime as solicitações e entrega nas mãos do supervisor de obras. Este as encaminha à oficina designada ao atendimento das solicitações.

3. Oficinas de Manutenção Predial

O profissional da oficina designado ao atendimento recebe a solicitação de serviço do supervisor de obras, e se desloca até o setor solicitante. Dependendo da descrição feita pelo solicitante, o

profissional leva as ferramentas e materiais necessários para resolução do serviço. No setor solicitante o profissional faz uma avaliação da situação/problema e defini a necessidade ou não de

novas peças para a resolução.

3.1. Se não necessitar de peças sobressalentes para a execução o profissional conserta o que se pede e finaliza o serviço. Coleta a assinatura do solicitante, ou de alguém responsável no setor, e retorna à oficina de manutenção para as providências administrativas cabíveis. Na oficina ele preenche o diário de atendimento da solicitação com informações referentes ao atendimento, entrega ao

supervisor de obras, que irá reunir todas as solicitações de serviços e encaminhar, até o final do dia, à secretaria de manutenção predial para que seja feita a baixa no sistema das solicitações atendidas. 3.2. Se necessitar de mais peças para resolver o serviço o profissional retorna a oficina, preenche o diário de atendimento da solicitação com informações referentes ao atendimento parcial do serviço, e entrega ao supervisor de obras. Este de posse da solicitação se dirige à chefia da manutenção predial para pegar autorização de fornecimento de materiais no almoxarifado da manutenção.

4. Chefia de Manutenção Predial

O supervisor de obras entrega a solicitação de serviço com as anotações do atendimento ao chefe da Manutenção predial e solicita a autorização para pegar peças no almoxarifado da manutenção. 4.1. Se tem no almoxarifado a peça solicitada, o chefe da manutenção predial assina no campo determinado na solicitação de serviço e entrega ao supervisor de obras. Este retorna às oficinas e entrega ao profissional do serviço em atendimento. O profissional se desloca até o almoxarifado de manutenção, retira o material solicitado, e se dirige ao setor solicitante para a conclusão do serviço. Finalizado, o profissional coleta a assinatura do solicitante, ou de alguém responsável no setor, e retorna à oficina de manutenção para as providências administrativas cabíveis. Na oficina ele

preenche o diário de atendimento da solicitação com informações referentes ao atendimento, entrega ao supervisor de obras, que irá reunir todas as solicitações de serviços e encaminhar, até o final do dia, à secretaria de manutenção predial para que seja feita a baixa no sistema das solicitações atendidas.

4.2. Se não tem no almoxarifado a peça solicitada, o chefe da manutenção predial solicita ao técnico em edificações que seja feito três (03) orçamentos.

4.2.1. Se o menor valor entre os três (03) orçamentos atender as especificações do produto, o prazo de entrega, a empresa for idônea, estiver com todas as documentações regulares, e o valor for até R$8.000,00, é providenciado um Pedido de Compra (PC) no sistema. Esse pedido é analisado pela chefia de manutenção predial e coordenadoria do CMSG, quanto a pertinência da compra pelo setor de suprimentos. Se a decisão for favorável à compra , o documento é assinado e encaminhado para aquisição. O Setor de Compras recebe o documento e realiza um (01) ou mais orçamentos

compras encaminha o PC à chefia da manutenção predial que analisará os orçamentos e designará a empresa que fornecerá o material. Assim, o PC é novamente encaminhado ao Setor de Compras para a aquisição do produto. É gerado uma Autorização de Fornecimento (A.F.) e a partir desta é

realizada a Nota de Empenho, a qual é encaminhada a empresa selecionada pela área técnica. A empresa entrega o material no almoxarifado da manutenção, que recebe e envia a nota fiscal para pagamento ao Setor de Finanças.

O profissional responsável pelo atendimento da solicitação se dirige ao almoxarifado da manutenção, retira o material mediante a solicitação assinada pelo chefe da manutenção predial, se desloca até o setor solicitante, e conclui o serviço. Coleta a assinatura do solicitante ou de alguém responsável no setor e retorna à oficina de manutenção para as providências administrativas cabíveis. Na oficina ele preenche o diário de atendimento da solicitação com informações referentes ao atendimento, entrega ao supervisor de obras, que irá reunir todas as solicitações de serviços e encaminhar, até o final do dia, à secretaria de manutenção predial para que seja feita a baixa no sistema das solicitações atendidas.

4.2.2. Se o menor valor entre os três (03) orçamentos atender as especificações do produto, o prazo de entrega, a empresa for idônea, estiver com todas as documentações regulares, e o valor for acima de R$8.000,00, os orçamentos são encaminhados para setor de engenharia para execução de Termo de Referência.

5. Setor de Engenharia civil e Arquitetura

Responsável pela fiscalização de obras civis, desenvolvimento de projetos, execução de Termos de Referência, aprovação de projetos nos órgãos competentes, entre outras atividades de engenharia e arquitetura.

O engenheiro civil recebe os orçamentos realizados pela manutenção predial e, se necessário, faz outros orçamentos complementares. Monta um processo com o Termo de Referência e com todas as especificações necessárias e encaminha à coordenadoria do CMSG para aprovação. Aprovado, o processo é encaminhado à Comissão de Processos Licitatórios (CPL), para dar inicio à licitação do produto.

6. Comissão de Processos Licitatórios

Após o recebimento do processo pelo pregoeiro da CPL, é iniciado o pregão eletrônico para execução de Sistema de Registro de Preços (SRP). Concluído o pregão eletrônico e definido a empresa ganhadora do pregão o processo é encaminhado ao Setor de Suprimentos do HU. 7. Setor de Suprimentos

encaminhado pela CPL, gera uma Autorização de Fornecimento (A.F.) e a partir dela emite uma Nota de Empenho, e encaminha à empresa ganhadora do pregão eletrônico. A empresa entra em contato com o Setor de Manutenção predial e acerta as datas e horários para execução do serviço ou entrega do material licitado.

ANEXO D - Contrato e aditivos contratuais da empresa que terceiriza serviços de manutenção de 2017 – 2018, valor de contrato de contratos por nome do fornecedor.

BRASIL, Portal Transparência. Contratos. Disponível em:

<http://www.portaltransparencia.gov.br/contratos/9752503?ordenarPor=numero&direcao=asc >. Acesso em: 12 de maio de 2019

Figura 24 - Valor de contratos por nome de fornecedor do Hospital Universitário UFSC/EBESERH

Figura 25 - Valor de contratos por forma de contratação

Fonte: BRASIL, Portal Transparência. Contratos. Visualização gráfica. Disponível em:

<http://www.portaltransparencia.gov.br/contratos/consulta?paginacaoSimples=true&tamanhoPagina=&offset=& direcaoOrdenacao=asc&assinaturaDe=01%2F01%2F2017&orgaos=UG150232&colunasSelecionadas=linkDetal hamento%2CdataAssinatura%2CdataPublicacaoDOU%2CdataInicioVigencia%2CdataFimVigencia%2CorgaoS uperior%2CorgaoEntidadeVinculada%2CunidadeGestora%2CformaContratacao%2CgrupoObjetoContratacao% 2CnumeroContrato%2CnomeFornecedor%2CcpfCnpjFornecedor%2Csituacao%2CvalorContratado&ordenarPor =dataFimVigencia&direcao=desc>. Acesso em: 02 de junho de 2019.

ANEXO E - Procedimento Operacional Padrão para abertura e triagem de chamados versão mais recente após implantação da SIF pela EBSERH de 2019

Solicitação de Manutenção Predial

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PROFESSOR POLYDORO ERNANI DE SÃO THIAGO (HU UFSC)

Campus Universitário, Rua Professora Maria Flora Pausewang, s/nº, Trindade, CEP: 88036-800 - Florianópolis – SC

I. O QUE: Procedimento Operacional Padrão (POP) com as orientações para ABERTURA e ACOMPANHAMENTO de Solicitações de Manutenção Predial. Esse POP foi desenvolvido com base no Caderno de Boas Práticas de Infraestrutura proposto pela EBSERH.

II. POR QUÊ: Esse POP objetiva estabelecer o fluxo para solicitação e acompanhamento de chamados de Manutenção Predial, esclarecendo os meios de comunicação, responsáveis e a forma de prestação de serviço da equipe.

III. QUEM (ENVOLVIDOS): Esse POP aplica-se a todos os servidores das Gerências, Divisões, Setores e Unidades do Hospital Universitário que vierem a necessitar de serviços de manutenção predial.

IV. NATUREZA DOS SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO PREDIAL:

1. O Setor de Infraestrutura Física (SIF), ligado à Divisão de Logística e Infraestrutura Hospitalar, é responsável por gerenciar o atendimento dos chamados de manutenção predial;

2. Os serviços de manutenção predial contemplam prestação de serviços de manutenção CORRETIVA, PREVENTIVA e PREDITIVA nas áreas de mecânica, elétrica, hidráulica, telecomunicações, alvenaria, pintura, marcenaria e sistemas de refrigeração para o Hospital Universitário;

3. A manutenção preventiva consiste na inspeção e verificação das instalações, assegurando a integridade das áreas comuns e de seus equipamentos, para pacientes, servidores e demais colaboradores do HU;

4. A manutenção corretiva consiste na correção de falhas ou desgastes nos equipamentos e instalações;

5. A manutenção preditiva consiste na ação conjunta das atuações preventiva e corretiva, tendo por objetivo a análise dos equipamentos para garantir o monitoramento e controle dos serviços a serem realizados.

V. OS SERVIÇOS PRESTADOS POR CADA ÁREA SÃO:

1. Os serviços em MECÂNICA relacionam-se à manutenção de:

1.1. Redes de vapor e condensador, gases medicinais, vácuo, GLP, óleo Diesel, óleo BPF, água quente e fria;

1.2. Máquinas e equipamentos industriais (ex: equipamentos da lavanderia hospitalar, cozinha industrial, equipamentos de esterilização, caldeiras, aquecedores de água, tanques, motores, bombas e compressores);

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1.3. Autoclaves, termodesinfectoras e Ultrassônicas da Esterilização;

1.4. Ferramentas industriais (torno, morsa, prensa, furadeira, máquinas de conformação e corte);

1.5. Móveis hospitalares (macas, camas, cadeiras, cadeiras de rodas, cadeiras de banho e suportes de soro).

2. Os serviços em ELÉTRICA relacionam-se à manutenção de:

2.1. Quadros de distribuição, operação e comando de circuitos elétricos; 2.2. Sistemas de controle de controle de temperatura;

2.3. Redes de baixa tensão;

2.4. Sistemas de comunicação de paciente/Enfermagem;

2.5. Sistemas de aterramento, inclusive de para-raios e de telecomunicações; 2.6. Sistemas de iluminação (lâmpadas, reatores, soquetes, starters, contatos, letreiros luminosos, entre outros);

2.7. Caixas de passagem, tomadas e interruptores;

2.8. Motores e bombas, verificando ruídos, aquecimento anormais e providenciar os ajustes necessários;

2.9. Tomadas e interruptores (verificar o estado de conservação, redimensionamento de circuitos, efetuar limpeza geral.)

2.10. Proteção da parte elétrica dos motores.

3. Os serviços de TELECOMUNICAÇÕES relacionam-se à manutenção de: 3.1. Rede telefônica;

3.2. Aparelhos telefônicos e centras telefônicas; 3.3. Armários distribuidores;

3.4. Cabeamento interno;

3.5. Dutos para passagens de cabos;

3.6. Sistemas de comunicação interna, tais como interfones e intercomunicadores; 3.7. Instalações de tomadas e extensões telefônicas;

3.8. Instalação e programação de centrais telefônicas de pequeno porte; 3.9. Ramais internos e linhas diretas (analógicas e digitais);

3.10. Sistemas de alarme composto por detectores e centrais;

3.11. Sistemas de som ambiente, utilizados em auditórios e salas de conferência. 4. Os serviços de ALVENARIA relacionam-se à manutenção de:

4.1. Construções como paredes, alicerces, muros, lajes, vigas, pisos, bases, fundações e similares;

4.2. Forros removíveis;

4.3. Reparos em pisos e revestimentos cerâmicos;

4.4. Reparos em alvenaria que envolvem assentamento de tijolos; 4.5. Reboco em estruturas já construídas;

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4.6. Aparelhos sanitários;

4.7. Demolições de obras de alvenaria;

4.8. Instalação de tubulações e dutos hidráulicos e elétricos, com auxílio e acompanhamento de encanadores e eletricistas.

5. Os serviços de PINTURA relacionam-se à:

5.1. Conservação da pintura da alvenaria em geral (interna e externa) e repará-las; 5.2. Novas pinturas em paredes de alvenaria, conforme a necessidade;

5.3. Pintura em superfícies de madeira, pisos, calçamentos e metal; 5.4. Lixamento e aplicação de massas.

6. Os serviços de MARCENARIA relacionam-se à: 6.1. Confecções de pequenos móveis e peças de madeira; 6.2. Reparo de móveis;

6.3. Montagem de forras e portas, com dobradiças, puxadores e outros; 6.4. Manutenção e conservação de portas (folhas, revestimentos, pinturas, dobradiças, fechaduras, molas e amortecedores, visores, limitadores e presilhas);

6.5. Ajuste de dobradiças e fechaduras; 6.6. Reparos de mobiliários em geral; 6.7. Confecção de prateleiras;

6.8. Reforma de armários, mesas, gabinetes de pias, com troca de peças, revestimentos e ferragens;

6.9. Manutenção e montagem de batentes e guarnições;

6.10. Verificar fixação dos painéis (divisórios), colunas, caixilharias, vidros e portas e reparar se necessário.

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